Se fazer ou amar concurso é problema, sofro de concursite

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7/08/2007 19:27Fran (Estudante de Direito - Civil)Sinceramente, é triste que algumas pessoas real...
Sinceramente, é triste que algumas pessoas realmente esquecem a origem após chegar a um patamar de excelência, mas é hipocrisia lançar por terra o verdadeiro sonho de pessoas que desejam profundamente ser um juiz, ou quem sabe um funcionário público. Não cabe a nós julgar o desejo alheio, o que para um pode ser ruínas, para outro pode ser paraíso, "o que ama o feio, bonito lhe parece". Há pessoas que adquiriram o dom para ser professores e são ótimos professores, outros de engenheiros e são ótimos engenheiros, outros de juizes e são ótimos juizes, outros de pedreiros e são ótimos pedreiros, enfim, toda profissão é digna quando o que a exerce, a faz dignamente, com responsabilidade. Se houver a extinção mesmo que de uma simples profissão, abalará os cargos mais elevados também e se estes deixam de existir, haverá conflitos e catástrofes, uma vez que os qualificados para determinado fim foram extirpados. Não há mal nenhum em estudar 5 anos para participar de concursos, ou sonhar em ser juizes, quando a chama que vem do fundo do coração arde por isto. Nota - se também uma modalidade de discriminação com os estudantes de Direito. Será o vírus anti-direitite? Ou a influenza a desister sonhare? Ou ainda exterminium magistrates? As atrocidades que acontecem no judiciário, podem e acontecem em qualquer área profissional, mas para aqueles que se empenham e lutam pelo sonho, com certeza encontrarão a vitória. Se não houver juizes quem aplicará a lei a um caso concreto? Não acredito que a sociedade esteja disposta a substituir por si mesmo a cultura que ela mesmo criou desde a própria origem. Não sei se é possível, mas gostaria muito que a manifestação no meu pensamento chegasse ao conhecimento do autor deste artigo. Obrigada.
7/08/2007 11:15jose antonio schitini (Advogado Autônomo - Civil)Concursite é uma doença boa para quem a tem, e ...
Concursite é uma doença boa para quem a tem, e recursos para sustentá-la, o que por si só já representa um tipo de exclusão. É péssima para a nação em geral, que é obrigada a suportar, essas provas, alguma de múltipla escolha, para dar segurança de vida para alguns, que abdicam do front desprotegido da vida(rota de fuga), que vai continuar cada vez mais desprotegido porque o governo e seus componentes, inclusive das classes que nele se inseriram não estão mais nem aí. Uma mera visão no cenário nacional demonstra a derrocada geral do serviço público. Isso apesar, que apenas o serviço de vôo estraçalhado seja mais vísivel, porque uma hora ou outra a calamidade aparece. As vítimas são foco de mídia. As outras anônimas, embora aos milhares não despertam o clamor público a não ser o rotineiro facilmente esquecível. Na verdade nenhuma solução seria boa se aplicada isoladamente como se fosse uma panacéa. Nem concurso nem eleição em cargos de ponta. O certo seria que os verdadeiramente vocacionados, fizessem uma espécie de exame de admissão para entrar numa escola especializada, evidentemente ligada ao órgão e função a ser ocupada, onde esse candidato seria preparado durante o tempo considerado necessário, como se fosse uma pós profissionalizante. Evidentemente todos seriam avaliados e posteriormente por exame rigoroso, inclusive psicológico, psicotécnico, vocacional, etc, seriam considerados aptos a exercer a nobre função pública, principalmente, as decisivas para a organização do País.-O curso preparatório não tem que vir após o concurso e sim, tem que ser contínuo e concomitante, com análises intelectuais e comportamentais. Pode haver milhões de opiniões corporativas, mas a população já tem a sua opinião formada à respeito.
7/08/2007 10:46Ampueiro Potiguar (Advogado Sócio de Escritório)O prezado H. Oliveira leu meu comentário. Não e...
