Presidente do TJ paulista chama CNJ de órgão leviano

7/06/2007 11:42Marcelo Lima (Professor Universitário)Mas valeu a pressão. Demorou um pouco, mas o CN...
Mas valeu a pressão. Demorou um pouco, mas o CNJ demonstrou sua capacidade política, ou seja, de baixar a cabeça, e permitiu que mais de 600 juízes continuem a ganhar acima do teto.
11/02/2007 15:38Reis Costa (Advogado Assalariado - Família)Um presidente de TJ chamar o CNJ de leviano é o...
Um presidente de TJ chamar o CNJ de leviano é o mesmo que um juiz chamar sua Corregedoria Geral de Justiça de leviana. A Corregedoria aceitaria a ofensa?
8/02/2007 21:38toca (Professor)É, senhores, como diz o adágio popular: PIMENTA...
É, senhores, como diz o adágio popular: PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO. O Judiciário vem sendo complacento com os desmandos de todos os governos deste país. Quem conhece a história sabe... Quem vivencia os dias atuais sabe... Nós que pagamos os salários destes senhores, inclusive dos integrantes do "leviano" CNJ, quase nunca temos os nossos direitos garantidos por esta Justiça do Brasil. Ela (Justiça) não é composta, como deveria ser, por homens e mulheres sérias, comprometidos com os ideais de liberdade, a democracia e a dignidade da pessoa humana. A Justiça é humana demais... Cheia de defeitos inerentes aos humanos, dentre eles o egoísmo. Se estapeando, se digladiando, se rasgando os Julgadores, com certeza, descerão do pedestal em que vivem e se aproximarão de nós pobres mortais que vivemos trancafiados enquanto os bandidos estão livres; que trabalhamos duro mas não pudemos andar de avião e participar de festas nababescas, mas bancamos tudo isto e muito mais para os reis...Um dia a casa cai. kkkkkkkk
8/02/2007 20:39vasquez (Advogado Autônomo)É lamentável se observar um ataque feroz e dese...
É lamentável se observar um ataque feroz e deselegante do presidente do TJ-SP ao CNJ, afinal, são seus próprios pares. O presidente esquece-se que tem o mesmo dever de zelar pela ética e moral dentro do judiciário estadual ao qual preside, inclusive deveria, assim como o CNJ, defender abusos de salários, cortar na própria carne, pois se existe um teto este deve ser respeitado, mesmo que salários tenham que ser diminuidos. No que pese a CF/88 estabelecer a irredutibilidade dos vencimentos dos magistrados, certamente neste caso não estará havendo violação nenhuma, pois a diminuição não será feita de forma ilegal e sem motivo, tanto que assim entendeu o CNJ, pois estará havendo, sim, uma adequação à lei. É lamentável se observar o desespero do presidente do TJ-SP devido a possíbilidade de diminuição nos salários dos magistrados paulista, pois o próprio judiciário, em muitas vezes, já foi injusto com trabalhadores que a ele recorreram em defesa de direitos salarias, É BOM SENTIR NA PELE O QUE O POBRE CIDADÃO SENTE! Tenho ser ainda mais triste se observar que o poder judiciário e o próprio MP se sentem incomodados com esta decisão BRILHANTE do CNJ, pois uma coisa é certa, se depender do judiciário ou do MP, os salários dos seus integrantes aumentaria da mesma forma que desejam os parlamentares, ou será que estou errado? aliás, o que todas as categorias profissionais desejariam, por isso concordo com a imposição de limites. Não desejo atacar o judiciário ou o MP, acho e concordo que devam receber bons salários, como já recebem, porém, dentro de limites, como tá impondo o CNJ. Lamento que neste momento o judiciário se rebele contra o CNJ, quando deveria se rebelar contra as atrocidades, ilegalidades e abusos que a todo instante são praticados contra os jurisdiconados, que em contra partida de salários altos de magistrados e promotores, esperam anos e até morrerem esperando uma resposta em seus processos. Os magistrados deveriam ganhar, sim, muito bem, mas por PRODUÇÃO, pois infelmente todos brigam por aumento de salários, porém, poucos brigam e trabalham para que os processos andem e tenham uma solução. Resumindo: respeito é bom, e tenho certeza de que o presidente do TJ-SP, não gostaria e se sentiria incomodado se fosse atacado da mesma forma por algum membros do CNJ. Que exemplo!!!
