Mainardi quer dar uma bandeirada na cabeça de Amorim

27/12/2007 11:29Nicoboco (Advogado Autônomo)Como já disse em outros lugares, é tudo culpa d...
Como já disse em outros lugares, é tudo culpa dessa mídia capitalista, intriga da oposição, das elites burgesas, da classe média, dos EUA e do FMI. Faltou alguém?
11/11/2006 09:27Band (Médico)Esta história do Professor Emir Sader é engraça...
Esta história do Professor Emir Sader é engraçada! Quanto mais se pesquisa o assunto, mais me espanta a hipocrisia. Paulo Henrique Amorim. Mino Carta Assim como Franklin Martins estão processando Diogo Mainardi. Será que foram por acusações deste nível tão baixo do professor Emir Sader? Ou por oposição real a liberdade de expressão? Não causa admiração portanto o ataque que o Carta Capital faz a organizaçõa RSF ou a Globo criando um factóide sobre a divulgação das fotos desviando na hora o assunto principal! De onde veio o dinheiro e que alta autoridade do PT autorizou e deu a garantia para arrecadar a expressiva cifra? Para os alinhados aos poderosos isto não deve ser revelado!
8/11/2006 15:47Richard Smith (Consultor) E você, amigo Fábio Cruz: Se você tivesse ...
E você, amigo Fábio Cruz: Se você tivesse um pouco mais de paciência, perceberia a pertinência do que eu escrevo. Essa desculpa é velha. Ademais, não escrevo nem para PeTelhos e simpatizantes e nem para PeTralhas. Um abraço, hein?
8/11/2006 15:44Richard Smith (Consultor)Ops, desculpem pelo "ç" no cúmplice.
Ops, desculpem pelo "ç" no cúmplice.
8/11/2006 15:43Richard Smith (Consultor)p.s. O meu nome é Richard Smith mesmo, mané. Nã...
p.s. O meu nome é Richard Smith mesmo, mané. Não se trata de nenhum "nickname" fajuto como o seu, "radar" PeTralha descalibrado. E apenas para o seu governo, embora descendente de irlandeses, o que muito me orgulah, sou brasileiro, brasileirissimo, paulista e paulistano. Sei ler e escrever, como no prato, com garfo e faca e não sou cumpliçe de safadeza nenhuma com o meu País, pois não votei no Excomungado Abortista "que aí está". Sacou, mané?
8/11/2006 15:38Richard Smith (Consultor) Ficou "bravinha" Radar? Só porque eu te ...
Ficou "bravinha" Radar? Só porque eu te recomendei algumas leituras "menas" estressantes? Tá vendo como você está precisando? Pode por "Nova" e os seus testes de amor também, você está precisando!
7/11/2006 21:54LAWYER (Advogado Autônomo - Previdenciária)ACHEI SENSACIONAL. VAMOS MANDAR OS ELEITORES D...
ACHEI SENSACIONAL. VAMOS MANDAR OS ELEITORES DO LULA COBRAREM DELE, TUDO O QUE VIVEM PEDINDO POR TELEFONE E OUTROS MEIOS. Campanha Não dê mais nada pra ninguém VIVA LULA!!! Lula inventou o "Bio-Diesel", acabou de inventar a TV Digital, descobriu o Brazil, Cabral foi um mero cumpanhêro. Além disso, Lullet's criou o Banco do Brasil, fundou a Petrobrás, NUNCA estivemos em situação tão boa, sua magneficiência inventou a roda, a eletricidade, a máquina à vapor, etc...etc...etc.... Todos os brasileiros "deste País" tem uma TV digital. Milhões de caminhoneiros felizes, pagam barato por isso e rodam nas mais belas e bem asfaltadas estradas deste mundo! Tá bonito. Os 43 milhões de brasileiros que estão na linha da miséria já estão comendo, bem, 3 vezes ao dia, segundo Lula. Dados da F.Getulio Vargas/Fao/ONU; em 15 de Outubro foi comemorado o Dia Mundial de Combate à Fome. Não há desemprego. Está todo mundo feliz e quiseram reelegê-lo. Assim, chega de pedirem tanto sem necessidade. Eu já suspendi as 3 Instituições com quem colaborava mensalmente, que atendiam pessoas e crianças carentes, afinal, hoje elas já não existem mais. Chorando, uma diretora implorou por Deus que eu continuasse a colaborar. As crianças vão passar fome. Disse-me que era mentira do Lula. Argumentei que ela sim era mentirosa. Eu vi na TV. Lula falou. Eu acredito no presidente, ou iria acreditar nela que não é "ninguém". Não colaboro mais com os empregados do meu prédio. Não dê panetones nem caixinhas de natal. Não vou dar roupas, panetone.etc. Não precisam mais e parem de amolar aos outros,..... Deixem o Homem trabalhar! . . Façam o homem trabalhar........................
