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30 janeiro 2007
Sem margumento
Condenado por estupro e tortura de filho não consegue liberdade
Condenado a 47 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de estupro, atentado violento ao pudor e tortura contra o próprio filho, João Tadeu Marins Carvalho vai continuar preso. A decisão é da ministra Ellen Gracie, presidente do Supremo Tribunal Federal.
A ministra negou o pedido de liminar em Habeas Corpus para que o condenado pudesse aguardar o julgamento da apelação em liberdade.
A defesa sustentou ilegitimidade ativa do Ministério Público para propor a Ação Penal, arbitrariedade na prisão e ausência de defensor público, cerceamento de defesa e inexistência de provas para a manutenção da condenação.
Ellen Gracie não acolheu nenhum dos argumentos. “Com efeito, no que tange às alegadas nulidades ocorridas no curso do inquérito policial e também da ação penal, constituem matéria que refoge a este juízo de cognição sumária, típico das medidas de urgência. E isto porque a sua análise depende de um exame mais detido dos documentos trazidos com a inicial, a ser realizado pelo órgão colegiado, quando do juízo de mérito”, decidiu.
HC 90.427
Revista Consultor Jurídico, 30 de janeiro de 2007
Comentários
Comentários de leitores: 1 comentário
Embora seja hediondo, pensei que uma publicação...
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