Advogado pode ser expulso da OAB por xingar juízes

12/09/2008 23:28magrin (Serventuário)É uma Pena que o Dr. Emanoel, tenha usado palav...
É uma Pena que o Dr. Emanoel, tenha usado palavras chulas, porém, se extrai da sua revolta, que ele fala a verdade, no entanto, sem querer entrar no mérito da situação por ele enfrentada, posso afirmar que, por minha experiência de 32 anos de judiciário, onde já exercí todas as funções de primeiro escalão, que o que hoje se vê, são pessoas que, aos inves de interpretar o processo (pasta), como o instrumento posto a sua presença para se resolver um conflito existente na sociedade lá fora, esquecem do aforismo " dai-me o fato e eu lhe direito o direito", (da mehi factum dabe tipi jus) e procuram defeito no pedido de causídico para usar o decreto extintivo do artigo 267, do CPC, para resolver o processo, sem se preocupar com a situação jurídica que lhe foi apresentado. E mais, poem por terra o artigo 5º, da Lei de Introdução ao Código Civil, aplicando a fria letra da Lei, sem se preocupar se ela está fazendo justiça, quando deveriam verificar a finalidade social a que ela se destina. "ad absurdo". Entre a Lei a a Justiça, esta ultima ainda que contrária a primeira, deve ser aplicada. É uma pena que isto venha ocorrendo, muito embora devo reconhecer o esforço de seleção que vem sendo utilizado pelos Tribunais, na seleção dos Juízes, porém, não faz parte das matérias, conhecer aqueles que, por intuição, herdaram o dom de Salomão. Igualmente, não podemos de deixar de reconhecer que aos Juízes não é dado o direito de vivenciar, pesquisar, estudar caso a caso, tanta é a carga de trabalhos que lhe são imposta, de modo que, se não houvesse a ajuda dos funcionários, não reconhecida pelos Tribunais, esses estafados julgadores, teriam que trabalhar mais que as 24:00 horas diárias, o que é impossível, para darem conta dos pedidos de tutelas que lhes são post.
30/08/2008 00:09O visitante (Outros)O título vem bem a calhar:Baixaria! Por mais qu...
O título vem bem a calhar:Baixaria! Por mais que o advogado tenha motivos para se inconformar, nada autoriza a ofensa, ainda mais, com palavras de baixo nível. Isso não é advocacia e é surpreendente que existam advogados que aplaudam essa postura... O recurso, a correição-parcial, a reclamação são os instrumentos contra decisões que não nos agradem. A ofensa é próprio daqueles que não possuem argumentos. Lamentável!
25/03/2008 12:14Marcelo (Advogado Sócio de Escritório)O nobre Dr. Manoel deveria ser sumariamente adm...
O nobre Dr. Manoel deveria ser sumariamente admitido nos quadros do STF. Adoraria ver o referido senhor pronunciando tais palavras aos nobres ministros da Corte Suprema.
14/01/2008 16:10Gilberto Andrade (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)NÃO É O CAMINHO DA MUDANÇA, MAS VALE SALIENTAR ...
NÃO É O CAMINHO DA MUDANÇA, MAS VALE SALIENTAR QUE A JUSTIÇA DO TRABALHO, NO BRASIL, ATUA COMO TRIBUNAL DE EXCEÇÃO E PROVOCA SENTIMENTOS DESSA NATUREZA EM PESSOAS ATÉ ENTÃO EQUILIBRADAS, MAS QUE NÃO AGUENTAM LIDAR COM A DISTÂNCIA ENTRE A LEGALIDADE E A REAL ATUAÇÃO DOS JUÍZES DO TRABALHO. VIVA A VERDADE E A CORAGEM DO DR. MANOEL DA SILVEIRA.
20/06/2007 12:16Renério (Advogado Sócio de Escritório)Sr. Pedro. Se o Tribunal de Justiça assim julgo...