6/11/2006 18:44Cruz (Prestador de Serviço)Caro Carrero, A frase citada não é "a maiori...
Caro Carrero, A frase citada não é "a maioria é burra" mas sim, "Toda unanimidade é burra"; Em que país você vive? nos EUA como o Diogo Minardi? Eu moro no estado de São Paulo e nunca senti os benefícios do trabalho do governo federal como neste governo, não recebo "esmola" bolsa família nem sou bolsista do pró-une, mas sou um cidadão que percebe preços de alimentos mais em conta e um custo de vida menor, que tem muito mais oportunidade de trabalho! Fábio Cruz
6/11/2006 18:37Cruz (Prestador de Serviço)Caro Shimt, Seus comentários são infelizes!!...
Caro Shimt, Seus comentários são infelizes!!! Só de ver, que você escreveu algo já me desanimo. Sugiro que entre em uma boa faculdade e abra seus horizontes. Fábio Cruz
6/11/2006 18:34jorgecarrero (Administrador)A culpa é da esmola! Não controlaram a máquina...
A culpa é da esmola! Não controlaram a máquina do (des)governo lulista e agora... Serão mais quatro anos de sacanagem e de lamaçal - com a outorga do 'povo'. Esses abduzidos e evangelizados jornalistas petistas querem muito mais do que tiveram até agora - e vão conseguir! Nelson Rodrigues já dizia que a maioria é burra. Diria mais: Burra, pobre( de espírito) e mendiga( qq coisa vale a pena!). Pobre país.
6/11/2006 16:32Radar (Bacharel)ô censor "Smente!" (nem apelido brasileiro voce...
ô censor "Smente!" (nem apelido brasileiro voce sabe arrumar): Procure cuidar da sua vida, "isso sim já seria um avanço". Tá sobrando muito tempo ? vá jogar bingo, por exemplo. Você não está capacitado a indicar literatura a ninguém. Até porque não aprendeu nem respeitar a opinião alheia/ Bem na linha do homem-privata, do abominável ditador catarinense das neves e do gagá de Salvador. Bull-dog que perdeu o osso, fica ladrando esse seu discurso vazio de derrotado em 29/11. Você deve estar escrevendo suas besteiras em pé, mas isso é problema seu. Fiquei 3 meses sem acessar o conjur, e encontro um imbecil da sua espécie querendo dar uma de mestre esquisitão. Só se for mestre-cuca, sem a última sílaba. Está querendo que o Conjur acabe com esse espaço democrático? Véio, coloque a bunda em outro colo. Quer respeito? Respeite! e vê se erra!
5/11/2006 13:09Richard Smith (Consultor) Ô Radar, melhore a comunicação das suas "i...
Ô Radar, melhore a comunicação das suas "idéias", que já seria grande coisa. Sugiro, ao invés da Isto Era, da Cartilha Capital, da Caros Amigos, etc., alguma leitura mais saudável e "menas" estressante: Pato Donald, Contigo, Álbum do Rebelde, etc.
5/11/2006 13:04Richard Smith (Consultor) ATENÇÃO! PARA LEITURA E, SOBRETUDO, REFLEXÃ...
