Reduzir tributos e jornada de trabalho pode gerar empregos

19/11/2008 22:56Cimini (Estudante de Direito - Empresarial) Em respeito ao sinuoso trabalho sobre reduçã...
Em respeito ao sinuoso trabalho sobre redução de custos nas folhas de pagamento, seria importante frisar que, o Estado nestas últimas décadas, impreterivelmente escorre suas obrigações sociais em cima dos empresários brasileiros, sempre se omitindo das suas responsabilidades de gerar empregos e esta, é mais uma proposta tentadora para os anseios eleitorais. Não é de se negar que, deferida esta proposta pelo congresso geraria mais emprego, mas saliento que, os problemas iniciais e o despreparo do Governo sobre o problema dos empresários, sacrificaria mais ainda as empresas brasileiras. A exemplo disso foi a Lei do Simples, mesmo com bastante estudo antes de sua aprovação, teve muitas mudanças em seu texto para tentar se quer um resultado mais favorável às empresas.E nesse processo de mudanças, quem arcou mais uma vez com os prejuízos foram os empregadores. Não é mais tolerável que as empresas suportem mais um fardo do Estado. Outro motivo que acarreta a onerosidade nas folhas de pagamento, é o vinculo empregatício, vínculo este, que atrasa e muito o crescimento das empresas, suas multas indenizatórias acompanhada de uma Legislação Trabalhista defasada, mostra somente, deveres do empregador e a aparente obrigação do empregado. Há muitas maneiras de gerar mais empregos neste país, de forma menos dramática como esta. O Estado, o ente maior, deve sim, assumir primeiro as obrigações sociais sem qualquer ônus ao empregador. Concordo sim, da redução da carga horária para os trabalhadores, mas em dias mais oportunos. Depois de uma nova interpretação na Legislação Trabalhista e de uma Reforma Tributária, a redução dos horários seria a última opção. Atenciosamente: Delmo Teixeira Cimini
9/08/2006 12:10fbatista22 (Estudante de Direito)Realmente precisamos buscar novos horizontes pa...
Realmente precisamos buscar novos horizontes para nossa legislação trabalhista. Está na hora de renovação e solução. Gerar empregos e reduzir as cargas tributárias é urgente e não consegue mais esperar. A redução na jornada de trabalho junto com a tributária, como bem explicado pelo colega, é o melhor meio para alcançarmos e satisfazermos os anseios da sociedade. Uma boa alternativa será a isenção tributária para cada empregado contratado para cumprir mais seis horas de trabalho, fazendo assim, que o empregador seja estimulado a contratar e não reduzir salários. Demos uma chance às soluções!!!
26/06/2006 16:49Jose Antonio Schitini (Advogado Autônomo - Civil)O sistema trabalhista vigente no país já se esg...
O sistema trabalhista vigente no país já se esgotou. Nasceu no governo de Getúlio Vargas que abriu o caminho para o desenvolvimento da nação, e incrível que tenha imposto tal modelo num país de ideologia diversa. Foi graças a sua força. Era a época da transição entre o modelo rural para o industrial, com forte aplicação do governo para a criação da Siderúrgica de Volta Redonda e a Petrobrás, com o grande Monteiro Lobato mordendo o calcanhar dos dirigentes da nação com a campanha do Petróleo é Nosso. Se antes era o país do jeca tatu, com o avançar dos tempos hoje virou a dos desempregados. Nunca ficou bem explicado o porque das incidências de encargos sociais na folha de pagamento, fator que criou os excluídos da previdência social, contingente enorme, da geração pós segunda guerra mundial (baby boom) que não tem direito ao seguro social e não se sabe como o governo vai resolver isso. A incidência de encargos sociais deveria ser sobre o produto nacional expresso pelo faturamento da empresa, podendo ser as empresas e governo a cobrir as suas quotas. O cidadão ao nascer já receberia o seu número de seguro social que o acompanharia o resto da vida. É claro que amenizar os tributos é providência benfazeja para a produção, já que é retirado menos recursos da sociedade. Deve haver controles para que a maior parte dessa poupança seja direcionada ao aumento da produção nacional, impedindo que esses valores sejam desviados para aplicações no exterior, e havendo uma aplicação compulsória na produção da poupança interna, com uma pressão fiscalizatória contra as remessas ilegais, bem como forte tributação sobre essas operações caso permitidas, fechando os caminhos de desvio, coisa que a maior parte dos especialistas sabem muito bem como fazer. Aumentando a produção aumenta-se os empregos desde que haja mão de obra preparada e que não seja substituída pela robotização. Para isso grande parte do valor poupado da queda de tributos deve ser aplicada em educação profissional, de forma que o trabalhador se especialize para competir e não ser superado pela tecnologia, para ser sempre necessário. Evidentemente a robotização e uso da tecnologia na indústria, tende cada vez mais a se aprimorar de forma que, fatalmente, o horário de trabalho deve ser reduzido substancialmente. O horário hoje determinado pela legislação trabalhista é coisa do passado. Não dá mais para conviver com ele. Deve ser reduzido e é incompátivel com os avanços tecnológicos de hoje. Á areá que deve ser incentivada é a prestação de serviços como geradora de empregos. Daí o grande engodo da chamada renda mínima, bolsa família e que tais. O que o povo precisa não é da renda mínima mas do EMPREGO MÍNIMO. Que se crie o emprego mínimo, pelo qual todo o cidadão brasileiro terá funções mínimas de trabalho a cumprir na sociedade, restando tempo suficiente para estudos e como ninguém é de ferro de lazer. Como conseqüência criará-se um enorme leque de empregos na área educativa técnica, e perifericamente em outras áreas de aperfeiçoamento humano. Trabalho mínimo para todos!
26/06/2006 15:45Armando do Prado (Professor)digo de faichada.
digo de faichada.
26/06/2006 15:35Armando do Prado (Professor)Parabéns ao Wanderson pela iniciativa e pela si...
Parabéns ao Wanderson pela iniciativa e pela sinceridade, mas, temo que só isso não baste, pois temos que atacar as causas mais do que termos apenas mediadas paliativas. Explico: diminuir tributos e/ou jornada de trabalho, pode até resolver temporariamente, mas com certeza daqui a pouco o problema retorna e com força maior. A questão passa pela vigilância legislativa sobre fenômenos recentes, como a terceirizaçaõ e cooperativas de faixada. Mais que isso: é preciso fiscalizar e punir a má prática de maus empresários que só sabem rezar parte da oração, ou seja, "vem a nós...", e ao "vosso reino"...nada! A maioria dos nossos empresários são oportunistas e "Essspertossss". Carece mudar isso, não com conscientizaçaõ, pois já passou o tempo, mas com penalizações duras. Por outro lado, talvez o principal, é preciso o país investir pesado em educação de qualidade com escolas e professore de 1ª linha. Fala-se o tempo todo em prisões de qualidade, mas não se fala de escolas idem. O presidente Lula, em discurso recente, disse que um eventual 2º governo será voltado para a educação. Como o presidente estár reeleito, torcemos que isso se concretize: boas escolas, salários decentes para professores e alunos aprendendo para disputar com chances os empregos de hoje.

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