Thales Schoedl vai continuar no cargo de promotor

3/09/2007 14:01Saeta (Outros)Finalmente começo a ver comentários mais maduro...
Finalmente começo a ver comentários mais maduros a respeito do caso. Vejo pessoas ligadas ao Direito e à própria promotoria que comentam seriamente a ocorrência, sem se perder pelos escaninhos falsos da disertação jurídica esnobe que alguns aqui utilizaram. Ainda bem que o rumo mudou, assim os dinamarcos da vida passam a ser minoria e vegetar nas opiniões bajuladoras de tecnocratas de fancaria. Que o promotor pague pelo seu crime, ou caso a Justiça maior deste Estado não veja culpa, que o absolva. Mas, tentar absolve-lo nas colunas do Consultor exarando pareceres infantís sobre direitos de portar arma é ridículo.
3/09/2007 14:01Saeta (Outros)Finalmente começo a ver comentários mais maduro...
Finalmente começo a ver comentários mais maduros a respeito do caso. Vejo pessoas ligadas ao Direito e à própria promotoria que comentam seriamente a ocorrência, sem se perder pelos escaninhos falsos da disertação jurídica esnobe que alguns aqui utilizaram. Ainda bem que o rumo mudou, assim os dinamarcos da vida passam a ser minoria e vegetar nas opiniões bajuladoras de tecnocratas de fancaria. Que o promotor pague pelo seu crime, ou caso a Justiça maior deste Estado não veja culpa, que o absolva. Mas, tentar absolve-lo nas colunas do Consultor exarando pareceres infantís sobre direitos de portar arma é ridículo.
3/09/2007 14:01Saeta (Outros)Finalmente começo a ver comentários mais maduro...
Finalmente começo a ver comentários mais maduros a respeito do caso. Vejo pessoas ligadas ao Direito e à própria promotoria que comentam seriamente a ocorrência, sem se perder pelos escaninhos falsos da disertação jurídica esnobe que alguns aqui utilizaram. Ainda bem que o rumo mudou, assim os dinamarcos da vida passam a ser minoria e vegetar nas opiniões bajuladoras de tecnocratas de fancaria. Que o promotor pague pelo seu crime, ou caso a Justiça maior deste Estado não veja culpa, que o absolva. Mas, tentar absolve-lo nas colunas do Consultor exarando pareceres infantís sobre direitos de portar arma é ridículo.
3/09/2007 13:31drnakatani (Advogado Assalariado)Será que que o Sr.,ou melhor Dr. Thales, não po...
Será que que o Sr.,ou melhor Dr. Thales, não poderia haver aprendido a lição bem ensinada pelo Dr. MMelo. O qual sabiamente arma-se apenas de um inofensivo spray de pimenta, ao invés de uma arma de fogo completamente municiada em plena atividade festiva, onde pressupõe-se que certamente haverão pessoas alcoolizadas. Será ainda que o "nobre membro do parquet", não poderia, ou deveria ter buscado refugio em uma das inumeras guaritas de segurança existentes nas proximidades do local do fato, para aí sim realmente tentar evitar o embate corporal? Será que realizar "apenas" 12 dipsaros pode ser considerado meio moderado de repulsa a alguns socos e pontapés? Tudo o que posso dizer é que em uma oportunidade também quase fui vítima de uma discussão na mesma Riviera de São Lourenço, porém busquei refugio junto ao corpo de seguranças, os quais não deixaram absolutamente nada acontecer, será que o "nobre" membro do parquet não poderia ter feito o mesmo, ou o fato de estar armado o transformou em um pessoa mais máscula que todos os demais?
2/09/2007 16:41amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)Viva a democracia, o estado de direito,o princi...
Viva a democracia, o estado de direito,o principio da inocencia e outras conquistas, mas defender esse desequilibrado alegando formalismos e questoes de ordem é PURO corporatismo e puxasaquismo. Se todos nos reagirmos como esse pseudopromotor agiu (acho que ele ta mais pra sheriff de cidade do interior dos E.U.A.) a baderna estara instaurada. E se fosse o contrario, sera que os colegas promotores,juizes E BAJULADORES DE PLANTAO pensariam da mesma forma? É preciso entender a cabeca de colonizador e de sinhozinho da elite brasileira para entender essas coisas, ai morre a filha do promotor e do juiz na esquina por causa do celular e todo mundo fala que barbaridade!!!!. Senhores é preciso dividir, distribuir -justica- no caso dos juizes e poderes auxiliares. o EXEMPLO É FUNDAMENTAL........
