Mãe que não impediu estupro da sua filha é absolvida

14/11/2007 21:39Helena Fausta (Bacharel - Civil)Desculpem! não percebi que a hediondez era maio...
Desculpem! não percebi que a hediondez era maior por se tratar do... próprio PAI ????
14/11/2007 21:31Helena Fausta (Bacharel - Civil)Se fosse com a minha filha este vagabundo não e...
Se fosse com a minha filha este vagabundo não estaria mais aqui para contar algo, é nisso que dá, arrumam filhos com um, vão morar com outro que já está de olho nas filhas, ja vi muito disso...
11/06/2007 09:27ERocha (Publicitário)Cadeia aos dois. Ao pai pelo estupro e a mãe po...
Cadeia aos dois. Ao pai pelo estupro e a mãe por conivencia. Richard, concordo com você em cada linha do que disse. O cara nunca dormia, nunca comia?? Quando fosse avançar na filha a mãe tinha a obrigação de no mínimo dar uma facada nas costas do cara. As mulheres querem igualdade em direitos mas não em deveres. Matava o sujeito e procurava um emprego. Mas era mas comodo ver a filha ser estuprada e vagabundar em casa.
10/06/2007 14:24tyba (Advogado Autônomo - Empresarial) Tirando a braveza do discurso, concordo com o...
Tirando a braveza do discurso, concordo com o amigo Richard Smith. Repudio delicadamente, portanto, manifestações em favor da mulher e a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás. Em geral, as mães não temem o perigo quando a segurança do filho está em jogo. Há notícias de mães que, sem saber nadar, se atiram em rios e açudes profundos para salvar a cria. E de outras mães que fazem do próprio corpo escudo para o filho durante uma chacina. Está certo que não se devem esperar gestos de heroísmo de todas elas. Mas a conjunção carnal freqüente entre pai e filha (esta uma menina de apenas nove anos), sem oposição da mãe, é, segundo nossa cultura e formação, a morte dos valores éticos da criança — futura mulher. É inconcebível. A família mora num acampamento onde normalmente há chefes, lideranças, pessoas responsáveis pela manutenção da ordem. A mãe, se quisesse, tinha à disposição "autoridades" a quem recorrer. Essa mulher sem-terra pode ser tão desregrada como o marido. Ficando livre e com a guarda da filha, talvez acabe por permitir o relacionamento dela com outros degenerados. Até porque persistirá a dependência financeira da mãe em relação a alguém. E a menina, agora "famosa", numa visão distorcida, já se perdeu. Ouço comentários segundo os quais em pelo menos alguns acampamentos dos sem-terra o código de moral é outro. Embora a observação se refira à liberdade sexual de adultos, não se pode desprezar a hipótese de iniciação precoce de menores. O juiz da causa, por estar mais perto dos fatos, tem mais informação. Para mim, nesse caso, o Tribunal deveria ter confirmado a sentença que condena o homem e a mulher.
10/06/2007 12:49Richard Smith (Consultor) Meu caro Expectador: Eu entendo perfeit...
