Justiça nega indenização de R$ 2 trilhões contra a C&A

15/10/2006 13:37Selmo Santos (Outros)Prezados Senhores e Senhoras, Saudações ...
Prezados Senhores e Senhoras, Saudações “lugar de safadeza não é no Judiciário; R$ 33,00 Motel Fantasy”. É incrível, mas é verdade! Selmo Santos
11/10/2006 20:17Helena Fausta (Bacharel - Civil)Conheço aqui em nossa cidade, pessoas de má fé ...
Conheço aqui em nossa cidade, pessoas de má fé que aruinaram a vida de pessoas honestas e trabalhadoras, tendo o carro de sua propriedade sendo usado por seu filho( sem seu conhecimento), atropelado uma senhora(cobra), que a título de indenização o fez vender tudo que tinha. *Ob: O atropelamento só causou escoriações, sendo que os remédios pedidos pelo médico foi prontamente providenciado..., A Lei, não tem mesmo dois pesos e duas medidas?
11/10/2006 13:57SDCCTBA (Comerciante)Não sei realmente o que é mais absurdo aqui... ...
Não sei realmente o que é mais absurdo aqui... Se o pedido do requerente... Se a falta de ética do "nobre causídico" que o orientou e estimulou a ingressar com esdruxulo pedido... Ou ainda o primeiro comentário do "Sr. João"!!! Felizmente, um segmento expressivo do Judiciário tem refreado essa famigerada industria da indenização que querem banalizar no judiciário. Pessoas comuns, querem, a pretexto de dano moral, que na verdade é só a possibilidade de ganhar dinheiro fácil, alimentandos por um séquito de famintos advogados, transformar os dissabores do cotidiano em tragédia. Já o "Sr. João", vê-se está bem encaminhado, afinal se nosso presidente não tem ética, acredita ele que pode (ou deve) agir da mesma forma!!! Isso é o Brasil!!!!!
11/10/2006 13:48João (Outro)Prezados Senhores e Senhoras, Não podemos ex...
Prezados Senhores e Senhoras, Não podemos execrar o ilustre causídico simplesmente pelo fato de ter levado um pedido absurdo ao conhecimento do judiciário. Ele é advogado, tem capacidade postulatória para tanto. Em um ordenamento, que não raro, encontramos sentenças absurdas, por que uma dessas sentenças (absurdas) não poderia dizer respeito ao seu caso? O que o impede? Seria a ética? Mas o que é ética? Nem mesmo nosso presidente pode responder. Sucesso a todos.
11/10/2006 13:41Hélio (Advogado Sócio de Escritório)Desculpem-me, mas: - A sucumbência é calculada...
Desculpem-me, mas: - A sucumbência é calculada sobre condenação, não valor da causa (art. 20, §3º) - não só cabe como, a meu ver, é obrigatória a litigância de má fé num absurdo desses. Aposto que fora o óbvio, vasculhando os autos poderíamos enquadrar este sujeito em uns três incisos do artigo 17, CPC). No mais, tá louco, eu mandaria oficiar a OAB e tirava mais um sem vergonha da frente. Aposto que esse só não distribuiu cartões para os parentes das vítimas da Gol porque não estava em Brasília... Abraços.
11/10/2006 13:38João (Outro)Prezado amigo Celsopin. Em países com alto gra...
Prezado amigo Celsopin. Em países com alto grau de desenvolvimento ações desta natureza são constantes, o judiciário é (como dizem)"rápido e rasteiro". Então pergunto ao ilustríssimo amigo: Somente no Brasil existe número elevado de causas? Ou o erro está no sistema? Quanto à sucumbência amigo Carlos ele deve ter pedido "justiça gratuita". Saudações.
11/10/2006 13:33cassia (Estudante de Direito)Como um advogado pode entrar com um processo de...
Como um advogado pode entrar com um processo desses? Ele estudou mesmo!!! gostei dos honorários de sucumbência...ahahahaha
11/10/2006 13:32cassia (Estudante de Direito)Como um advogado pode entrar com um processo de...
Como um advogado pode entrar com um processo desses? Ele estudou mesmo!!!
11/10/2006 11:56Rubens (Bancário)Este é o nosso Brasil: sem fé, sem senso do rid...
Este é o nosso Brasil: sem fé, sem senso do ridículo, sem honra, sem escrúpulo, sem pudor. Não temos instituições, chefes ou profissionais capazes de mostrar aos menos esclarecidos que estes atributos existem e devem ser praticados.
11/10/2006 11:42Celsopin (Economista)Esse indivíduo não tinha um advogado para orien...
