Como defender proteção à criança que é adulto precoce?

17/02/2007 16:17Fftr (Funcionário público)Maioridade penal na Dinamarca - 15 anos, Canadá...
Maioridade penal na Dinamarca - 15 anos, Canadá - 12 anos. Além destes bárbaros que mandam crianças para cadeia estão a Alemanha, Bélgica, Suiça, Suécia, Noruega, Japão, Finlândia etc... A lista é muito grande. Fonte http://www.right-to-education.org/content/age/table_esp.html Na lista dos grandes defensores da maioridade penal aos 18 anos estão exemplos de riqueza e defesa dos direitos humanos, Brasil, Bolívia, Colombia, Venezuela e Equador.
15/02/2007 11:10Band (Médico)Pois é! Já pensou se toda esta fortuna que acab...
Pois é! Já pensou se toda esta fortuna que acaba na mão dos criminosos com e sem colarinho ficassem no mercado formal e pagassem impostos? Mas a turma da impunidade prefere o cidadão que produz ser ceifado diariamente na sua luta para produzir para promover o crime impune e muito mal punido, nas raras vezes que pegam algum, diga-se de passagem!
15/02/2007 10:46Richard Smith (Consultor) Como o "aparelhamento" deste espaço por PeTra...
Como o "aparelhamento" deste espaço por PeTralhas, com citações de "gênios" como mino carta, josé dirceu e emir sáder, se tornou uma constante, peço vênia, para a reprodução do artigo abaixo, do blog do REINALDO AZEVEDO: "O QUE ACONTECE COM UM ASSASSINO NA INGLATERRA E O QUE ACONTECERIA COM ELE NO BRASIL O Brasil, como vocês sabem, é inteligente. A Inglaterra é estúpida e atrasada. No Brasil, conforme eu previ aqui ontem, a OAB e a CNBB se reuniram para debater o que fazer contra o crime e chegaram ao consenso de que não há muito a fazer: o problema, segundo entendi, é nosso. Os padres e os advogados querem que fiquemos calmos. Nada de decidir sob pressão emocional. Já na Inglaterra, um país idiota, um sujeito chamado Roberto Malasi matou uma mulher quando era menor de idade. Tinha 17 anos. Num país sábio como o nosso, ficaria três anos internado e seria posto na rua aos 20 anos. Naquele país de imbecis, vejam só, ele ficou preso até a maioridade e foi julgado. Pegou prisão perpétua. A mulher assassinada estava com um bebê no colo. Os ingleses, cretinos que são, consideraram isso inaceitável. O assassino tinha três comparsas, todos menores de 18: tinham 15, 16 e 17. Ficarão internados, no mínimo, 8 anos. Vão para a rua depois? Não! Serão avaliados. A depender do que acontecer, podem pegar pena de até 30 anos. No país, como já informei aqui, uma pessoa pode ser responsabilizada por seus crimes a partir dos 10 anos. Até os 18, cumpre pena em lugar próprio para menores. Depois, é cadeia de gente grande. Mas sabem como é... Querem acabar com a ilha da rainha em três tempos? Mandem pra lá Márcio Thomaz Bastos, um bispo da CNBB e o presidente da OAB. Eles sabem o que fazer com Malasi!" Gostaram?
14/02/2007 13:10Richard Smith (Consultor) Médicos? Ou soldados disfarçados de médicos...
Médicos? Ou soldados disfarçados de médicos, como parece constar? E isso rente às nossas fronteiras e nas barbas do presidente do "Foro de São Paulo" (quem não souber o que é, tratar de se informar com URGÊNCIA!), o Abortista/Excomungado que atualmente freqüenta a Cadeira Presidencial.
13/02/2007 19:57Band (Médico)Pois é, Cuba oferece 30 000 médicos de "graça" ...
Pois é, Cuba oferece 30 000 médicos de "graça" para a Venezuela! Os EUA deveriam fornecer na mesma proporção 900 000! Mas isto contando a relação fictícia do tamanho populacional! A relação correta seria quanto de petróleo a Venezuela deveria pagar ao EUA para receber este número de médicos de primeira linha, e não destes que não aceitam prestar provas de validação! Este "de graça" é retribuído em petróleo a preço de custo para ser revendido a preço de mercado.
13/02/2007 18:45hammer eduardo (Consultor) Os comentarios anteriores resumem bem ...
