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28 outubro 2006

No calor do debate

Coordenador de campanha de Denise Frossard aciona Sérgio Cabral

O coordenador da campanha da deputada federal Denise Frossard (PPS-RJ), candidata ao governo do Rio de Janeiro, apresentou queixa-crime contra afirmações feitas pelo senador Sérgio Cabral (PSDB-RJ), candidato adversário ao governo do estado. O caso será analisado pelo ministro Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal.

No dia 11 de outubro, durante um debate entre o senador e a deputada promovido pela rádio CBN, Sérgio Cabral afirmou que Jackson Vasconcelos foi condenado pela Superintendência do INSS por envolvimento com fraudes na concessão de aposentadorias.

O secretário parlamentar quer que o senador seja enquadrado por crimes de difamação e injúria, previsto nos artigos 21 e 22 da Lei de Imprensa. Sustenta ainda que houve concurso material, delito previsto no artigo 69 do Código Penal e que, no caso, não é aplicável a imunidade parlamentar.

INQ 2.438

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Revista Consultor Jurídico, 28 de outubro de 2006

Comentários

Comentários de leitores: 10 comentários

31/10/2006 11:53 Murassawa (Advogado Autônomo)
As ponderações do Sr. RICHARD SMITH está quase ...
As ponderações do Sr. RICHARD SMITH está quase que completo, porém, faltou analisar e comentar o porque da divisão entre sul a favor do GERALDO ALCKMIN e NORTE E NORDESTE a favor do LULA, será em função da riquesa e maior acesso a informação ou efetivamente dependencia econômica ao BOLSA FAMILIA. Por outro lado, cabe esclarecer que comentários do tipo da Sra. HELENA não contribuie em nada, pois, além da péssima redação é esquerdista radical.
30/10/2006 16:09 Richard Smith (Consultor)
Para leitura e meditação: "A MAIORIA SE ...
Para leitura e meditação: "A MAIORIA SE TORNOU CÚMPLICE DE LULA Está aí o resultado das urnas, confirmando as pesquisas de opinião. Há vários textos da mídia tratando da divisão do Brasil. Olhando secamente a porcentagem dos dois candidatos, pode-se indagar: mas que divisão? Trata-se de quase dois terços de Lula contra pouco mais de um terço de Alckmin. A maioria é muito convincente. É verdade. Mas, hoje, são grupos que se mostram inconciliáveis. A tarefa de Lula não será fácil. Especialmente porque a força que dividiu o Brasil tem uma feição inequívoca: VALORES ÉTICOS E VALORES MORAIS. Sim, é verdade que a campanha do PT fez o Brasil regredir uma década no debate sobre as privatizações, por exemplo. Faça-se agora uma pesquisa, e se vai constatar que a maioria dos brasileiros não só é contrária à privatização da Petrobras — sem ter a menor noção do que isso significaria — como certamente se opõe à privatização já havida da Telebrás: e, pior nesse caso, porque tendo não a noção, mas a experiência do que ela significou: praticamente a universalização do telefone, celular ou fixo. Mesmo assim, a onda terrorista criada pelo PT pegou. Mas ela apenas serviu para referendar uma escolha que já estava clara no primeiro turno — e que, na verdade, marcou as pesquisas desde que Alckmin foi escolhido candidato: a maioria preferia Lula. E sempre preferiu a despeito das evidências de corrupção em seu governo. Existe, sim, uma divisão no país, mas ela é menos de intenção e de propósitos do que propriamente de apreço por alguns valores. Quando brinquei no blog que queria uma 'democracia sem povo', alguns bobalhões me tomaram a sério. Queria chamar a atenção para o fato de que está dando 'Lula de novo com a culpa do povo'. O que isso significa? Certamente compõem uma percentagem desprezível do eleitorado os que IGNORAM as evidências de corrupção contra o governo Lula. Não são acusações corriqueiras. Pergunta-se por aí muitas vezes: 'Qual a diferença entre o que acontece agora e o que acontecia antes, nos outros governos'? É enorme. Trata-se da distância entre a parteira e o obstetra, entre o batedor de carteira e o mafioso. Estamos falando de PROFISSIONALIZAÇÃO E MÉTODO no assalto ao Estado. Mas não é só isso: essa expertise que foi sendo adquirida está a serviço, também, da construção de um projeto de poder — e, disso, com efeito, o tal 'povo' não tem a menor noção. Tal conhecimento é privativo das elites políticas. E, ainda assim, são poucos os que reconhecem que um partido está tentando mudar a natureza da democracia brasileira. Acate-se, para a grande votação que Lula teve, a justificativa que se quiser — e vou abordar em outro texto a questão econômica, o Bolsa Família, os erros da oposição —, uma coisa, no entanto, é certa: pobre, rico ou remediado, quem votou em Lula disse 'sim' ao padrão ético do seu governo. Quando falo em 'culpa do povo', faço-o porque tenho o mau hábito (para os demagogos de plantão) de não tomar a maioria dos brasileiros por inimputáveis. Todos sabiam muito bem o que estavam fazendo. A MAIORIA DO ELEITORA SE TORNOU CUMPLICE DO GOVERNO, ESCOLHENDO O SEU DESTINO. Se eu considerasse esse povo inocente, movido pelo estômago, defenderia que fosse proibido de votar. Não! O povo é maior de idade." do Blog de REINALDO AZEVEDO (todos os grifos são meus)
30/10/2006 16:08 Richard Smith (Consultor)
Dá não! Os comentários da PeTralha Hele...
Dá não! Os comentários da PeTralha Helena são um "primor"! Deveriam ser registrados e catalogados para a futura "incliclopédia intelequitual do isquerdismo pogressista"! Quá, quá, quá, quá!

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