Sr. Pedro. Se o Tribunal de Justiça assim julgou então aconselho ao Sr. se adequar a uma outra Carta Magna. Agora quanto a "perder a moral", sou do time que se deve ir além da "moral" na defesa dos direitos do outorgante. Abs.
18/06/2007 19:30Pedro (Prestador de Serviço)Concordo com o sr. Renério (Advogado). Um advo...
Concordo com o sr. Renério (Advogado). Um advogado não deve perder a compustura moral e não deve pegar a gota da torneiro dos outros. Essa gota que quando pinga é pelo menos para sustentar o basico da familia.
18/06/2007 14:12Renério (Advogado Sócio de Escritório)"Por mais gritante que seja a situação não pode...
"Por mais gritante que seja a situação não podemos perder a compostura moral" Esse comentário so poderia vir mesmo de quem no dia 05, sempre "pinga um bom na conta"...
17/06/2007 21:03Pedro (Prestador de Serviço)Com 78 anos, de idade, ele dever ter uma tremen...
Com 78 anos, de idade, ele dever ter uma tremenda experiência na área que atual. Para elaborar uma manifestação nesse nível e não envolver o seu cliente eu considero REALMENTE um advogado. Pois fui "roubado" por um advogado registrado na AOB e consegui com tremenda dificuldade registrar um processo disciplinar na AOB. E paralelo a OAB entrei , também com muita dificuldade, na justiça para pelo menos reaver o valor que ele se apropriou.E tribunal decidiu que eu não tive danos e o advogado recebera 10% do valor que ele apropriou.O BRASILEIRO advogado Manoel da Silveira se manifestou alem da ética esperada pela sua profissão.
15/06/2007 17:13Fabíola (Bacharel)Fabíola Larissa (Advogada) Por esses tipos de ...
Fabíola Larissa (Advogada) Por esses tipos de "colegas de profissão", é que sofremos descasos perante autoridades judiciárias e membros do MP. Quantas ações não fiquei satisfeita com a decisão tanto do MP, quanto do Juiz, porém, não baixei o nível, nem surtei em nenhum momento. Se educação vem de berço, este nobre colega nasceu no chão. Será que em nossa profissão, ele ainda não aprendeu o velho ditado: "Cada cabeça uma sentença"?
14/06/2007 17:54allmirante (Advogado Autônomo)Pronto. A OAB em vez de defender advogados é ag...
Pronto. A OAB em vez de defender advogados é agora defensora dos "juízes" da justiça inventada por Mussolini.
14/06/2007 14:17Saburo (Professor Universitário - Internet e Tecnologia)O ser humano não é perfeito! Está em constante ...
O ser humano não é perfeito! Está em constante reconstrução. Em qualquer circunstância pode haver os bons e os maus, os melhores e os piores, os honestos e os espúrios. Há o probo, há o certinho e de repente está fazendo, querendo ou não, uma burrada astronômica. Não é a profissão de magistrado, advogado, promotor, de professor ou de médico que os seus componentes são impecáveis! Quando a situação é complexa como no presente caso é preciso haver uma atenção especial de muitos sábios avançados não somente na área judiciária mas tb em outras para que se reconstrua um saber coletivo do modo inteiro e aberto. E, apenas, ao final das conclusões considerar aquelas que conduzem ao perdão das partes que de algum modo provocaram a reação do nobre advogado que utilizou recursos não éticos para manifestar sua raiva, sua mágoa, seu estresse, sua angústia, seu sofrimento na árdua tarefa de servir sua clientela. Os homens também têm TPM semelhante ao da mulher. É preciso levar em conta não só o lado racional como tb o emocional dos que atuam nas profissões das mais estressantes como o judiciário.
14/06/2007 11:49Jadir (Advogado Autônomo)A verdade é que o advogado é tratado como lixo ...
A verdade é que o advogado é tratado como lixo em Fóruns. São juízes que não atendem advogados; são esperas de horas para ser atendido, no balcões dos cartórios (enquanto vc espera, muitos cartorários fazem 'festinhas de aniversário'); etc. Enfim, o advogado está longe de ser tratado dignamente.
