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10 agosto 2007
Na rota do perigo
Dono da boate Bahamas pede Habeas Corpus ao STJ
O empresário Oscar Maroni Filho, dono da boate de luxo Bahamas, localizada na zona sul de São Paulo, foi ao Superior Tribunal de Justiça pedir para não ser preso. Ele teve a sua prisão preventiva decretada por decisão do juiz Edson Aparecido Brandão, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, que acatou denúncia contra o empresário. Ele é acusado de favorecimento e exploração da prostituição, formação de quadrilha e tráfico de pessoas.
No STJ, a defesa de Maroni alega que o seu “martírio” teve início logo após o acidente com o Airbus da TAM. Logo em seguida, o prédio do Oscar’s Hotel, de sua propriedade, foi lacrado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), sob a acusação de prejudicar a navegação aérea na região, que fica nas proximidades do aeroporto de Congonhas. Depois do prédio, sua boate também foi fechada pela prefeitura sob a denúncia de que se destinava à exploração da prostituição.
No pedido de Habeas Corpus, a defesa do empresário sustentou que não há motivo para a decretação da prisão preventiva, já que Maroni não desrespeitou nenhuma determinação judicial e foi absolvido em todos os processos contra ele pelo mesmo crime.
O relator do Habeas Corpus é o ministro Hamilton Carvalhido, da 6ª Turma do STJ. Maroni já pediu Habeas Corpus ao Tribunal de Justiça de São Paulo, mas não teve sucesso.
HC 89.192
Revista Consultor Jurídico, 10 de agosto de 2007
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Comentários
Comentários de leitores: 18 comentários
E as outras casas? Vão fechar também ou só a de...
Segundo o sempre genial Macaco Simã...
salve as virgens maria sem pecados. bordel? ai ...
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