Judiciário se movimenta para garantir liberdade de morto

27/12/2007 22:04Helena Fausta (Bacharel - Civil)Não sou a velhinha de Taubaté, até porque,sou u...
Não sou a velhinha de Taubaté, até porque,sou um pouquinho mais nova (acho), tenho 59 anos, mas não estou acreditando no que li descrito acima, não sei se dou risada ou se choro pelo absurdo do acontecimento.
27/12/2007 10:17morja (Advogado Autônomo) Aqui mostra a fragilidade que vive a justiça ...
Aqui mostra a fragilidade que vive a justiça de modo geral. Preso fica confinado em uma cadeia sem o devido processo legal não é condenado e uma H. C. chega até o STJ e STF e nesse ínterim de tempo o preso morre antes mesmo de sair a liminar do STJ. O que justifica essa morosidade da justiça? É por este motivo que as cadeias vivem abarrotadas de presos e o mesmo acontecem na penitenciarias de todo o país. São pessoas condenadas e as penas cumpridas e não saem para dar lugar a outros condenados a cumprirem suas penas. Quando vamos ver um final feliz ou infeliz para toda essa tragédia. São José/SC, 27 de dezembro de 2.007. morja@intergate.com.br www.poetasadvogados.com.br
27/12/2007 10:16morja (Advogado Autônomo)Aqui mostra a fragilidade que vive a justiça de...
Aqui mostra a fragilidade que vive a justiça de modo geral. Preso fica confinado em una cadeia sem o devido processo legal não é condenado e uma H. C. chega até o STJ e STF e nesse ínterim de tempo o preso morre antes mesmo de sair a liminar do STJ. O que justifica essa morosidade da justiça? É por este motivo que as cadeias vivem abarrotadas de presos e o mesmo acontecem na penitenciarias de todo o país. São pessoas condenadas e as penas cumpridas e não saem para dar lugar a outros condenados a cumprirem suas penas. Quando vamos ver um final feliz ou infeliz para toda essa tragédia. São José/SC, 27 de dezembro de 2.007. morja@intergate.com.br www.poetasadvogados.com.br
27/12/2007 08:55Neli (Procurador do Município)Félix Soibelman - Concordo! O STJ por detalh...
Félix Soibelman - Concordo! O STJ por detalhes de somenos deixa de apreciar recurso especial que envolve milhares de reais,num formalismo ultrapassado e burocrático. Concordo com o Promotor e acrescento. De vez em quando vejo a TV Justiça as discussões ,com a devida vênia,nada têm de jurídica,se apegando a questiúnculas.E,mais:quem quer aparecer na mídia,seja político ou não,deveria pedir emprego na TV privada ;e,não é só: um absurdo essas TVs câmara,senado,Brasil,NBR,TV PT:gastos exagerados dos contribuintes,melhor fariam as autoridades que o dinheiro gasto nesse Narciso de quem não é artista,fosse empregado em saneamento básico. Como as autoridades adoram rasgar o dinheiro público.
26/12/2007 22:43Domingos da Paz (Jornalista)Os olhos mortos da Justiça! Estabeleceu-se ...
Os olhos mortos da Justiça! Estabeleceu-se que para ser justo é preciso ser cego. É por isso que a Justiça se apresenta de olhos vendados, como se a cegueira fosse à garantia simbólica da imparcialidade para julgar. Mas, como também consta que é preciso ver para crer, só mesmo vendo acreditamos nos monstros que a cegueira da Justiça pode, eventualmente, conceber. Você que é advogado ou jornalista, muito interessa a história a seguir narrada e pedimos aos Srs. um mínimo de atenção, pois os fatos aqui relatados, muito interessa aos causídicos, os homens do direito, para poderem entender melhor o que significa o Poder Judiciário do Brasil pós ditadura. Este site está voltado inteiramente em revelar o obscurantismo da Justiça quando se juntam para destruir um jornalista profissional comprometido com a verdade de cada reportagem e de sua própria profissão. Tomamos alguns cuidados depois do verdadeiro massacre promovido pela Justiça Paulista contra a pessoa do jornalista, por isso, os nomes dessas autoridades, serão preservados, pois não merecem um mínimo de mídia, uma vez que, a Justiça, neste caso, é exercida pelas próprias mãos, desses Juízes e Desembargadores. Com efeito, apenas uma Justiça cega até ao absurdo da razão se permite produzir sentenças por motivos meramente políticos e de ordem “superior”, ao arrepio das leis e do melhor ordenamento jurídico, cuja causa da tenebrosa perseguição contra o jornalista, se deveu unicamente porque ele se noticiou isto mesmo; reportou em seu jornal semanário, crimes e crimes, todos praticados pelas autoridades locais e devidamente acobertados por membros do “Poder Judiciário de São Paulo”. Esta “Justiça” que impera no Estado de São Paulo, afirme-se, na região mais pobre do Estado, “Vale do Ribeira”, aliás, que está abaixo, totalmente, do nível da miséria, que se explique, em todos os sentidos e literalmente, não vê e nem viu o limiar de uma Justiça no mínimo justa ao se produzir sentenças com o único objetivo