Os comentarios anteriores resumem bem a cerne do problema. Sou particularmente contra tentarmos atribuir grandezas numericas ao problema da redução da maioridade penal . A bandidagem que "via de regra" esta sempre na frente , ja descobriu o filão e esta utilizando cada vez mais precocemente a mão de obra sempre mais jovem. Não adianta ficarmos tentando "tabelar" para 16 , 14 , 12 ou o que for , o mais simples seria aplicar o estatuto do menor para os que "realmente" se comportassem como tal , atravessou a "linha" na direção da criminalidade , ja ficou demonstrado que deve ser tratado como quem teve o discernimento para o mal , nesse caso , o peso da Lei independente da idade cronologica.O resto é conversa para hipnotizar a boiada.
13/02/2007 16:58ZÉ ELIAS (Advogado Autônomo)É inaceitável que a legislação brasileira tenha...
É inaceitável que a legislação brasileira tenha adotado os criminosos e ignorado os inocentes; falo assim para resumir.Quantos crimes ainda virão para que possam enxergar isso? que sistema injusto e covarde o que está instalado.Bandidos cruéis fazendo vítimas inocentes indefinidamente, quando deveriam ser executados.Que absurdo!
13/02/2007 16:55Lourenço Neto (Advogado Assalariado - Administrativa)No princípio da década de 90,quando se fez o Es...
No princípio da década de 90,quando se fez o Estatuto da Criança e Adolescente, não faltaram vaticínios e análises que previram o que vivemos hoje - o escandaloso uso de menores pelo crime organizado, e via de regra, a assunção pelos mesmos de responsabilidades por atos de outros, maiores. É necessário acabar com esta excessiva bonomia legislativa! Não estamos falando de impúberes, e sim de homens e mulheres, muito jovens sim, mas homens e mulheres, que por lei escolhem o mandatário máximo do país, têm idade núbil (podem casar), podem ser emancipados pelos pais e serem donos do próprio nariz! É difícil querer nos fazer crer, que alguém que a lei diz que pode isto tudo, não saiba as consequências de um ato bárbaro e covarde! É preciso sinalizar ao Congresso Nacional que estamos cansados do Direito Penal mínimo, no que concerne à proteção da vida e dos bens dos cidadãos! Observem que os crimes contra o Estado, mormente os de cunho econômico e financeiro, encontram mais efetividade e repulsa na legislação, do que a retirada da vida de alguém. Quisera termos para proteger nossas vidas e patrimônio, o aparato que o Estado tem para proteger suas prerrogativas tributárias.
13/02/2007 16:25omartini (Outros - Civil)Como defender o adulto precoce? Falando de Cub...
Como defender o adulto precoce? Falando de Cuba e seus 30.00 médicos humanitários? O velho Fidel sabia resolver o problema dos criminosos de Cuba, inclusive exportando-os, como refugiados políticos, até o tio Sam descobrir...Ou falando que o povo quer o fim do pefelê (mas omitindo que também quer a esdrúxula pena de morte...) e outros quejandos? Enquanto isso a criminalidade violenta prospera, impávida, protegida juridicamente sob nuances técnicas. Mais ousado, o novo presidente da Câmara avisa lacônico: o pacote de segurança pública aprovado pelo Senado em junho/2006 (legislação de pânico contra o PCC?) vai continuar nas gavetas da CCJC – ainda não está pronto para ir a plenário. É a cautela do Estado frente ao crime, não decidindo sob comoção (ou sem comoção...) e muito menos agindo – onde está a Força Nacional no RJ?
13/02/2007 16:00Band (Médico)Pois foi o que eu disse, Patuléia (Outros o que...
Pois foi o que eu disse, Patuléia (Outros o que???) Acabando com a democracia fica mais fácil fazer o povo obedecer, fraudar números, não ter organizações visitando nossas prisões par denunciar abusos, ganhar olímpíadas ou mandar médicos cubanos fazer propaganda no exterior, não ter blogs e SITES de dovulgação dos dados não oficiais, não tem CMI ou observatórios de imprensa! Populações com controle rigoroso de fertilidade fazem cair o índice de mortalidade infantil. Menos crianças por mãe igual melhor cuidadas. Mas nem Fidel morreu ainda. não largou o poder 48 anos depois, e nem o poder foi democratizado para fora da família Castro, a mais antiga no poder na história moderna, e nem o povo pode opinar se gosta ou não! Quem viver verá!
