Emir Sader é condenado por fazer críticas a Bornhausen

10/11/2006 13:29Armando do Prado (Professor)Abaixo frase dita na época da condenação pelo(a...
Abaixo frase dita na época da condenação pelo(a) patuléia. Aguardem a confirmação. "CNJ prestem atenção nessa decisão e em quem a prolatou. vai ser reformada facilmente, mas mesmo assim merece acompanhamento".
10/11/2006 13:26Armando do Prado (Professor)Promotor de Justiça pede anulação da sentença c...
Promotor de Justiça pede anulação da sentença contra Emir Sader Recurso do promotor de Justiça Renato Eugênio de Freitas Peres, do Ministério Público de São Paulo, diz que o processo movido pelo senador Bornhausen contra o professor Emir Sader sequer deveria ter sido acolhido em tribunal. Flávio Aguiar – Carta Maior SÃO PAULO – O promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, Renato Eugênio de Freitas Peres, entrou com recurso junto ao juiz de Direito da 22ª Vara Criminal de São Paulo, Rodrigo Cesar Muller Valente, que condenou o professor Emir Sader a um ano de detenção e a perda do seu cargo na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), pedindo anulação da sentença. O parecer emitido pelo promotor historicia o caso desde o seu início. Para pedir a anulação da sentença, o promotor afirma que há incongruência, inadequação e inconsistência na decisão. Começa dizendo que a sentença contra o réu destoa completamente de outras sentenças, praticadas inclusive na 22ª Vara, em face de acusações muito mais graves, como tráfico de entorpecentes, furtos qualificados e outros. “Assim vislumbra-se que no presente caso o professor universitário querelado foi condenado com pena de igual duração àquela que alguns juízes pretendem conferir a traficantes. Houve um tempo que chamavam situações como esta, no direito, de teratológicas”, escreve o promotor. “Mas não é só”, continua. “Como pode agora um professor universitário ser condenado por expressão de opinião?” Manifestando perplexidade, o recurso diz que “em quinze anos de carreira” o promotor nunca teve conhecimento de uma condenação por crime contra a honra, inclusive na 22ª Vara. E reclama que já apresentou seus argumentos por ocasião desse julgamento em primeira instância, mas que pelo visto “sequer foram apreciadas as questões suscitadas”, motivo pelo qual vai reapresentá-las. E diz: “É sabido que muitos Juízes dizem que sequer lêem o que escreve o Ministério Público”. A partir daí o promotor declara que a queixa-crime sequer deveria ter sido recebida em juízo, em primeiro lugar por não ser precisa na qualificação do suposto crime cometido, se era de injúria, calúnia ou difamação. Acrescenta que o juiz acabou desconsiderando as acusações de “calúnia” e de “difamação”, só aceitando a de “calúnia”, e que nisto houve erro de juízo. Ou seja, o recurso desqualifica a própria conceituação com que o juiz encarou o processo. Depois, o parecer aponta uma série de erros cometidos pelos acusadores e pelo próprio juiz. Não houve oferecimento de oportunidade de retratação, obrigatório pela Lei de Imprensa que foi o instrumento da condenação. Deveria também haver oferecimento de oportunidade de reconciliação entre as partes, de explicações, não houve intimação das testemunhas de defesa, enfim o processo teria se tornado um rosário de equívocos, o que justifica o recurso: “Por todos estes motivos, opina a Promotoria de Justiça no sentido de que seja declarada a nulidade do processo, com rejeição da Queixa-crime (por inépcia e falta de condições processuais, leia-se adequação do pedido)”. Mas o parecer não pára por aí. Além de considerar os erros processuais, entra no mérito da questão. E é taxativo: “trata-se aqui de uma disputa ideológica. Nenhuma das partes é um criminoso”. E vai ao âmago do problema, quando diz que se o professor chamou o senador de “racista”, “não há controvérsia sobre o fato de que o Exmo. Senador da República lançou mão da expressão 'a gente vai se ver livre desta raça'”. “Assim só podemos concluir que efetivamente o Excelentíssimo Senhor Senador tem o hábito de utilizar o conceito de raça, ou algum conceito de raça. E infelizmente ele o fez num contexto em que manifesta a expectativa de '...se livrar da tal raça'”. Pergunta o parecerista: como deveria reagir alguém que ouvisse tal frase, e fosse “de origem diversa daquela