Advogado de Bush diz que vale tudo para barrar terror

10/09/2006 16:05Edson Cardia (Delegado de Polícia Estadual)É..... como disse Maquiavel... os meios justifi...
É..... como disse Maquiavel... os meios justificam os fins ( ou o fim?) Esse Dr. Coppolino é maquiavélico. Ou não?
10/09/2006 10:15Francisco C Pinheiro Rodrigues (Advogado Autônomo)No meu comentário anterior, escorreguei na fras...
No meu comentário anterior, escorreguei na frase "...arriscar a vida de milhares de mortos". Derrapada monstruosa - para não me comparar a Homero, com seu cochilo -, porque, claro, mortos não arriscam o que não têm, vida. Quis dizer "arriscar a vida de milhares de pessoas". Perdão, "pois, pois", como dizem os lusitanos.
9/09/2006 11:24Francisco C Pinheiro Rodrigues (Advogado Autônomo)Esse tal de Dr. Coppolino está me copiando... ...
Esse tal de Dr. Coppolino está me copiando... Em algumas oportunidades, na imprensa escrita e na internet, em artigos remetidos em inglês — traduzidos por pessoa com amplo domínio dessa língua — abordei o problema das limitações legais que cercam o combate à criminalidade de grande vulto. Arrependo-me. Aleguei que tudo é relativo, inclusive nos conceitos jurídicos mais sagrados. Como exemplo, mencionei a hipótese de terrorista colocar uma bomba nuclear no centro de uma grande cidade, bomba essa que explodiria dentro de “x” horas. O terrorista, preso, confessou que armou e programou a bomba, mas não vai dizer, de forma alguma, onde está o artefato. Não lhe importa morrer juntamente com milhares de moradores. Nesse caso, obviamente hipotético, eu perguntava: se a autoridade policial dissesse que somente com tortura física o terrorista diria onde colocou a bomba, o juiz a permitiria? Optaria o juiz pela legalidade, pela proibição da tortura, preferindo arriscar a vida de milhares de mortos? Seria ele censurável por dar preferência à vida de milhares de inocentes, sacrificando os direitos humanos? O Dr. Coppolino, americano, não chegou a falar em tortura física, mas pretende investigar tudo que trafega na telefonia e na internet — sem autorização judicial —, uma porta aberta para a ditadura, única esperança de seu patrão só abandonar o poder depois de morto. Sem a vigilância judicial nas intromissões, bastaria uma vaga “suspeita” — ou pretexto — de possível ato terrorista para perseguir simples críticos políticos do atual presidente americano. O que seria tolerável, razoável, numa hipótese extrema de ameaça individual nuclear — a ser cumprida dentro de poucas horas —, seria a dispensa da prévia autorização judicial para a invasão de privacidade mas com a obrigação legal de, logo em seguida, explicar ao juiz que agiu sem sua autorização porque não havia tempo para isso. Nesse caso, comprovaria, com dados concretos, que a suspeita da bomba era fundada, não um simples pretexto para invasão de privacidade. O medo dá voto, é excelente propaganda eleitoral, mas quando deliberadamente cultivado pelos interessados, deveria é subtrair votos, o que certamente não acontecerá com o já assustado eleitorado americano na próxima eleição. Dr. Francisco César Pinheiro Rodrigues, ex-magistrado e escritor.
8/09/2006 01:38Armando do Prado (Professor)My god! Coloquemos as barbas de molho, depois d...
My god! Coloquemos as barbas de molho, depois de Afeganistão, Iraque, Líbano, enfim, quem será o próximo?
7/09/2006 19:26Vladimir Aras (Procurador da República de 1ª. Instância)Só uma observação. Anthony Coppolino não é "adv...
Só uma observação. Anthony Coppolino não é "advogado de Bush" ou "um advogado contratado pelo governo". Na verdade, ele é um "Special Litigation Counsel", do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Algo como os nossos advogados da União. Missão difícil a dele...

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