Não teve nenhuma grave impugnação pós urna eletrônica

16/09/2006 14:41Walter Del Picchia (Engenheiro)O sistema brasileiro de votação eletrônica é al...
O sistema brasileiro de votação eletrônica é altamente inseguro e vulnerável a fraudes, especialmente por ataque interno. Pode-se desviar votos e saber em quem votamos. Jogo meus 40 anos de trabalho em Informática, meu diploma de engenheiro eletrônico pela Escola Politécnica da USP e minha carreira na mesma Escola, onde cheguei a Prof. Titular e fui Chefe do Departamento de Eletricidade. Segurança de dados não é questão de crença; é um assunto técnico altamente complexo e não sujeito a opiniões de quem não se inteirou do asunto. Quem estiver interessado no futuro de nosso país, consulte nosso alerta em www.votoseguro.com/alertaprofessores e nosso Fórum em www.votoseguro.org Já solicitamos ao TSE inúmeras vezes que permitam um teste técnico público, e eles negam esse teste, pois sabem que o sistema é fraudável e não passaria no mais simples teste de segurança de dados. Walter Del Picchia - Prof. Titular - Esc. Politécnica/USP - wdeltapi@shelter.com.br
1/09/2006 11:46Luismar (Bacharel)O sistema brasileiro de votação eletrônica é se...
O sistema brasileiro de votação eletrônica é seguro. Um dos raros consensos no universo político.
1/09/2006 10:22Richard Smith (Consultor)Outro dia tinha uma matéria aqui no COJUR acerc...
Outro dia tinha uma matéria aqui no COJUR acerca da suposta fragilidade dos "sistemas de votação eletrônica utilizados". Matéria esta referente a estudos realidos nos Estados Unidos e que naõ refeltema realidade das urnas nacionais. O povo brasileiro é o mais criativo do mundo. Não raro surgem soluções e abordagens para problemas que são nada menos do que geniais, principalmente pela sua siplicidade. Um bom exemplo disto é a famosa "abordagem Orestes" no seqüenciamento do genoma humano, desenvolvida pelo Intituto Ludwig e que poupou anos de trabalho, permitindo o seqüenciamento total antes do prazo previsto, quando os nossos irmãos do hemosfério norte estavam lá "batendo cabeça". A nossa urna eletronica é outro exemplo desses. Independente, podendo funcionar com uma bateria simples de automóvel ela possibilita a coleta e a transferência de votos de modo extremamente simples e seguro. As fraudes se houvesse, poderiam ocorrer apenas na central de recebimento e totalização. Porém lá existem fiscais do TSE, dos partidos, do Ministério Público, etc. Ademais existe um controle qualitativo que pode identificar discrepâncias ou desvios significativos em cotejo com dados históricos, etc. Ficam assim bastante reduzidas as possibilidades de aplicação de um "delta" como no caso da Proconsult na eleição de Brizola em 1982.
1/09/2006 09:35Embira (Advogado Autônomo - Civil)As urnas eletrônicas brasileiras, se não são pe...
As urnas eletrônicas brasileiras, se não são perfeitas, pelo menos nos colocam numa situação privilegiada face ao que ocorre em países desenvolvidos, como México e EUA. A demora na recontagem de votos, nesses países, cria um clima de instabilidade política que pode assumir contornos de conflagração. É claro que em todas as áreas existem críticos e detratores. A revista Veja já partiu para a ofensiva, declarando que nosso sistema é inseguro. E não faltaram mestres de Harvard e PHDs de toda parte para roborar as diatribes da revista. É óbvio, entretanto, que só nos devemos preocupar com os órgãos públicos em que há indícios, ou suspeita, de fraudes – e são tantos! As eleições que se avizinham têm um perfil de favas contadas – onde Schumacker é favorito, Rubinho não põe a cara.

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