2/09/2007 11:36Daniel P. Almeida (Bacharel)SE FOSSE ASSIM, TODO MUNDO SAIRIA DE CASA COM U...
SE FOSSE ASSIM, TODO MUNDO SAIRIA DE CASA COM UM REVOLVER NA MÃO, E METERIA UMA BALA BEM NO MEIO DA TESTA DAQUELES QUE APENAS OLHASSEM FEIO. Não pode ser assim não. Ninguém pode agir dessa forma, quanto mais um promotor. A atitude correta que ele deveria ter tomado era não ter aceitado as provocações (se é que essas provocações existiram) e ter se dirigido ao posto policial mais próximo a procura de ajuda, relatando que haviam jovens baderneiros o incomodando, para aí sim, acompanhado com a autoridade competente para fazer a segurança pública (polícia) ir esclarecer quaisquer desentendimento contra essa trupe de jovens. Isso é o mínimo que poderíamos esperar de uma pessoa sensata. E não uma dita “legítima defesa” com arma de fogo para se defender de uma “cantada” dada em sua namorada.
2/09/2007 11:20Daniel P. Almeida (Bacharel)AINDA TEM ALGUNS COMENTÁRIOS NESTE FÓRUM DEFEND...
AINDA TEM ALGUNS COMENTÁRIOS NESTE FÓRUM DEFENDENDO ESSE TAL DE THALES!!! SEI QUE TODOS PODEM EXPRESSAR SUAS OPINIÕES, FAVORÁVEIS OU NÃO AO ACUSADO. MAS FRANCAMENTE, A TESE DE LEGÍTIMA DEFESA É INSUSTENTÁVEL, O USO DE ARMA DE FOGO CONTRA PESSOAS QUE ESTAVAM DESARMADAS NUNCA FOI UM MEIO MODERADO DE LEGÍTIMA DEFESA. TRATA-SE NA VERDADE DE HOMICÍDIO POR MOTIVO FÚTIL. AINDA TEM PESSOAS QUE DIZEM QUE SE ESTIVESSEM NA MESMA SITUAÇÃO AGIRIAM DA MESMA FORMA, É UM ABSURDO! SERÁ QUE A VALORIZAÇÃO DA VIDA HUMANA ESTÁ ASSIM TÃO BAIXO QUE AS PESSOAS OPTAM POR DESCARREGAR UMA ARMA DE FOGO TIRANDO A VIDA DE OUTRO SER HUMANO APENAS PARA DEFENDER A SUA ARROGÂNCIA EM UMA DISCUSSÃO BANAL. OLHEM O QUE ESTÁ ACONTECENDO, É UMA INVERSÃO DE VALORES, PESSOAS QUE DEVERIAM AGIR COMO SERES RACIONAIS, MATANDO-SE POR DISCUSSÕES BANAIS NO TRANSITO, NAS FESTAS, NOS BARES, NAS PRAIAS, ETC. AONDE VAMOS PARAR, É A DEGRADAÇÃO MORAL DA VIDA URBANA NAS GRANDES CIDADES.
2/09/2007 09:23Antid Oto (Advogado Autônomo - Civil)A lógica do deboche "O promotor assassino va...
