Estado se propõe a resolver tudo, mas não soluciona nada

23/06/2006 15:59Armando do Prado (Professor)perdoem-me, que o velho barbudo está virando n...
perdoem-me, que o velho barbudo está virando no túmulo em Highgate, Londres: "os filósofos apenas interpretaram o mundo de maneiras diferentes, a questão é transformá-lo". Desculpem-me, você também velho Karl.
23/06/2006 15:57Armando do Prado (Professor)Dr. Bonifácio, o contatarei pelo correio eletrô...
Dr. Bonifácio, o contatarei pelo correio eletrônico. abraço, Armando (rsprado@uol.com.br)
23/06/2006 15:56Armando do Prado (Professor)Caros, o texto do doutor Alexandre é bonito, nã...
Caros, o texto do doutor Alexandre é bonito, não podemos desmerecê-lo. Entretanto, como lembrou o doutor Bonifácio e, com havia escrito o tal do barbudo, tese 11 sobre Feuebach, "os filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes, a questão é interpretá-lo". Finalmente, o velho barbudo continua, para desgosto de muitos, na moda (não por que queremos, mas porque a "lógica do capital" obriga sua permanência em evidência) e preocupando os "lobos do homem".
23/06/2006 15:26Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil)Dijalma Lacerda. Houve um comentário maldoso...
Dijalma Lacerda. Houve um comentário maldoso a respeito do professor, pelo que faço questão de dizer que não faço coro com tal pensamento. O artigo é simplesmente brilhante, como aliás reconhecidamente o é seu Autor Parabéns Dr. Alexandre. Dijalma Lacerda.
23/06/2006 15:24Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil)Dijalma Lacerda - Pres. OAB/Campinas/Cosmópolis...
Dijalma Lacerda - Pres. OAB/Campinas/Cosmópolis/Paulínia/SP. Atribui-se a Voltaire ter dito que "A Ética é aquilo que queremos que os outros façam." Tenha ele dito exatamente como acima dito, ou não, a verdade é que a caterva política (é lógico, guardadas as belíssimas exceções, que temos sim) cobra de muitos e faz para poucos. Enfim, as eleições estão aí !!! Dijalma Lacerda.
23/06/2006 12:26Elvys Barankievicz (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)Caro Dr. Alexandre, seu texto é ótimo. Muito pr...
Caro Dr. Alexandre, seu texto é ótimo. Muito profundo, claro e sintético. Parabéns.
23/06/2006 10:28Ampueiro Potiguar (Advogado Sócio de Escritório)Tem razão o Prof. Armando do Prado. O tal barbu...
Tem razão o Prof. Armando do Prado. O tal barbudo disse que, repito-o livremente, "O Direito é o poder da classe dominante transformada em lei". O Doutor Alexandre também tem razão. O que escreveu, além de preocupação, revela uma certa angustia. Mas apenas descrever o que se passa é tarefa corriqueira. Como fazem "n" analistas, filósofos etc. O que fazer para mudar, a isso ninguém se propõe. Principalmente quando se tem uma situação de "Bem Estar Social", caso do Dr. Alexandre. Gostaria de receber e-mail do Professor. Eis aí: abonisilva@uol.com.br.
23/06/2006 10:24Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)Se hoje vivemos essa instabilidade na América L...
Se hoje vivemos essa instabilidade na América Latina e a derrocada dos valores morais é por culpa do barbudo citado pelo professor Armando. Mas a história é a senhora da razão e, atualmente, no resto do mundo esse senhor já não goza do prestígio de outrora. Belo texto, Dr. Alexandre.
23/06/2006 10:10Armando do Prado (Professor)Doutor Alexandre, um pequeno comentário, se me ...
Doutor Alexandre, um pequeno comentário, se me permite. O Leviatã, o açougueiro da sua comparação, não está preocupado em distribuir carne para todos, ou pelo menos ossos para a maioria, pelo contrário, sua função desde a decadência do feudalismo é dar guarida e sustentar os interesses da classe que a dirige, principalmente, ideológicamente. O Estado é o aparelho de uma classe social, visando a dominação das classes mais frágeis. Não é nenhuma novidade, basta olhar com olhos de ver as obras de um barbudo judeu-alemão que viveu como errante na Europa e mais tarde na Inglaterra no século XIX. Para o ódio dessa classe dominante, o barbudo "decifrou" o mistério da lógica capitalista, a nossa esfinge e continua tendo razão, ainda que os intelectuais dessa classe dominante não se cansem de dizer que "a história acabou".

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