do ex-governador 'Barriga-verde'”? Deveria ouvir calado o que também pode ser caracterizado como uma “ofensa”. Diz ainda que os advogados do senador argumentaram que ele sentiu-se ofendido por adjetivos como “repulsivo, racista, fascista, mente suja, abjeto, mesquinho, desprezível”, mas que de toda essa coleção só a expressão “racista” poderia ser objeto de querela judicial; e que as demais denotam a existência de um debate “acalorado”, como as que são características daqueles entre “direita esquerda”. Diante do argumento da acusação de que o réu deturpou o sentido da expressão “raça” usada pelo senador, diz que “até mesmo pela confusão resultante, temos que concluir então que a declaração permite o mau entendimento”. Conclusão: “não há prova de dolo criminal”, ou seja, de intenção criminosa. Por fim, o promotor arremata dizendo que o efeito colateral da aplicação da sentença, de perda do cargo de professor em universidade pública é “exacerbada” e que “a aparência da peça nos remete às condenações da época do regime militar. Até as personagens no palco são as mesmas”. “Há apenas uma diferença: na época do governo militar havia sursis”, isto é, a possibilidade da suspensão da pena. Agora, nem isto houve. Opinião da Carta Maior O resumo desta consistente peça jurídica é o de que tudo isto, a queixa-crime, o julgamento, a pena, a perda do cargo público, é um completo absurdo de qualquer ponto de vista que se queira examina-lo, é uma tentativa de cercear o debate político. E que apoiar esta verdadeira comédia de erros, como fizeram várias vozes na mídia impressa e audiovisual, é um atentado à liberdade de expressão. Resta saber se o mesmo eco vai ser dado, nesta mídia, a este parecer exarado a partir do Ministério Público. Quanto a nós outros, lembremo-nos: agora foi o professor Emir. Amanhã, pode ser qualquer um.
5/11/2006 13:56www.professormanuel.blogspot.com (Bacharel)Tem razão, caro Richard, Quando entram em camp...
Tem razão, caro Richard, Quando entram em campo argumentos, os petistas saem correndo...
5/11/2006 13:47Richard Smith (Consultor) Ô meu caro amigo Professor Manuel: É absolu...
Ô meu caro amigo Professor Manuel: É absoluta "perca" de tempo de sua parte o litígio com PeTralhas em bases lógicas, morais ou éticas! Elles tem "pobremas" com todos estes aspectos e com muitos outros mais, como se depreende da simples leitura do "post" que eu fiz, logo abaixo. Todas essas coisas são de "menas" importância para elles, porque pautam os seus "raciocínios" por critérios outros. Leninistas e Gramscianos que são, desprezam absolutamente a Moral e a Democracia "burguesas", delas se servindo apenas quando desejam se colocar como vítimas. É uma "raça" que não tem nome ou sobrenome. Com elles só a desratização mesmo. Um abração.
5/11/2006 13:42Richard Smith (Consultor) ATENÇÃO! PARA LEITURA E, SOBRETUDO, REFLEXÃ...
ATENÇÃO! PARA LEITURA E, SOBRETUDO, REFLEXÃO, DOS QUERIDOS LEITORES E COMENTADORES DESTE ESPAÇO: O MARQUETEIRO DE LULA 1 - quando ele é apenas óbvio Reportagem de Fernando Rodrigues, na Folha deste domingo, traz a interpretação de João Santana, o marqueteiro de Lula, para o sucesso eleitoral de Lula. Nunca o lugar-comum ambicionou antes, com tanta ligeireza, o lugar de uma teoria política. Santana diz um monte de obviedades, que estamos cansados de saber. A maior de todas: Lula é visto, a um só tempo, como o corajoso do povão que chegou lá e como uma vítima das elites. O problema dessas construções mentais está no fato de que a sua validade parece universal e infinita. Leiam: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sua reeleição ao fato de ter virado, no imaginário do eleitorado mais pobre, uma figura dupla: um "fortão" igualmente humilde que virou poderoso e ao mesmo tempo uma vítima, um ‘fraquinho’ sob ataque das elites. Essa é uma das explicações usadas pelo publicitário João Cerqueira de Santana Filho para o sucesso da empreitada que acompanhou de perto nos últimos meses. O marqueteiro de Lula desenvolveu uma análise própria sobre o caso de amor do eleitorado com o presidente: a teoria do ‘fortão’ e do ‘fraquinho’ -ele usa termos mais eloqüentes, mas criou esses enquanto falava à Folha ‘para ficar mais publicável’. Lula alternaria esses dois papéis no imaginário do brasileiro das classes mais pobres. Depois que se