País precisa de um novo paradigma para futuro

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12/08/2007 13:24allmirante (Advogado Autônomo)Do grego paradeigma, significa ‘modelo’ ou ‘pad...
Do grego paradeigma, significa ‘modelo’ ou ‘padrão’. Foi reintroduzido por Thomas Kuhn (1922-1996) no fim dos anos sessenta, em The Structure of Scientific Revolutions, como “uma constelação de realizações  concepções, valores, técnicas etc.  compartilhada por uma comunidade científica e utilizada por essa comunidade para definir problemas e soluções” (Capra, A teia da vida: 24). Pelo criador: “Considero paradigmas as realizações científicas universalmente reconhecidas que, durante algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade de praticantes de uma ciência” (Kuhn: 13). A Teoria da Relatividade, A Teoria do Caos, a Ciência Qüântica, a Teoria Atômica, todas produtos da ciência mater, indicam o novo paradigma, jamais adotado no Brasil: o Estado Liberal, ou seja, o Estado do Cidadão, e não do eventual Governante. Este, invariávelmente, em nosso "country", assume o poder, e toma posse; ou seja, torna-se "proprietário" de tudo e de todos.
10/08/2007 08:25Lincoln (Advogado Autônomo - Tributária)Se me permitem, penso eu que, sim, que já é hor...
Se me permitem, penso eu que, sim, que já é hora da advocacia prestar alguma atenção à economia. O ensino jurídico do Brasil se ressente de não prestar atenção em outras disciplinas, e esse encastelamento reverbera negativamente na formação dos que saem da faculdade (que já é muito pobre). O direito pensado e laborado unicamente em termos de suas teorias puras já não responde muita coisa na sociedade de hoje, complexa que é. Os desvios da economia, que os responsáveis por fiscalizar e aplicar as inúmeras leis que já existem, devem ser combatidos, custe o que custar. Aqui e alhures vemos que o problema não é tanto jurídico, se falta fiscalização ou se o Estado não age para equilibrar e punir onde isso é cabível; é falta de gestão, e uma falta de vergonha e moral muito grande, isso sim.
9/08/2007 14:39Ampueiro Potiguar (Advogado Sócio de Escritório)O colega Embira tá certo."A perca (?) da nossa ...
O colega Embira tá certo."A perca (?) da nossa autonomia decorre...de nossas fragilidades", diz o articulista.Cáspite!Quer dizer então que nossa autonomia será obtida com a transferência daquilo que devia ser autonômo para nós, brasileiros? A tendência inelutável é a concentração. Concorrência? As pequenas telefônicas, por exemplo, serão engolidas. Vem aí um baita de um monopólio mexicano et caterva. Para a nossa "autonomia. Né não?
9/08/2007 12:52Embira (Advogado Autônomo - Civil)Discutir economia neste espaço jurídico pode nã...
Discutir economia neste espaço jurídico pode não ser a coisa mais acertada, mas, o articulista elogia a privatização das telefônicas, que teria eliminado o “apagão telefônico”. Vejo como ponto negativo dessa privatização, porém, a completa desnacionalização do setor. No México, por exemplo, a maior empresa nacional é uma telefônica, pertencente ao milionário Carlos Slim. No Brasil, temos nas telefônicas capital espanhol, português, italiano e mexicano. Dizem os especialistas em economia, máxime o pessoal da Globo, que o país está crescendo, mas, precisa crescer mais. Aí eu pergunto: como o país pode crescer se desnacionaliza um dos setores mais rentáveis da economia? A “telefônica”, se não me engano de nacionalidade espanhola, já é proprietária da Vivo, da TVA, tem investimentos no UOL e, de uma hora para outra, poderá ser co-proprietária do país. Será que criticar os aspectos negativos das privatizações é sempre, como diz o articulista, “uma balela de má fé”?

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