General nos EUA defende gays na carreira militar

5/01/2007 12:46Armando do Prado (Professor)A louca da generala se achou. Parabéns!
A louca da generala se achou. Parabéns!
5/01/2007 12:11Richard Smith (Consultor) Nossa, a digitação está cada dia melhor! P...
Nossa, a digitação está cada dia melhor! Primeiro, é "Ô" Caro Ivan Dario e não "O"; em segundo, é "fora" do quartel e não "forma" do quartel; em terceiro, é "exclusivo" e não "exclusive". É a idade!
5/01/2007 12:05Richard Smith (Consultor) O caro Ivan Dario: Um bom dia para você ...
O caro Ivan Dario: Um bom dia para você também! Sim até poderia existir esse risco, pois estamos vivendo um período de relativismo moral e de inversão de valores completa. Mas veja, a questão não é bem essa. Sempre existiram homossexuais nas forças armadas. É próprio do genero humano. O problema é o "bandeirismo" próprio à militância gay e que num ambiente de hierarquia e disciplina dura, necessária para o adestramento para o combate e para a maior eficácia e o mínimo risco nas operações militares ser corroída, com risco de vida para todos e para as ditas operações. Simples assim. Agora, forma do quartel o camarada quer ter namorado, freqüentar sauna gay, desde com discrição, é um problema exclusive dele, de mais ninguém. Um abração a você e um feliz 2007.
5/01/2007 08:04Ivan Dario (Advogado Sócio de Escritório) Prezado Richard Smith, bom dia. Sabe o qu...
Prezado Richard Smith, bom dia. Sabe o que me intriga? Se, que tais, após designados para determinada operação, combate, etc., haja algum tipo de alegação de que só o foram justamente por ter sido levado em conta esta, digamos, condição. Parece-me um problemão, não? Um grande abraço e um feliz 2007, repleto de paz, saúde e realizações.
4/01/2007 21:16Richard Smith (Consultor) Perdão, meritocrática e não "meritória" (com ...
Perdão, meritocrática e não "meritória" (com méritos). É a velhice.
4/01/2007 19:57Richard Smith (Consultor) É ruim, hein? Em primeiro lugar, o exércit...
É ruim, hein? Em primeiro lugar, o exército, ou qualquer corpo militar é uma instituição que se baseia na hierarquia meritória. Ou seja, só ascende a posições de comando, aqueles que, tendo cumprido as condições para tanto (cursos, patente, etc.) demonstrem capacidade e, principalmente, liderança combativa. Em resumo, o velho ditado: "manda que pode, obedece que tem juízo". Isso tudo porque, em combate, a vida de cada um dos comandados estará em jogo e o comandante, seja de um pequeno pelotão ou de uma divisão inteira, precisa inspirar confiança e liderança, entre outras qualidades (tais como: capacidade, ousadia, coragem, etc.). A ausência de um desses fatores colocaria em xeque a capacidade de combate da unidade, com resultados absolutamente desastrosos. Ora, não se duvida que um homossexual possa ter extrema bravura em combate, mas como alcançar capacidade de liderança inconteste, se for dado aos homossexuais a possibilidade de exprimirem a sua opção sexual, sem reservas ("soltar a franga" diriam alguns? Que em todo agrupamento masculino sempre houve a incidência de indiviíduos homossexuais isso é um fato. Assim como aquela velha história de: "na intimidade de quatro paredes, cada um faz o que quer". Daí o porque as forças armadas sempre terem feito "vista grossa", desde que o indivíduo se mantenha dentro dos limites aceitos pelo resto da corporação. O transbordamento consentido desses limites pode levar a situações de conflito interno quando em combate. Não se trata de "homofobia" ou de qualquer coisa tida como assemelhada, mas somente a realidade das coisas e circunstâncias, se impondo como tais.

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