elegeu presidente em 2002, o petista passou a ser uma projeção de sucesso para as camadas C e D da população. ‘É um deles. Chegou lá’, diz Santana. Nesse momento, a personagem é o ‘fortão’, que ‘rompeu todas as barreiras sociais e conseguiu o impossível, tornando-se um poderoso’. Já quando Lula é atacado, ‘o povão pensa que é um ato das elites para derrubar o homem do povo que está lá’.” O MARQUETEIRO DE LULA 2 - quando ele é também PERIGOSO! Se Santana é chato quando é óbvio, consegue ser bastante esclarecedor quando expõe detalhes do seu trabalho. Na entrevista a Fernando Rodrigues, ele deixa claro, sem usar tais palavras, que uma campanha política pode AÇULAR O PRECONCEITO e EXPLORAR A IGNORÂNCIA de causa. Ele dá a tudo isso um outro nome: “emoção”. Vejam o que ele diz: FOLHA - Como foi definida a abordagem a respeito do tema das privatizações? JOÃO SANTANA - Esse é um tema riquíssimo, que foi muito bem pensado. Nós tínhamos alinhado alguns dos temas de intensa fragilidade e de imensa comoção política. Estava em primeiro lugar a privatização. Não usamos no primeiro turno porque não houve necessidade. FOLHA - A forma como o assunto foi usado não se prestou a deseducar o eleitor? Propagou-se a noção de que a privatização em si é algo ruim... SANTANA - Foi deseducativo de acordo com determinado ideário. Para o "consenso de Washington", sim. No Brasil, para alguns setores, revigorou-se um sentimento cívico. Não faço juízo de valor, mas o fato é que a privatização se apresenta no imaginário brasileiro com uma série de emoções políticas. FOLHA - Quais eram essas emoções? SANTANA - Primeiro, há um eixo cívico-épico-estatizante que vem de Getúlio Vargas, com a campanha "o petróleo é nosso". O outro eixo são as "tramas obscuras". Não quero questionar como foram feitas as privatizações no governo FHC, mas o fato é que ficou, na cabeça das pessoas, como se algo obscuro tivesse ocorrido. Foi erro de comunicação do governo FHC, que poderia ter vendido o benefício das privatizações de maneira mais clara. No caso da telefonia, teve um sucesso fabuloso. As pessoas estão aí usando os telefones. FOLHA - Não é desonesto se beneficiar de uma idéia geral que vigora na sociedade? Algo que possivelmente o próprio presidente da República sabe que não é a verdade completa? SANTANA - Não. Eu trabalho com o imaginário da população. Em uma campanha, nós trabalhamos com produções simbólicas. Não considero que exista aí desonestidade, pois o tema foi, pelo menos, discutido. É bom que a população fale e reflita sobre esses temas. No primeiro turno, analisando as pesquisas, eu vi que essa discussão poderia ser retomada. Enxerguei ali um "monstro vivo" que poderia ser jogado. FOLHA - Mas, se foi apenas uma tática para encurralar o adversário, fica então reforçada a tese de que houve uma certa desonestidade intelectual. Ou, para usar a expressão do candidato do PSDB, uma "mentirobrás"? SANTANA - Não é bem assim. O presidente não foi reeleito por causa da polêmica sobre privatização. O fato é que o adversário teve a chance de responder, mas não o fez. Tivesse ele uma resposta pronta, objetiva, o impacto teria sido reduzido. Alckmin poderia mostrar objetivamente o uso de telefones, de computadores, de internet. Pois é, leitor, pois é... Há alguns anos tenho abordado o que costumo chamar de “GUERRA DE VALORES”. Vê-se que Santana topa flertar com a mentira. Porque, para ele, basta que essa mentira seja uma, sei lá, verdade sentimental. É evidente que não dá para concordar com isso. Mas uma coisa ele diz com absoluta correção – a correção de quem é um profissional da área: “Tivesse ele uma resposta pronta, objetiva, o impacto teria sido reduzido. Alckmin poderia mostrar objetivamente o uso de telefones, de computadores, de internet.” Foi rigorosamente o que escrevi aqui. Em vez disso, o tucano saiu assinando documentos e usando boné do Banco do Brasil, numa postura tolamente defensiva. O que me interessa nessa entrevista é justamente isto: os petistas vivem em permanente GUERRA DE VALORES. Ao contrário dos partidos de oposição. Para enfrentar o PT, é preciso, antes de tudo, SABER ENFRENTAR O PETISMO. Do blog de REINALDO AZEVEDO (TODOS OS GRIFOS SÃO MEUS) Ô "raça", hein?!
4/11/2006 03:05www.professormanuel.blogspot.com (Bacharel)Caro Armando, Em primeiro lugar, Emir Sader nã...