14/06/2007 11:46Emilio (Estagiário)Isso porque ele não conhece a Justiça do Trabal...
Isso porque ele não conhece a Justiça do Trabalho aqui de Mato Grosso. Se ele advogasse na Justiça do Trabalho daqui com certeza teria feito coisa pior.
14/06/2007 00:41José Carlos Portella Jr (Advogado Autônomo - Criminal)Com o Poder Judiciário que temos no Brasil, qua...
Com o Poder Judiciário que temos no Brasil, qualquer um fica louco. Eu mesmo já quase perdi a cabeça com juízes irresponsáveis e desiquilibrados. Talvez as ofensas proferidas pelo ilustre colega não se justifiquem, mas certamente foram o desabafo de alguém desesperado e que não aguenta mais tanto desaforo.
13/06/2007 23:46Pedro Paulo Volpini (Advogado Sócio de Escritório)NÃO SERIA MELHOR A OAB NOMEAR UMA JUNTA DE ADVO...
NÃO SERIA MELHOR A OAB NOMEAR UMA JUNTA DE ADVOGADOS ASSISTIDOS POR PSICÓLOGO E UM PSIQUIATRA (VERSADO EM ANÁLISE TRANSACIONAL), E, ANTES DE QUALQUER PROCEDIMENHTO PENALIZADOR, PROCEDER UMA AVALIAÇÃO DO COLEGA EM REFERÊNCIA, PARA CONHECER-SE AS CAUSAS E MOTIVAÇÕES PRETÉRITAS E PRESENTES PARA UMA ATITUDE COMO A REFERIDO ADVOGADO, EM CUJA FAIXA ETÁRIA ENTENDE POR AUTORIZADO A BOTAR PARA FORA TODA UMA HISTÓRIA DE DECEPÇÕES PROVOCADAS PELOS INDESEJÁVEIS OBSTÁCULOS ILEGAIS E CONSTRANGEDORES AO REGULAR EXERCÍCIO DA ADVOCACIA. PARECE QUE O DEBATE FICARIA INTERESSANTE.AQUI NÃO SE TRATA DE NENHUMA APOLOGIA EM QUALQUER SENTIDO, MAS QUE É NECESSÁRIO PEDIR VISTA DOS AUTOS (DO ADVOGADO), PARECE SER UMA BOA SUGESTÃO.
13/06/2007 22:48CESAR FARIA (Outros)Volto a comentar para lembrar ao Senhor Ailton ...
Volto a comentar para lembrar ao Senhor Ailton Gimenez, articulista do comentário anterior, que o sigilo disciplinar não foi quebrado nem fato da suspensão preventiva em si (que é pública) nem pela divulgação da existência do processo disciplinar que concluiu por sua aplicação. O advogado foi traído - presumivelmente pelo Presidente do Tribunal de Ética da OAB paulista, que foi ouvido pelo jornalista - ao ver revelados detalhes (antecedentes) de sua ficha, ficha de inscrito aliás a que têm acesso somente os deuses da OAB. Não sei a motivação do falastrão, mas uma coisa tenho certeza. É um mau colega e deve ser punido por usar seu acesso privilegiado aos dados do inscrito para puxar o saco dos juizes.
13/06/2007 22:27Aldilene Fernandes Soares (Advogado Autônomo - Criminal)Concordo plenamente com a Dra. Maria José da Co...
Concordo plenamente com a Dra. Maria José da Costa Ferreira, é preciso isenção de ânimo na análise deste caso. Eu milito na área trabalhista há bem pouco tempo e já vi coisas de indignar o mais vil dos homens, então eu imagino o que já terá visto este advogado de 78 anos!!!! Certamente, coisas que enlouqueceriam qualquer um. Tenho presenciado juízes forçando "acordos" nada justos, sob a ameaça de "ser pior depois"! Já ouvi muitos colegas praguejando da mesma forma ou pior até que o Dr. Manoel da Silveira, só diferindo deste pelo fato de não terem ousado peticionar tal coisa, mas quem sabe depois de anos de trabalho? Enfim, o elástico é bem maleável, mas tem um limite, se esticar demais ele arrebenta.
