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6 julho 2007

Há vagas

AGU abre 250 vagas para procurador da Fazenda Nacional

O Conselho Superior da Advocacia-Geral da União abriu concurso para o preenchimento de 250 vagas de procurador da Fazenda Nacional em todo o Brasil. Entre os requisitos necessários estão diploma ou certificado de bacharel em Direito, devidamente registrado, e inscrição na OAB. As vagas serão distribuídas entre todos os estados. Brasília e São Paulo detêm maior número de postos abertos.

O processo seletivo terá uma prova objetiva, duas discursivas, análise de títulos e sindicância de vida pregressa. Os candidatos devem estudar questões de Direito Constitucional, Tributário, Financeiro e Econômico, Administrativo, Internacional Público, Comercial, Civil e Processual Civil, Penal e Processual Penal, Previdenciário, do Trabalho e Processual do Trabalho. O salário inicial será de R$ 10,4 mil.

As inscrições podem ser feitas no sitewww.esaf.fazenda.gov.br, entre os dias 9 e 22 de julho. A taxa de inscrição é de R$ 90. A prova objetiva está marcada para 2 de setembro.

O concurso terá validade de um ano, com a possibilidade de prorrogação, de acordo com as necessidades do Conselho Superior da AGU.

Revista Consultor Jurídico, 6 de julho de 2007

Comentários

Comentários de leitores: 7 comentários

6/07/2007 20:53 Ramiro. (Advogado Autônomo)
depois da crítica das mais infudadas contra Kel...
depois da crítica das mais infudadas contra Kelsen, eu até deslizei. A atitude é conforme a norma jurídica positiva ou é contra a norma e logo ilícita. Não há lícito e ilícito ao mesmo tempo, o princípio do terceiro excluso. E não sou tão novo. Cheguei ao doutorado em outra profissão, e vejo Governo Lula afundar a pesquisa científica deste país.
6/07/2007 20:50 Ramiro. (Advogado Autônomo)
Chicaneiros falaciosos, os críticos que se dêem...
Chicaneiros falaciosos, os críticos que se dêem ao trabalho de ler os relatórios de condenações do Brasil na CIDH-OEA. Agora querer desprestigiar Hans Kelsen, isso que é coisa de chicaneiro, relativizar o direito. Kelsen defendeu uma doutrina bem objetiva, a doutrina é conforme ou não é conforme a norma. Introduziu elementos da lógica polar, com o princípio do terceiro excluso, no Direito. Acusar Kelsen de instrumento de chicaneiros... sem comentários.
6/07/2007 20:48 Ramiro. (Advogado Autônomo)
Que o Governo FFHH vivia na sua torre de marfim...
Que o Governo FFHH vivia na sua torre de marfim, era fato. Agora um aprendiz de caudilho populista, que se elege com o discurso de defender os mais pobres, mantém durante todo o seu mandato, todo seu mandato, a Defensoria Pública da União sem pessoal. Qualquer Tapirus terrestris teria discernimento para perceber que a DPU inoperante interessa a qualquer Governo Federal, inclusive o do PT. Eu estive mais de uma vez na DPU tendo atendimento recusado por motivos que dariam, se o MPF não adorasse chutar cachorro morto, improbidade. No mais recentemente o Consultor Jurídico sobre estrangeiros que não tem assistência jurídica em processos na Justiça Federal. Se tivéssemos ONGs sérias já haveria condenações contra o Brasil na CIDH-OEA por violação da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Fui difamado, acusado de sofrer processo judicial inexistente por parte de Ofício do Procurador-Geral da República e a DPU inventou motivos que dariam improbidade para recusar ação judicial. Pessoas com casos sérios de vida ou morte tem atendimento recusado. Antes de ficarem invocando o Governo FFHH, que já se encerrou há mais de seis anos, e seis anos é tempo suficiente para desmontar uma falácia eleitoral como a que vivemos hoje, façam uma averiguação junto aos Juízes Federais do número de processos na Justiça Federal que o Judiciário acaba sendo obrigado a pagar advogados dativos, que se abrindo vistas a DPU os Defensores Públicos da União sob alegação de falta absoluta de pessoal não vão movimentar os processos, abandonam. A propósito este ano estive na DPU-RJ e ainda distribuem papéis de "Estado Provisório" da DPU, encaminhando casos sérios de Justiça Federal para escritórios modelos de faculdades de direito. Contem outra...

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