Debate sobre fidelidade partidária está equivocado

2/10/2007 14:57Luís da Velosa (Bacharel)E mais: se acontecer a "Reforma Política", com ...
E mais: se acontecer a "Reforma Política", com parlamentares da presente legislatura, clarom [pela bastardia da origem], a "reforma" virá de sapatos altos, toda pintada... uma à-toa!
2/10/2007 14:51Luís da Velosa (Bacharel)Reforma Política com o Congresso nessa antropof...
Reforma Política com o Congresso nessa antropofagia... nessa negação existencial, se afigura quase impossível.
30/08/2007 10:48Embira (Advogado Autônomo - Civil)Excelente artigo. Entendo que o debate sobre a ...
Excelente artigo. Entendo que o debate sobre a fidelidade partidária, como já foi dito por especialistas, está equivocado, também, por não considerar a existência, no Brasil, de 33 partidos políticos. Como saber se o parlamentar está sendo fiel à ideologia do partido quando, em muitos casos, nem é possível saber qual a ideologia do partido? Correta a referência à necessidade de uma reforma tributária: “o melhor é uma eficiente reforma tributária e política, com descentralização do poder, fortalecendo-se os Municípios, para que não sejam tão dependentes das esferas estadual e federal”. Os municípios litorâneos, por exemplo, arrecadam poucos impostos, razão por que elevam o IPTU a níveis estratosféricos. São muito dependentes, também, do governo estadual, motivo que os leva a uma fidelidade canina com relação aos governadores. Uma reforma tributária lhes daria, ao mesmo tempo, maior autonomia política e administrativa. Por falar em município litorâneo, o que dizer do Rio de Janeiro? Brizola decepcionou parte de seu eleitorado ao aderir incondicionalmente a Collor; o atual governador tornou-se admirador incondicional de Lula. O debate sobre a fidelidade partidária tem sido, na verdade, mais uma arma assestada pela mídia e a oposição contra o atual governo.
30/08/2007 08:25Jaderbal (Advogado Autônomo)O argumento utilizado pelo autor no sentido de ...
O argumento utilizado pelo autor no sentido de que há casos em que o mandato não poderia ser considerado pertencente ao partido (sexto parágrafo) fica enfraquecido se considerarmos que o eleitor não é soberano para decidir o que quer em uma eleição, mas apenas aquilo o que o ordenamento jurídico permite que ele decida.

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