A lógica do deboche "O promotor assassino vai participar como autoridade em julgamentos de assassinatos na cidade onde morou o jovem que ele mesmo assassinou! Isso é um tapa na cara do Brasil" Por André Petry na VEJA deste fim de semana: "Em 30 de dezembro de 2004, o promotor de Justiça Thales Ferri Schoedl, então com 26 anos, saía de uma festa com a namorada em Bertioga, no litoral paulista, e, diz ele, foi provocado por um grupo de rapazes. Disparou onze tiros. Matou Diego Modanez, 20 anos, e feriu com quatro tiros Felipe Siqueira Cunha de Souza, hoje com 23 anos. Termina aqui, com esse relato breve e seco, a narrativa dos fatos. E começa a lógica do deboche. Preso em flagrante, Thales Schoedl ficou 49 dias na cadeia e ganhou o direito de responder ao processo em liberdade. Tudo perfeitamente legal. Chegou a ser expulso pelo Ministério Público de São Paulo, que não queria um promotor assassino nos seus quadros, mas Thales Schoedl recorreu à Justiça e conseguiu o cargo de volta. Tudo perfeitamente legal. Foi expulso uma segunda vez e, de novo, conseguiu ser reintegrado. De novo, tudo perfeitamente legal. Thales Schoedl obteve, agora, uma outra vitória. Como já tem tempo suficiente na função, pediu para ganhar estabilidade, como acontece com os promotores depois de dois anos de trabalho. E ganhou. Por 16 votos a 15, o Ministério Público de São Paulo concedeu a estabilidade ao promotor assassino. Afinal, o debate sobre a estabilidade é uma questão de natureza administrativa e, nesse terreno, não havia nada que depusesse contra Thales Schoedl. Como questões criminais não podem interferir em questões administrativas, os procuradores entenderam que Thales Schoedl tem todas as condições de trabalhar como promotor. Tudo, mais uma vez, perfeitamente legal. Legal e lógico. A história não acaba aí. Ao dar estabilidade ao promotor assassino, o Ministério Público lhe restituiu o salário – 10 500 reais mensais – e a função de promotor de Justiça! De Justiça! Suas atribuições incluem fazer o tribunal do júri, onde se julgam crimes contra a vida! Sim, crimes contra a vida! O promotor assassino trabalhará com casos que envolvem assassinatos! O Ministério Público fez ainda mais: despachou o promotor para a cidade de Jales, no interior de São Paulo. Logo Jales! Jales é a cidade onde a família de Modanez, o jovem morto, morou durante um tempo! O promotor assassino participará como autoridade em julgamentos de assassinatos na cidade onde morou o jovem que ele mesmo assassinou! É a lógica do deboche. Ninguém desconhece que um réu, mesmo confesso, não pode ser punido enquanto não for julgado culpado. Portanto, Thales Schoedl tem direito ao trabalho, ao salário, a morar em qualquer cidade brasileira, como qualquer inocente. Mas a ninguém escapa igualmente que se trata de uma decisão cega e burra, cruel e estúpida, ainda que tecnicamente perfeita. É esse formalismo estúpido, esse pombalismo podre que nos conduz a injustiças inomináveis. A decisão não é um insulto apenas à família de Diego Modanez. É um insulto a toda a sociedade, ao sentimento de justiça e humanidade que todo o país precisa cultivar para manter-se minimamente agregado. Isso é um tapa na cara do Brasil. Diante de tamanha afronta, a conclusão de Sônia Modanez sobre o futuro do assassino de seu filho é de uma resignação apavorante: – Ele não irá preso. Perdi a esperança quanto a isso. É rico, é influente, vai alegar legítima defesa e nada vai acontecer".
1/09/2007 03:08Rita (Outros)E extremamente preocupante os comentários, prin...
E extremamente preocupante os comentários, principamente os que são da area juridica. Será que o Juridico do Brasil está retrocedendo???. Primeiramente estão dando seus pareceres sem ao menos ler os auto do processo. A midia está fazendo um trabalho muito interessante, e contraditório. O rapaz que saiu ferido deu uma entrevista a um Jornal, e confirmou que eles queriam pegar o promotor. Como dizem brasileiro tem memória curta!! É fácil julgar do lado de fora. Se o inverso tivesse acontecido, o rapaz Diego deixaria de exercer suas atividades? Até onde me consta pelo acompanhamento do caso, o promotor não vem de familia rica. Duvido dos que o classificam inclusive como marginal, não fariam a mesma coisa se estivessem no lugar dele. A dor dessas familias é imaginável, uma perderam o filho, a outra tem o filho que se esforçou para ser promotor, e a fatalidade de ele ser julgado. Eu dúvido que ele tenha se esforçado para ser promotor,com o intuito de matar pessoas.
31/08/2007 22:59MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)É para situações como essas que alguém venha me...
É para situações como essas que alguém venha me agredir, que eu uso spray de pimenta, que não é letal. Pois não uso arma de fogo, embora possa, eu a abomino
31/08/2007 21:46Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)Com tanta testemunha ocular dando seu depoiment...
