Multiplicam-se os lançamentos de obras jurídicas

17/11/2006 22:01Raul Haidar (Advogado Autônomo)Caro Dr. Junior, Maringá: há uma grande variaçã...
Caro Dr. Junior, Maringá: há uma grande variação no preço dos livros. Livrarias mantidas pela CAASP em São Paulo vendem obras com descontos expressivos. Há ainda um comércio muito ativo de livros usados´nas principais cidades do país. Felizmente crescem, ainda que lentamente, as bibliotecas públicas. E por causa da variação de preços é que nas resenhas aqui publicadas resolvemos omitir os preços sugeridos pelas editoras.
17/11/2006 21:57Raul Haidar (Advogado Autônomo)Caro Prof. Armando: a indústria de livros sobre...
Caro Prof. Armando: a indústria de livros sobre direito é reflexo da importância do direito em nosso país. A possibilidade de plágio existe como em qualquer indústria em crescimento. Veja, por exemplo, o que ocorre com frequencia na música popular. Tal questão, todavia, já conta com proteção legal adequada, cabendo aos prejudicados o acionamento dos respectivos mecanismos legais. Raramente livros de direito geram lucros expressivos, até porque as edições são limitadas. Nem mesmo livros de "mau gosto" ou sobre assuntos fúteis, como, por exemplo, os de autoria de uma prostituta que vem recebendo grande destaque na televisão podem sofrer restrições. E tais "obras", que incitam ao crime, que exploram a ignorância, que favorecem aberrações, é que, desgraçadamente geram lucros. Pretender "investigar" a edição de livros , jurídicos ou não, é negar a liberdade de expressão, o que a Constituição e a Declaração Universal dos Direitos Humanos vedam. A indústria editorial brasileira, mesmo de livros pornográficos, interessa ao País. Gera empregos, desenvolve a economia, viabiliza cultura no seu sentido mais amplo. Seria trágico se alguma CPI ou "sei lá o quê" pudesse determinar quais livros podemos imprimir, vender, comprar, ler. Surpreende-me, caro Professor, que tal opinião seja adotada por alguém que se supõe dedicar-se à cultura por dever de ofício!
17/11/2006 14:03Armando do Prado (Professor)Carecia de uma "comissão", CPI, investigação, o...
Carecia de uma "comissão", CPI, investigação, ou sei lá o quê, para analisar interesses, valores, etc, sobre a indústria de livros sobre direito. São toneladas de páginas se repetindo, se plagiando, levando a lugar nenhuma e ganhando muito dinheiro. A quem interessa o crime, digo a indústria?
17/11/2006 08:42Ruberval, de Apiacás, MT (Engenheiro)E os livros continuam inacessíveis, sobretudo p...
E os livros continuam inacessíveis, sobretudo pelo preço.

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