Mercosul está no pior momento de sua caminhada

23/01/2007 19:30Richard Smith (Consultor) Agradecendo muito aos comentários, tomo a lib...
Agradecendo muito aos comentários, tomo a liberdade de reproduzir abaixo, um pequeno, mas sumamente elucidativo trecho do blog do REINALDO AZEVEDO de hoje: "O DECÁLOGO DO COMISSARIADO DO POVO PARA OS ASSUNTOS DO PEDÁGIO O economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, debruçou-se longamente sobre os motivos que fizeram a ministra Dilma Rousseff (...) suspender o processo de concessão das estradas federais à iniciativa privada. Ele mandou um comentário para este blog, que decidi publicar abaixo. Chama-se 'Em Defesa da Pedagiobras'. São os 10 passos para a criação do Comissariado do Povo para Assuntos de Pedágio: 1) Cria-se mais uma estatal, reforçando a soberania nacional. 2) A nova empresa deverá ter pelo menos cinco diretores. Será um instrumento a mais para consolidar a coalizão governamental e consolar companheiros que ainda não puderam contribuir efetivamente para a grandeza do país. 3) Cada diretoria deverá contar com pelo menos dois assessores de alto nível, somando mais 10 patriotas à nova equipe. 4) A nova empresa terá de ser criada por MP. Levará algum tempo, mas será rápido. 5) Enviada a MP, será preciso nomear as pessoas. Levará mais algum tempo, mas será rápido. 6) Será também necessário elaborar estatuto, regimento interno, achar um local adequado de funcionamento e contratar o pessoal de suporte. Levará um pouco mais de tempo, mas será rápido. 7) Depois de tudo isso, será necessário elaborar o projeto técnico-econômico-financeiro, que resultará no valor de cada trecho de pedágio. O que, por óbvio, também levará algum tempo, mas será rápido. 8) Elaborados os projetos, será preciso licitar a construção das praças de pedágio, contratar o pessoal e, depois, começar a cobrança. Levará, claro, algum tempo, mas será rápido. 9) Antes do início dos melhoramentos e da manutenção das estradas, será preciso acumular recursos em caixa, para não ficar pesado para o Tesouro. Levará algum tempo, mas certamente será rápido. 10) Finalmente, os problemas das estradas nacionais estarão completamente resolvidos. Só não é certo em que ano isso acontecerá." (pano rápido) Estamos ou não estamos fu....?
23/01/2007 15:46Dr. Tarcisio (Advogado Autônomo)IMPOSSIVEL não concordar com o d.d Richard Smit...
IMPOSSIVEL não concordar com o d.d Richard Smith em seus comentários.
23/01/2007 14:11jorgecarrero (Administrador)As observações e críticas do Richard Smith são ...
As observações e críticas do Richard Smith são atualíssimas e de boas medidas. Congratulações, Richard! Essa política externa proletária, rude e abissal desse (des)governo faz o Brasil retroceder no cenário mundial. Isso sem mencionar a capa de corrupção, impunidade e ladroagem escancarada que marca a marca Brasil no exterior. Só não vê quem não quer!
23/01/2007 11:07Grillo N (Engenheiro)Na minha opinião, o entrevistado está sendo inj...
Na minha opinião, o entrevistado está sendo injusto. O Mercosul ainda não pode ser descrito como um bloco coeso e ativo, certamente. Mas, com todos os problemas atuais (ego e etc.), pelo menos os assuntos estão, de alguma forma, sendo levados à discussão. Se esta discussão ainda está longe de trazer resultados concretos e positivos, também não pode ser classificada como 'pior momento' do bloco, afinal não tínhamos nem isso antes. Abraços
23/01/2007 00:12Sérpico (Estagiário)Caro Richar Smith. Espetacular comentário. Fa...
Caro Richar Smith. Espetacular comentário. Favor publicar em Jornal de circulação nacional. Este Mercosul é uma vergonha. Lixo dos lixos. Como pode um país como o Brasil baixar as calças para este verme cocaleiro da Bolívia, o caolho argentino, o Leão de chácara de sauna gay Venezuelana e outros. Este governo vive dando anistia para dívidas de paízinhos de quinto mundo da Africa, e verbas para Paraguai entre outras coisas em vez de incentivar e desenvolver nossa economia. Tenham dó!!
