Eduardo Jorge leva melhor na briga contra a imprensa

17/11/2006 18:40Richard Smith (Consultor) Querida Beatriz: Parabéns, você é das mi...
Querida Beatriz: Parabéns, você é das minhas! Um beijo. p.s. Acerca dos "tempos" ("O tempera, o mores") que estamos vivendo desde 2.003, leia os comentários de Reinaldo Azevedo no seu blog (http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/) acerca do caso emir sader e de suas falcatruas com o dinheiro de uma ong comunista cahmda Rosa de Luxemburgo. É de cair o queixo e extremamente preocupante.
17/11/2006 09:18beatriz (Advogado Associado a Escritório)Os colegas resumiram muito bem a situação pela ...
Os colegas resumiram muito bem a situação pela qual passa o país, desde 2003 e que só tende a piorar. O "Sr. Ministro" nem sabe mais separar verdades e mentiras: apenas se limita a dar "explicações" para o inexplicável, como se todos fossem coadjuvantes desse lamentável período. Não é bem assim! Ainda somos boa parcela de pessoas que não se deixa iludir. Prefiro ser chamada de "elite" do que de cúmplice.
16/11/2006 13:34Émerson Fernandes (Advogado Autônomo - Civil)Concordo com os comentários de Alexandre Cadeu:...
Concordo com os comentários de Alexandre Cadeu: o Ministro foi infeliz em seus comentários, pois, se a liberdade de imprensa recebe proteção Constitucional, outros patrimônios jurídicos possuem igual proteção.
16/11/2006 10:01Alexandre Cadeu Bernardes (Advogado Sócio de Escritório)Em entrevista que concedeu à emissoras de telev...
Em entrevista que concedeu à emissoras de televisão na data de ontem, 15/11/2006, o Ministro da Justiça, - Dr. Marcio Thomaz Bastos -, declarou que o trabalho da imprensa deve ser realizado com plena liberdade, todavia, sem se requerer que haja nestas "opiniões" o conteúdo de justiça e responsabilidade. Pois bem, veja se é possível colher da fala de um ministro da envergadura do Dr. Marcio um mínimo de razoabilidade jurídica. Veja se podemos continuar a tê-lo como um profissional sério e isento de política-partidária em suas manifestações, - alguém que já ilustrou as universidades de direito e a propria presidencia da OAB com a inteligência e a serenidade que não se lhe pode negar -, pois, como pode agora querer distanciar a necessária ligação que há na liberdade de informação que detém os órgãos de imprensa com a total responsabilidade desta mídia. Ora, ou o Senhor Ministro quer fazer média ou esqueceu-se de um dos mandamentos do direito que, além da ampla liberdade de manifestação, há o limite da responsabilidade e o direito de preservação de imagem do ser humano. O caso Eduardo Jorge configura a mais mesquinha e irresponsável página da imprensa brasileira, pois, foi perseguido e acuado pela sociedade brasileira simplesmente pelo fato de ver seu nome "supostamente" envolvido em escandalos de origem política, mas sem que lhe pesasse qualquer prova de sua participação. Lamentável! Mas, a Justiça isto sim é fato necessário na vida de todos, se não nas divulgações da imprensa, por certo, que na devida interpretação do Judiciário aos casos concretos. Parabens Eduardo por não terse acovardado em momento tão delicado do país, onde a palavra ética corre de boca a boca sem que grande parte da sociedade saiba sequer o que representa.
16/11/2006 09:40hammer eduardo (Consultor) Apesar de ser um apoiador incondicio...
Apesar de ser um apoiador incondicional da Imprensa , conquanto efetuando um trabalho serio e de utilidade publica , creio que o caso aqui descrito pode se tornar um belo divisor de aguas pelas suas nuances proprias. Na era pós-ditadura , a grande Imprensa tomou para si um papel fundamental que infelizmente com mais frequencia do que deveria , ela se atrapalha por incompetencia pura e simples. Jamais iria me meter a defender A ou B de qualquer governo mas tenho que concordar que via de regra, a Imprensa ao "farejar" o que acham ser uma boa noticia , caem em cima do assunto como um bando de hienas famintas e logo tascam nas primeiras paginas e vão fundo em procedimentos investigatorios muitas vezes altamente discutiveis , a possivel "vitima" dos holofotes momentaneos , tem a sua vida e suas entranhas pessoais abertas a execração publica. Como a margem de erro é relativamente pequena , na maioria das vezes a coisa vira de utilidade publica. Ocorre que "por vezes" erram o alvo e a eventual vitima das ilações largadas à vontade , NUNCA dispõe do mesmo espaço proporcional para se defender. No caso do Eduardo Jorge, parece que correu atras de ajuda "especializada" e o resultado ai esta , pagina inteira de retratação no jornal o Globo e em outros tambem e certamente mais a frente uma boa quantia de dinheiro ganho honestamente e via judicial a engordar a sua conta pessoal , alias , nada mais justo desde que se configure um procedimento jornalistico de propositos duvidosos. Que sirva de "marco regulatorio" daqui para a frente nas futuras relações entre a Imprensa e o Cidadão Comum de bem e não de "bens" como via de regra vem ocorrendo.
16/11/2006 09:36Magá (Procurador do Município)Acho que o caso do Juiz Ali Mazlom vai marcar o...
Acho que o caso do Juiz Ali Mazlom vai marcar o início deste século como uma das maiores injustiças já praticadas pelo Estado e pela imprensa. Foi acusado com provas plantadas e a imprensa não admite seus erros, mesmo sabendo que foi enganada pela polícia federal e pelos procuradores da república que o acusaram. O Tribunal de São Paulo também teve sua parcela de culpa. Espero que ele também ganhe as ações de indenização. é gravíssimo porque não só a imprensa se precipitou. é mais grave do que o do Eduardo Jorge
15/11/2006 12:54olhovivo (Outros)Alguns meios de comunicação e, ad nauseam, (mui...
Alguns meios de comunicação e, ad nauseam, (muitos) juízes e procuradores instituíram no Brasil, informalmente, o chamado "Direito Penal do inimigo", que vigorou na Alemanha nazista. Elege-se um inimigo e, a partir daí, este não faz jus a qualquer direito fundamental, pois é um inimigo. Não tem direito à presunção de inocência, ao contraditório e, o que vem ocorrendo amiúde, não tem direito a responder em liberdade mesmo não havendo amparo legal para sua prisão. E para virar o "inimigo" não é preciso muito. Basta um procurador despreparado bradar publicamente, antes de investigar. A imprensa, sedenta de sangue, passa ao linchamento moral. A voz do "inimigo" é abafada pelo "clamor popular". Não interessa ouvir seus clamores de inocência. Afinal, trata-se de "inimigo".
15/11/2006 11:04Armando do Prado (Professor)Maluf também foi inocentado várias vezes. Assim...
Maluf também foi inocentado várias vezes. Assim como Collor, este pelo STF. O importante sim é que a imprensa começa a sentir o limite entre informar, discutir, divergir e enxovalhar, avacalhar honras alheias. Bem feito para o globo e, futuramente, para a Veja e Folha.

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