ATENÇÃO! PARA LEITURA E, SOBRETUDO, REFLEXÃO, DOS QUERIDOS LEITORES E COMENTADORES DESTE ESPAÇO: O MARQUETEIRO DE LULA 1 - quando ele é apenas óbvio Reportagem de Fernando Rodrigues, na Folha deste domingo, traz a interpretação de João Santana, o marqueteiro de Lula, para o sucesso eleitoral de Lula. Nunca o lugar-comum ambicionou antes, com tanta ligeireza, o lugar de uma teoria política. Santana diz um monte de obviedades, que estamos cansados de saber. A maior de todas: Lula é visto, a um só tempo, como o corajoso do povão que chegou lá e como uma vítima das elites. O problema dessas construções mentais está no fato de que a sua validade parece universal e infinita. Leiam: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sua reeleição ao fato de ter virado, no imaginário do eleitorado mais pobre, uma figura dupla: um "fortão" igualmente humilde que virou poderoso e ao mesmo tempo uma vítima, um ‘fraquinho’ sob ataque das elites. Essa é uma das explicações usadas pelo publicitário João Cerqueira de Santana Filho para o sucesso da empreitada que acompanhou de perto nos últimos meses. O marqueteiro de Lula desenvolveu uma análise própria sobre o caso de amor do eleitorado com o presidente: a teoria do ‘fortão’ e do ‘fraquinho’ -ele usa termos mais eloqüentes, mas criou esses enquanto falava à Folha ‘para ficar mais publicável’. Lula alternaria esses dois papéis no imaginário do brasileiro das classes mais pobres. Depois que se elegeu presidente em 2002, o petista passou a ser uma projeção de sucesso para as camadas C e D da população. ‘É um deles. Chegou lá’, diz Santana. Nesse momento, a personagem é o ‘fortão’, que ‘rompeu todas as barreiras sociais e conseguiu o impossível, tornando-se um poderoso’. Já quando Lula é atacado, ‘o povão pensa que é um ato das elites para derrubar o homem do povo que está lá’.” O MARQUETEIRO DE LULA 2 - quando ele é também PERIGOSO! Se Santana é chato quando é óbvio, consegue ser bastante esclarecedor quando expõe detalhes do seu trabalho. Na entrevista a Fernando Rodrigues, ele deixa claro, sem usar tais palavras, que uma campanha política pode AÇULAR O PRECONCEITO e EXPLORAR A IGNORÂNCIA de causa. Ele dá a tudo isso um outro nome: “emoção”. Vejam o que ele diz: FOLHA - Como foi definida a abordagem a respeito do tema das privatizações? JOÃO SANTANA - Esse é um tema riquíssimo, que foi muito bem pensado. Nós tínhamos alinhado alguns dos temas de intensa fragilidade e de imensa comoção política. Estava em primeiro lugar a privatização. Não usamos no primeiro turno porque não houve necessidade. FOLHA - A forma como o assunto foi usado não se prestou a deseducar o eleitor? Propagou-se a noção de que a privatização em si é algo ruim... SANTANA - Foi deseducativo de acordo com determinado ideário. Para o "consenso de Washington", sim. No Brasil, para alguns setores, revigorou-se um sentimento cívico. Não faço juízo de valor, mas o fato é que a privatização se apresenta no imaginário brasileiro com uma série de emoções políticas. FOLHA - Quais eram essas emoções? SANTANA - Primeiro, há um eixo cívico-épico-estatizante que vem de Getúlio Vargas, com a campanha "o petróleo é nosso". O outro eixo são as "tramas obscuras". Não quero questionar como foram feitas as privatizações no governo FHC, mas o fato é que ficou, na cabeça das pessoas, como se algo obscuro tivesse ocorrido. Foi erro de comunicação do governo FHC, que poderia ter vendido o benefício das privatizações de maneira mais clara. No caso da telefonia, teve um sucesso fabuloso. As pessoas estão aí usando os telefones. FOLHA - Não é desonesto se beneficiar de uma idéia geral que vigora na sociedade? Algo que possivelmente o próprio presidente da República sabe que não é a verdade completa? SANTANA - Não. Eu trabalho com o imaginário da população. Em uma campanha, nós trabalhamos com produções simbólicas. Não considero que exista aí desonestidade, pois o tema foi, pelo menos, discutido. É bom que a população fale e reflita sobre esses temas. No primeiro turno, analisando as pesquisas, eu vi que essa discussão poderia ser retomada. Enxerguei ali um "monstro vivo" que poderia ser jogado. FOLHA - Mas, se