Esse indivíduo não tinha um advogado para orientá-lo??? ou o advogado achou que a causa tinha possibilidade???? João, o judiciário está realmente atolado e não é por causa das não contratações... é por causa de causas como essas...
11/10/2006 11:25Carlos (Advogado Associado a Escritório - Tributária)Gostaria de saber como ele vai pagar os honorár...
Gostaria de saber como ele vai pagar os honorários de sucumbência? Se for fixado em 20% vai ficar em torno de R$ 400.000.000.000,00. (quatrocentos bilhões) heheheh!
11/10/2006 10:54Elias Galvão ()...e ainda acha "profissional" para patrocinar ...
...e ainda acha "profissional" para patrocinar este tipo de causa!
11/10/2006 08:17João (Outro)Ao meu ver não existe má-fé do litigante, não c...
Ao meu ver não existe má-fé do litigante, não consta em nosso ordenamento regra que impeça o cidadão de pleitear o que "acha" que lhe é de direito. Cabe ao judiciário dizer o direito. Também não se pode arguir "sobrecarga" do sistema judiciário, uma vez que, se existe acúmulo de processos é por culpa exclusiva do sistema. Porque não contratar mais juízes, mais serventuários? Verba para isso, com certeza, tem. Ao invés de comprar deputados para ter projetos aprovados, deveria o governo destinar verbas para tornar o judiciário mais ágil. Agora, é inadmicível que o cidadão tenha (como sempre) que ser responsabilizado.
10/10/2006 23:25Diaz (Contabilista)E o advogado que patrocinou a ação. Este advoga...
E o advogado que patrocinou a ação. Este advogado não vai ser punido? Mas aí entra o corporativismo. O advogado é intocável? È brincadeira. O dia que acontecer punição a esta categoria profissional, aí sim, alguma coisa vai mudar no país. Agora mesmo um advogado pediu que se fizesse um movimento para libertar o tal de Rizzio, um pilantra, filho de um desembargador.
10/10/2006 21:33A.G. Moreira (Consultor)Se o cidadão tivésse recebido, por engano, uma ...
Se o cidadão tivésse recebido, por engano, uma conta daquele valor para pagar, com certeza ele pagaria ! ! !
10/10/2006 15:24Rodolfo Ferroni (Advogado Assalariado - Empresarial)É lamentável como algumas pessoas utilizam o Po...
É lamentável como algumas pessoas utilizam o Poder Judiciário para tentar enriquecer indevidamente. Creio que estas pessoas ACHAM (de forma muito equivocada) que o Poder Judiciário é composto por imprecatados. O que me admira é o fato deste cidadão não estar respondendo por litigância de má-fé. São pessoas finórias como este cidadão que contribuem consideravelmente para a atual pachorra processual. E mais, escracham a dignidade. - "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". (Rui Barbosa) - - Rodolfo Ferroni - advogado http://noticiajuridica.blogspot.com
10/10/2006 13:55AdvCarioca (Advogado Autônomo)Muito bem, O cidadão quis dar uma de esperto ...
Muito bem, O cidadão quis dar uma de esperto atolando o judiciário com uma ação totalmente descabível. Eu pergunto: e do advogado que o recebeu no seu escritório, e patrocinou essa ação esdruxúla, não é questionado? Como podemos aceitar que profissionais do direito patrocinem esse tipo de ação assim impunemente? É muita cara de pau, coragem para comparecer diante do juíz, assinar petições num processo fadado ao insucesso.... Daqui a pouco vamos ter advogado pedindo para os seus clientes uma viajem à lua...quem sabe um casal querendo casar lá em cima...., é esperar para ver. Isaías Pinheiro
10/10/2006 13:49BESSA (Outros)ESSE CIDADÃO É UM LOUCO POR COMPLETO E COM CERT...
ESSE CIDADÃO É UM LOUCO POR COMPLETO E COM CERTEZA NÃO ESTAVA SÓ NESSA EMPREITADA MALICIOSA.
10/10/2006 12:36Jaime (Servidor)Esperteza é um sinal de má-educação, falta de é...
Esperteza é um sinal de má-educação, falta de ética e desrespeito para com os outros cidadãos. Por essas e outras mais que esse País continua no atraso de 30 anos em relação às potências mundiais.

Comentários encerrados em 18/10/2006

A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.