8/02/2007 15:41José Speridião Junior (Engenheiro)Sr.prosecutor, há que se considerar que o médic...
Sr.prosecutor, há que se considerar que o médico e acontece muito também com professores, para manterem-se precisam ficar nesse pinga pinga infernal do trânsito. Existe algo mais crucificante do que a ansiedade de correr entre um hospital e outro e aquela fila enorme de carros que não anda mesmo com o sinal aberto? E o paciente lá na UTI, o celular tocando chamando por socorro.... Ora, Exa. tenha pena de nós poupe-nos. E no final do dia fazer o final de expediente no consultório pois afinal de contas existe o aluguel a ser pago, o salário da secretária....a conta da luz, da água, do IPTU..., do imposto sobre a renda.....enfim são incomparáveis as atividades de risco com as profissões estáveis, estas n e c e s s a r i a m e n t e devem ter seus rendimentos calibrados abaixo do pico dos rendimentos dos "normais" pois constantes, isto é, ao longo da vida são lucro operacional líquido pois não contam com despesas indiretas (O Tribunal de Justiça de São Paulo tem uma boa biblioteca assim como a USP do Largo de São Francisco) portanto nem em livros precisa investir, e hoje com a internet menos ainda. Asim ter mais de um emprego não é privilégio e sim n e c e s s i d a d e !!!
8/02/2007 13:55prosecutor (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)Dr Ezac: O médico pode ter quantos empregos qui...
Dr Ezac: O médico pode ter quantos empregos quiser (ou puder), ao contrário do magistrado e do promotor, dos quais se exige dedicação exclusiva. Todos sabem que os médicos cumprem um horário no serviço público e se dedicam, no tempo restante, a clínicas particulares ou hospitais. Os trocados pagos pelo Estado servem prá contar tempo prá aposentadoria. Ainda assim não deixa de ser uma irresponsabilidade o que o Estado faz com os médicos, entretanto não é achatando salários de outras carreiras que se vai consertar o estrago. O Brasil arruinou a Saúde, a Educação e agora arruina a Justiça. Repito: CINCO aprovados no último concurso da magistratura estadual não tomaram posse. Mas sempre vai ter um "Sunda" aceitando assinar o que se lhe põe na frente por uns trocados e prá dizer que é juiz ou promotor. O único problema da "brilhante tese" sustentada pelo Sunda é que os que se dispõe a fazer tudo por uns trocados não conseguem ingressar em carreira alguma, vivem freqüentando as listas dos reprovados. E felizmente, Magistratura e MP paulistas continuam a exigir conhecimento suficiente para aprovação de candidatos e despreparados não entram, mesmo que se disponham a passar a pão e água.
8/02/2007 11:45MPE (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Ao senhor rei da tolices Sunda hundididurfvei: ...
Ao senhor rei da tolices Sunda hundididurfvei: "os que entram porque não ganhariam uma ninharia na advbocacia"?? rsrsrsrs! Mais bobagem, só casseta e planeta! Vai conferir a lista de professores nos cursinhos, vai...
8/02/2007 11:24José Carlos Portella Jr (Advogado Autônomo - Criminal)Sunda, meus aplausos!
Sunda, meus aplausos!
8/02/2007 11:13José Carlos Portella Jr (Advogado Autônomo - Criminal)Se o Des. Celso Limongi realmente afirmou que o...
Se o Des. Celso Limongi realmente afirmou que os penduricalhos pagos aos parlamentares não são mordomias, mas sim "direitos", podemos chegar à conclusão definitiva de que o Poder Judiciário brasileiro é qualquer coisa menos o lugar da Justiça. Esse positivismo jurídico tupiniquim é patético. Qualquer coisa pode se tornar "direito" apenas porque vem escrita em uma lei? Que o digam os regimes totalitários! Do que adiantam os títulos e as honrarias quando a defesa do Direito e da Justiça é atropelada pelo vale-tudo do poder?
8/02/2007 10:41Ezac (Médico)Qual deveria ser o salário de um médico que é r...
Qual deveria ser o salário de um médico que é responsável direto pela nossa vida? É justo o juiz ganhar 22.000 + benesses enquanto o médico do mesmo estado recebe de 2000 a 5000?
8/02/2007 10:24allmirante (Advogado Autônomo)Quando o juiz entra em campo, o que grita a tor...
