Julgamento de Saddam maculou imagem da Justiça do Iraque

11/10/2007 10:42Luís da Velosa (Bacharel)Problema entre dois assassinos... eles que reso...
Problema entre dois assassinos... eles que resolvam! Se matem! Pior mesmo, é quando o pior deles sobvrevive.
23/01/2007 16:19Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)Concordo plenamente com o colega Luiz Mendes. C...
Concordo plenamente com o colega Luiz Mendes. Certamente se a autora fosse iraquiana, as suas "profecias" seriam anos-luz diferentes. Ovacionar um crápula, pelo amor a Deus, é o fim da picada. É, pelo visto, a articulista não convence muito bem em seu curso de doutorado...
23/01/2007 14:28Armando do Prado (Professor)Que justiça?
Que justiça?
23/01/2007 10:39Evandro Camilo Vieira (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)Desculpem caros colegas. A vingança é algo extr...
Desculpem caros colegas. A vingança é algo extremamente prazeiroso, mas não podemos deixar-nos seduzir por este sentimento que nos torna exatamente iguais a um criminoso. Temos que demonstrar que o "lado" juridicamente desenvolvido e não usar o "olho por olho, dente por dente" a que tanto pregou Saddam. Temos que ser diferentes para sermos superiores.
23/01/2007 06:59E. COELHO (Jornalista)Quem implantou a pena de morte por enforcamento...
Quem implantou a pena de morte por enforcamento no seu país foi o próprio. Sendo assim, não há nada de irregular. A execução foi discreta e reservada, se a execução fosse em praça pública haveria quem pudesse reclamar alegando que os executores estavam tripudiando.
22/01/2007 23:08Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)A autora se recorda da "Justiça" iraquiana que ...
A autora se recorda da "Justiça" iraquiana que operava ao tempo de Sadam? E esse trecho é uma pérola: "... a morte de Saddam Hussein antes da conclusão dos diversos processos a que responde, impede, assim, a revelação da verdade sobre o que ocorreu durante seu governo e inviabiliza o acesso de todos os iraquianos a possíveis versões sobre seu recente passado histórico, para que cada um pudesse analisar os fatos e tirar suas próprias conclusões a respeito." Só faltava essa, enunciar a presunção de inocência do genocida condenado. Esses militantes dos direitos humanos não enxergam mais um palmo além do nariz. Gostaria de saber qual seria a reação da moça e dos colegas militantes se os EUA não estivem ocupando o Iraque. Aposto que achariam o julgamento justo e humano, por conta do multicuturalismo.

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