O prezado H. Oliveira leu meu comentário. Não entendeu. Falei da sensibilidade. Não da sensibilidade pessoal do juiz, mas a definida no art. 5o. da Lei de Introdução que obriga os juizes a levarem em conta os fins sociais da lei.Sensibilidade pessoal o Dr. William Dougls a tem: O seu "Como passar em concursos" é mais que um livro sobre macetes. É um auto-ajuda. A brilhante menina não estava a procura de fato consumado. Tanto que se comprometera a concluir o 2o. grau.E concluiu.Com a ação em andamento houve fato superviente. Suficiente para seu pedido ser deferido. Com inteligência, a Tutela deveria ser concedida condicionalmente. Seria revogada caso não houvesse a conclusão do 2o. grau.A banalização dos cursos jurídicos é uma realidade. Alhures, alguém já falou."Não aprenda os truques da profissão, aprenda a profissão". Mas a gana por cargo público importa em aprender "macetes". Parabéns aos que assim pensam.
6/08/2007 22:57Geison Fortuna (Outros)Gostaria de saber do motivo pelo qual o Sr. Rau...
Gostaria de saber do motivo pelo qual o Sr. Raul Haidar não debate as idéias por ele defendidas em vez de de dicutir com a pessoas que criticaram o seu artigo. Ou não tem argumento para tal, ou então não gosta de ser criticado. Será que não podemos cirticar um artigo de um advogado. Será ele um semi-deus...? seria mais coerente se defendesse as suas idéias, o seu artigo e não a si mesmo, ofendendo aos outros. Ou pensou que expondo o que "pensa" obteria somente elogios?
6/08/2007 20:31Roberto (Engenheiro)Gostaria de parabenizá-lo por esse artigo! Fui ...
Gostaria de parabenizá-lo por esse artigo! Fui um dos críticos do artigo anterior e somente ver outro artigo que reestabelece alguns valores, publicado por um Juiz Federal, foi importantíssimo para mim!
6/08/2007 20:10DANILO DE ARRUDA GUAZELI PAIVA (Procurador do Município)Em tempo, a própria manchete do Estado de S. Pa...
Em tempo, a própria manchete do Estado de S. Paulo de hoje ("Infraero tem excesso de assessores sem concurso") demonstra que um dos problemas brasileiros é exatamente o oposto daquele apontado pelo Dr. Haidar, ou seja, a falta de concursos como critério eficiente de seleção.
6/08/2007 19:41DANILO DE ARRUDA GUAZELI PAIVA (Procurador do Município)Meus parabéns ao Dr. Willian Douglas pela clare...
Meus parabéns ao Dr. Willian Douglas pela clareza do artigo e precisão das palavras. O presente artigo apenas comprovou, uma vez mais, seu preparo e competência, já demonstrados anteriormente pelas inúmeras aprovações em concursos públicos. Não foi inventado, até hoje, método mais imparcial e abrangente para verificação do preparo de um candidato a juiz, procurador, promotor ou outras carreiras. Como foi bem lembrado, parte dos problemas atuais do Brasil decorre, sem sombra de dúvida, da ausência de profissionais preparados e selecionados de forma imparcial nos mais diversos setores da Administração Pública, tal como ocorreu no setor aéreo.
6/08/2007 19:05Radar (Bacharel)Que artigo!!! Parabéns Willian Douglas. Foi um ...
Que artigo!!! Parabéns Willian Douglas. Foi um MASSACRE!! Prestei oito concursos. Fui reprovado em dois; passei em seis, sendo duas vezes em primeiro lugar. Isso porque ralei muito. Não precisei de padrinho e também não fui prejudicado por nenhum apadrinhado, o que é regra no setor privado. Ainda não inventaram forma mais democrática de acesso a cargos públicos.
6/08/2007 19:03Raul Haidar (Advogado Autônomo)A frase de um comentarista que disse: "O articu...
A frase de um comentarista que disse: "O articulista criticado, inclusive, já partiu para a defensiva.." é no mínimo equivocada. Não parti para nenhuma "defensiva". Não tenho do que me defender neste caso. Apenas um outro comentarista, que não entendeu nada do que foi escrito disse que eu teria ofendido o juiz que se declarou "guru"... Não há nenhuma razão para que eu me defenda, pois não estou sendo acusado de nada. A não ser, é claro, que alguém imagine que um juiz não possa ser criticado. Ou alguém pensa que juiz é deus ? Ao que parece estão confundindo espírito de corpo com espírito de porco...
6/08/2007 17:19Teixeira (Funcionário público) Adiro aos cometários daqueles que disseram qu...
