Comissão aprova adoção por casais homossexuais

6/01/2007 11:32Band (Médico)"Inclusive sob o sofisma do "melhor algum lar d...
"Inclusive sob o sofisma do "melhor algum lar do que nenhum".” Colaborando com este tópico, vemos que não se abandona a avaliação dos casais “heterossexuais” na hora da adoção por esta desculpa de agora. Avaliação que leva anos e em que a recusa é freqüente. Todos sabem da enorme dificuldade para conseguir adotar no Brasil e conseguir dar “um lar” para uma criança abandonada! Assim como a recusa de permitir a adoção por casais estrangeiros heterossexuais. Não se considera nestas horas que é melhor uma família do que nenhuma! Então, em que bases vão ser as avaliações dos pares homossexuais se não existem parâmetros para medir a normalidade ou patologia destas relações como se faz entre os casais atualmente? Não temos nem mesmo experiência sobre a união homossexual que ainda luta pela sua aprovação legal, se parte para a adoção invertendo a ordem das coisas.
6/01/2007 10:57Band (Médico)Caro amigo Richard Smith Não concordo com tu...
Caro amigo Richard Smith Não concordo com tudo que disse, mas admiro nestes tempos de ditadura sexual, em que o terceiro sexo virou TABU, ter a coragem de se expor! Quanto aos fundamentos psicanalíticos que o senhor tangenciou, pois é, se muda conforme a vontade do freguês! Uma hora era doença, outra ora é virtude! Uma ciência que não se sabe nada. Só serve para tirar dinheiro do freguês. Só espero, como o seu Cardeal, que não cheguem a conclusão que só é normal quem é! Abraços
4/01/2007 18:55Richard Smith (Consultor) Muito obrigado amigo Paul. Um abraço e f...
Muito obrigado amigo Paul. Um abraço e feliz 2007 richardsmith@ig.com.br
4/01/2007 00:58Paul (Procurador Autárquico)Parabéns, Ricardo Smith! Excelente e perfeito c...
Parabéns, Ricardo Smith! Excelente e perfeito comentário! Pena que a maior parte das pessoas não saibam do que estão falando (ou finjam não saber)!
3/01/2007 13:08Richard Smith (Consultor) Não é só isso meu caro João Bosco: Como ...
Não é só isso meu caro João Bosco: Como você bem deve lembrar, até o início da década de 70, o CID -Catálogo Internacional de Doenças, conceituava a PEDERASTIA como "desvio neurótico da personalidade", um patologia psiquiátrica, portanto. E "Neurose", como rudemente pode ser definido pelos velhos manuais de psicologia é a chamada "relativização do absoluto e a absolutização do relativo". E é exatamente isso o que fazem os homossexuais. Por que dar tanta importância à sua condição sexual e aos atos dela decorrentes? Segundo: por que não atribuir nenhuma importância ao fato de que o chamado "amor" homossexual nada mais ser do que um distorcido amor a sí mesmo (ou à procurada "persona" masculina inassumida) na pessoa do "outro"? Isso não é e nunca será Amor verdadeiro. Mas, os militantes da "causa" (ninguém gosta de ser taxadao de doente) e os "engajados" dentro das redações conseguiram fazer barulho o suficiente (como os "esquerdopatas" daqui, lembra?) até conseguir fazer o rabo "abanar o cachorro". Quantas "matérias" já não pudemos ler, nas "Realidades", "Manchetes", "Vejas", "Novas", "Caprichos" etc. da vida, enaltecendo o chamado "amor que não ousa dizer o nome"? Não ousava, né, porque agora se procura esfregá-lo na nossa cara! Como disse certa vez um cardal americano: "Da penúltima vez que estive na Inglaterra, o homossexualismo era proibido; da última, permitido; espero que da próxima não seja obrigatório!". Então, ao invés de conceituarem-se as coisa como são e deixarem ao ESCLARECIDO livre-arbítrio de cada um dar o quê e para quem, fica-se enaltecendo uma condição ERRADA e eminentemente PECAMINOSA! E decorre exatamente daquele fato (o da Neurose), que os relacionamentos homossexuais, masculinos principalmente, serem INSTÁVEIS e sujeitos à infidelidade e à promiscuidade. Fatos todos este já devidamente estudados e para os quais não podem existir contestação verdadeiramente HONESTA. E é esse "lar" que se pretende oferecer a crianças (note-se que não menciono em momento alguma a possibilidade de molestamento e até de pedofilia, por parte de companheiros "rotativos" de algum componente do "casal"). Inclusive sob o sofisma do "melhor algum lar do que nenhum". Vivemos numa época de dissolução da Família, de relatismo extremado e da inversão completa de valores e esta aberração, forçada pela mídia e pelo "militantismo" é apenas mais uma. Devendo-se apenas lembrar das palavras de Nosso Senhor: "É impossivel que não hajam escândalos. Mas ai daquele por meio do qual sucedem! Será mais útil para ele que lhe amarrem ao pescoço uma pedra de moinho e o atirem ao fundo do mar, do que escandalizar um só desses pequeninos!" (São Lucas 17, 1-2). Um abração.
3/01/2007 00:41João Bosco Ferrara (Outros)Não tenho nada contra a escolha que cada um faz...
Não tenho nada contra a escolha que cada um faz para si. Mas com esse projeto os parlamentares se esquecem das crianças. Todo processo de educação está fundado em exemplos e cópias. O que uma criança adotada por homossexuais vais responder na escola quando lhe perguntarem: qual o nome do seu pai? Joãozinho; e de sua mãe? Arnaldinho; e o que você quer ser quando crescer? veado. Francamente, mais um projeto absurdo, que atenta contra a moral, os bons costumes e, principalmente, contra o direito de livre escolha das crianças. Todos sabem que as crianças, por sua inocência e inconseqüência, são cruéis. Os adotados será motivo e alvo de chacotas na escola, e ninguém conseguirá impedir isso. Se a pessoa, depois de alcançar a idade de discernimento, optar pela homossexualidade, tudo bem, ninguém tem nada a ver com isso, os homossexuais são livres para escolherem suas preferências. Mas daí a extrapolar para permitir que adotem crianças vai uma distância enorme que inculca a essas crianças uma idéia errônea sobre a natureza do ser humano.

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