22/01/2007 14:18Felipe Boaventura (Estagiário)Caro amigo Richard; virtuoso comentário. Um abr...
Caro amigo Richard; virtuoso comentário. Um abraço!
22/01/2007 12:22Richard Smith (Consultor) E um abraço para você, amigo Felipe.
E um abraço para você, amigo Felipe.
22/01/2007 12:20Richard Smith (Consultor) Com relação ao assunto, creio que é necessári...
Com relação ao assunto, creio que é necessário relembrar e considerar algumas coisas: a) A visão de um "Mercosul", teve como escôpo inicial a cooptação e o abrandamento da Argentina com a planejada, embora bastante onírica (como os fatos vieram posteriormente a comprovar!) formação de uma associação sinergética com aquela nação "muy hermana"; b) Os outros dois países, Paraguais e Uruguai, não tem e nunca tiveram peso específico, economicamente falando, para lastrear uma união economica de fato. c) Sim, porque a própria União Européia, desde o trtado de Maastricht, demorou muitos anos para avançar até o simples grau de União Aduaneira! E isso mesmo com a existência de embriões como a aliança BENELUX (Bélgica, Holanda e Luxemburgo) e a quase união dos países escandinavos. d) Qual é o grau de desenvolvimento industrial, financeiro e de serviços que dispõe o Paraguai? Que lastro pode oferecer uma nação desindustrializada e com pouco mais de 3 milhões de habitantes como o Uruguai, na sua maioria envelhecidos? Ora, é evidente que o problema maior com a tal "sinergia" (que deveria aproveitar justamente o respeitável grau de complementaridade de suas economias) é e sempre foi justamente a Argentina. "Nuestros Hermanos" que chegaram a ser a sétima economia do mundo antes da I Guerra mundial, jamais aceitaram a realidade do seu declínio economico, fruto de impressionantemente ruinosas opções encetadas pelos seus ditadores e caudilhos! É como disse recentemente um cientista político e sociólogo argentino: "Os argentinos nunca vão aceitar o fato de que o Brasil atualmente é um país importante e a Argentina não" [isso foi antes do (des)governo "que aí está", óbvio!]. O grande problema foi a atitude do Brasil em relação ao isso. O grande Gonzaguinha consagrava em uma de suas canções: "A gente não está com a bunda na janela para passarem a mão nela". E ainda a boa e velha sabedoria popular: "Quem muito se abaixa, o c... lhe aparece". à primeira safadeza do sr. Kirschener, deveriamos ter jogado com todo o nosso peso específico e forçado-o a demonstrar qual é verdadeiramente o apreço da Argentina pela tal União Regional. Simples assim!. Mas, as atitudes de contemporização por parte do governo (semelhantes àquelas com os nossos marginais) com Menen e depois com todos os vários malucos e enfraquecidos goernantes que teve a Argentina, sempre foi de estímulo à baderna, à safadeza, à irresponsabilidade como sócio e, finalmente, ao aproveitamento (no mau sentido) unilateral dessa nossa falta de apetência e vigor. Veja-se o caso clássico de impedir (impor quotas, unilateralmente) a entrada de produtos brasileiros (geladeiras principalmente) para supostamente defender a "indústria argentina", violando frontalmente regras específicas do Mercosul, para depois abrir o mercado a geladeiras chinesas e européias! Os argentinos não foram sérios jamais! Aos uruguaios, que tem uma economia organizada, porém esclerosada e incipiente, mais vale celebrar um acordo bi-lateral com os Estados Unidos, para colocar os seus poucos produtos (malharia, alguns manufaturados e serviços) com baixíssimas ou nenhuma tarifas do que ficar observando as idiossincrasias dos dois grandes do Mercosul. Dos paraguaios, é melhor nem falar nada. E agora, sob os auspícios do "Forum de São Paulo" (quem não souber, tratar de se informar U R G E N T E), cujo presidente é o sr. Luiz Inácio da Silva, o secretário-geral o sr. Marco Aurélio "sargento" Garcia e idólogo o sr. emir sáder, temos a entrada do sr. hugo chavez, com a toda a sua aparência de "Leão-de-chácara de sauna gay" (eita definição mais apropriada de Arnaldo Jabor!). Aquele das estatizações. Aquele que quer "socialismo o muerte", que desapropriou a maior rede de televisão do seu país e que lhe faz opsição, SEM INDENIZAÇÃO e que quer se perpetuar no poder! E que manda o Lulla para a Nigéria e para Angola fazer negócios no "Eixo Sul-Sul", enquanto quase TRIPLICA o seu comércio com os Estados Unidos (que "inteligentemente" lhe enche o rabo de dinheiro)! E dos trinta mil soldados estacionados na vizinha Bolívia!!! Tudo muito lindo, não? Não vejo a mínima esperança de progresso para o Mercosul, nos termos atuais. Enquanto isso o Brasil vai perdendo prestígio e respeito no cenário Internacional, bastando dizer que apesar do esforço hercúleo da nossa iniciativa privada, com a duplicação das importações dos últimos cinco anos, continuamos com menos de UM POR CENTO (0,9%) do comércio mundial! Isso para um país com 200 milhões de habitantes, o 6% maior do mundo e desassolado por desgraças naturais (exceto o PeTismo e o PeTralhismo, claro!) Veja-se ainda, o quanto vem crescendo a economia mundial nos últimos seis anos e que chances temos desperdiçado com esse maldito (des)governo "que aí está". Que Deus nos ajude e não nos desampare(supliquemos, de joelhos)!
