Judiciário vive século XXI com pensamento medieval

20/08/2007 00:15Ramiro. (Advogado Autônomo)Eu poderia desfiar um rosário de casos onde tan...
Eu poderia desfiar um rosário de casos onde tanto a falta de esmero na pesquisa jurisprudencial, quanto o estrelismo diante de câmeras de TV, conduziram a decisões que só podiam ter um único destino, a reforma na segunda instância. No caso de pisarem na súmula 206 do STJ, a coisa está ficando estranha. E a Segunda Instância obrigada a repetir decisões idênticas, reestabelecendo o equilíbrio.
20/08/2007 00:09Ramiro. (Advogado Autônomo)Com a devida venia e respeito a Juiz, a Primeir...
Com a devida venia e respeito a Juiz, a Primeira Instância anda pisando feio na bola. Hoje estava fazendo uma pesquisa jurisprudencial, e me assustou o número de processos onde os Juízes de 1ª Instância pisam com os coturnos da pouca afeição à pesquisa Jurisprudencial em uma súmula óbvia, a 206, do STJ. Não é assim que vão conseguir respeito para acabar com "foro privilegiado", pois a nítida impressão que se tem é de que vai ter Juiz de Primeira Instância querendo mandar prender e liminarmente cassar o cargo de Ministro do STJ ou STF. No caso de pisarem na súmula 206, não citarei o Tribunal, em 2007 a repetição do erro e as reformas idênticas reestabelecendo a técnica jurídica exorbita para qualquer absurdo. Quanto ao procedimento 100% digital, a Magistratura já ouviu falar do Teorema da Parada, de Alan Turing, ou no Teorema da Incompletude, de Kurt Gödel? No Brasil pouca gente conhece isso a fundo, mas temos dois cientistas de nome nesta área que deveriam ser ouvidos, Newton da Costa e Francisco Antonio Doria, antes de acabar de vez com o papel, nem que seja como back-up e termos o caos depois. Tudo bem, milhões de dólares são trasnferidos em transações digitais, mas quantos milhões de dólares "não muito limpos" são desviados por hackers e não podem ser reclamados?
18/08/2007 13:35Luismar (Bacharel)"Ora, o primeiro grau é a grande porta de entra...
"Ora, o primeiro grau é a grande porta de entrada do Judiciário, onde juiz e cidadão se encontram. É lá que as decisões podem ser realmente construídas com razão e sensibilidade, ingredientes essenciais para as melhores soluções. Mas o que temos? Primeiras instâncias desprestigiadas e tribunais cada vez mais imponentes e equipados". Parabéns ao articulista e ao juiz Luiz Guilherme pelo comentário.
18/08/2007 12:23Armando do Prado (Professor)Parabéns ao magistrado Frota, pela coragem de s...
Parabéns ao magistrado Frota, pela coragem de sair do tradicional corporativismo que repete o de sempre.
18/08/2007 12:19Luiz Guilherme Marques (Juiz Estadual de 1ª. Instância)No meu entender, a solução se encontra sustenta...
No meu entender, a solução se encontra sustentada em quatro pilares: 1) Ética; 2) Conciliação; 3) Processo Virtual; 4) Simplificação. Enquanto faltar ética na conduta de vários operadores do Direito, a Justiça não será realizada plenamente. Enquanto as partes insistirem em arrasar umas às outras, não haverá paz. Enquanto estivermos lidando com os autos de papel, o trabalho estará sempre atrasado. Enquanto não forem simplificados os procedimentos, estaremos gastando um tempo enorme com a burocracia inútil. A solução depende da renovação da mentalidade dos operadores do Direito em geral e da utilização de ferramentas avançadas e mudanças legislativas.
18/08/2007 11:20ruialex (Advogado Autônomo - Administrativa)E o mais curioso é falar em República, como se ...
E o mais curioso é falar em República, como se fosse compatível com Justiça do Trabalho, Justiça do Estado Novo, da Ditadura, nada de República, enfim. Pelo FIM DA JUSTIÇA DO TRABALHO, já.
18/08/2007 11:18ruialex (Advogado Autônomo - Administrativa)E o articulista e magistrado, que se diz tão pr...
E o articulista e magistrado, que se diz tão preocupado com injustiças e igualdades, uma pergunta: É A FAVOR QUE OS JUÍZES TENHAM FÉRIAS DE 30 DIAS IGUAIS A QUAISQUER OUTROS TRABALHADORES, MESMO AQUELES QUE TRABALHAM DURO PRÁ VALER (cortadores de cana; construção civil; etc), como foi proposto pelo Senador Suplicy?
18/08/2007 09:02Lucas Janusckiewicz Coletta (Advogado Autônomo)Ja que o magistrado e contra as injusticas e as...
Ja que o magistrado e contra as injusticas e as desigualdades(ninguem nunca sera igual ao outro como querem os loucos esquerdistas) poderia o Dr. Magistrado nao ficar na critica da sociedade e propor a reducao do seu desigual salario em relacao ao do sr. que diz so ter um chinelo havaianas, para que o salario do magistrado fique igual ao do mentiroso que diz ter so uma havaiana para se vestir, mesmo porque a sociedade brasileira nao aguenta mais trabalhar para uma carga tributaria de 40 porcento, para pagar salario desigual de juiz. A proposito, o senhor criticou a epoca medieval e o sistema monarquico elogiando o sistema republicano, pois fique sabendo que o Palacio do Planalto e muito mais caro que a Coroa Britanica da Rainha Elisabethe. E olha que o imperio Britanico e rico e grande. O que nos falta e desigualdade por meritos. Estou farto desta igualdade, palavra vazia inventada pelos bandidos da revolucao francesa.
18/08/2007 09:02Lucas Janusckiewicz Coletta (Advogado Autônomo)Ja que o magistrado e contra as injusticas e as...
Ja que o magistrado e contra as injusticas e as desigualdades(ninguem nunca sera igual ao outro como querem os loucos esquerdistas) poderia o Dr. Magistrado nao ficar na critica da sociedade e propor a reducao do seu desigual salario em relacao ao do sr. que diz so ter um chinelo havaianas, para que o salario do magistrado fique igual ao do mentiroso que diz ter so uma havaiana para se vestir, mesmo porque a sociedade brasileira nao aguenta mais trabalhar para uma carga tributaria de 40 porcento, para pagar salario desigual de juiz. A proposito, o senhor criticou a epoca medieval e o sistema monarquico elogiando o sistema republicano, pois fique sabendo que o Palacio do Planalto e muito mais caro que a Coroa Britanica da Rainha Elisabethe. E olha que o imperio Britanico e rico e grande. O que nos falta e desigualdade por meritos. Estou farto desta igualdade, palavra vazia inventada pelos bandidos da revolucao francesa.

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