Fokker e Boeings não poderão mais pousar em Congonhas

7/02/2007 11:24Band (Médico)Concordo, Felipe Boaventura O juiz bem que p...
Concordo, Felipe Boaventura O juiz bem que podia ir para o DNER para prevenir as derrapagens e acidentes de carro! Decretava, "fica proibida a derrapagem de pneus de hoje em diante, os pneus que assim fizerem, serão encarcerados sob os rigores da lei"! Juiz tem cada uma. Não época do afundamento da P36 um juiz decretou que a Petrobrás parasse uma fortuna por dia até que os corpos fossem retirados do fundo do mar. Quando nem mesmo tecnologia para isto, nesta profundidade, existe no mundo! É o que ocorre quando pessoas investidas de autoridade tomam decisões impunemente!
6/02/2007 19:23Felipe Morais (Bacharel)Com todo o respeito à instituição do MPF, propo...
Com todo o respeito à instituição do MPF, propor a interdição da pista principal de um dos maiores aeroportos (se não o maior) do país é ser, antes de tudo, inconseqüente, quiçá, irresponsável. Será que os nobres Procuradores da República não perceberam o impacto que tal medida poderia causar, tanto para as empresas quanto para os já maltratados passageiros aéreos? Antes tivessem exigido a adequação da pista às condições de segurança e estipulado um prazo para a administração do aeroporto cumprir a determinação judicial. Muito mais razoável, na minha humilde opinião. E pior! o Exmo. Doutor Juiz Federal foi na onda...
6/02/2007 13:27Alexandre Rocha (Jornalista)Ficou bom para a TAM, que opera com Airbus. Ess...
Ficou bom para a TAM, que opera com Airbus. Essa juiz tem a cabeça meio aérea eu diria.
6/02/2007 10:10Felipe Boaventura (Estagiário)Não vejo muita razoabilidade nessa “canetada”; ...
Não vejo muita razoabilidade nessa “canetada”; se é assim, Exmo. Sr. Dr. Juiz, defira minha cautelar de interdição do Brasil; de fechamento “cautelar” do congresso, suspensão provisória do transporte rodoviário geral, que salvas pouquíssimas exceções, mais excepcionais ainda aqui nas alterosas, retrocedeu à malha rodoviária oitocentista... O caminho não é esse, a função jurisdicional do Poder deve sim intervir com toda sua competência onde lhe couber intervir, contudo, obstar o fluxo comercial no maior centro aeroportuário do Brasil, sem sequer se ater à lógica matemática – logística é pedir para ter a decisão reformada, nenhum desembargador racional ratificará essa “maluquice” data máxima vênia. Se a situação estivesse tão caótica assim o mercado já haveria recuado, basta pensar o quanto custa às companhias uma aeronave lotada de passageiros, combustível, tripulantes... Seria irrazoável expor milhões de reais repetidas vezes por dia a um risco tão latente assim (basta olhar para a cabeceira de CGH e enxergar a literal fila de aeronaves na rampa de aproximação); algo me induz a pensar que o Exmo. Sr. Juiz foi demasiadamente alarmista ao tomar a decisão, seria mais apropriado estipular um prazo, estipular um plano de contingenciamento em conjunto às aéreas; as decisões não podem ser tão alienadas assim, não há mais espaço para essa descontextualização das decisões.
5/02/2007 23:28Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)Se o consultor em aeronaves Hammer falou, está ...
Se o consultor em aeronaves Hammer falou, está falado ! Meus parabéns, também, ao Ministério Público Federal pela propositura da ação adequada e a iniciativa de preservar a vida humana ! Otavio Augusto Rossi Vieira, 40 advogado criminal em São Paulo
5/02/2007 23:12hammer eduardo (Consultor) A espuma ainda esta bem recente , nada ...
A espuma ainda esta bem recente , nada como esperar pelo o menos mais um dia ate que noticia se confirme pois o absurdo embutido extrapola tudo que possamos imaginar. Obviamente o Juiz bateu o seu martelinho envernizado sem saber exatamente do que se tratava , diria mesmo que terminou destampando a "caixa de Pandora" , agora é esperar os desdobramentos e aquele cirquinho de um bate o martelo e logo em seguida vem outro e reverte a decisão tomada no afogadilho e na falta de informações apropriadas. Aos coleguinhas corporativistas informo que estou abrindo a minha bolsa de apostas para saber em quantas "horas" o absurdo sera desfeito. Não bastasse o festival de absurdos e bandalheiras atualmente patrocinados pela ANARQUIA (tambem conhecida como Anac) e vem agora o Judiciario meter a sua colher torta de uma maneira em que a provavel "recuada" vai pegar muito mal, independente da historia da Carochinha que sera contada em paralelo. Sua Excia sequer sabia dos tipos de aeronaves envolvidas pois ficou em duvida com relação aos Boeings , proibiu o 700 e o 800 utilizados pela GOL , mas liberou o 300 que nada mais é do que o modelo anterior do 700, pesos iguais etc. Paralelamente "solicitou informações sobre o modelo 400 que nada mais é do que o mesmissimo 800 da GOL em versão anterior. O incompreendido Fokker 100 que a Ocean Air espertamente apresenta como "Mark 28" tambem entrou de gaiato apesar de ser o mais leve do grupo e o que pousa mais curto tambem. Num primeiro momento escaparam do "martelo cego" os modelos 300 ( Gol-BRA e Varig) bem como o 400 ( Bra). Como tudo que envolve a TAM , "curiosamente" os Airbus foram "poupados" por enquanto apesar de serem ate mais pesados do que alguns modelos da Boeing. Trapalhadas a parte , Congonhas ja esta saturado a algumas decadas e com a recente explosão do transporte aereo no Brasil , a coisa degringolou de vez. Os problemas de derrapagem na pista tem no minimo 30 anos de idade só que agora pioraram muito devido ao uso exagerado da mesma e da impossibilidade tecnica da Infraero em manter o asfalto com o groove que ajuda a evitar derrapagens em condição de chuva. Vamos esperar que o Exmo Dr.Didi Mocó procure se informar de maneira mais apropriada antes da "proxima", pobre Brasil.
5/02/2007 23:11Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)Parabéns pela decisão do magistrado paulista. S...
Parabéns pela decisão do magistrado paulista. Se sou eu o magistrado, também não colacaria a vida de milhares de cidadãos em jogo. Quem quiser se responsabilizar por acidente factível que casse a liminar. A vida de aeronáutas, constantemente, está em jogo. Principalmente, num aeroporto que carrega em suas pistas o perigo da aquaplanagem. A coragem do magistrado merece elogios. Otavio Augusto Rossi Vieira, 40 advogado criminal em São Paulo

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