Quando o juiz entra em campo, o que grita a torcida?
8/02/2007 09:56prosecutor (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)Tudo isso tem como pano de fundo desestimular o...
Tudo isso tem como pano de fundo desestimular o ingresso de gente preparada nas carreiras do MP e Magistratura bandeirante. Querem gente que "faça o serviço" por qualquer trocado e obedeça sem contestar. É o preparo e não o salário que os incomoda, sabem que o mais novo magistrado paulista dá aula prá "conselheiro" em qualquer ramo do direito. Esses caras que compõem os "conselhões", aqui em SPaulo não estariam qualificados prá julgar concurso de bolos, repito. Quem viver verá!
8/02/2007 01:27Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)Inicialmente, parabenizo as lúcidas opiniões do...
Inicialmente, parabenizo as lúcidas opiniões dos leitores Fernando Rizzoto e Battilan; e, em segundo momento, parabenizo o CNJ pela sua própria instiutição. Toda essa celeuma é muitíssimo fácil de entender: ocorre que em um passado muito recente, neste país por demais injusto, entenderam à porfia que era necessário fundear um fictício "império da magistratura", e a aí os seus componente (mesmo NÃO sendo eleitos pelo cidadão e contribuinte!) poderiam deitar e rolar com o dinheiro pago pelo abnegado contribuinte brasileiro. Mas, à frustração, surgiu - até que tardiamente - o CNJ, no calcanhar da magistratura tupiniquim, e assim, o esperneio passou a ser literalmente histérico; mesmo com alguns equívocos, prefiro as decisões do CNJ a ficar ouvindo(ou lendo) ladainhas de presidente de Tribunal, remunerado e muito bem, pelo sofrido jurisdicionado e cidadão. Assim, sem contar, um agravo de instrumento que interpus há - pasmem!!! - um ano e meio, e até agora, sequer foi apreciado a sua pauta de julgamento. E, ainda me vem falar em vantagens de vencimentos! Oh, pára ô "ome"...
8/02/2007 00:36José Speridião Junior (Engenheiro)O MMJuiz de Direito José comentou sobre "irred...
O MMJuiz de Direito José comentou sobre "irredutibilidade de salários". Este direito está bem definido na CLT, que não é o caso dos Exmos., mas só para comparar, se esse é o caso ou seja, da irredutibilidade em hipótese digamos que fosse aplicável. Então para o que se chama de "salário" não haveria distinção entre os tais de um magistrado que opera em digamos...Rondônia daquele que opera em digamos....São Paulo pois haveria equiparação de funções, tal qual também muito bem definida pela justiça do trabalho. Logo, nessa linha lógica somos forçados a entender que há verbas compondo os recebíveis que não são salários e sim verbas de outra espécie tornando atípica a denominação "salário". Inaplicável portanto, a meu ver o princípio de irredutibilidade de salário. Por outro lado por qual razão um funcionário do poder judiciário de um estado "A" deva perceber rendimentos maior que do estado "B" se ambos colaboram exercendo a mesma função e especialidade? Se o de São Paulo tem, por hipótese, um maior volume de processos per capita o de outros sertões desse Brasil imenso corre muito maior risco até de vida (bichos, emboscadas, etc.)e muitas vezes trabalham sob condições ambientais muito menos favoráveis. A meu ver outra comparação que fazem é tecer paralelos entre ganhos da iniciativa privada e o da Magistratura. O trabalhador da iniciativa privada sujeita-se todos os dias à perda do emprego e demora meses para obter outra colocação, já os magistrados praticamente não têm essa preocupação logo a média de rendimentos desses ao longo do tempo iguala-se ao rendimento mensal já os da iniciativa privada sobem e descem ao sabor das ""leis de mercado"". Por outro lado os rendimentos de referência dos Ministros do STF não são nada módicos para quem não perde o emprego, são sim muito bons e têm os Srs. Ministros a possibilidade de trabalharem naquilo que suponho seja sua vocação e prazer exercitando, o que fica cada vez mais raro no mercado, a profissão escolhida em seu curso universitário. O mesmo raciocínio se aplica aos outros Magistrados e Desembargadores mesmo sem que se abserve as nuances de cada caso. Mas, se há Direitos a serem reinvidicados não vejo mal algum que recorram ao STF, afinal quem estaria recorrendo não seriam as Vossas Excelências investidas do cargo e poder que ocupam mas sim as pessoas físicas na defesa de eventuais Direitos, trabalhadores assim como os metalúrgicos em assembléia. Mas faz muito mal ao país e aos tres poderes o ataque público daquilo que poderia ser resolvido no silêncio dos autos. Conclusões: 1) Dada a não equiparação de rendimentos para exercício de mesma função em diversos pontos do país, não há falar-se em salário. 2) São incomparáveis os rendimentos da iniciativa privada com os do serviço público estável. 3) O apelo ao STF é algo natural se houver ofensa à Constituição. Nada de mais- qualquer cidadão com dinheiro para pagar seu defensor pode fazê-lo. Enquanto isso os Tribunais Estaduais têm muito a colaborar para que não subam os gastos no STJ e STF julgando todo o mérito das ações evitando agravos de instrumento naqueles (os pobres que não têm dinheiro acabam injustiçados por não recorrerem ou cujos advogados de má formação e baixo custo de não atendem aos requisitos de admissibilidade) Mãos à obra.