13/02/2007 15:49Band (Médico)Pois caro Professor Armando do Prado, ninguém d...
Pois caro Professor Armando do Prado, ninguém duvida do poder do presidente de manter um ministro interino demissionário enquanto a violência cresce. Cabe a ele manter o time que está perdendo ou procurar soluções. O que nos admira é a sua falta de responsabilidade pelo que ocorre no seu governo sendo ele o único responsável pelas políticas e pessoas indicadas!
13/02/2007 14:20Robespierre (Outros)Médico, por falar em Cuba que mantém 30.000 méd...
Médico, por falar em Cuba que mantém 30.000 médicos ajudando países subdesenvolvidos,e com isso salvando crianças (assunto da discussão) coloco abaixo um debate entre um defensor de Cuba e um assalariado norte-americano: 13/02/2007 Fidel si, Fidel no: Ramonet x Montaner A partir da doença de Fidel, a edição de fevereiro/março da revista Foreign Policy promoveu um debate entre Ignacio Ramonet – editor do Le Monde Diplomatique e autor do mais importante livro sobre Fidel, com 100 horas de entrevistas com o lider cubano, “Biografia a duas vozes” (Boitempo Editorial) – e Carlos Alberto Montaner – jornalista anticastrista de Miami, incluído na lista de jornalistas pagos pelo governo dos EUA, que costuma ser publicado pelo jornal Estado de São Paulo. Foi colocada a questão: O que Fidel fez por Cuba? A cada artigo de Montaner vinha a réplica de Ramonet, em um total de 4 cartas de cada um. Transcrevo trechos da correspondência: I. Montaner: “O comunismo decepcionou a Cuba” “A morte de Fidel Catro será o ponto de partida de uma série de mudanças políticas e econômicas parecidas com as que se produziram na Europa.” “Mesmo se sua ideologia é o comunismo, pertence à mesma espécie antropológica que Francisco Franco na Espanha ou Rafael Trujillo na República Domunicana.” “...o povo cubano sabe que o sistema criado por Castro fracassou. Enfrenta-se diariamente com a realidade de que o comunismo agravou todos os problemas materiais fundamentais de Cuba até o limite do desespero.” “Cuba pertence à civilização ocidental. Faz parte da América Latina e não tem sentido que seu governo siga mantendo ao país isolado do seu entorno, de suas raízes e de sua evolução natural. Afinal, as ditaduras da América Latina, tanto as de esquerda (Velasco Alvarado no Perú), como as de direita (Augusto Pinochet e os regimes militares da Argentina, do Brasil e do Uruguai), foram substituídas por governos legitimados nas urnas.” “Eu predigo uma mudança pacífica baseada em um acordo entre os reformistas do regime e os democratas da oposição, dentro e fora da ilha.” I. Ramonet: “O futuro de Cuba está aquí” “O presidente Fidel Castro não está exercendo seu cargo desde julho; isto é, faz mais de seis meses que existe o depois de Fidel. E, no entanto, não aconteceu nada.” “À diferença da Hungria, as grandes reformas cubanas não são produto de idéias alheias impulsionadas por tropas estrangeiras levadas por veículos soviéticos. Nasceram de um movimento popular em que se uniram as esperanças de camponeses, operários e inclusive profissionais da pequena burguesia cubana.” “Negar essa característica nacional é ignorar várias dimensões essenciais do regime. E é não compreender por que, 15 anos depois da desaparição da URSS, o sistema cubano continua de pé.” “Durante os últimos 10 anos o crescimento médio anual do PIB cubano foi de aproximadamente 5% ao ano, um dos maiores da América Latina. Em 2005 o país cresceu 11,8%, incluindo os serviços sociais e deve ter tido um crescimento igual em 2006. Pela primeira vez na sua história este país não depende de um sócio preferencial, como havia dependido sucessivamente da Espanha, dos EUA e da URSS. É mais independente que nunca. Com uma distinção tão pouco frequente e tão duramente conquistada, não parece provavel que os cubanos vão inverter esse rumo.” II. Montaner: “Os cubanos são pobres e estão escravizados” “A razão pela qual o comunismo não caiu em Cuba, da mesma forma que na Coréia do Norte, é a repressão total. Trata-se de um tipo de opressão totalmente ligada a um