Para julgar não basta a lei. É preciso reflexão

3/10/2006 22:18SALEHTY (Advogado Autônomo) A idéia de Reflexão para estes casos seria Pru...
A idéia de Reflexão para estes casos seria Prudência, Tino, Discernimento, Consideração Atenta... Mas, cada um pode "refletir" de acordo com sua bagagem emocional, educacional e, principalmente, de acordo com a própria vivência. Quem não conhece a dificuldade, não tem como entendê-la direito. Quem não conhece a miséria e a desolação, também não tem como dimensioná-las. Somente a experiência de vida, permite ao homem um proceder a julgamento mais justo, se ele for correto e tiver sido atento. Caso seja corrupto, canalhas também ficam velhos... Bom seria o JURI POPULAR CIVEL... Quem sabe, não haveria mais "justiça justa e rápida"?
2/10/2006 17:48Robespierre (Outros)...justiça que demora, não interessa,não faz se...
...justiça que demora, não interessa,não faz sentido, pelo menos para pessoas físicas, mortais... torna-se injustiça com a chancela do estado...
2/10/2006 12:46Michael Crichton (Médico)Até onde sei os juízes decidem com reflexão. O ...
Até onde sei os juízes decidem com reflexão. O Dr. Carlos não disse novidade. Problema é ele demonstrar mais preocupação com o contato entre os desembargadores, do que entre estes e os juízes de primeiro grau. Ele fala da questão dos prédios, mas sabe dos problemas em lidar com as prefeituras que pagam os aluguéis?
2/10/2006 12:00Ottoni (Advogado Sócio de Escritório)Para julgar não basta aplicar a lei. É preciso ...
Para julgar não basta aplicar a lei. É preciso reflexão. Já não é sem tempo que a condenável auto suficiência judicial é examinada sobre o prisma de quem está inserido na prática diária e responsável dessa atividade que, em razão da discrição da imensa maioria dos magistrados, é desconhecida da população alvo da jurisdição. Julgar, como exercício de um dos deveres do Estado, que é a jurisdição, é muito mais do que a aplicação simplista de textos legais genéricos e que devem ser interpretados com o máximo de reflexão, de pesquisa, de experiência de vida que, no linguajar forense, é chamada de “cintura”. É a vivência. A teoria deve ser tida como um simples instrumento auxiliar para o magistrado cuja atenção deverá estar orientada pelo milenar “ Da mihi factum, dabo tibi jus”, processo intelectual onde reside a alma da sagrada missão de distribuir JUSTIÇA.
2/10/2006 12:00Ottoni (Advogado Sócio de Escritório)Para julgar não basta aplicar a lei. É preciso ...
Para julgar não basta aplicar a lei. É preciso reflexão. Já não é sem tempo que a condenável auto suficiência judicial é examinada sobre o prisma de quem está inserido na prática diária e responsável dessa atividade que, em razão da discrição da imensa maioria dos magistrados, é desconhecida da população alvo da jurisdição. Julgar, como exercício de um dos deveres do Estado, que é a jurisdição, é muito mais do que a aplicação simplista de textos legais genéricos e que devem ser interpretados com o máximo de reflexão, de pesquisa, de experiência de vida que, no linguajar forense, é chamada de “cintura”. É a vivência. A teoria deve ser tida como um simples instrumento auxiliar para o magistrado cuja atenção deverá estar orientada pelo milenar “ Da mihi factum, dabo tibi jus”, processo intelectual onde reside a alma da sagrada missão de distribuir JUSTIÇA.
2/10/2006 11:45Marco (Consultor)Dr. Carlos Teixeira Leite Filho.... um nome a s...
Dr. Carlos Teixeira Leite Filho.... um nome a ser lembrado com louvor!!! Até que enfim, ouvi um Juiz dizer que para haver justiça NÃO BASTA APENAS A LEI....há de se utilizar de REFLEXÃO!!! Parabéns, doutor Teixeira Leite!

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