8/02/2007 00:21Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)O Prosecutor pôs o dedo na ferida.
O Prosecutor pôs o dedo na ferida.
8/02/2007 00:19Michael Crichton (Médico)Destaco o seguinte trecho do discurso do presid...
Destaco o seguinte trecho do discurso do presidente para que seja lido por todos os ácidos comentadores da notícia: Não houve, de tal arte, um suspeito acerto entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em São Paulo, uma lei que beneficiasse exclusivamente os juízes de direito. Os atos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo sempre foram presididos pela ética, e da mesma forma não se prestam o Governo e a Assembléia paulistas a conchavos dessa ordem. Os benefícios estão previstos para todos os funcionários, razão pela qual também podemos proclamar que nenhuma irregularidade existe nos vencimentos da magistratura bandeirante.
7/02/2007 23:46paecar (Bacharel)Não nos esqueçamos que o FHC mexeu nas regras d...
Não nos esqueçamos que o FHC mexeu nas regras da aposentadoria, dos pobres mortais, claro, com a "complacência" do judiciário. Isso pode ?!
7/02/2007 23:28veritas (Outros)parabens cnj tem que haver um teto sim, agora a...
parabens cnj tem que haver um teto sim, agora acho interessante quando é para defender seus proprios salarios brigam , brigam. mas quando é para afastar o direito dos trabalhadores receberem o que tem direito nos processos de recuperação judicial ta tudo certo ta tudo bonito. vai entender.
7/02/2007 23:28veritas (Outros)parabens cnj tem que haver um teto sim, agora a...
parabens cnj tem que haver um teto sim, agora acho interessante quando é para defender seus proprios salarios brigam , brigam. mas quando é para afastar o direito dos trabalhadores receberem o que tem direito nos processos de recuperação judicial ta tudo certo ta tudo bonito. vai entender.
7/02/2007 23:02prosecutor (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)Os Conselhos não são somente levianos, mas comp...
Os Conselhos não são somente levianos, mas compostos por despraparados. Quem não sabe até onde vai o próprio poder normativo é despreparado, quer queiram, quer não queiram os fiscais do salário alheio. Qualificar de supersalário os cerca de 13 mil reais líquidos que recebe um desembargador é leviano, sim. A uma, porque a crítica parte de um iletrado que sequer entende o que escreve um magistrado e, a duas, porque cheira a inveja, desdém, porque, de certo, os críticos não seriam selecionados para julgar um concurso de bolos, incluindo aí alguns supostos professores que ensinam mal, sabatinam mal, mas são pródigos em atacar quem chegou onde eles jamais chegarão, não por falta de oportunidade (a desculpa que em geral oferecem para o próprio fracasso), mas por incompetência, falta de estudo e empenho. No último concurso da magistratura bandeirante, CINCO aprovados não tomaram posse! Se já era difícil aprovar alguns sem a interferência ilegal do CNJ, agora, com despreparados metendo o bedelho onde não podem - e nem devem - ficará impossível obter novos quadros. Aí a solução será aprovar os fracassados e frustados que criticam os "supersalários", pois, por certo, topam fazer qualquer trabalho pela metade do salário, considerando que não tem 10% do preparo de qualquer magistrado paulista. No futuro os reprovados de hoje e aproveitados em "liquidação" se incmbirão de julgá-los.

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