Adiro aos cometários daqueles que disseram que o artigo simplesmente “MATOU A PAU’ e LAVOU A ALMA!!!’ Nada menos que isso!!! O articulista criticado, inclusive, já partiu para a defensiva: "Não ofendi ninguém. Mencionei fatos. Se alguém se sentir ofendido procure os meios legais para reparar a suposta ofensa". Quanto ao comentário do Sr. Ampueiro Potiguar, que nada tem com o tema em debate, deve-se lembrar que a Lei 9.394/96, art. 44,II exige a conclusão do 2º grau para ingresso na faculdade. Qualquer um sabe desse requisito. Se o ‘treinero’ passa, nem por isso o direito lhe assiste, por mais brilhante que ele seja. Nesses casos, o que se pede, é para que o juiz dê um ‘jeitinho’, já que depois tudo se resolve pela inacreditável teoria do ‘fato consumado’. Porém, ‘dar jeitinhos, é tudo o que um juiz não deve fazer.
6/08/2007 16:42Sandro Couto (Auditor Fiscal)Parabéns Doutor Wilian Douglas pela brilhante r...
Parabéns Doutor Wilian Douglas pela brilhante resposta ao infeliz artigo. Tais críticas advém daqueles ideologicamente "neo-liberais" ou "de direita" e sempre vão criticar qualquer ascensão justa do cidadão simples e descomprometido com ideais liberais. Além do que, tal fato, é extremamente preocupante para eles. Afinal, a meritocracia, princípio pelo qual se pauta o preenchimento de vagas nas mais diversas carreiras do serviço público, é perigoso, pois faz o Estado mais eficiente e prestativo, atingindo seu fim, ou seja, promovendo o bem comum. Assim, é também atingida de morte a principal idéia dos "neo-liberais": a ineficiência estatal e sua desnecessidade para a sociedade, pregando o Estado mínimo e o enxugamento insensato de despesas públicas, a não ser que seja para financiamentos públicos para as multinacionais estrangeiras que aqui aportam ou pagamento desbragado da dívida pública, gastos estes que, como diria o ex-ministro Magri, são “imexíveis”. É triste, pois agora, pelo visto, a crítica não se resume mais apenas aos servidores públicos, mas também se estende também aos concurseiros, como forma de se desetimular tão nobre opção que, cada dia mais, as pessoas fazem por uma série de motivos individuais(segurança, bons salários, status, etc) e, certamente, também para participar de uma missão maior, pois todos tem noção que estarão pondo suas vidas à disposição da sociedade. Por isso tudo, é muito reconfortante, lermos no presente artigo uma resposta muito bem feita de um ex-concurseiro e que já foi portador da “moléstia” que o Dr. Raul se referiu em seu artigo.
6/08/2007 15:49Ampueiro Potiguar (Advogado Sócio de Escritório)Surgiu uma questão bizantina. Se a autora era ...
Surgiu uma questão bizantina. Se a autora era ou não superdotada. Bizancice. Nem todo superdotado gosta de aparecer.Ação ordinária, mesmo com fato novo,prova da conclusão do segundo grau, foi julgada improcedente.Apelação não provida. À essa altura a autora já havia concluído outro curso superior. Nome do Juiz, Dr. William Douglas. Juíza, provavelmente a ex-excluída. Tenho o no. do processo. Que já examinei. Brasileiros têm mesmo memória curta.
6/08/2007 15:42Ampueiro Potiguar (Advogado Sócio de Escritório)Medida Cautelar para ingresso na UFF de autora ...
Medida Cautelar para ingresso na UFF de autora que não completara o 2o. grau; indeferida: argumento - há medida (sem juridiquês) melhor, a tutela antecipada. Requerida esta, o MM. Juiz que indererira a cautelar disse que não tinha mais nada com isso. Mandou o processo para outro Juiz. Este devolveu. É teu. Há provimento nesse sentido. Este último encarregou sua substituto de tratar do caso. A tutela foi indeferida. Agravo,com farta jurisprudência em prol da autora. No agravo foi relatada entrevista do Juiz que indeferira a liminar; que remetera os autos a outro Juiz e que encarregara a substituta de tratar do caso que ele elogiara os alunos estudiosos e que só passara na 6a. tentativa (e não na 4a. O negócio é insistir, dissera também. FOI O MAL. Agravo Improvido. No curso do processo a autora completou o 2o. grau.