de sufocar, melindrar, vilipendiar, hostilizar, desmoralizar, destruir e aniquilar a credibilidade de um profissional de imprensa que exerce a profissão há mais de 30 anos e que não deve absolutamente nada a ninguém na face da Terra. Querem ver o que significa produzir sentenças por mero sentimento de vingança, perversidade e crueldade, veja na íntegra este documentário, temos, portanto, em nome da deificação do dinheiro nesta sociedade cruel, um profissional jornalista, condenado por mãos cruéis e violentas, em nome do imperialismo de se proteger aos extremos, certas autoridades, corruptas, assassinas, mentirosas, estúpidas e reacionárias. Eis aonde pode chegar à cegueira da Justiça: racionalidade, bom senso, sensibilidade humana, tudo surge virado do avesso a esses olhos não apenas vendados, mas mortos, como o bronze ou a pedra das próprias estátuas dos Tribunais. Com efeito, nada é mais revoltante do que a injustiça da Justiça. Por isso, aquilo que poderia resumir-se a um anônimo sacrifício de homens poderosos que bem poderiam, se quisesse, por obrigação, e por dever de suas funções e cargos, ao menos apurar os fatos noticiados pelas reportagens e investigá-los, afinal, são “servidores públicos”, pagos com o dinheiro dos contribuintes, para fazerem exatamente isso, apurar a veracidade das noticias, acabaram por gerar um grande sentimento de indignação moral e de ódio por quem vive e espera no mínimo Justiça. Entretanto, uma coisa é certa: para nada contaram os direitos da informação, da liberdade da manifestação do pensamento e de uma imprensa livre, ou, ainda, as contradições de comportamento das ilustres autoridades envolvidas em diversos crimes na cidade de Registro (SP), nada disso foi relevante, apenas o sentimento de vingança e perversidade contra o jornalista, e isto está de forma contundente, provado em vários habeas corpus conquistados no Superior Tribunal de Justiça. Pelo contrário, este aparece quase santificado como herói de telenovela em alguns melodramáticos excertos dos Acórdãos do Tribunal que fariam chorar as pedras da calçada se, pura e simplesmente, não deixassem a imagem da Justiça pelas ruas da amargura e do ridículo, uma Justiça que não se presta para nada, a não ser para desgraçar a vida de homens honrados e honestos, como é este caso específico. Assim, entre outras pérolas reproduzidas em diversos habeas corpus impetrados no Tribunal de Justiça de São Paulo, aliás, todos, meramente negados, sem fundamento legal, sem o mínimo de respeito ao direito e as leis, pode ler-se, sobre os direitos de um jornalista profissional, que até então "sonhava com a liberdade de imprensa há mais de 30 anos de profissão e com uma Justiça totalmente justa, mas isto é mera utopia de pessoas sonhadoras e sem defeitos...". No entanto, sentimentos tão nobres e comoventes não impedem contrapartidas bem mais prosaicas que os Acórdãos que consagraram nestes termos de antologia: "Embora vigore a regra da prioridade da restauração natural, tem-se entendido que o lesado pode optar pela indenização em dinheiro (...) uma satisfação concedida ao lesado para minorar o seu sofrimento, paliativo que numa sociedade que deifica o dinheiro e os ilustres Juízes e Desembargadores, membros da “santa magistratura brasileira” assumem então, naturalmente esta feição." Na verdade, depois de 20 meses de prisão, perambulando de uma Cadeia para outra, sem condenação, apenas por capricho e vingança de seres inescrupulosos que utilizam o “Poder” para promoverem perversidades, e sendo processado por Tribunal totalmente incompetente, por fim, os Srs. Ministros do Superior Tribunal de Justiça – STJ, (DF), através dos Habeas Corpus nº 65.678/SP, 69.196/SP e 69.201/SP, revogam-se a nefasta prisão preventiva e determina-se que as sinistras ações penais, todas prescritas, fossem remetidas aos Juízos competentes: Sorocaba (SP) ou São Vicente (SP). (arts. 66 e 42 da Lei de Imprensa, 5250/67). Um fato inusitado de muita perversidade, crueldade e vingança de mãos poderosas que utilizam a caneta para assinarem nefastas sentenças no uso e atribuição de um cargo público, de uma Justiça cega porque querem e porque gostam, afinal, para eles, é conveniente ficarem com os olhos vendados, é mais fácil para agredir e destruir pessoas de bem como neste caso específico e de muitos outros que sequer sonhamos que já aconteceu com outras pessoas... Para que se compreenda melhor essa história macabra de muito horror e monstruosidade, vamos apresentar capítulos em forma de artigos, com fatos e documentos importantes que poderão ser baixados, em forma de “download”, no site: www.tvimprensalivre.com
26/12/2007 13:25M.P. (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Mais uma vez explodevemos um escândalo no Judic...
