Assassino de Liana tem condições de deixar Febem

6/11/2007 09:07Tito (Bacharel - Administrativa)Enquanto as leis deste país forem brandas como ...
Enquanto as leis deste país forem brandas como são, vagabundos com este ficarão por aí fazendo o que querem. Temos recursos demais neste país. Tem que ser que nem nos países do oriente, onde crimes deste tipo são punidos do modo com tem que ser. As pessoas que o defendem, o fazem, porque o crime não ocorreu com uma filha deles. Que Deus proteja este país e nós também.
29/12/2006 16:21Andreucci (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Esse moleque safado merecia a pena de morte! ...
Esse moleque safado merecia a pena de morte! Pena que os defensores dele não o queiram adotar. Afinal, o médico disse que ele precisa de uma "família estruturada e acolhedora" para se "ressocializar". Estou vendo que, dentre os comentaristas desse artigo, devemos ter vários pretendentes! Não se acanhem, façam a sua parte. Acolham esse coitadinho que precisa de amor e carinho!
14/12/2006 11:19Lu2007 (Advogado Autônomo)Estes que estão defendendo o criminoso e defend...
Estes que estão defendendo o criminoso e defendendo os peritos que queriam colocá-lo na rua, leiam bem esta matéria e depois LEVEM O CHAMPINHA pra casa: Champinha; o retrato do mal MARICI CAPITELLI Bastou a educadora de Febem se distrair no meio do pátio, e Roberto Aparecido Alves Cardoso, de 19 anos, o Champinha, passou a mão em sua genitália. Indignada, ela o esbofeteou. Ele tentou revidar, mas foi seguro por outros dois funcionários. Os demais adolescentes internos entraram em alerta. "A senhora não pode bater em vagabundo", berravam. A confusão aconteceu há duas semanas na unidade da Febem em que o criminoso está internado. Mas essa foi só uma das muitas encrencas que ele já causou no sistema onde está há quase três anos. Champinha foi levado para a Febem em novembro de 2003, depois de matar Liana Friedenbach, de 16 anos, com 16 facadas, e ter desfigurado seu corpo, após violentá-la durante quatro dias. Os seus comparsas ajudaram no estupro e executaram o namorado de Liana, Felipe Caffé, de 18 anos. Depois do tapa, para acalmar os ânimos, a funcionária teve que "bater a fita" com os colegas de Champinha - ou seja, explicar o que tinha acontecido. Eles estavam indignados com a bofetada que o líder do grupo havia levado. Mas um dos internos tinha presenciado a cena e contou para os demais. Foi a sorte da educadora. Os infratores foram, então, pedir para Champinha não fazer mais aquilo. "Os internos me respeitam porque não os chamo de vagabundos nem de ladrões. Tenho um bom relacionamento com todos eles", diz a profissional. Champinha soube do julgamento em que seu bando foi condenado a penas máximas na madrugada de quarta-feira. E reagiu como está acostumado: debochou e riu muito. Usou a gíria dos infratores para mostrar seu descaso."Num tô nem vendo". Liana não foi a primeira vítima. Ele já havia matado um caseiro conhecido como Bin Laden. Os funcionários que trabalham no módulo em que Champinha está internado - com outros 80 internos de alta periculosidade - souberam muito antes do julgamento todos os detalhes da violência sexual sofrida por Liana. Afinal, Champinha repete a história quase todos os dias, para quem quiser ouvir. "Mesmo depois de morta, fiz de tudo com ela", costuma dizer. Essa é uma de suas frases preferidas diante de sua atenta platéia, a quem narra com minúcias o que fez durante os quatro dias em que violentou a jovem e desfigurou seu cadáver. "É muito nojento ouvir essas barbaridades", diz uma das funcionárias da unidade. "E o chama a atenção é que ele faz questão de repetir a história sempre que está perto das mulheres. É como se quisesse nos dizer que gostaria de estar fazendo aquilo conosco. Quando esse demônio for para a rua, coitada da mulher que cruzar o caminho dele." Segundo a funcionária, com outros infratores, mesmo perigosos, é possível ainda conversar. "Mas com o Champinha não tem jeito. Ele é uma pessoa sem escrúpulos. Sem noção do respeito ao próximo. Não tem a menor capacidade de viver em sociedade." Prova disso é que vive fazendo ameaças às funcionárias. "Quando pegar você lá fora, acabo mesmo". Ele também não perde a oportunidade de manifestar a esperança, quase certeza, de voltar para as ruas. "A caminhada