Caro Armando, Em primeiro lugar, Emir Sader não foi condenado por "crime de opinião", mas por crime contra a honra. Em segundo lugar, a pena de prisão foi convertida em prestação de serviços à comunidade. Em terceiro lugar, a perda da função pública é efeito específico da pena legalmente previsto no Código Penal (art. 92, I, a). Em quarto lugar, com relação ao episódio das ofensas ao Presidente, convém lembrar que os senadores gozam de imunidade de opinião. Assim, mesmo querendo (e, acredite, ele quereria), o Presidente não poderia processar. Em quinto lugar, a sentença condenatória é o resultado de um processo judicial com ampla defesa e contraditório, bem diferente da tentativa do Presidente de expulsar aquele repórter do NY Times. Isto sim, nem a ditadura militar ousou... Caro Patuléia, Quem foi condenado em um processo criminal não é vítima, mas o bandido. Se vc não se sentiria ofendido pelas palavras de Emir Sader, imagine então se fossem elas dirigidas a Lula. Parece que alguns amam mais ao presidente que a si próprios... Por fim, Emir Sader claramente ultrapassou o limete que separa a opinião da criminalidade. Acho engraçado que vcs, petistas, que tanto defendem limites à imprensa, não fiquem felizes quando a lei existente é aplicada. Seria porque preferem a volta da censura? Bem democrático...
4/11/2006 00:26Robespierre (Outros)...bom exercício, professor manuel, mas, sabe o...
...bom exercício, professor manuel, mas, sabe o que eu faria: pediria, exigiria o sagrado direito de resposta, conforme manda a lei. o "alemão" não foi inteligente, pois se queria combater o emir sader, o fez com estratégia errada e burra, vitimando-o. quero ver qual o tribunal "ad quem" que não reforma essa sentença. aguarde!
4/11/2006 00:22Armando do Prado (Professor)digo, contra
digo, contra
4/11/2006 00:21Armando do Prado (Professor)Prof. Manuel, metendo minha colher na discussão...
Prof. Manuel, metendo minha colher na discussão digo o seguinte: não se discute a ação da justiça, a qual, aliás, cabe recurso e certamente será reformada. A questão absurda que nem a ditadura ousou fazer, repito NEM A DITADURA MILITAR OUSOU FAZER, é "decretar" a perda de cargo público por "crime de opinião". O que aconteceu, senão precipitação do juiz, querendo ser mais realista que o rei? Lembro-lhe que o hoje "princípe" da sociologia, assim como Florestan e outros foram aposentados pela ditadura, jamais perderam os seus direitos de funcionários públicos. É essa a questão principal. Quanto aos agravos cometidos cotra o "alemão", senador por S.C., lembro-lhe que muito pior fizeram em relação ao Presidente da República (aqui, independe quem é o chefe de governo): entre outras coisas ameaçaram-no de bater-lhe, ofenderam-no, injuriaram-no, caluniaram-no, etc. E o mundo não caiu, nem ninguém perdeu cargo público ou foi condenado a 1 ano de prisão. E não me venha com a conversa que não processaram porque não quiseram. Acontece que o homem público, também deve sopesar os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, para daí agir cotra esse ou aquele crítico.
4/11/2006 00:10A.G. Moreira (Consultor)Professor : "O" ou "A" PATULÉIA , ficou muito ...
Professor : "O" ou "A" PATULÉIA , ficou muito "mal na fita" ! Mergulhar os outros na água quente, só para fazer o "exercício de doer" , é sadismo !!!
3/11/2006 21:52www.professormanuel.blogspot.com (Bacharel)Respeitosamente, discordo. Emir Sader teve dir...