Mais uma vez explodevemos um escândalo no Judiciário. Ja se sabe, há uns 30 anos, que A TECNOLOGIA do Poder Judiciário precisa sair da idade das pedras. Aliás, o CNJ foi criado principalmente para este fim, sendo certo que o STF e o STJ tb têm todo o poder de alterar estes descalabros, pois têm o Congresso Nacional ao seu lado para resolver o assunto. Todavia, tal ação demandaria CENTENAS DE HORAS de conversas, discussões sobre crimes, penas, cartórios, esferas judiciárias estadual e federal etc, e, Ministras como Elen Garcie estão gastando as horas que tem para tentar busca o conforto e prestífgio de uam cadeira no Tribunal de Haia, que já foi do verdadeiro Águia Rui Barbosa bem como do gigante Francisco Rezek... de outro lado, o Min. Eros Grau deve ter mais um livro erótico para publicar e o MIn. Gilmar Mndes continua firme em suas açções para derrubar a lei de improbidade administrativa e o MP. Só por isto, desacredito na Justiça. Os nossos "justiceiros" são iguais - ou piores, porque vitalícios - do que os viloes dos parlamentares.
25/12/2007 23:42Armando do Prado (Professor)Para cuidar da morte, são mais rápidos do que q...
Para cuidar da morte, são mais rápidos do que quando têm que cuidar da vida de seres desprovidos de recursos. Barbaridade!
25/12/2007 22:10lu (Estudante de Direito)Sem comentários! FELIZ NATAL A TODOS!
Sem comentários! FELIZ NATAL A TODOS!
25/12/2007 19:12Ticão - Operador dos Fatos ()MUITO NERVOSA COM RAZÃO A ministra tem que f...
MUITO NERVOSA COM RAZÃO A ministra tem que ficar nervosa sim. A maioria reage a casos como esse como se fosse absolutamente normal. Por isso que esses absurdos se perpetuam. Tem que gritar alto quando se "tromba" com esse tipo de coisa. Em outras áreas de atuação os responsáveis já estariam na "marca do penalti". Mais uma dessa e será chutado pra fora.
25/12/2007 17:20Neli (Procurador do Município)O erro foi do ADVOGADO que deveria ter comunica...
O erro foi do ADVOGADO que deveria ter comunicado aos tribunais,no bojo do processo,a morte do paciente. Uma petiçãozinha com uma cópia reprográfica do atestado de óbito não cansa ninguém. E,a ministra não tem que ficar nervosa:ela está no tribunal para isso! E,em arremate,os tribunais superiores são de uma lentidão atróz...
25/12/2007 15:06João Bosco Ferrara (Outros)Deve ter morrido de tanto esperar pela tal just...
Deve ter morrido de tanto esperar pela tal justicinha brasileira, que em matéria de celeridade perde até para jabuti!
25/12/2007 14:19Luismar (Bacharel)O STF só devia conhecer de HCs já julgados por ...
O STF só devia conhecer de HCs já julgados por turmas do STJ, mas por enquanto prevalece o "jus atropelandi". Assim, uma enxurrada de HCs desagua sobre o STF todos os anos.
25/12/2007 12:06olhovivo (Outros)O interessante foi a atuação da PGR, como fisca...
O interessante foi a atuação da PGR, como fiscal da lei. Opinou pelo indeferimento e "cumpriu sua missão". Manteve, pelo menos, a pose de inimigo dos criminosos. Nem se deu ao trabalho de atentar para o longo período decorrido, e nem se interessou em verificar o ocorrido desde então. É... como alguém disse, certa vez, "o brasil é o país do faz de conta". Disse tudo.

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