homem que está morrendo. Quando ele desaparecer, também desaparecerá grande parte do medo que seu regime inspira no povo. Por cima das diferenças políticas, todos os seres humanos têm as mesmas aspirações. Preferem a liberdade à opressão, os direitos humanos à tirania, a paz à guerra e querem que melhorem suas condições de vida e as de suas famílias.” “Quanto à ideia de que a ilha é hoje mais independente que nunca, é ridícula, dado que grande parte do crescimento econômico de que se fala está impulsionado pelos 2 bilhões de dólares anuais propiciados pela Venezuela.” II. Ramonet: “O invejável histórico de Castro” “Você tem que deixar de observar a ilha através de um prisma ideológico e de tergiversar os dados para que se ajustem a seus esquemas preconcebidos.” “Nenhuma organização séria nunca acusou Cuba de levar a cabo desaparições, execuções extra-judiciais, nem torturas físicas aos detidos .Não se pode dizer o mesmo dos EUA, em seus cinco anos de guerra contra o terror. Não existe um único caso desse tipo em Cuba. Ao contrário, o regime representa a vida. Conseguiu aumentar a esperança de vida e reduzir a mortalidade infantil. Como escreveu o colunista do The New York Times, Nicholas Kristol, em um artigo de 12/01/2005, “se os EUA tivessem um índice de mortalidade infantil tão baixo como o de Cuba, se salvariam a 2.212 crianças da morte por ano.” III. Montaner: “O final de um triste capítulo” “O povo cubano recordará a era do comandante com tristeza. Deixa como legado um catálogo de como não governar.” “Deveríamos confiar no método democrático, no império da lei, no mercado e na propriedade privada como fazem os países mais prósperos e felizes da Terra.” “Em suma, com a morte do comandante devemos nos esfoçar para ser uma nação normal, pacífica e moderna, não um delirante projeto revolucionário empenhado em mudar a história do mundo.” III. Ramonet: “Ver a verdade” “E se lhe preocupam os direitos humanos, como pode negar que Cuba, um país pequeno, é quem mais fornece ajuda médica a dezenas de nações pobres do mundo? Há aproximadamente 30 mil médicos cubanos trabalhando gratuitamente em mais de 30 países. Proprocionalmente seria como se os EUA mandassem 900 mil médicos ao Terceiro Mundo. Só a Missão Milagre, que oferece operações gratis de catarata aos pobres da Venezuela, da Bolívia e da América Central, devolveu a visão a mais de 150 mil pessoas.” IV. Montaner: “Cuba libre” “Julgar uma ditadura que leva meio século sendo incompetente e atroz pelas operações de catarata que realiza é o argumento fascista que costumam empregar os apologistas de Franco: sua ditadura foi positiva porque os espanhóis podiam comer três vezes ao dia.” “A ditadura de Castro foi boa, nos enteiramos agora, porque mandou médicos ao Terceiro Mundo.” IV. Ramonet: “Vida Fidel!” “O apartheid sul-africano não começou a desmoronar até que suas tropas de elite caíram derrotadas em dezembro de 1986 em Cuito Canavale, o Stalingtrado do apartheid, não pelas forças estadunidenses, mas pelos soldados cubanos. Foi isto que levou a Nelson Mandela, um ícone do nosso tempo, a dizer que a revolução de Fidel Castro havia sido “uma fonte de inspiração para todos os amantes da liberdade”. Ele também, como tantos cubanos que chorarão a morte de seu lider, costuma dizer sempre: “Viva o camarada Fidel Castro!”. Postado por Emir Sader às 08:39
13/02/2007 14:10Armando do Prado (Professor)Apenas uma pergunta ao médico, quanto à permanê...
Apenas uma pergunta ao médico, quanto à permanência ou não de Marcio Thomaz: quem venceu as eleições em novembro de 2006? Então o vencedor decide o melhor momento de trocá-lo, ou mantê-lo no ministério. Essa prerrogativa é do presidente vitorioso. Está na Constituição Federal, que até prova em contrário está em vigor e estabelece os critérios de indicação e manutenção de ministros. A turma da plutocracia ainda não caiu das nuvens que foram amargamente derrotados. O povo quer o fim do pefelê (já está acontecendo) e quejandos.
13/02/2007 12:30Band (Médico)Colaborando com o texto que colocaste, caro Ric...