Respeitosamente, discordo. Emir Sader teve direito à liberdade de imprensa. Tanto que seu comentário raivoso foi publicado com toda a pompa. Mas liberdade de imprensa não significa impunidade por algum crime ou dano moral que se cometa no uso desta liberdade. É por isto que a CF protege a liberdade de expressão, mas veda o anonimato. Mas tudo bem, caro Patuléia. Façamos um exercício. Peguemos parte das palavras de Emir Sader e substituamos Bornhausen por Patuléia. Vejamos se ainda acha a sentença tão absurda: "Patuléia é das pessoas mais repulsivas da burguesia brasileira. Banqueiro, direitista, adepto das ditaduras militares, do governo Collor, do governo FHC, do governo Bush, revela agora todo o seu racismo e seu ódio ao povo brasileiro (...)." "Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio - de fascistas e banqueiros - sabe-se que é usual referir-se ao povo dessa maneira - são "negros", "pobres", "sujos", "brutos", - em suma, desprezíveis para essa casa grande da política brasileira que é a direita - pefelista e tucana -, que se lambuza com a crise atual, quer derrotar a esquerda por 30 anos, sob o apelido de "essa raça". (...) "Mas não se engane, senhor Patuléia, banqueiro e racista, muito antes do que sua mente suja imagina, a esquerda, o movimento popular, o povo estarão nas ruas, lutarão de novo por uma hegemonia democrática, anti-racista, popular, no Brasil. Muito antes de sua desaparição definitiva da vida pública brasileira, banido pelo opróbio (sic), pela conivência com a miséria do país mais injusto do mundo, enquanto seus bancos conseguem os maiores lucros especulativos do mundo, sua gente será definitivamente derrotada e colocada no lugar que merece - a famosa "lata de lixo da história". "Não, senhor Patuléia, nosso ódio a pessoas abjetas como a sua (sic), não os deixará livre de novo para governar o Brasil como sempre fizeram - roubando, explorando, assassinando trabalhadores. O seu sistema , o sistema capitalista, se encarrega de reproduzir cotidianamente os que se opõem a ele, pelo que representa de opressão, de expoliação (sic), de desemprego, de miséria, de discriminação - em suma, de "Patuléias". E aí? Não é bom o exercício?
3/11/2006 10:54Robespierre (Outros)toda e ridículo, claro.
toda e ridículo, claro.
3/11/2006 10:52Robespierre (Outros)...livre manifestação só para veja e globo, ain...
...livre manifestação só para veja e globo, ainda que seja para invencionices do tipo de "dinheiro de cuba". injuriam, caluniam e difamam, chamando tda essa canalhice de "liberdade de imprensa". Agora, quando emir sader se manifesta contra o rudículo do senador catarinense, aí o mundo desaba. o juiz que condenou emir sader não reconhece "limites" quando os acusadores são fascistinhas das 4 famílias que dominam a mídia tupiniquim. CNJ prestem atenção nessa decisão e em quem a prolatou. vai ser reformada facilmente, mas mesmo assim merece acompanhamento.
3/11/2006 10:12Embira (Advogado Autônomo - Civil)“A livre manifestação de pensamento é essencial...
“A livre manifestação de pensamento é essencial, mas tem limite”. Esse é o mote da Justiça quando se trata de julgar algum petista. Quando está em pauta o julgamento de profissionais da Veja, Estadão e Folha, basta suprimir a parte final do mote, depois da vírgula.
3/11/2006 09:01Alochio (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)Por favor: me dêem uma dessas pílulas!!! 1. ...
Por favor: me dêem uma dessas pílulas!!! 1. Pessoal, voces estão tomando remédio demais. A coisa aqui não é SER PT ou NÃO PT (porque DEFINITIVAMENTE nem todos que escreveram em favor do EMIR SADER são defensores o PT ... longe, mas muito longe, disto). 1.1. Aliás, sou procurador em uma prefeitura com administração do PT: e sou meio que "persona non grata". 2. Mas, o ponto de argumentação que todo mundo parece ter fugido dele: o exercício de comentários acadêmicos, jornalísticos, artísticos, etc..., ou seja, a "liberdade de expressão". Esta só pode ceder espaço a represálias em casos de EXCLUSIVA VONTADE DE AFRONTA, do USO DA LIBERDADE para fins que não sejam EXPRESSAR mas SÓ OFENDER, etc... . 3. Um artigo "apaixonado", ainda que com "paixões" da PTralha (é assim que se diz Dr. Armando??), não deixa de ser um artigo. Um comentário exaltado sobre uma postura política, não deixa de ser um comentário. A democracia é isso! 4. Reitero: vivas ao direito do SR. EMIR SADER escrever seus artigos (não precisamos, necessariamente, concordar com o CONTEÚDO dos artigos). 5. E, volto ao ponto: SENADOR é figura pública. Tá chateado, pede para ir ao banheiro, e sai de mansinho da vida pública, por favooorrr. Fica na PRIVADA (digo, na vida privada), que aí sim, nossas morais são mais protegidas do que nossas "morais públicas".
3/11/2006 01:29Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)PEDIDO DE SOCORRO A IMPRENSA - COM URGENCIA. te...
