Leia voto de ministro sobre juiz que prendeu empregada

24/12/2006 13:28Fábio (Advogado Autônomo)Minha solidariedade ao Grande Magistrado Gilber...
Minha solidariedade ao Grande Magistrado Gilberto Ferreira da Cruz, pessoa que sinceramente não acredito ter cometido qualquer infração administrativa ou penal. Os advogados santistas se solidarizam com o Nobre e Excelente Magistrado.
11/11/2006 14:26Armando do Prado (Professor)digo, epidemia.
digo, epidemia.
11/11/2006 14:26Armando do Prado (Professor)Juizite está virando epidema perigosa com risco...
Juizite está virando epidema perigosa com risco de contaminar todo o corpo de Pindorama. Um juiz condena pior que na época da ditadura um sociólogo porque chamou de racista um senador notório por posições reacionárias e de direita. Órgãos superiores denegam HC para mulher simples que tentou furtar pote de manteiga. Denegam HC para outra mulher que tentou furtar xampoo. Soltam banqueiro que foge para a Itália. Não prendem diretor de jornalismo que assassina namorada. Não "conseguem" prender promotor que assassina esposa. Tegiversam com outro promotor assassino de jovem em bar no litoral. O que está acontecendo com a justiça? Abaixo texto do Mino, que talvez ajude na reflexão. Um País sem Justiça Tenho vergonha de viver no Brasil. Trata-se, em primeiro lugar, de um País sem Justiça. Onde um pé rapado, mesmo o último dos imbecis, pode acusar os semelhantes de crimes hediondos sem correr risco algum. Onde pessoas honradas são ofendidas, insultadas, caluniadas sem prova. Onde o privilégio é de poucos, pouquíssimos, e onde a mídia cuida pontualmente dos interesses da minoria, em oposição nítida àqueles do País, até porque é um dos rostos do poder. Onde o esforço concentrado dos donos dos meios de comunicação se dá no sentido de entorpecer os espíritos e obnubilar as consciências. Onde batalhões de jornalistas chamam seus patrões de colegas. Onde senhores como Daniel Dantas, que compra literalmente vários profissionais midiáticos (profissionais? Prefiro Totó Riina, prefiro Provenzano, que estão na cadeia), são condenados mundo afora e aqui vivem à larga, e são até paparicados pelo ministro da Justiça, o eminente jurista Marcio Thomaz Bastos. Cujo escritório (diz ele, ex-escritório, de faces lavadas) me processa em nome do mesmo orelhudo Daniel Dantas. Corre o processo no penal porque, lá pelas tantas, tempos outros, escrevi que o próprio parecia ter condições de chantagear o herói da democracia nativa, o príncipe dos sociólogos Fernando Henrique Cardoso. Vamos à verdade factual. De volta de uma de suas viagens a Cayman, DD visitou o então presidente da República, e jantou com ele no Alvorada. Dias depois, punhado exíguo de dias, FHC nomeou Luiz Leonardo Cantidiano para a CVM e demitiu em bloco a diretoria da Previ. É do conhecimento até do mundo mineral que ambas as providências agradaram sobremaneira o dono do Opportunity. Manobras entre amigos, e aos amigos tudo, aos inimigos a lei. Não é que aqui, neste breve espaço, já nos passos conclusivos de uma vida austera e digna, tenha arrolado todas as razões da vergonha experimentada, neste exato instante, por viver no Brasil. Este é o País onde há quem diga que você não presta porque não mede um metro e oitenta, e o definem como ladrão sem incomodar-se com os verdadeiros ladrões. Em dia recente, um caluniador contumaz surgiu na minha frente, estava atrás da janela de um táxi e eu na calçada. Ele me viu, e o táxi, que já estacionava no meio fio, saiu de carreira. Trata-se de um covarde. Outras coisas poderia dizer dele, mas não cairei nos seus hábitos, ainda sou partidário da antiqüíssima máxima: in dubio pro reo. Covarde, no entanto, ele é, como um dos patrões dele, que também fugiu faz trinta anos, para ser preciso. E o homem tem um metro e oitenta. Quanto à minha estatura, de fato não é avantajada. Sou apenas do tamanho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que felizmente foi reeleito. Mas o caluniador, entendam, fisicamente não é tão grande assim. Aliás, eu o enxergo mínimo. Ele permite-se também imitações de alguém que fala o português do Brasil com sotaque italiano. Tenho infinito orgulho da minha origem italiana. Diga-se que na Itália existem a máfia e Berlusconi, mas a Justiça funciona. Se falamos, contudo, do Brasil, direi que vergonha não tenho do seu povo, tenho da sua elite, a despeito das exceções: vulgar, arrogante, feroz, predadora, ignorante, medieval. Presumida elite, disposta a arregimentar jagunços e sabujos, armas e penas de aluguel. Aliás, tempos para cá, pronuncio e escrevo a palavra povo com deleite cada vez maior. E sou mais brasileiro do que muitos. Eles não gozam de mérito especial por terem nascido no Brasil. Eu o escolhi. enviada por mino (comentar | 146 comentários) | (envie esta mensagem) | (link do post) 10/11/2006 13:48 Bela figura, Alencar. O vice-presidente da República está doente, teve uma recaída da enfermidade que o aflige há anos. Bela figura, Alencar. Digno, consciente cidadão, grande empresário. Mineiro reto, sem ambiguidades, mas dotado de senso de humor. Estive com ele algumas vezes, sempre sai da conversa com a certeza de não ter perdido um único, escasso segundo do meu tempo. Recordo a festa de aniversário de CartaCapital de 2003, destinada também à premiação das Empresas Mais Admiradas no Brasil, a mesma que contou, nos anos seguintes, com a presença do presidente Lula. Em 2003, quem presidiu a cerimônia foi Alencar. Ao dar as boasvindas aos convidados, eu disse que o Brasil ainda não fizera sua Revolução Francesa. Acrescentei, pressuroso: não se assustem, pelo amor de Deus, foi apenas a revolução burguesa. Alencar riu com alegria autêntica, murmurou-me nos ouvidos: "Esta foi muito boa". Não perguntei porque, entendi: ria da perplexidade dos ouvintes, muitos eram seus pares. enviada por mino
11/11/2006 10:26themistocles.br (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)Ao Juiz GILBERTO FERREIRA DA SILVA, que conheço...
Ao Juiz GILBERTO FERREIRA DA SILVA, que conheço, minha solidariedade em momento tão difícil para a magistratura de 1º Grau, em que não somos poupados de execração e afirmações públicas, manifestamente precipitadas e sensacionalistas de alguns órgãos jornalísticos, recheadas de comentários de muitos leitores ressentidos, pois é aquela velha história, na função de juiz quem perde, assim como seus respectivos advogados, sempre estão dispostos a encontrar defeitos no juiz que lhe julgou desfavorável. Aguardemos que as associações de juízes façam alguma coisa por você, prezado Gilberto, assim como para todos os demais juízes que estão sendo constantemente execrados publicamente e sem nada definitivamente julgado a respeito de vários juízes, e não apenas você. Minha solidariedade nessa difícil fase de sua longa carreira de magistrado paulista.

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