Estado não cumpre a Constituição e pune contribuintes

24/10/2006 11:47EmersonLNR (Economista)Concordo em parte. Na lista de gastos com ensin...
Concordo em parte. Na lista de gastos com ensino concordo com: * de idiomas * material escolar e uniforme * informatica * + carteira de Habilitação Já que todos (Classe E até A) devem ter por exigencia do mercaod de trabalho apesar de extremamente honeroso para as classes "E" a "C" Não concordo com: * aula de música, dança e natação, * pilotagem etc... Já seria um subsidio ao rico, pois quem da classe media poderia arcar custo de cursos extras de carater recreativo/elitizante.
24/10/2006 10:32Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)É Bira, parece que neste País os homens de gove...
É Bira, parece que neste País os homens de governo conspiram para manter, a todo custo, o povo cada vez mais ignorante...
24/10/2006 09:14Bira (Industrial)Para que cultivar numa criança o senso critico,...
Para que cultivar numa criança o senso critico, se este quando adulto, irá proibir o descaminho e a prevaricação?.
23/10/2006 12:19Armando do Prado (Professor)O que é essa tal de "sobretaxação"? Por acaso, ...
O que é essa tal de "sobretaxação"? Por acaso, é da família do "viés" de alta?
23/10/2006 12:06João Bosco Ferrara (Outros)O mérito do artigo é irrefutável, assistindo ra...
O mérito do artigo é irrefutável, assistindo razão plena ao autor. Nada obstante, sugiro a ele que faça um curso de língua portuguesa, pois sua escrita é sofrível. Em alguns trechos do artigo temos a impressão que fora escrito por botocudo (sem ofensa), e não por alguém que possui a titulação ostentada pelo articulista. Veja-se o parágrafo: “Querer dizer que o governo sofrerá uma perda de arrecadação significativa não procede, pois os impostos pagos na qual gera uma carga tributária em torno de 39% do PIB é mais que suficiente, basta melhor aplicar as receitas e saber controlar as despesas. Estas contas que até então nenhum ministro da fazenda conseguiu fazer, pois é mais fácil criar meios para arrecadar mais do que administrar as receitas existentes.” A construção “... pois os impostos pagos na qual gera uma carga tributária em torno de 39% do PIB...” constitui agressão ao vernáculo. Qual a função da expressão “na qual”? E o verbo “gera”, concordando com essa expressão torna o sentido da frase ainda mais arrevesado. Seria muito melhor se tivesse escrito “pois os impostos pagos geram uma carga tributária...”, sem “na qual”. Logo a seguir em “Estas contas que nenhum ministro da fazenda...”, parece ter omitido o artigo feminino plural “as” antes de “contas”, sem se aperceber de sua necessidade para cometer sentido à oração, que deveria ser escrita como: “Estas as contas que nenhum Ministro da Fazenda...” Também no parágrafo seguinte há erros inomináveis, verdadeiramente herétios. Em “O Estado deveria reconhecer que não é capaz de cumprir um direito constitucional, assim, jamais deveria provocar uma sobretaxação e um verdadeiro confisco naqueles que buscam dar um estudo melhor a seus filhos, e sim incentivá-los, talvez até, propondo o fim do limite da dedução das despesas com educação”, usou mal, muito mal, o neologismo “sobretaxção, o verbo “provocar” e a preposição “em” ligada ao pronome demonstrativo “aqueles”. Primeiro, sobretaxa significa imposto adicional, e não imposto sobrelevado, extravagância no taxar. Além disso, taxação, possui um significado que se pode depreender intuitivamente: é a ação de taxar. Logo, sobretaxação, pode ser aceito como vocábulo composto segundo regras de composição previstas em nossa gramática, para significar a ação de sobretaxar. Mas como no caso analisado não se trata de sobretaxa no sentido de imposto adicional, mas sim de imposto exagerado, a palavra não presta para exprimir a idéia pretendida. Deveria ter usado uma expressão como: “taxação exagerada ou desproporcional ou injusta”. Segundo, o verbo provocar é incoativo. Por isso, o governo não provoca nenhuma taxação, antes a impõe. O que é imposto, não é provocado. O governo impõe uma taxação, o que a provoca é a necessidade do governo em arrecadar recursos para cumprir suas funções. Teria andado melhor o articulista se dissesse: “... jamais deveria cobrar impostos exagerados...” Terceiro, concordo que certos impostos assumem caráter confiscatório quando incidem sobre a propriedade, mas nunca sobre a renda. Nas hipóteses de imposto exagerado sobre a renda, antes de confisco, o que se tem é uma iniqüidade, um desvirtuamento do imposto. Mas a utilização da idéia de confisco é aceitável como recurso à metáfora para enfatizar a crítica. Então, teria sido melhor se o autor escrevesse: “... jamais deveria cobrar impostos exageradamente, promovendo um verdadeiro confisco sobre a renda dos contribuintes...” Aliás, confisco se faz de bens, aceitando-se também da renda, mas nunca de pessoa. Por essa razão, equivocado o uso de “naqueles” logo após a palavra “confisco”. Teria andado melhor se escrevesse: “... jamais deveria cobrar impostos exageradamente, promovendo um verdadeiro confisco sobre a renda dos contribuintes que procuram dar a seus filhos um estudo melhor, mas sim....” Deve-se ter uma preocupação ímpar ao escrever, pois os vícios da língua falada, do português coloquial, não podem ser transpostos para o papel. Além disso, o processo de comunicação fica prejudicado quando se escreve mal, quando não se conhece bem o vernáculo, tornando-se foco de profundos mal-entendidos. Sugiro ao autor que leia uma ou duas gramáticas da língua portuguesa e pratique um pouco os exercício nelas propostos. Com essa providência, transmitirá melhormente seus corretos pensamentos. Só para refletir...

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