Colaborando com o texto que colocaste, caro Richard Smith, eu participei de um grupo de treinamento de relacionamento interpessoal na empresa com outras categorias! Tinha uma questão destas, em que se colocavam cinco personagens: a vítima, o marido da vítima, o amante da vítima, o amigo da vítima e o assassino! A vítima foi esfaqueada e morta porque não tinha dinheiro para dar para o assassino bloqueando a rua! Pois eu fui o único que culpou o assassino ator do assassinato. A maioria colocou a culpa dele em último lugar e o marido em primeiro lugar| Quanto ao texto, não é um absurdo que o Ministro Márcio Thomaz Bastos ainda esteja no cargo quando já fazem mais de três meses que pediu para sair? Um presidente para lá de inepto, como os do passado também foram. E quem não mais do que Tarso Genro que está cogitado para uma pasta que demanda proficiência e conhecimento. Coisa que ele não possui, a não ser a sua especialidade, lesar o estado com seu escritório defendendo causas trabalhistas contra o mesmo! Engraçado que a culpa é das elites. Mas se as elites tomarem medidas restritivas ao povão, como obrigar ir a escola, prender os vagabundos, revistar nas ruas os desocupados, exigir documentação para quem anda na rua depois de certas horas, proibir a abertura de bares e pontos de reunião da marginalidade, promover controle de natalidade, seria uma afronta à liberdade destes. Ou seja, a única solução seria os que produzem a riqueza da nação abrir mão de produzir e dar de mão beijada ao que não produzem! No entanto, vão dizer que os que produzem são os pobres e não os ricos. Engraçado que pobre só consegue produzir quando mandado, porque nem nos países socialistas eles conseguem produzir. Falta o patrão para orientar e nem plantar milho e criar galinha conseguem para alimentar o povo melhor do que ração disfarçada como comida! Mas estas conquistas burguesas todas desaparecem nos regimes socialistas. O direito de reunião, de ir e vir, de manifestação, de protesto, de greve, supressão de direitos trabalhistas e de sindicalização, direitos reprodutivos, de informação, de imprensa. Apenas seguir o grande guia do partido único e aceitar o que este decide que as pessoas merecem. A justiça é rigorosa e arbitrária! Mesmo assim, não conseguem produzir! Olhe em Cuba, que nem um cachorro quente pode se provar ou passar um fim de semana em Veradero! Imagina na Coréia do Norte!
13/02/2007 12:07Robespierre (Outros)...nos poupem, tio reinaldo não. Até esse pulha...
...nos poupem, tio reinaldo não. Até esse pulha se aproveitando da tragédia? Fascistóide lê fascista, mas vamos melhorar as citações...
13/02/2007 12:00Armando do Prado (Professor)A solução dentro do Estado de Direito é o respe...
A solução dentro do Estado de Direito é o respeito e cumprimento das leis. Ah, não são boas? O legislativo deve ser cobrado para atualizá-las. Fora disso, só se for através de revolução, golpe, força.
13/02/2007 10:03Richard Smith (Consultor) Do blog de REINALDO AZEVEDO, do dia de hoje; ...
Do blog de REINALDO AZEVEDO, do dia de hoje; "SER BANDIDO É UMA ESCOLHA, NÃO IMPOSIÇÃO DO MEIO É claro que o debate sobre as medidas para coibir a violência não se esgota na maioridade penal. O tema acaba despertando mais paixões por conta do espetáculo de farisaísmo de nossas autoridades, que logo se apressam em combater qualquer mudança, esgrimindo a verdade genérica e inútil de que 'o problema é maior e mais profundo'. Um dos especialistas disse nesta segunda, na TV, que 'precisamos definir qual sociedade queremos'. Por que não fecha a boca? 'Precisamos' quem? Como é que se faz isso? Quem a gente chama para definir 'qual sociedade queremos'? O governo precisa investir mais em segurança pública? Sem dúvida. É preciso que se aplique adequadamente a Lei de Execuções Penais? Claro. É necessário rever o benefício da progressão da pena para certos crimes? É óbvio. Mas quem há de tomar essa iniciativa? Eu tenho uma idéia: o ministro da Justiça. A ele cabe iniciar o debate, juntar as pessoas responsáveis, chamar as lideranças partidárias, transformar as propostas em projetos de lei ou em emendas constitucionais. Os governadores de Estado também podem pressionar, dado o peso político que têm. É evidente que não se vai resolver tudo definindo a maioridade penal aos 16 anos. A evidência está no caso do menino João. Apenas