Com tanta testemunha ocular dando seu depoimento aqui no conjur acredito que o promotor não terá escapatória. É muita prova contra ele.
31/08/2007 17:38Sandra Paulino (Advogado Autônomo)FElizmente, o Conselho Superior do Ministério P...
FElizmente, o Conselho Superior do Ministério Público deu mostras de que não age "sob pressão", o que seria preocupante. Garantindo o vitaliciamento de Thales, ganha a lisura do procedimento e a tranquilidade de que ele teve direito a julgamento justo no que se refere ao trabalho que já exercia e muito bem, diga-se de passagem. Oxalá o julgamento do crime tenha também a chance de ser imparcial. Julgamentos, ou melhor, linchamentos, Thales já teve inúmeros, com penas que variam de ofensas à sua honra, agressões à sua moral e aniquilamento de direito à privacidade, viver a vida como qualquer acusado de processo-crime. Se aquela doméstica espancada pelos pit-boys do RJ tivesse uma arma, será que ela devia atirar nos playboys para se defender? E aquela baianinha, pobrezinha, só pq parecia travesti, foi agredida até resultar fratura de crânio... se pudesse, devia ter atirado nos agressores? e o casalzinho de gaúchos que visitava o RJ e estivera numa festa privê, até a moça levou socos! E então, alguém, será, vai comentar? sem farisaísmo? Sandra Paulino
31/08/2007 14:44andre_luiz (Estudante de Direito)É importante se verificar que o histórico do pr...
É importante se verificar que o histórico do promotor não é dos melhores no que diz respeito a sua conduta, prinicipalmente quando fazia uso de alcoólicos. O que está em análise e não podemos esquecer, é a prática de um crime contra a vida e não o cargo ou função de quem o cometeu. Não podemos nos esquecer também ao analisarmos a situação em tela, que circuntâncias mínimas são capazes de ou excluir a ilicitude do fato ou confirmar a tese acusatória. No que tange a questão do foro privilegiado, também concordo que em crimes contra a vida, o sujeito ativo deveria passar pelo crivo do júri popular, mas infelizmente, esbarramos no principal problema do nosso país na atualidade: legisladores despreparados e desconhecedores da realidade brasileira, principalmente a realidade penal.
31/08/2007 12:35Paulo André (Outros)Sr. Mauri (funcionário público), Suas palavr...
Sr. Mauri (funcionário público), Suas palavras resumiram de forma perfeita o ocorrido. Concordo integralmente com o que foi dito por V.Sa.. Dizer de fora que seria muito fácil evitar o ocorrido, é simples,porém, hoje , quem estaria chorando seriam os pais do Promotor. Será que se fosse um filho , essa pessoas teriam a mesma opinião ? Se com o promotor armado os rapazes tentaram o agredir, imagina se ele estivesse desarmado, o que aconteceria ?? O que prefeririam , ver seu filho defender-se ou ir ao enterro dele por ter sido espancado por pit-boys ?? Tenho certeza que o Promotor está mal com a situação, afinal , foi uma vida que ele tentou de todas as formas evitar de tirar, apenas para salvá-lo. Abs aos vários palpiteiros de plantão.
31/08/2007 11:33J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)Não é demais lembrar o dito popular: "quando um...
Não é demais lembrar o dito popular: "quando um não quer, dois não brigam". Será que não era, no mínimo, possível ter evitado a atrocidade? Se o mesmo também concorreu para atrocidade criminosa, afastada estará a legítima defesa. Tudo indica que no inquérito policial está evidenciado. O sistema de concurso público neste país continua muito falho. Está sendo a chave para entrada de muitos oportunistas, delinqüentes potenciais, inescrupulosos, preguiçosos, pessoas de má índole e despreparadas para determinados cargos públicos que a sociedade tem confiado. Talvez não seja o caso do promotor colocado no banco dos réus, mas é preciso alguma providência e urgente. Passa a ser necessária uma legislação mais rigorosa para servidor público, bem como a extinção de vez da indigitada "estabilidade" (isso não quer dizer que sejam demitidos livremente como acontece nos EUA, mas as mesmas causas que são para qualquer empregado, mediante um processo administrativo sumário). A sociedade não tem que tolerar maus funcionários. A experiência e a idade mínima são, para determinados cargos, fundamentais para melhor exercício das funções ou determinados cargos públicos.
