Conselheiro do CNJ sugere que juízes peçam afastamento

24/04/2007 21:41Rubão o semeador de Justiça (Advogado Autônomo)Não será praga da Caixa Econômica Federal contr...
Não será praga da Caixa Econômica Federal contra os Juízes questionadores de contrato imobiliário?
24/04/2007 21:38Rubão o semeador de Justiça (Advogado Autônomo)Curiosidades Forenses (no âmbito do TRF 3ª Regi...
Curiosidades Forenses (no âmbito do TRF 3ª Região). Em 1.995, a indiciada Desembargadora Ana Maria Basto Caminha Ansaldi ajuiza ação revisional de cláusulas de financimaneto imobiliário (de uma mansão no Butantã)com pedido liminar contra a CEF. Distribuída perante a 3ª Vara Cível, é concedida a liminar. Algum tempo após, em 1.996, o magistrado Cazem Mazlon (Anaconda) e Outro, também ingressa com ação nos mesmos moldes contra a CEF, cujo feito foi distribuído à 17ª Vara Federal, cujo magistrado hoje aposentado, também concede a liminar. Quanto ao indiciado Desembargador Nery Júnior que foi indicado pelos quintos da OAB de MS, afora, a pesada acusação de fazer parte da quadrilha em Campo Grande dos bingueiros, foi o mesmo Desembargador que em agosto de 2.004, cassou a liminar concedida que o atual Presidente da OAB Paulista pretendia dar cabo da greve dos servidores na ACP contra as associações funcionários públicos da Justiça Comum Estadual. É só curiosidade.
24/04/2007 17:52Zito (Consultor)Parabéns ao ministro do STJ Gilson Dipp, por es...
Parabéns ao ministro do STJ Gilson Dipp, por essa iniciativa, são homens desse quilate que A NAÇÃO precisa. Digo eu, hoje o CNJ deve realmente provar que sabe realmente separar o enjôo do trigo, e mais punir qualquer magistrado que se vá para o lado criminoso, que não haja o corporativismo, e sim a justiça. Conforme palavras sagrada da Bíblia.
24/04/2007 15:04Observador (Outros)E assim se faz "JUSTIÇA" neste país!
E assim se faz "JUSTIÇA" neste país!
24/04/2007 14:27MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)NOTÍCIA DE HOJE QUE SAIU NO JORNAL O GLOBO: ...
NOTÍCIA DE HOJE QUE SAIU NO JORNAL O GLOBO: Medina: suspeito de fraude em concurso Gravação mostra Paulo Medina dizendo a candidato que missão fora cumprida e que ele seria aprovado 24/04/2007 O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Paulo Medina teve conversas gravadas pela Polícia Federal, autorizadas pela Justiça, nas quais aparece dizendo a um rapaz de nome Léo que facilitaria a entrada dele no concurso para juiz do Paraná. A ligação telefônica ocorreu em 17 de novembro passado, às 21h09m. Na ocasião, o ministro Medina disse ter feito contatos com juízes da banca do concurso, afirmando que a sua “missão está cumprida”. Paulo Medina foi investigado pela PF por suspeita de venda de sentenças no STJ à máfia dos caça-níqueis, o que resultou, na semana passada, na Operação Hurricane (furacão, em inglês). O ministro Cezar Pelluso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de prisão preventiva de Paulo Medina. Magistrado pergunta se Léo é genro de Medina. Em novembro do ano passado, Medina telefonou para Léo e avisou que não teria problemas para aprová-lo no concurso para juiz. Léo agradece e comenta com o ministro que se encontrou com um desembargador num shopping. Na ocasião, o magistrado paranaense perguntou se o rapaz era genro de Medina. Não há referência no relatório, ou na conversa entre o ministro e Léo, se existe algum parentesco entre eles. No contato telefônico com o ministro Medina, Léo revela como foi a conversa que teve com o desembargador, que não é identificado. Agentes federais suspeitam que esse magistrado integrou a banca do último concurso para juiz do Paraná. Nas gravações, o ministro Medina conta a Léo com quem já falou e com quem falta falar para influenciar a banca do concurso e assim garantir a aprovação do rapaz. “De resto, já está montado o esquema”, garante o ministro Paulo Medina nas gravações captadas pela PF. Léo diz ao ministro que, no encontro que teve com o desembargador em um shopping, o magistrado revelou que “está cheio de mineiros fazendo provas em Curitiba”. O desembargador paranaense chega a dizer a Léo que “está fazendo uma troca” e que “mandou muita cria para Minas”. A informação de que o ministro teria favorecido um candidato surpreendeu policiais federais envolvidos na investigação que originou a Operação Hurricane. O ministro teve a prisão preventiva pedida, na sexta-feira passada, pela Polícia Federal e pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza. O ministro Cezar Peluso recusou o pedido. O ministro Paulo Medina é suspeito de conceder uma decisão judicial a favor da máfia dos caça-níqueis. Há suspeitas de que a decisão tenha sido negociada por R$ 1 milhão pelo irmão do ministro, o advogado Virgílio Medina, que permanece preso na Superintendência da PF, em Brasília. O ministro do STJ Gilson Dipp disse ontem à TV Globo que, enquanto a participação do também ministro Medina nas investigações da Operação Hurricane não forem esclarecidas, ele não tem condições de voltar ao tribunal. Fonte: O Globo "http://www.fenapef.org.br/htm/com_noticias_exibe.cfm?Id=43765" POR QUE O CONJUR NÃO DIVULGOU ISSO PARA QUE TODOS TOMASSEM CONHECIMENTO?

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