PEDIDO DE SOCORRO A IMPRENSA - COM URGENCIA. tel. contato 21-24382246. JUSTIÇA DETERMINA EXAME DE SANIDADE MENTAL. PARA APURAR DENUNCIA QUE CARIOCAS ESTÃO SENDO ENGANADOS PELO PODER JUDICIARIO NA COBRANÇA DE PEDAGIO NA LINHA AMARELA. Processo Nº 2004.001.028447-0 Tipo de ação: Art. 138 do CP – Calunia e difamação contra promotores do MPRJ e Pedágio Linha Amarela na Avenida Carlos Lacerda/RJ. Tipo do movimento: Conclusão ao Juiz Decisão: ´... em razão de cautela processual, com base no art. 502 do CPP, DETERMINAR A INSTAURAÇÃO DE INCIDENTE DE SANIDADE MENTAL DO ACUSADO (mesmo que este se negue ao exame), a ser processado em autos apartados, com cópia das seguintes peças: denúncia, representação de fls. 02C/03, moção de fls. 05/11, interrogatório, oitiva das testemunhas e alegações finais das partes, vindo-me conclusos, para as providências de prosseguimento. Ciência às partes. Autor : MINISTERIO PUBLICO Réu : LUIZ PEREIRA CARLOS Quando você combate o crime organizado e eles não podem ou não devem correr esse risco de apurar os fatos em face do corporativismo, eles usam de todas as armas para torcer a verdade e quando não conseguem e se vêem acuados, vale tudo, tal decisão pode ser uma sentença de morte. Passar quatro dias num sanatório me lembra algumas constatações da historia, tipo: o que fizeram com Tancredo, onde esta Ulisses, quem matou Celso Daniel... Gostaria que a imprensa me convocasse para conhecer do nosso DOSSIÊ LAMSA. O poder da corrupção chegou ao seu limite Maximo. PEDÁGIO MUNICIPAL É CRIME HEDIONDO, SAIBA POR QUÊ OS CARIOCAS ESTÃO SENDO ENGANADOS PELA JUSTIÇA. Você sabia que o Carioca é o único povo que: Paga pedágio Municipal em Avenida Central para atravessar de um bairro pro outro. Em nenhum outro estado da Federação acontece isso. É Crime de Extorsão. http://www.pedagiourbano.kit.net (No Rio a submissão). http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/07/357430.shtml http://conjur.estadao.com.br/static/text/40853,1 (Em São Paulo a reação). http://www.segs.com.br/index.cfm?fuseaction=ver&cod=45509 Visitem: DENUNCIA COM FOTOS E DOCUMENTOS SCANEADOS. http://www.orkut.com/Album.aspx?xid=10082208220518657486&uid=6896329862000380207 "QUEM ABRE MÃO DAS LIBERDADES ESSENCIAIS PARA OBTER UMA PEQUENA SEGURANÇA... NÃO MERECE NEM LIBERDADE NEM SEGURANÇA." Benjamim Franklin (patrono dos EUA)
3/11/2006 00:33Erick de Moura (Advogado Autônomo)Excelente o comentário do Sr. Richard, agora es...
Excelente o comentário do Sr. Richard, agora esse "professor" PTelho Armando, é duro de aguentar hein. Esse professorzinho (Sader) medíocre que não sabe nem escrever corretamente um texto, quis falar de racismo, preconceito, mas ele mesmo se trai, ao propor que exista racismo na fala do senador. O povo de cor branca (veja bem eu disse cor, pois a ciência já comprovou que não existe raça de cor, somente raça humana) do Sul e principalmente de Santa Catarina deveria também processar esse professorzinho companheiro do dito professor Armando, por ofensas desqualificadas e repugnantes as suas pessoas. E professor Armando vocÊ fala em liberdade de expressão!!! Logo você da companheirada PTralha que quer calar a imprensa, que ousa criticar o seu governo corrupto. Para vocês, imprensa séria é aquela do nível de Carta Capital, Paulo Henrique Amorim, credo que lixo de jornalismo. Aliás liberdade de expressão para se produzir uma porcaria de um texto como esse do Sader, as vezes é melhor ficar quieto para não falar besteira. Todos tem o direito de se expressar, mas que arquem com as consequências de seus atos, não foi homem, ou mais vulgarmente "macho" pra falar as escatologiasque lhe deram na telha, agora aguente as consequências de seus atos, vivemos num país de leis, leis que seu partido teima em desrespeitar. Se o ilustre professor (com "p" minúsculo proposital) não concorda com a decisão, que então use os meios legais, como o fez o Senador e não evenha querer usar de subterfúgios sujos, como se fez com o caseiro, dossiê fajuto e por aí vai né. Ainda bem que do (des)ensino dessa professor fui poupado, fora de muitos outros incompetentes que tive na minha vida, que mais confudiam, do que contribuiram para a minha formação intelectual.