foi apenas uma tática para encurralar o adversário, fica então reforçada a tese de que houve uma certa desonestidade intelectual. Ou, para usar a expressão do candidato do PSDB, uma "mentirobrás"? SANTANA - Não é bem assim. O presidente não foi reeleito por causa da polêmica sobre privatização. O fato é que o adversário teve a chance de responder, mas não o fez. Tivesse ele uma resposta pronta, objetiva, o impacto teria sido reduzido. Alckmin poderia mostrar objetivamente o uso de telefones, de computadores, de internet. Pois é, leitor, pois é... Há alguns anos tenho abordado o que costumo chamar de “GUERRA DE VALORES”. Vê-se que Santana topa flertar com a mentira. Porque, para ele, basta que essa mentira seja uma, sei lá, verdade sentimental. É evidente que não dá para concordar com isso. Mas uma coisa ele diz com absoluta correção – a correção de quem é um profissional da área: “Tivesse ele uma resposta pronta, objetiva, o impacto teria sido reduzido. Alckmin poderia mostrar objetivamente o uso de telefones, de computadores, de internet.” Foi rigorosamente o que escrevi aqui. Em vez disso, o tucano saiu assinando documentos e usando boné do Banco do Brasil, numa postura tolamente defensiva. O que me interessa nessa entrevista é justamente isto: os petistas vivem em permanente GUERRA DE VALORES. Ao contrário dos partidos de oposição. Para enfrentar o PT, é preciso, antes de tudo, SABER ENFRENTAR O PETISMO. Do blog de REINALDO AZEVEDO (TODOS OS GRIFOS SÃO MEUS) Ô "raça", hein?!
5/11/2006 04:44Radar (Bacharel)Captei o lance, sr Wilson. Imitou bem o estilo ...
Captei o lance, sr Wilson. Imitou bem o estilo do "maisardi", um genérico-B de Paulo Francis, que é o rei do escarnio sem-causa. Como disse o Garcia, não é confiável. Na Faculdade de Jornalismo de uma prima minha ele exemplo do que se deve evitar. Vai continuar levando lapadas, até aprender. A "imprenssa" toda ta levando, entao não é ele que vai escapar, ainda mais com aquela carinha de "num to ntendeeendu" dele. Mas, Wilson, nem é preciso se esforçar. Tenho certeza que muita gente já está cancelando. Muitos anunciantes já estão caindo fora, porque é duro associar a imagem de uma empresa séria ao radicalismo de comitê. Se a MANCHETE acabou, a EPOCA não decolou, a "Óia" vai dançar em breve. Nem as tucanetes desamparadas, esses filhotes de FHH que defendem o pfmiérre e psDéBil com os glúteos (e ainda com prazer, ao que parece, hehehe), vão segurar a queda da poderosa. Ela vai beijar a lona, que nem o Alckmin (lembranças póstumas ao meu conterrâneo TaChio Zereichato, ao baiano ACC e ao Alemão catarinense). Questão de (pouco)tempo.
4/11/2006 21:09Richard Smith (Consultor) Ô amigo Luiz Mendes! Gastando digital com c...
Ô amigo Luiz Mendes! Gastando digital com certo tipo de PeTralha?! O professor fujão borra-cuecas, deve ser adepto daquela teoria das duas violências: Uma ruim, provocada pelo imperialismo capitalista, absolutamente injustificada porque opressora da classe trabalhadora e outra, BOA, de orígem revolucionária e em reação àquela, totalmente justificada e exercida por pessoas boníssimas como o Chê, o Mao, o Pol Pot, etc. O grande problema é: quem julga essas circunstâncias todas? Quem? Adivinhou: os mesmos tais "revolucionários"! Não é uma gracinha? então, quem tem ardores de amores pelo "povo" é o único juiz de quem está errado (e "paredón" ou cárcere para eles) e de quem está CERTO. Nessa última categoria, pois, inserem-se diversos companheiros que "erraram" e "alopraram", mas que estão total e previamente "abonados" porque são...? REVOLUCIONÁRIOS...lógico! Amigos "del pueblo", "mártires" até! Como "el gran comandante" dirceu, por exemplo. Agora, os cultores da "democracia", como o professor mentiroso e fujão, amante de candidaturas abortistas, pouco se lhes dá se Bornhausen é um Senador, regular e livremente eleito pelo povo de Santa Catarina. Não sendo da grei do amigos "del pueblo" ele é um inimigo, a ser impiedosamente esmagado. É a este tipo de "raça" que o País foi entregue. Não é o caso de desratizá-los mesmo? Um abração do seu amigo
4/11/2006 20:53Richard Smith (Consultor) Eh, Eh, Eh! O adepto da candidatura do A...