31/08/2007 11:26http://corrupcaoepolitica.blogspot.com/ (Estudante de Direito)Eu também acredito que o Thales tenha agido em ...
Eu também acredito que o Thales tenha agido em legitíma defesa, não merecendo a punição, pois ninguém erra 6 tiros a curta distância, ou seja, ele realmente proferiu 6 tiros de advertência que não foram capazes de conter os jovens. Ressalte-se que os 4 jovens, enquadram-se na figura dos pit-boys. São covardes, não respeitam ninguém, e sempre agem em maioria numérica. Agora, sou contra o foro privilegiado, o Thales deveria sim ser inocentado, mas pelo juri popular, assim como seria com qualquer simples mortal que cometesse este tipo de crime. JURI PARA TODOS.
31/08/2007 10:20Mauri (Funcionário público)É impressionante: 90 comentários, a maioria del...
É impressionante: 90 comentários, a maioria deles feitos por pessoas que não leram (ou se leram, não entenderam) a matéria acima, muito menos os autos. Até mesmo amigos da vítima testemunharam que o promotor iria ser agredido, mesmo com disparos de advertência. Gostaria de vê-los senhores, na pele desse jovem promotor. Simplesmente dariam a cara à tapa, não é? Hipócritas! Ainda bem que ele estava armado, senão seria linchado por pit-boys bêbados, que não receberam um mínimo de educação em casa. Caso não saibam, no interior do Pará um agente da PF se viu na mesma situação, ao se ver cercado por uma turma de arruaceiros, depois de ter impedido que um deles roubasse o relógio de uma jovem em um balneário. Pois bem, foram efetuados disparos de advertência, que não intimidaram a turba, mas infelizmente seus 5 tiros acabaram e ele foi linchado, teve a cabeça esmagada e sua massa encefálica espalhada no chão, como provelmente aconteceria como o promotor. Digo e repito: agiu certo o promotor! Teria feito o mesmo! Aos que acham que ele fez mal, que achem seus pit-boys para ganharem, gratuitamente, uma aula de realidade.
31/08/2007 10:05Murassawa (Advogado Autônomo)Falar que não existe e não há corporativismo em...
Falar que não existe e não há corporativismo em determinado seguimento da sociedade é chamar o povo de burro, portanto, não me surpreenderá se o promotor for absolvido pela Justiça. Porque o promotor que acusou a SUZANA, não defendeu também a tese de legitima defesa da Sra. SUZANA na época, pois, alegou-se que ela era abusada pelo Pai, o que por si só justificaria legitima defesa, equiparando ao belo promotor que disparou contra um ser humano desarmado por doze vezes, certo? Pode ter certeza que o Ministério Público Paulista se tivesse chance teria condenado o morto, com certeza.
30/08/2007 23:03Leonardo Cedaro (Advogado Sócio de Escritório)Caríssimos Silvão e Silvio Venancio, Devemos n...
Caríssimos Silvão e Silvio Venancio, Devemos nos lembrar que nos Juizados Especiais a postulação feita por "leigos" é exatamente em nome próprio, não havendo representação de terceiros, como fiz sugerir ter praticado o eduardo, sendo a atuação nos Juizados restrita até sentença, pois para interposição de Recursos ou até mesmo apresentação de Contra-Razões, se exige a constituição de advogado. Particularmente, prefiro defender a classe dos advogados, portanto, sou contrário à qualquer procedimento ou ato processual que exclua o advogado, por maior que seja o "apelo social" ou o drama humano subjacente, pois, tecnicamente, o advogado tem mais condições de buscar o direito dos destinatários de seus serviços. Não desmereço qualquer estagiário, até porque, como dito, já fui um deles realmente, mas, conceber que se torne "categoria profissional" como disse o colega Silvio Venancio, com todo respeito, beira o absurdo! Em tempo Silvão, não me referi a sucesso em momento algum, tampouco considero besteira os comentários feitos por mim e pelo Eduardo, defendidos por cada um anteriormente. São apenas pontos de vistas diferentes.
30/08/2007 22:57Landel (Outro)De forma nada surpreendente e nada inexplicável...