Meu caro Expectador: Eu entendo perfeitamente que você não não elogiou a conduta da COVARDE (ou coisa pior!). Mas, na minha opinião, você admitiu, JUSTIFICOU a tal conduta. E isso para mim é o importante. Ora, o ser humano, distingue-se dos animais, justamente pela sua capacidade de pensar, de ter valores e poder orientar a sua vida ante a esses mesmos valores. Chama-se a isso, ser racional. Isso implica em ter instintos muito tênues. E implica também, no fato de que, quando abdica dessa racionalidade, age MUITO PIOR do que os animais! Quem criou cachorros sabe; até atingirem a maturidade e deixarem de ser vistos como filhotes, ai do pai que tente se "aproximar" dos filhotes! A mãe enfrenta o agrssor até, possivelmente, matá-lo. Tudo na defesa de suas crias. Decorre daí que simplesmente NÃO EXISTE circunstância alguma que justifique o fato de uma mãe - que tem o dever, Natural e legal de irrestrita defesa da cria - permitir, tolerar, que um adulto qualquer, ainda mais o próprio pai, abuse, moleste, violente a sua própria filha infante! E de forma continuada. O ser humano vem descendo a ladeira da iniqüidade e da hediondez, metro por metro e em velocidade cada vez mais acentuiada, como nos ensinaram nas velhas aulas de física no colegial. Haja vista a história daquela mãe americana que afogou os quatro filhos, presos num carro, num lago, porque o namorado "não gostava de crioanças" (!!!). É a mais absoluta imversão de valores e é nesse contexto a minha insatisafação quanto ao seu comentário. Simples assim. Quanto às milhares e milhares (atente ao número) de pessoas sujeitas ao regige facinoros e totalitário do narcotráfico, não é possível se comparar uma coisa com a outra! Os traficantes, embora em menor número, são organizados, bem armados e uma pessoa, individualmente não tem condições, salvo em raras e heróicas circunstâncias, de fazer frente a eles, você não acha? Agora, na minha opinião, também alí reside uma boa dose de COVARDIA, porque aonde já se viu, 30 ou 40 MIL pessoas se sujeitarem a 150/200 opressores armados? O vagabundo só entende a linguagem da força. O que você acha que aconteceria com todos os façanhudos "negociantes" do narco-tráfico que oprimes aquelas favelas no Rio, se no Morro do Alemão, por exemplo, umas duas mil pessoas, bem dispostas, chacinassem, linchassem, uns cinquenta traficantes e largassem os seus corpos estropiados na praça principal da localidade? Fica a pergunta. Passar bem, Expectador.
10/06/2007 00:56Expectador (Outro)Meu caro Consultor: não elogiei a conduta omiss...
Meu caro Consultor: não elogiei a conduta omissiva dessa pobre e covarde mulher, premida por algum motivo. Milhares de mulheres e filhos de traficantes de entorpecentes são levados à mesma omissão, ou seja, não denunciam seus maridos e pais, embora saibam que eles guardam as drogas na casa que também lhes pertencem. Eles têm medo. E por isso devem ser também condenados pelo crime de tráfico ilícito? Não, evidentemente. A mulher deve responder, sim, por infração aos deveres da guarda, mas, por estupro? A distância é longa, Consultor.
9/06/2007 19:30Rodrigo P. Martins (Advogado Autônomo - Criminal)É o medo que falou mais alto. Duvido que pro...
É o medo que falou mais alto. Duvido que procurar a justiça não passou pela cabeça da mulher, porém o que deve ter pesado mesmo é que sua denúncia não daria em nada por desacreditar na instituição e depois ter que aguentar as consequencias dentro de casa. É o medo, quem tem sabe como é.
9/06/2007 19:25Manente (Advogado Autônomo)Atenção!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Este é mais ...
Atenção!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Este é mais um ABSURDO DECALRADO PELA JUSTIÇA BRASILEIRA. OS FUNS NÃO JUSTIFICAM OS MEIOS. Espero que outros supostos homens (em Goiás) pais com titica de galinha no cérebro, não leiam esta reportagem ou não tomem conhecimento desta decisão absurda.
9/06/2007 17:25Richard Smith (Consultor) "Inexigibilidade de conduta diversa"?!!! N...
"Inexigibilidade de conduta diversa"?!!! Não havia lá perto um pau, uma faca? O filho da puta não pegava no sono nunca?! Com uma criança de nove anos?!! Omissão delituosa de quem dever natural e legal de guarda e proteção equiparável à cumplicidade, sim! Afinal, peca-se e se comete crime por OMISSÃO! Ou a pobre e violentada criança deveria ir sozinha dar queixa no Juizado da Infância e da Juventude? Ou na "delegacia da criança e do adolescente"? Ou talvez pegar a máquina de escrever e redigir uma representação ao Ministério Público?! Depois se perguntam porque a advocacia é uma profissão desprestigiada perante o público em geral!
9/06/2007 12:08Expectador (Outro)Muito triste a situação dessa mulher. Embora se...
Muito triste a situação dessa mulher. Embora sem conhecer os autos, parece-me ser mais um caso típico de inexigibilidade de conduta diversa.

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