13/06/2007 20:43Marilda (Procurador Autárquico)É lamentável vermos um colega perder a compostu...
É lamentável vermos um colega perder a compostura, o respeito e, principalmente, a ética. Por mais gritante que seja a situação não podemos perder a compostura moral, sabemos que nos dias atuais o exercício da advocacia vem se tornando uma fonte inesgotável de desafios, porém, o respeito a ética vem antes da fidelidade ao cliente. E, me perdoe o colega, mas existem meios legais e éticos de se brigar pelo direito do cliente.
13/06/2007 20:36Maria Jose da Costa Ferreira (Advogado Sócio de Escritório)MARIA JOSÉ DA COSTA FEREIRA advogada, sócia do ...
MARIA JOSÉ DA COSTA FEREIRA advogada, sócia do escritório FRANCEZ E COSTA FERREIRA - ADVOGADOS ASSOCIADOS. Recebi o texto escrito pelo advogado pela internet e, em princípio, duvidei que fosse verdadeiro, tal o achincalhe de seu teor. Por outro lado, fiquei conjecturando, o que levou um advogado - que presumia tivesse longos anos de profissão -, a tal atitude. Mas, não é preciso muita elucubração. Principalmente, quando se trata de assuntos relacionados às lides trabalhistas. Realmente, com todo o respeito e, com raríssimas exceções, os juízes trabalhistas não primam pelo respeito ao trabalho do advogado. A Justiça Trabalhista é cercada de uma "aura" toda particular, onde qualquer procedimento que fuja da mesmice dos "acordos", recebe pronta repulsa dos magistrados.Despachar com juiz do trabalho? Isso é impensável. Muito mais fácil conversar com um dos Ministros (aliás, todos, sem exceção) do Supremo - que recebem advogados com a cortesia que lhes é devida -, do que tentar despachar uma petição com um Juiz do Trabalho! Os colegas que militam na área, certamente, não me desmentirão. Um detalhe, esta advogada, diretamente, não milita na Justiça Trabalhista,mas o seu escritório sofre, na pessoa de seus advogados, as sandices que lá se repetem. Mas, voltando ao colega que se vê processado, é de se pleitear à OAB, através deste site que - tirante os fatos pretéritos imputados ao advogado os quais se desconhecem os motivos -, não se deixe levar pela insanidade do texto. Sr. Relator, releve, ponha-se no lugar daquele advogado, e procure saber dele, até, pessoalmente, o que o levou a tanto, ou, melhor, quantas vezes foi ele humilhado pelos juízes, ou o que fizeram para transtornar de tal forma o colega a ponto do mesmo perder a compostura, como a que se viu no texto aventado. Não se deixe levar, Dr. Relator, simplesmente, pela representação do Poder Judiciário, que, no mais das vezes, ignora os ofícios enviados pela Comissão de Prerrogativas, quando instados a responder às representações formuladas por advogados vilipendiados em seu mister. Isto não é presunção, mas certeza, pelos anos em que esta advogada colaborou na Seccional de São Paulo com a honrada Comissão de Prerrogativas. Em suma, Dr. Relator, tente, de todas as formas decidir como diaria e, repetidamente,pugnamos em nossos requerimentos: com isenção de ânimo e JUSTIÇA!
13/06/2007 16:39Marcelo (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)Em se tratando de "justiça" do trabalho toda re...
Em se tratando de "justiça" do trabalho toda revolta ainda é pouca. Dou total apoio porque com certeza o advogado tem razão e apenas "estourou". Aliás esse é o desejo de vários outros advogados e reus sujeitos aos "processos" trabalhistas inquisitoriais e absurdos, que tem codigos e procedimentos "proprios" ou Autonomos, onde deve-se reclamar sempre com o "bispo". O advogado tem que ter muita coragem para atuar em contencioso neste paisínho em que vivemos.

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