De forma nada surpreendente e nada inexplicável, os membros mais bem colocados na hieraquia do judiciário vem com essa decisão, dar um recado claro para toda a população: Não gostamos de vocês, não fazemos parte de vocês, somos tão somente prepostos coloniais de uma metrópole judiciária. Defendemos nosso poder de sermos arbitrários, violentos e inconseqüentes. E o fazemos porque temos o aparato repressivo judiciário e policial em nossas mãos. E assim, em decisão esperada sem surprêsas por quem entende o sistema de capitanias hereditárias que ainda vigora nesta nação infeliz, vimos como no final de contas, essa decisão foi benédica para a população. Com as reações cada vez mais carregadas de mágoa e revolta da população, com a sua percepção clara de que as mais altas cortes legislativas e judiciárias somente vêem a população como uma massa a ser explorada das mais diversas formas, arma-se progressivamente o cenário para a dissolução desse regime, independente da posição ideológica de quem se oponha ao que aí está. Opõe-se a isto que aí está quem tenha um mínimo de consciência e decência em relação ao que uma sociedade pode fazer de melhor. Os poderes que em situações normais na vida de uma nação são chamados de poderes constituídos, aqui tornaram-se por premeditação e espontânea vontade, poderes prostituídos, porque isso lhes é lucrativo, financeira e politicamente. E de forma vitalícia, assim como o eram os cargos e rendimentos da corte francesa, até sua queda na Revolução Francesa, quando a população exausta de tanto sofrer saques e maltratos finalmente a derrubou. Aqui não vai ser diferente. Por ora, todos que sofrem sob esse sistema estão agora incapazes de reagir. Já perceberam que fazer passeatas e bradar por justiça de nada adianta. É a mesma coisa que entrarem deserto adentro em uma passeata pedindo chuva. E há um bom tempo a população percebeu também que sua capacidade de revolta armada foi-lhe sendo retirada aos poucos, pelas leis de desarmamento que no fundo constituem uma transferência forçada do legítimo poder de fogo de auto-defesa de uma população para o grupo que a saqueia. Não foi outra a finalidade das sucessivas e absurdas leis contra a posse e porte de armas pela população, editadas pelo corpo legislativo e aplicadas com rigor pelo corpo judiciário, seu cúmplice silencioso. Sendo que ao mesmo tempo, os membros desses dois corpos se cobrem de privilégios editados em normas e novas leis para poderem eles sim, se armarem e intimidarem e até mesmo eliminarem os cidadãos que lhes façam oposição. E ainda por cima protegidos pelo foro especial, onde sua impunidade está garantida. Apesar da desesperança que abate a sociedade como um todo, tudo evolui no sentido da queda desse sistema, mesmo porque sistemas político judiciários desse tipo perdem uma das coisas vitais para a vida produtiva e praticamente perene de instituições voltadas para o bem de sua nação: tornam-se criminosamente egoístas. Mais que isso, suicidamente egoístas. Mergulhado nesse modo de ser, o legislativo vê no judiciário apenas uma espécie de jagunço para cumprir o que ele delibera contra a população. E o judiciário vê no legislativo apenas o coronel que lhe dá vantagens e privilégios obscenos. E assim vão indo, mas sem nenhum laço de solidariedade entre eles, apenas vivendo a relação de jagunço e coronel. Enquanto um for útil para o outro, trabalham juntos contra seu inimigo comum, a população. Esta por sua vez, levada aos extremos de sofrimento, acaba no final de tudo se insurgindo. Tudo conspira contra ela, as dificuldades crescentes para ganhar a vida, as imposições dos grandes grupos econômicos sobre a vida da nação, a destruiçào do patrimônio do país, entregue a estrangeiros por obra do legislativo com a benção do judiciário, tudo isso leva a população a identificar como origem dos seus males, essas duas organizações: a política e a judiciária. E aí, uma vez reconhecidas como inimigas, jamais terão uma chance de serem poupadas da fúria popular. Mas de forma suicida, elas pouco se importam com isso. Aos descrentes parece impossível que isso aconteça. Aos membros dessas duas organizações, nem tanto, senão porque teriam feito esse desarmamento em massa da população? Por ora estão em vantagem e podem rir. Sim, a corte francesa tambem ria e um dia, atônita, caminhava em direção à guilhotina. Não vai ser muito diferente aqui no Brasil. Landel (http://vellker.blog.terra.com.br)

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