MPF questiona decisão que manteve Congonhas aberto

31/07/2007 23:01Habib Tamer Badião (Professor Universitário)O Vigilante MPF tem a obrigação de dar seqüênci...
O Vigilante MPF tem a obrigação de dar seqüência a sua proposta recorrendo ao TRF; O aeroporto existe há mais de meio século e no tempo em que foi construído distava da cidade mais de 10 km e a cidade o envolveu com prédios de arranha-céu e outras construções. Fechar por fechar é uma temeridade antes que se avalie as causas do acidente. Com razão o magistrado!
31/07/2007 16:37EDER TI (Estudante de Direito)Realmente é de pasmar! Bastam alguns dias após ...
Realmente é de pasmar! Bastam alguns dias após a maior tragédia do Brasil e da América Latina para o povo banalizar algo tão crível como este. As mortes devem ser contadas e recontadas uma a uma, cada dor sentida por cada uma das famílias, parentes e amigos das vítimas para reaprendermos a dar sentido e valor a vida. Mais uma vez, os valores se invertem. Pergunto: quando iremos repensar verdadeiramente este país? E as ações e atitudes que precisam ser tomadas, quando serão?
31/07/2007 16:32Jose Antonio Dias (Advogado Sócio de Escritório - Civil)O Ministério Público Federal pensa que fechar u...
O Ministério Público Federal pensa que fechar um aeroporto como Congonhar é fechar a porta da sua casa. O Aereporto de Congonhas não é a casa da Maria Joana que qualquer um pode fazer o que bem quizer. É necessário muito estudo para que um aeroporto do porte de Congonhas possa ser fechado. Não será por meio de uma petiçãozinha do ilustre M.P.F. Parabens Dr. Clécio Braschi.
31/07/2007 13:33www.professormanuel.blogspot.com (Bacharel)Na decisão judicial, o prericulum in mora (o cl...
Na decisão judicial, o prericulum in mora (o claro risco à vida dos passageiros) perdeu para o periculum in mora in reverso (os contratempos e inconvenientes de se fechar o aeroporto mais movimentado do Brasil). Bem Brasil... Alguns comentaristas, mais preocupados com os prejuízos às empresas aéreas que com as vidas de seus clientes, aproveitam para criticar o MPF, principal esporte dos recalcados deste site. O MPF não foi ouvido antes, quando previu o acidente, nem depois. O juiz e os ilustres comentaristas são piores que São Tomé. Não acreditam nem vendo. Não se trata de falta de fé. É burrice mesmo. A decisão diz muito sobre o tipo de povo que somos. Mas os comentários abaixo dizem muito mais...
31/07/2007 13:02olhovivo (Outros)O MPF, ao invés de aguardar uma perícia, deve t...
O MPF, ao invés de aguardar uma perícia, deve ter instruído a ação com cópias de reportagens sensacionalistas, recheadas de achismos. Se o juiz tivesse concedido a liminar seria com base nesses "elementos de prova".
31/07/2007 10:34Fábio B. Cáceres (Advogado Associado a Escritório)Acertada a decisão do Magistrado. Parabéns. Emb...
Acertada a decisão do Magistrado. Parabéns. Embora triste e lemantável o acidente que acometeu centenas de pessoas e que toda a sociedade quer respostas exatas acerca da sua causa real, o fato é que a alegada insegurança nas pistas de Congonhas não condiz com o relatório das autoridades competentes que, ao que tudo indica, estão dentro dos parâmetros de segurança internacional. Ademais, não estão descartadas as possibilidades de falha mecânica e humana na aeronave, o que por sí só já demonstra o acerto do magistrado. Na verdade, o Magistrado analisou o caso sob a óptica científica a que todos os profissionais do Direito deveriam analisar, e não sob o calor humano e a violenta emoção causada pelo acidente. Mais uma vez, parabéns, eis que não se deixou levar pelo interesse holofote do MPF em registrar "fechamos o aeroporto de Congonhas"...
31/07/2007 09:10Ruberval, de Apiacás, MT (Engenheiro)Discordo do colega Toron. A partir do moment...
Discordo do colega Toron. A partir do momento que se chega à conclusão de que a ausência de uma pista de escape "de segurança" pode gerar acidentes, como aconteceu no trágico voô TAM em Congonhas, deve o Juiz, por precaução/prevenção, fechar o aeroporto, diante também da falibilidade humana.
30/07/2007 22:54toron (Advogado Sócio de Escritório)O juiz federal Clécio Braschi, da 8ª Vara Cível...
O juiz federal Clécio Braschi, da 8ª Vara Cível de São Paulo, que negou o pedido do MPF para fechar aeroporto de Congonhas, merece o mais entusiástico aplauso. Não apenas pela coragem da decisão, indo contra a corrente, mas pelo bom senso que revelou ao advertir para o fato de que a pista molhada e o acidente não guardam nexo de causalidade. Tanto é assim que centenas de outros pousos e decolagens deram-se nas mesmas condições sem que ocorressem outros acidentes. Fosse diferente, teríamos muitos outros. Por isso a necessidade de se aguardar as perícias para se decidir com correção em matéria que afeta a tantos. Falando nisso, vindo hoje (30/7) de Brasília, pousei, como já havia feito centenas de vezes anteriormente, em Congonhas, agora semi-fantasma. É uma pena! Alberto Zacharias Toron, advogado

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