Major do exército é condenado por pedofilia na internet

3/05/2007 22:56Rapgangsta (Advogado Autônomo - Civil)Vixe!!!!!! Se a anistia fosse revogada, Brasil...
Vixe!!!!!! Se a anistia fosse revogada, Brasilia ficaria vazia, afinal alí se encontram os pseudos paladinos da liberdade, que na verdade fizeram de tudo para transformar o país numa Cuba continental. TUDO MESMO (assassinatos, assaltos, roubos, etc., etc.). Quanto a Carajas, não estou defendendo exterminios, mas, toda vez que assisto aquela cena tenho a nítida impressão que os policiais agiram em legitima defesa, pois a turba partia prá cima com foices, enxadas, paus e etc. Me corrijam se estiver errado.
30/04/2007 19:30Hwidger Lourenço (Advogado Sócio de Escritório - Eleitoral)É....de um lado, só demônios...do outro, só anj...
É....de um lado, só demônios...do outro, só anjos..... Fácil assim, não?
29/04/2007 20:06Armando do Prado (Professor)A anistia foi dada para apagar os crimes, princ...
A anistia foi dada para apagar os crimes, principalmente, dos covardes que militavam na Marinha (Cenimar), Exército (Doi Codi), Polícia Civil (os Dops da vida) e alguns bolsões na Aeronáutica. Quanto aos que lutaram contra a ditadura, os que ficaram vivos, foram julgados de acordo com a LSN, condenados e cumpriram penas até serem soltos: por cumprirem ou anistiados. Quero ver o covarde e canalha que invocará essas leis como a LSN para que se cumpram penas em caso de anistia!
29/04/2007 13:18Hwidger Lourenço (Advogado Sócio de Escritório - Eleitoral)Revoltante, sem dúvida. Monstruoso. Mas revo...
Revoltante, sem dúvida. Monstruoso. Mas revogar a anistia é uma boa idéia ..... Revogariamos também as dadas a todos os guerrilheiros de boteco, assaltantes de bancos e padarias, sequestradores de diplomatas, ladrões de armas e assassinos de militares e civis em geral, que também foram anistiados.... Ops, problemas......quantos cargos ficariam vagos no (des)governo federal?
29/04/2007 11:20Armando do Prado (Professor)Pois é. Capitão Guimarães chefe dos bandidos li...
Pois é. Capitão Guimarães chefe dos bandidos ligados ao bicho e ao bingo, esse asquerosos major, e tantos outros ligados ao "esporte" da tortura e assassinato. Quando vamos fazer como nossos vizinhos, Uruguai, Chile e Argentina, revogando a anistia feita por eles próprios e fazendo justiça de fato?
28/04/2007 20:05paecar (Bacharel)Que peninha leve a desse major. No mínimo exigi...
Que peninha leve a desse major. No mínimo exigir-se-ia a perda da patente. Qual autoridade pode ter um pedófilo diante da tropa!
28/04/2007 19:05Rubão o semeador de Justiça (Advogado Autônomo)TENDÊNCIAS/DEBATES Uma justiça de classe ...
TENDÊNCIAS/DEBATES Uma justiça de classe PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO, FABIO COMPARATO e JOSÉ AFONSO DA SILVA -------------------------------------------------------------------------------- Se a Justiça e o Executivo tivessem agido nos termos da lei, dezenove vidas teriam sido poupadas e 69 pessoas não teriam sido mutiladas -------------------------------------------------------------------------------- UM SISTEMA de justiça penal incapaz de produzir uma sentença definitiva após onze anos de tramitação sem dúvida padece de defeitos estruturais graves. Independentemente da competência e da respeitabilidade de muitos de seus integrantes, esse sistema precisa ser inteiramente reformado. Veja-se o caso do processo-crime movido pelo Ministério Público contra os dois oficiais responsáveis pelo massacre de trabalhadores sem terra, em Eldorado do Carajás , Estado do Pará. O crime foi cometido há onze anos -no dia 17 de abril de 1996. Nesse período, a Justiça não decidiu se os réus -autores da ordem de disparo contra as vítimas- atuaram no estrito cumprimento do dever; ou extrapolaram suas funções; ou obedeceram ordens de autoridades superiores (as quais, diga-se de passagem, nem sequer foram denunciadas pelo Ministério Público). Será necessário tanto tempo para a Justiça decidir essas questões, mesmo tratando-se de um crime fotografado, filmado e presenciado por centenas de pessoas? De um crime que deixou 19 mortos, 69 mutilados e centenas de feridos? Dos 144 réus, dois -o comandante e o subcomandante do massacre- foram condenados pelo Tribunal do Júri a 228 e 154 anos de reclusão. Pura pirotecnia para aplacar a opinião pública! Até hoje, o processo criminal perambula pelos tribunais do país e os condenados continuam livres. No cível, a mesma coisa: até agora as ações de indenização por perdas sofridas pelas vítimas não produziram resultado algum. A população rural -enorme segmento da população brasileira- não consegue ser ouvida por nenhuma instância do Estado: o Executivo não avança na reforma agrária; o Legislativo só se lembra dela para tentar criminalizar suas entidades representativas; e o Judiciário, tão rápido na concessão de ordens de despejo, não prende os que assassinam suas lideranças nem resolve em tempo razoável os processos de desapropriação e de discriminação de terras públicas. A trágica ironia é que os mesmos sem-terra estão legalmente assentados no mesmo imóvel que estavam ocupando quando foram despejados à bala para cumprimento de uma ordem de despejo. Em outras palavras: o Estado reconheceu que o imóvel não cumpria a função social da propriedade e, portanto, enquadrava-se perfeitamente nos casos em que o governo federal está autorizado a desapropriá-lo para fins de reforma agrária, como prescreve a Constituição. Se, em vez de decretar um despejo a toque de caixa, a Justiça e o Executivo tivessem agido nos termos da lei, dezenove vidas teriam sido poupadas e 69 pessoas não teriam sido mutiladas. As classes dominantes recusam-se a compatibilizar o ritmo da reforma agrária com a urgência das medidas necessárias para deter o processo de empobrecimento que está levando as populações rurais ao desespero. O Judiciário, que poderia contribuir para minorar o problema, só faz agravá-lo. Em um país que se pretende democrático, não cabe uma justiça de classe: atenta e prestativa às camadas ricas da população; míope para ver o direito dos pobres; e surda para os seus clamores. Muitas cartas indignadas chegam às redações dos jornais reclamando da selvageria dos sem-terra quando eles ocupam edifícios do Incra, fecham estradas, depredam postos de pedágio, ocupam terras. Os que assim reclamam -se não são interessados ou hipócritas- deviam atentar para o óbvio: todos esses atos não passam de gestos destinados a chamar a atenção da sociedade para o drama dos sem-terra. Afinal, o que querem as pessoas investidas no poder do Estado brasileiro? Uma nova Colômbia? -------------------------------------------------------------------------------- PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO , 75, advogado, é presidente da Abra ( Associação Brasileira de Reforma Agrária). Foi deputado federal constituinte pelo PT-SP. FÁBIO KONDER COMPARATO , 70, advogado, professor titular aposentado da faculdade de Direito da USP e presidente da Comissão de Defesa da República e da Democracia do Conselho Federal da OAB. JOSÉ AFONSO DA SILVA , 81, advogado, professor aposentado da faculdade de Direito da USP, é autor de "Curso de Direito Constitucional Positivo", entre outras obras. Foi secretário da Segurança Pública no governo Covas.

Comentários encerrados em 6/05/2007

A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.