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4 maio 2006

Operação Sanguessuga

PF prende quadrilha acusada de fraudar licitações públicas

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (4/5), a Operação Sanguessuga com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na prática de crimes contra a ordem tributária e fraudes em licitações na área da saúde. De acordo com a PF, a quadrilha agia desde o ano de 2001.

Estão sendo cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão nos estados do Acre, Amapá, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Até o momento 40 pessoas foram presas e 35 mandados de busca foram cumpridos. Integravam a quadrilha funcionários públicos que atuavam no Ministério da Saúde e na Câmara dos Deputados.

Segundo informações da Polícia Federal, entre os presos estão o ex-deputado Ronivon Santiago (PP-AC), os assessores do senador Ney Suassuna (PMDB-PB) e dos deputados federais Laura Carneiro (PFL-RJ) e João Mendes de Jesus (PSB-RJ).


Revista Consultor Jurídico, 4 de maio de 2006

Comentários

Comentários de leitores: 2 comentários

5/05/2006 10:47 jbsilva (Advogado Autônomo - Financeiro)
Com tantas operações deflagradas, como a última...
Com tantas operações deflagradas, como a última, batizada de "Sanguessuga", a PF já levou à prisão, dezenas de pessoas envolvidas, nos mais intrigantes e difíceis crimes de ser desvendados; detectados inclusive, em livros fiscais, como nos caos de crimes contra a ordem tributária federal. Só não entendo por que até agora a PF não deflagou a operação Lesa-Pátria, e botar na cadeia, os quarenta ladões do mensalão, que sequer indiciados foram. Por quê será....?
5/05/2006 10:26 Jornalistaverdade (Estudante de Direito)
Esses problemas são antigos, agora que se desco...
Esses problemas são antigos, agora que se descobriu o caso das UTIS. Mas se investigarem mais decobrirão que as Emendas Parlamentares, para todos os tipos de obras, quase sempre as licitações são fraudulentas, e as empreiteira que ganham as concorrencias,finaciam os Deputados que liberaram as verbas, pelo menos aqui em Minas Gerais isso é prática antiga.

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