22/01/2007 10:59Felipe Boaventura (Estagiário)Minha análise sobre essa questão segue a via or...
Minha análise sobre essa questão segue a via ordinária do velho e útil bom senso; como bem acentuado, a integração é imanente à economia sul-americana; todavia, enquanto a direção do bloco for orientada por um ditador cínico, seu índio de estimação e um acéfalo populista, todos aspirados em idéias pseudo-sociais derrotadas pela própria realidade histórica, estamos definitivamente fadados ao fracasso; o Mercosul precisa ser uma incubadora do nosso (de todos sul-americanos) capital econômico, não um teatrinho de noveleiros socialistas; o mundo não é um palco social teórico, mas sim um cenário pragmático dinâmico de consumo capitalista (seja qual for a doutrina adotada, seja qual for a orientação política); nós devemos usar o Mercosul para satisfazer nossas próprias demandas internas, para implementar nossa capacidade econômica, para barganhar com mais força. E não para fazer frente às potencias (EUA, UE...) com idéias socialistas furadas e fracassadas, com discursos políticos teóricos, ataques inócuos e argumentos pseudo-sociais. O rumo do Mercosul precisa mesmo ser reorientado, a ascensão socialista das lideranças deve ser sorrateiramente extinta; isso certamente facilitará as questões. A tão intentada integração, equiparação jurídica e econômica só será capaz assim, com a orientação pragmática e econômica do bloco.
22/01/2007 09:37Jose Antonio Schitini (Advogado Autônomo - Civil)O Brasil tem muito mais o pé na Europa e Africa...
O Brasil tem muito mais o pé na Europa e Africa. Fala-se com mais entendimento com os países da Ásia e oriente médio que com nossos hermanos.- O Mercosul não funciona e nunca funcionou a não ser para criar protocolos e convênios que goram ao primeiro momento.-É perda de tempo, a não ser para estudar os movimentos positivos e negativos do vizinho. É um laboratório, mas não um sistema que albergue trocas comerciais eficientes.
21/01/2007 18:16Band (Médico)Um bloco que possui diversidade de rumos e de s...
Um bloco que possui diversidade de rumos e de segurança jurídica não terá muito futuro. Países que viram o rumo unilateralmente e, como a Venezuela, que se preparam para um enfrentamento militar, não é uma boa opção econômica para o país que detem 70% do mercado consumidor do bloco! Ficar dependendo de gás e oleoduto de países que não apresentam tradição democrática e estão em ebulição fascista, seria dar um tiro no pé, olhando para ele! Ser arrastado por aventureiros políticos sabe-se lá para aonde! Para um país grande, só sendo burro para se deixar manipular assim!
21/01/2007 16:05Ruberval, de Apiacás, MT (Engenheiro)O Mercosul está sendo sabotado pela própria imp...
O Mercosul está sendo sabotado pela própria imprensa, que está sendo paga pelo grande capital. É o jogo norte-americano que se impõe. Os problemas existem, sim, mas devem ser discutidos amplamente e com bom senso. Exemplo disso é a União Européia, que é um projeto de mais de 50 anos.

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