um dos facínoras era menor. Mas um deles, ao menos, quando menor, havia sido internado quatro vezes e, depois da maioridade, já tinha duas condenações, uma de quatro anos e meio. Foi solto depois de um ano. Tivesse o Estado cumprido a sua obrigação, e João talvez estivesse vivo. Assim, é evidente que a anomia que se vive decorre da pura e simples prevaricação. Volto ao Ministério da Justiça. Márcio Thomaz Bastos se orgulha das ações da sua Polícia Federal. Bem pensado, os crimes cometidos contra o Estado, especialmente aqueles ligados à sonegação, mereceram tratamento especial. Mas nada se fez para combater os crimes contra a pessoa. Ou melhor: fizeram algumas coisas. Contingenciaram a verba da segurança pública. Essa questão da idade me incomoda. Besteira é haver um limite, isso sim. Tudo deveria depender do tipo de crime que se pratica e das circunstâncias. O máximo que se pode pensar é em não pôr para cumprir pena num mesmo lugar adultos e adolescentes. Só. Mas os crimes de morte, evidenciado o ardil do assassino, têm de ter um período mínimo de reclusão, pouco importa a idade do assassino. Países inquestionavelmente democráticos são muito mais severos do que o Brasil neste particular (ver nesta página). E por que o debate, por aqui, sempre trava? Doxa O debate trava no Brasil por causa de um postulado ideológico, intelectual e até moral. As elites brasileiras se deixaram convencer pelas esquerdas de que o crime é fruto da questão social. A primeira pessoa a se ver livre da responsabilidade de seu ato é o criminoso. O dedo da acusação se volta, invariavelmente, contra a sociedade. E isso vale não apenas para os menores infratores. Para os adultos também. A criminalidade exerce um enorme fascínio em nossos intelectuais, em nossos artistas, em nossos pensadores. No fim das contas, somos todos convidados a perdoar as famílias pobres que não cuidam de seus filhos: a carência não teria deixado. Nas favelas, apenas uma minoria, como se sabe, é recrutada pelo narcotráfico — imaginem se fosse a maioria... Mas é o que basta para que os bandidos sejam, então, vistos como fruto passivo do meio social. Não se sabe exatamente por que a maioria resistiu ao banditismo, mas se tem uma justificativa para explicar (e perdoar) a adesão da minoria. Nessas horas, tenho sempre uma curiosidade: repararam como os 'sociopatas' dos sociólogos nunca se tornam suicidas, mas sempre homicidas? Por que diabos os seus defeitos de caráter, resultado suposto de suas muitas carências, nunca se voltam contra a própria segurança, mas sempre contra a segurança alheia? Deve mesmo ser uma tortura intelectual e tanto para as nossas esquerdas supor que até mesmo os pobres têm poder de escolha. Sim, só adere ao narcotráfico, só se torna bandido, só pega num revólver para assaltar QUEM QUER. Só se é bandido por escolha. Em qualquer classe social. Também quero Também quero a efetiva aplicação da Lei de Execuções Penais; também acho que não se pode mandar para a cadeia, junto com bandidos perigosos, pessoas que cometeram pequenos delitos; acredito, sim, que a aplicação de penas alternativas para crimes menores tem a sua importância; acho fundamental que se invista em policiamento preventivo. Mas calma lá: não vamos inverter a lógica; não vamos começar a achar que uma boa maneira de combater o crime é pondo mais bandidos na rua; é prendendo menos. O caso de um dos assassinos de João — aquele que não cumpriu a pena até o fim — mostra que precisamos é tirar marginais do convívio social, não aumentar a sua presença entre os homens de bem. E essa é a percepção da maioria esmagadora da população, inclusive nas favelas, tenho certeza, que hoje estão ocupadas pelo narcotráfico. Precisamos prender mais gente, não menos. Mas é preciso prender as pessoas certas. Passada a comoção da última tragédia, noto que o jornalismo, que integra essa massa crítica filo-esquerdista disposta a condenar a 'sociedade' — o 'serumano' tanto aquece o planeta quanto é culpado pelo crime —, já começa a flertar com as 'origens sociais da violência', convidando as potenciais vítimas a dar murros no peito, fazendo o 'mea culpa'. Estamos lidando não mais com um problema prático, que requer uma solução, mas com um universo mental. Nesse país de algozes e vítimas definidos pela ideologia, as culpas antecedem os fatos. Querem ver como dá