Relatório aponta que punição a juízes aumentou com CNJ

5/06/2007 19:28Raphael (Estudante de Direito)Só para não deixar a incorreção passar em branc...
Só para não deixar a incorreção passar em branco... No terceiro parágrafo da notícia: "A Corregedoria integra o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), criado em 31 de dezembro de 2004 como órgão de CONTROLE EXTERNO do Judiciário..." Cabe ressaltar que o CNJ não poderia ser um órgão de controle externo visto que faz parte do poder Judiciário nacional. Art. 92, inciso I-A
5/06/2007 08:23Luiz Garcia (Advogado Autônomo - Administrativa)Milagres acontecem. O CNJ está começando e bast...
Milagres acontecem. O CNJ está começando e basta ver a gritaria dos "corporativistas" do Judiciário para se ter uma idéia de que o "remédio" está, aos poucos, fazendo efeito. Os "imperadores" ou "divindades" do Judiciário têm de aprender que, apesar de que errar é humano, os notórios e reiterados erros de conduta de certos magistrados não podem continuar, como sempre, impunes.
4/06/2007 22:59Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)É tão importante, quanto necessário que o cidad...
É tão importante, quanto necessário que o cidadão, entre o pessimismo e a realidade, permita entender que o CNJ merece o nosso voto de confiança. Como oportunamente demonstrou a estatística, sem a efetiva atuação do CNJ, iríamos - todos nós - cidadãos e operadores do direito, conviver com uma verdadeira sissomia judicial, pois, sempre tivemos a convicção de que as Corregedorias dos Tribunais, principalmente os estaduais, até então não passavam de mera peça decorativa, pois o pecado do corporativismo sempre residiu ao lado; pois, dificilmente um magistrado delinqüente era punido, quando muito era "convidado" (aposentadoria compulsória!)a ir para casa, recebendo integralmente os seus vencimentos pago pelo surrupiado contribuinte. Efetivamente o CNJ tem demonstrado intolerância com os malfeitores do judiciário. Vamos provocar mais paciência, faz muito pouco tempo da instituição do CNJ, e aqui no Brasil,todos sabemos que, ironicamente, as coisas demoram para "funcionar"!
4/06/2007 22:26Armando do Prado (Professor)É só o começo. Se deixarem, a PF e o MPF, vão d...
É só o começo. Se deixarem, a PF e o MPF, vão dar muitas alegrias ao humilhado e ofendido povo tupiniquim.
4/06/2007 21:51Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)Só vendo pra crer... http://www.youtube.com/wa...
Só vendo pra crer... http://www.youtube.com/watch?v=4oIbpkMZCSU
4/06/2007 17:12José Brenand (Outro)Diante dos fatos apontados pela reportagem da F...
Diante dos fatos apontados pela reportagem da Folha de São Paulo, e abaixo transcrita, poderemos acreditar em quem nesse país ? E fabuloso como o Governo atual, deixa rolar nos notíciários, as tramóia que vinham de longa data ocorrendo nesse "país"; que sabe nas próxima eleições, o povo não troca o voto por uma dentadura ?, é só ver para acreditar. da Folha Online Documentos da Operação Têmis, da Polícia Federal, revelam como funcionava a quadrilha acusada de vender decisões judiciais em São Paulo, segundo reportagem desta segunda-feira da Folha (só para assinantes). A reportagem informa que as conversas são cifradas, os encontros são às escondidas e o dinheiro arrecadado é remetido ilegalmente para o exterior --tudo executado por juízes e desembargadores, advogados e empresários. Os juízes federais Maria Cristina Barongeno e Djalma Moreira Gomes, conforme a matéria, se comunicavam com telefones Nextel pagos pelo escritório do advogado Luís Roberto Pardo --apontado como figura central da suposta quadrilha. A reportagem informa ainda que Maria Cristina circulava com um motorista em um Gol branco, registrado em seu nome, mas cujo proprietário anterior é a Pollet Advogados Associados --o advogado Márcio Pollet é um dos 43 acusados de negociar sentenças para favorecer bingos e empresas. Às vésperas de proferir decisões de interesse do grupo, de acordo com a Folha, a juíza foi a reuniões nos escritórios de Pollet e de Pardo. Leia mais

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