6/08/2007 14:36Cintra (Bacharel - Civil)O Dr. Willian Douglas mais uma vez mostra compe...
O Dr. Willian Douglas mais uma vez mostra competência e bom senso. A crítica aqui esposada demonstra com clareza o que o jovem deve saber antes de se entregar aos estudos visando a carreira pública. Parabéns, Dr. Willian Douglas.
6/08/2007 12:45Raul Haidar (Advogado Autônomo)Não ofendi ninguém. Mencionei fatos. Se alguém ...
Não ofendi ninguém. Mencionei fatos. Se alguém se sentir ofendido procure os meios legais para reparar a suposta ofensa.
6/08/2007 11:53http://promotordejustica.blogspot.com/ (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)MATOU A PAU! Derrubou todos os argumentos (p...
MATOU A PAU! Derrubou todos os argumentos (pífios) do autor, em seu tíbio artigo. Parabéns Dr. William, paradigma de ser humano e profissional do Direito. Concurso é meritocracia!
6/08/2007 11:48TJ (Juiz Estadual de 1ª. Instância)Após leitura desse brilhante contraponto do - n...
Após leitura desse brilhante contraponto do - nada mais, nada menos - Prof. Willian Douglas, confesso a todos que me sinto "DE ALMA LAVADA"!!! Embora respeite a liberdade de expressão, vejo que a réplica daquele primeiro articulista (logo abaixo) está, abdicando do plano abstrato das idéias, beirando a uma ofensa pessoal a pessoa do Prof. Willian Douglas... é uma pena que isso...
6/08/2007 11:40cesarakg (Funcionário público)"Arguementum Ad Hominem", sr. Raul Haidar? Em v...
"Arguementum Ad Hominem", sr. Raul Haidar? Em vez de contrapor a opinião do Juiz e professor, ataca o Juiz e professor? Ora, que coisa...
6/08/2007 10:48Raul Haidar (Advogado Autônomo)Aceito e respeito qualquer crítica. Este espaço...
Aceito e respeito qualquer crítica. Este espaço é para isso mesmo. O autor deste artigo intitula-se o "guru dos concursos" e menciona os livros que publica. Menciona ainda a "advocatite". A Constituição Federal , no artigo 95 § único, inciso I, diz que é vedado aos juizes exercer qualquer função ou cargo que não seja o de juiz, "salvo uma de magistério". O texto é claro. Quando o STJ encomendou pesquisa de mercado para, dentre outras coisas, descobrir qual animal poderia ser o símbolo da Justiç brasileira, deu TARTARUGA ! Uma das razões, talvez, seja a excessiva dedicação de algunjs magistrados às outras funções. Há juizes, como já registrado aqui, que se ocupam muito do magistério, dos congressos, das palestras, dos livros, das academias, das lojas maçônicas, dos clubes de futebol, das ONGs, das igrejas, dos esportes náuticos, dos programas de televisão e de rádio, e de tantas outras atividades cívicas, patrióticas e relevantes para o País, que lhes resta pouco tempo para serem juizes. Talvez isso explique porque uma sentença num Mandado de Segurança, aqui em São Paulo, ficou MAIS DE DEZ ANOS para ser prolatada! O impetrante, uma confecção, e o órgão público onde a autoridade impetrada praticara ato arbritrário (SUNAB) não puderam aguardar. Acabaram antes... Provavelmente o "guru dos concursos" é um juiz que cumpre todos os seus prazos. Se for, é a exceção e mereceria ser também o "guru" dos advogados... Conforme recentes exames médicos, não sofro de "advocatite" ou qualquer outra moléstia infecto-contagiosa. Tenho apenas "gota", mas sob controle. O que tenho pela Advocacia não é doença, mas amor. Quando a gente tem amor pelo que faz só faz outras coisas raramente, mas só por amor, não por dinheiro.
6/08/2007 10:28Luismar (Bacharel)Quem gosta desse fenômeno da concursite são os ...
Quem gosta desse fenômeno da concursite são os donos de cursinhos preparatórios. Quem acredita no próprio talento, tem na advocacia a melhor das opções. A segurança das carreiras públicas está mais para quem já está premido por circunstâncias desfavoráveis.

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