para colocar nesse imbróglio até a cratera do Metrô? Explico-me. Naquele caso, ninguém precisou esperar nem mesmo um laudo técnico. São culpados o capitalismo, as empreiteiras, a ganância, o lucro, a terceirização — tudo aquilo, enfim, que concorreria para esmagar os humildes e os pequenos. No caso do menino João, os assassinos confessos integram, como é mesmo?, uma teia de 'problemas bem mais profundos'. A tentação para que sejam declarados todos vítimas do 'sistema' é imensa. Ficamos assim: empreiteiros, vocês sabem, existem para soterrar pessoas. Já os assassinos da periferia existem para provar as nossas culpas. Para arrematar Voltarei ao tema, é certo. Mas lhes digo: a cada vez que a televisão levar ao ar um programa exaltando a 'cultura da periferia' como uma outra ordem de valores, avessa a esta nossa, fazendo proselitismo da violência como um ato de resistência, não duvidem: estão arrastando de novo pelas ruas o menino João. O banditismo, no Brasil, virou um valor cultural e está sendo oferecido de bandeja para a classe média até em programas de auditório aos domingos. Está em curso uma espécie de afirmação da 'identidade da periferia'. E ela está pronta para apontar contra nós o seu dedo acusador. Quando não aponta o revólver. Matéria para outro texto. Esclarecedor.
13/02/2007 08:41Band (Médico)O que a imprensa ou a sociedade podem fazer se ...
O que a imprensa ou a sociedade podem fazer se o Presidente da República e do Judiciário, secundado pelo Presidente eleito da Câmara do partido do presidente acha que a culpa é da sociedade e eles não têm nada com isto? Que não devem mexer em time que esta perdendo? Vi alguns comentaristas alegando a culpa aos ricos, não sei se queriam dizer elite, mais uma vez. Mas quem elegeu o presidente do país não foi a mesma, me juraram os vencedores, mas foi a vitória maiúscula do PT. Mesmo assim, o presidente acha que está tudo bem, e culpa apenas o povo! Esta é apenas a milésima vez que se pede ação e os que pediram votos para agir, apenas se contentam em acusar o povo pelo que eles deveriam fazer. É um problema tão crônico como a incapacidade crônica dos nossos políticos, são corruptos e ineptos em seus postos. O que pode a mídia fazer a mais do que denunciar se eles não têm a mínima vergonha e o povo os reconduzem todas às vezes. E esta não foi a primeira vez que fizeram isto. Apenas foi a mais clara! Chinaglia comentou em Porto Alegre algo interessante, que nós sabemos que não sairá para a prática, que seria condenar o marginal adulto que está levando um menor junto para praticar crime. Acho que seria uma boa solução. A pena que o menor deveria receber caso fosse maior, seria imputado ao maior criminoso. Resolveria o problema da pena dos menores e tornaria os mesmos extremamente desinteressantes para os criminosos utilizarem. Uma das causas da delinqüência atual, que os tornam alvos dos bandidos justamente por isto! Um traficante pego com vários menores cumpriria a pena acrescida por cada um deles! Infelizmente, conhecendo o nosso legislativo e judiciário, sabemos que isto não irá prosperar fora desta hora de comoção até novas promessas em futuras tragédias mais bárbaras que estas, que devem entrar na rotina da cidade! São causas pétreas que visam a defesa dos criminosos e corruptos! A única atitude deste governo foi promover o desarmamento dos cidadãos pacíficos. A tal força nacional de segurança prometida inúmeras vezes para São Paulo, nem mesmo existia e está treinando o que já devia saber para ser uma prometida "força nacional de segurança". O governo federal mais de uma vez vendeu o peixe que nem mesmo tinha pescado, apenas usou como manobra política nas eleições passadas. Mas o povo gosta destas espertezas! Imagine o desastre de colocar recrutas do exército! Crianças no início da vida despreparados para a missão que policiais não se atrevem a fazer sem treinamento, depois de todos os seus anos de prática! Que irresponsabilidade de nossos governantes quando fazem isto com nossos filhos! Podemos ter esperança agora de alguma mudança? Creio que não!
13/02/2007 08:25ERocha (Publicitário)Menor decide o rumo de uma nação com quase 200 ...
Menor decide o rumo de uma nação com quase 200 milhões de habitantes, mas não responde por seus crimes. Brasil, um país de TOLOS.

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