3/11/2006 00:04online (Outros)Manifesto em solidariedade a Emir Sader A sen...
Manifesto em solidariedade a Emir Sader A sentença do juiz Rodrigo César Muller Valente, da 11ª Vara Criminal de São Paulo, que condena o professor Emir Sader por injúria no processo movido pelo senador Jorge Bornhausen (PFL-SC), é um despropósito: transforma o agressor em vítima e o defensor dos agredidos em réu. O senador moveu processo judicial por injúria, calúnia e difamação em virtude de artigo publicado no site Carta Maior (http://cartamaior.uol.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=2171), no qual Emir Sader reagiu às declarações em que Bornhausen se referiu ao PT como uma "raça que deve ficar extinta por 30 anos". Na sua sentença, o juiz condena o sociólogo "à pena de um ano de detenção, em regime inicial aberto, substituída (...) por pena restritiva de direitos, consistente em prestação de serviços à comunidade ou entidade pública, pelo mesmo prazo de um ano, em jornadas semanais não inferiores a oito horas, a ser individualizada em posterior fase de execução". O juiz ainda determina: "(...) considerando que o querelante valeu-se da condição de professor de universidade pública deste Estado para praticar o crime, como expressamente faz constar no texto publicado, inequivocamente violou dever para com a Administração Pública, motivo pelo qual aplico como efeito secundário da sentença a perda do cargo ou função pública e determino a comunicação ao respectivo órgão público em que estiver lotado e condenado, ao trânsito em julgado". Numa total inversão de valores, o que se quer com uma condenação como essa é impedir o direito de livre-expressão, numa ação que visa intimidar e criminalizar o pensamento crítico. É também uma ameaça à autonomia universitária que assegura que essa instituição é um espaçeo público de livre pensamento. Ao impor a pena de prisão e a perda do emprego conquistado por concurso público, é um recado a todos os que não se silenciam diante das injustiças. Nós, abaixo-assinados, manifestamos nosso mais veemente repúdio. (Os que desejarem assinar, favor enviar e-mail para solidariedadeaemirsader@hotmail.com) Primeiros signatários: Antonio Candido Flávio Aguiar Francisco Alambert Sandra Guardini Vasconcelos Nelson Schapochnik Gilberto Maringoni Ivana Jinkings
2/11/2006 23:50Richard Smith (Consultor)Ah, e vejam mais essa do Blog "Pitacos político...
Ah, e vejam mais essa do Blog "Pitacos políticos": "Está em curso um verdadeiro processo kafkaniano para cassar a aposentadoria do jornalista Carlos Chagas, que ele recebe desde 1996. Detalhe: Chagas exerceu a profissão por 37 anos e tem farta documentação do próprio jornal O Globo, comprovando suas atividades jornalísticas. Surpreendentemente, um tal de “Grupo de Trabalho de Combate à Fraude”, intimou Carlos Chagas a apresentar provas sobre seu direito à aposentadoria em um prazo de dez dias, se não ela será cassada. O jornalista encaminhou segunda via da Carteira de Trabalho, já que a primeira tinha sido extraviada, com todas as anotações da empresa Globo. O INSS não aceitou! O Brasil todo sabe que Carlos Chagas é jornalista desde tempos imemoriais e o exercício de sua profissão está nas páginas dos jornais por quase meio século. Só o INSS não sabe disto. E todo mundo sabe também que ele é um crítico atroz do governo Lula, a quem combateu, com seus comentários, nestes últimos quatro anos. Pasmem, a funcionária do Instituto Nacional da Segurança Previdenciária não quer aceitar o tempo trabalhado na TV Manchete porque a empresa não deu baixa em sua carteira. Claro, ela faliu e até hoje o jornalista move um processo trabalhista contra a Manchete para receber seus direitos. O caso de Carlos Chagas lembra muito bem o “Processo” de Franz Kafka. Mas pode ser algo mais: a mobilização do aparato estatal para esmagar um crítico do Governo. Qualquer semelhança com regimes totalitários não é mera coincidência. Afinal, há ou não há um processo em curso para se esmagar a liberdade de imprensa?".
2/11/2006 23:38Richard Smith (Consultor) É, está começando! E cedo...! Os PeTra...
