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7 junho 2006

Ato formal

TJ paulista declara perda do cargo do promotor Igor Ferreira

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo declarou nesta quarta-feira (7/6) a perda do cargo do promotor de Justiça Igor Ferreira da Silva, condenado a 16 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato da mulher, Patrícia Aggio Longo.

Com a decisão, na prática, o TJ paulista cumpriu uma formalidade na ação foi ajuizada pelo procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo Pinho, contra o promotor. Isso porque Igor Ferreira — que está foragido desde abril de 2001 — perdeu o cargo quando a sentença de condenação transitou em julgado.

Patrícia foi morta em junho de 1998, grávida de sete meses, com dois tiros na cabeça, na estrada de um condomínio em Atibaia, cidade a 60 quilômetros da capital paulista.

A Procuradoria-Geral de Justiça denunciou o promotor por homicídio qualificado e por aborto. Em 18 de abril de 2001, Igor Ferreira da Silva foi condenado a 16 anos e quatro meses pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo. Foi a primeira vez na história que um promotor foi julgado por homicídio perante o TJ paulista.

Revista Consultor Jurídico, 7 de junho de 2006

Comentários

Comentários de leitores: 3 comentários

9/06/2006 14:44 Alan (Procurador Autárquico)
Há muitos despreparados psicológicamente para e...
Há muitos despreparados psicológicamente para exercer determinados cargos, sobretudo cargos que dão a seus titulares: "poderes" (quase super-poderes). Acredito que a avaliação psicológica para ingresso em algumas altas carreiras jurídicas deveria ser mais rigorosa. Ademais, avalia-se o candidato ao cargo tão e somente e não se avalia mais após a posse.
8/06/2006 16:45 Celsopin (Economista)
se até o pc farias encontraram na tailândia, co...
se até o pc farias encontraram na tailândia, como não acham esse assassino?
8/06/2006 08:43 Bira (Industrial)
Pensei aqui com meus botões que a procuradoria ...
Pensei aqui com meus botões que a procuradoria teria em seus quadros fugitivos e assassinos desde que não houvesse parecer definitivo. Ufa!.

A seção de comentários deste texto foi encerrada em 15/06/2006.