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9 junho 2006

Grito de liberdade

Diretor financeiro da loja Daslu ganha liberdade

O empresário Antonio Carlos Piva de Albuquerque, diretor financeiro da loja de luxo Daslu, ganhou a liberdade nesta sexta-feira (9/6). O desembargador Luiz de Lima Stefanini, da 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, reconsiderou decisão e determinou a expedição de alvará de soltura.

Piva de Albuquerque, irmão de Eliana Tranchesi, dona da Daslu, estava preso há nove dias sob acusação de sonegação de impostos e descaminho no Centro de Detenção Provisória de Guarulhos.

A ordem de prisão preventiva foi expedida pela juíza Maria Isabel do Prado, da 2ª Vara Criminal Federal em Guarulhos, grande São Paulo, a pedido do procurador da República Matheus Magnani.

O pedido de prisão de Piva de Albuquerque foi feito depois que o Ministério Público sustentou que a Daslu continuava importando mercadorias de modo ilegal. De acordo com o MP, uma empresa chamada Columbia Trading omitiu da Receita que os produtos haviam sido importados a pedido da loja.

A Columbia Trading afirma que toda a sua mercadoria importada e apreendida pela Receita Federal foi importada regularmente e todos os impostos foram pagos. A empresa diz também que os produtos foram importados por conta própria para comercialização no mercado interno.

Eliana Tranchesi, Antonio Carlos Piva de Albuquerque e os proprietários de cinco importadoras que operavam para a Daslu respondem na 2ª Vara Federal de Guarulhos a processo por formação de quadrilha, descaminho e falsidade ideológica. A denúncia contra os empresários foi aceita em 13 de dezembro.

Revista Consultor Jurídico, 9 de junho de 2006

Comentários

Comentários de leitores: 1 comentário

11/06/2006 19:08 hammer eduardo (Consultor)
Realmente acredito que apenas Criança...
Realmente acredito que apenas Crianças com idade inefrior a 4 anos acreditavam que pessoas de "fino trato" como o elemento envolvido , ficariam mais do que alguns desagradaveis minutos em cana, talvez na Dinamarca........ O caso Daslu quando estourou , ajudou fundamentalmente a grande Imprensa a aumentar o seu faturamento , mas pelo visto , ficou por ai. Agora com certeza o "imbroglio" vai virar aquele volumoso processo ainda sujeito a pequenas escaramuças de prisões eventuais e solturas garantidas dos "perfumados" envolvidos. Para os esquecidinhos de plantão , ano passado um outro "dotô" engravatado que se dizia Advogado da tal boutique, ainda teve o topete de ir para a midia bater numa pequena griffe Carioca sustentada por uma ONG chamada de DASPU , uma obvia e inteligente gozação em cima dos perfumados de Sampa. Felizmente não prosperou e as moças de "vida não tão facil" puderam continuar com seu negocio, com certeza mais digno do que contrabandistas perfumados que trabalham com subfaturamento. Em qualquer Pais minimamente civilizado seria CANA sem muito papo , aqui termina virando uma "pizza" com griffe. Fico com as moças da DASPU , muito mais serias e dignas nas suas atitudes. De Gaulle estava certissimo!

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