É, está começando! E cedo...! Os PeTralhas mistificadores e os inocentes úteis de sempre, estão firmando um verdadeiro manifesto CONTRA a justiça, furibundo e vulgar. Se o professor sader (quantos professores de poucas letras pululam por aí, não?) não gostou da sentença, que use as formas legais de recurso. O que não pode é a contrariedade à sentença judicial, ainda mais declarando que os inocentes foram condenados, ao invés dos culpados! Não existe subjetividade na coisa, o réu foi condenado pelas absurdidades que proferiu contra um senador da república. Aliás, aos signatários de "manifiestos" quebra-juízo, conviria tomarem conhecimento do que o dito professor escreveu na Cartilha Capital, como segue abaixo: "A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos." (Jorge Bornhausen, senador racista e banqueiro do PFL) "O senador Jorge Bornhausen é das pessoas mais repulsivas da burguesia brasileira. Banqueiro, direitista, adepto das ditaduras militares, do governo Collor, do governo FHC, do governo Bush, revela agora todo o seu racismo e seu ódio ao povo brasileiro com essa frase, que saiu do fundo da sua alma - recheada de lucros bancários e ressentimentos. Repulsivo, não por ser loiro, proveniente de uma região do Brasil em que setores das classes dominantes se consideram de uma raça superior, mas por ser racista e odiar o povo brasileiro. Ele toma o embate atual como um embate contra o povo - que ele significativamente trata de "raça". Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio - de fascistas e banqueiros - sabe-se que é usual referir-se ao povo dessa maneira - são "negros", "pobres", "sujos", "brutos", - em suma, desprezíveis para essa casa grande da política brasileira que é a direita - pefelista e tucana -, que se lambuza com a crise atual, quer derrotar a esquerda por 30 anos, sob o apodo de "essa raça". É com eles que anda a "elite paulista", ultra-sensível com o processo de sonegação contra a Daslu, mas que certamente não dirigirá uma palavra de condenação a seu aliado estratégico (da mesma forma que a grande mídia privada). São os amigos de FHC e de seus convivas dos Jardins, aliados do que de mais atrasado existe no Brasil, ferrenhamente unidos contra a esquerda e contra o povo. Mas não se engane, senhor Bornhausen, banqueiro e racista, muito antes do que sua mente suja imagina, a esquerda, o movimento popular, o povo estarão nas ruas, lutarão de novo por uma hegemonia democrática, anti-racista, popular, no Brasil. Muito antes de sua desaparição definitiva da vida pública brasileira, banido pelo opróbio (sic), pela conivência com a miséria do país mais injusto do mundo, enquanto seus bancos conseguem os maiores lucros especulativos do mundo, sua gente será definitivamente derrotada e colocada no lugar que merece - a famosa "lata de lixo da história". Não, senhor Bornhausen, nosso ódio a pessoas abjetas como a sua, não os deixará livre de novo para governar o Brasil como sempre fizeram - roubando, explorando, assassinando trabalhadores. O seu sistema , o sistema capitalista, se encarrega de reproduzir cotidianamente os que se opõem a ele, pelo que representa de opressão, de expoliação (sic), de desemprego, de miséria, de discriminação - em suma, de "Jorges Bornhausens". Saiba que o mesmo ódio que devota ao povo brasileiro e à esquerda, a esquerda e o povo brasileiro devotam à sua pessoa - mesquinha, desprezível, racista. Ele nos fortalece na luta contra sua classe e seus lucros escorchantes (sic) e especulativos, na luta por um mundo em que o que conte seja a dignidade e a humanidade das pessoas e não a "raça" e a contra (sic)bancária. Obrigado por realimentar no povo e na esquerda o ódio à burguesia. a) Emir Sader Em resumo: a) É mentiroso, como soi aos PeTralhas ocorre ser, pois uma hora imputa a declaração de Bornhausen contra o "povo" (o velho "povo", do qual somente "profetas" como ele e os da sua grei sabem interpretar os anseios e necessidades, pois recebem "downloads" direto de Deus!) e outra hora reconhece que são contra a esquerda (mais na realidade, contra o PT!). Bornhausen NÃO é banqueiro! Pura PeTralhagem enganadora e na tentativa de desqualificar o adversário, com mentiras (alguém já tinha visto isso antes?) b)Palavras vis (mesquinho, desprezível, racista), abjetas (cheio de ódio) e injuriosas (repulsivo, fascista). mais ainda, caluniosas (racista). c) Todo o cidadão branco de Santa Catarina, poderia processar o professor de poucas letras; d) Não existe a palavra ESCORCHANTE, o correto é ESCORCHADOR; "espoliar" é com "s" e não com "x"; "opróbRio" é com "r" e não "opróBio"; é "conta" bancária e não "contra" Não é o fim da picada!

Comentários encerrados em 10/11/2006

A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.