Dono do Bahamas pede asilo político a sete países

31/08/2007 21:26Fftr (Funcionário público)Só relembrando, espero que algum país aceite o ...
Só relembrando, espero que algum país aceite o ASILO, MENOS UM PARA ENCHER O SAC...!
31/08/2007 21:24Fftr (Funcionário público)Perdão, falha imperdoável. Sou culpado! Voltare...
Perdão, falha imperdoável. Sou culpado! Voltarei aos bancos escolares para me penitenciar de tão grave falha, mesmo porque se dependesse da justiça brasileira poderia ficar embromando por uns vinte ou trinta anos! Não há desculpas, pois o título trás a grafia correta. Obrigado Sr. Daniel pelo aviso. Abraços! Fernando
31/08/2007 14:41Daniel Majzoub (Advogado Associado a Escritório)Prezado Sr. Fernando, Asilo se escreve com "s".
Prezado Sr. Fernando, Asilo se escreve com "s".
31/08/2007 08:35Fftr (Funcionário público)Tomará que algum dos país aceite o pedido, será...
Tomará que algum dos país aceite o pedido, será menos um criminosos para dar trabalho. Quem dera todos os pilantras deste país pedissem azilo em outros países. Os indices do IBGE mostrariam uma redução demográfica significativa em Brasília e em tantos outros locais, porém duvido que países sérios queiram receber essa corja.
30/08/2007 12:01Daniel Majzoub (Advogado Associado a Escritório)O cerne da questão é que o Oscar Maroni Filho j...
O cerne da questão é que o Oscar Maroni Filho já foi julgado e absolvido das mesmas acusações, pelo menos 7 vezes (ainda compro uma calculadora!). Na última sentença, datada de 10 de agosto de 2007 (recente!), o Juiz da 23ª Vara declarou que o Bahamas não é casa de prostituição e afastou o art. 229 do CP, com base no inc. III do artigo 386 do CPP (fato não tipificado). Quantas vezes o Sr. Oscar terá que ser acusado e preso pelas mesmas alegações para depois provar suas versões dos fatos? Porque ele não foi ouvido ainda? Banalizou-se o instituto da prisão preventiva, que virou regra geral ao invés de medida excepcional. Suprimiu-se a presunção de inocência junto com o contraditório e a ampla defesa. Oscar Maroni não é um santo nem dono da verdade, longe disso. Porém, ele merece ao menos uma oportunidade de apresentar a sua versão dos fatos e ser interrogado. Espero que a opinião pública reflita. Espero que o Poder Público analise o caso com rigor técnico e objetivo, isento de valores subjetivos e prejulgamentos. Negar o direito de responder ao processo em liberdade é um abuso. Hoje é o Oscar que está preso sem ser ouvido e amanhã? Minha barba já está de molho...
30/08/2007 05:50Marcio (Estudante de Direito)Liberamos a prostituição nas ruas, mas proibimo...
Liberamos a prostituição nas ruas, mas proibimos nas casas. Permitimos as corridas de cavalo e as loterias, porém punimos o jogo do bicho e os cassinos. Prendemos cidadãos comuns, e inocentamos aqueles que possuem cargos notórios. Aonde será que vamos chegar com essa hipocrisia?
29/08/2007 14:27Jaderbal (Advogado Autônomo)Está passando da hora de legalizarmos a profiss...
Está passando da hora de legalizarmos a profissão de prostituta e seus correlatos. Não conheço nem quero conhecer o caso concreto analisado pela reportagem. Porém, em tese, vivemos sim numa sociedade hipócrita. Daqui, da minha garagem, vejo um lindo hotel, o qual - todos sabem - funciona há anos uma bem montada casa de encontros. Há também os motéis, anúncios no jornal, etc. O cidadão em comento não é diferente de nenhum dos donos dos negócios aqui citados. Sim, somos hipócritas!
29/08/2007 12:35Richard Smith (Consultor) Ô, tadinho. Eu concordo! Exilemos o proxen...
Ô, tadinho. Eu concordo! Exilemos o proxeneta lá no Suriname. Para sempre!

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