Eh, Eh, Eh! O adepto da candidatura do Abortista Excomungado do Oficial Wilson pelo menos está escrevendo agora em horário compatível com o dsempenho de suas regulares funções, já é um progresso. Quanto à sua campanha do 1 + 2, acredito que os donos e os redatores daquela revistoca, devem estar se borrando de medo. Quá, quá, quá, quá. Amigo Mainardi, pau nelles!
4/11/2006 19:21Willson (Bacharel)Mainardi é ótimo. Sintetiza bem. Ironiza bem. N...
Mainardi é ótimo. Sintetiza bem. Ironiza bem. Não faz nada de útil, mas serve. É meu jornalista "impresdileto". Eu estava pensando em cancelar a assinatura da revista Veja, mas aí li mais detidamente seus artigos. Foi aí que resolvi que, além de cancelar a Veja, deveria convencer dois amigos a fazer o mesmo. Seus artigos, além de inúteis, desagregam. Seu patrão fala de liberdade de expressão. Quero só ver a liberdade de expressão, quando cada um dentre cem mil assinantes convencer mais dois a cancelar o semanário. A ideologia pede, mas o dinheiro manda. E quem vende isenção não pode entregar partidarismo. Parafraseando o articulista: A veja acabou. Coitado do entregador, tão gente-boa. Agora, a revista.... No final do ano vou presentear o entregador com uma garrafa de vinho. Mas a revista...
4/11/2006 14:08Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)Esqueci de responder à sua indagação, Professor...
Esqueci de responder à sua indagação, Professor. Valeu a pena. Valeu porque se cumpriu a lei. É assim que funciona o regime democrático, não é ?
4/11/2006 14:05Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)Professor, embora o senhor aponte distinção ent...
Professor, embora o senhor aponte distinção entre agressão física e verbal, a CF não o faz. Toda lesão, física ou não, pode ser apreciada pelo Judiciário. No tocante ao direito de resposta proporcional ao agravo, trata-se de uma faculdade do ofendido, cuja utilização não tem o condão de afastar a responsabilidade civil ou openal. Em relação à crítica proferida pelo Emir Sader, ela foi absolutamente indecorosa. Chamar alguém de assassino de trabalhador não é aceitável. O professor claramente foi além da liberdade que a CF lhe confere. E não se pode exigir que algué, aviltado, fique inerte. Ainda mais em se tratando de um Senador da República (o sr. gostando ou não, um representante do Estado de SC eleito pelo povo). Quanto à desmoralização do Senador, esse é um juízo particular do senhor e restrito àqueles que enxergam o mundo através de um filtro ideológico. Nessa perspectiva é que se dá a vitimização de Emir. E isso é muito diferente do "dado contreto e objetivo", a que ELLE tanto costuma aludir.
4/11/2006 12:58Armando do Prado (Professor)Caro Dr. Mendes, não existe contradição. Eviden...
Caro Dr. Mendes, não existe contradição. Evidentemente me refiro a agressões físicas, como as que sofreu o deputado Dirceu. Agressões físicas como as que ameaçaram o presidente. Esse tipo de "argumento" é que a democracia não tolera. Agressão física como a que sofreu Dirceu, era comum nos regimes fascistas e nazista, assim como na ditadura militar brasileira. Quanto ao Senador, conhecido como "alemão", houve críticas, ainda que duras, mas apenas críticas. A lei de imprensa permite que ele respondesse no mesmo espaço. A sanção foi desproporcional. Portanto, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Criticar, ser duro no comentário, etc, diariamente vários políticos passam por isso, e poucos, como esse senador buscam socorro no judiciário, simplesmente porque não carece, pois o próprio órgão de imprensa - tirante a veja - costuma dar o mesmo espaço para a "retorsão". Finalmente, quem perdeu com a condenação do professor Emir, sabe o senhor, sei eu, sabem as pedras, que o perdedor foi o "alemão", que sai desmoralizado do episódio. O professor sai como vítima. Valeu a pena?

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