é longa, mas não é perpétua. Num tô nem vendo". Traduzindo: um dia saio daqui e nada tem importância. Pela versão dos funcionários, Champinha é um líder nato. Quando esteve na unidade do Tatuapé, não conseguiu exercer a liderança, porque ficou no seguro, espaço reservado aos adolescentes que estão jurados de morte. Era o seu caso porque tinha cometido estupros. Entretanto, quando chegou na unidade atual, onde estão os delinqüentes mais perigosos, rapidamente assumiu a liderança da "ala dos pilantras", como eles mesmo definem. Costumam também se chamar de "os menos", ou seja, a escória da Febem. Por causa desse comportamento bizarro e incontrolável, Champinha fica onde quer. "Ninguém consegue controlá-lo", admite uma funcionária. "Tudo o que dizemos, ele ironiza. Está sempre rindo. Não aceita regras." Mas costuma falar sério sobre dois assuntos: a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e as rebeliões internas. Champinha costuma dizer que é do PCC. "Racionalmente, ninguém acredita, mas como ele é assustador e capaz de tudo, muitos funcionários ficam na dúvida e acham que pode ser verdade. Eu mesma tenho minhas dúvidas", ressalta a educadora. Champinha costuma falar sério também para incitar as rebeliões. "Vamos botar fogo. Vamos para cima do telhado." Os demais costumam seguir as orientações do menino que entrou franzino na Febem e em três anos tornou-se homem feito e forte. http://www.jt.com.br/editorias/2006/07/24/ger-1.94.4.20060724.23.1.xml
14/12/2006 11:12Lu2007 (Advogado Autônomo)Aliás, não adianta esta coisa de ficar falando ...
Aliás, não adianta esta coisa de ficar falando e defendendo muito o marginalzinho assassino. Eu acho que as pessoas que estão com "´dozinha" dele tem que agir, tem que mostrar que estão sendo sinceras e não hipócritas: tem que adotar o moleque e levar pra casa!!!!
14/12/2006 11:09Lu2007 (Advogado Autônomo)Olhem só....... "Charles Louis Kiraly, 48 anos...
Olhem só....... "Charles Louis Kiraly, 48 anos, - um dos cinco médicos que assinam os laudos psiquiátricos que atestam que R.A.A.C., o Champinha, 19 anos, pode voltar às ruas - é o mesmo que recomendou a libertação do Bandido da Luz Vermelha da Casa de Custódia e Tratamento de Taubaté, em 1997. Quatro meses depois de sair da prisão, o criminoso se envolveu em uma confusão e acabou morto" Saiu neste site: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1081978-EI306,00.html O mais cômico, se não fosse trágico, é que tem alguns aqui do conjur que estão me criticando pq eu achei este laudo que "diz que o moleque assassino pode ir para a rua" um absurdo e até sugeri que o perito o adotasse e o levasse para morar com suas filhas.
28/07/2006 22:02Helena Fausta (Bacharel - Civil)Que este corretíssimo psiquiatra forense faça s...
Que este corretíssimo psiquiatra forense faça seu nobre cliente (champinha)saber rápido seu endereço, para que não perca tempo em ficar pelas ruas quando sair da Febem, seria muito triste ele não ter onde ficar, até escolher sua próxima vítima.
28/07/2006 12:07Richard Smith (Consultor)Na mosca, os comentários! Parabéns Dr. Hamme...
Na mosca, os comentários! Parabéns Dr. Hammer por ir direto na ferida. Se o D. Dr. Breno Ramos o acha tão capaz de ressocialização, deve levá-lo para casa! Porque não o faz? Não se pode esquecer que este profissional é o mesmo que deu laudo para que o Bandido da Luz Vermelha fosse libertado por ser capaz de conviver em sociedade, com as conseqüencias que acabaram por se seguir, tornando um pai-de-família assassino! Guardem bem todos este nome, porque quando surgir nova vítima do Beato Champinha (não é santo ainda porque não morreu) este eminentíssimo psiquiatra forense deverá ser responsabilizado. Quanto ao ECA, magnífica construção utópica, no país aonde problemas se resolvem por decreto. Já a aplicação do "sistema preventivo" de São João Bosco que quase eliminou a bárbara criminalidade juvenil de Turim da época ou a experiência colombiana que entregou as FEBEMS de lá para os padres franciscanos, com excelentes resultados em termos de ressocialização nem são consideradas no nosso País. Os apologistas da laicização do estado "subiriam pelas paredes"!
28/07/2006 12:05Thyago Cruz (Estudante de Direito)Com grande dor e pesar eu preciso dizer que est...
Com grande dor e pesar eu preciso dizer que esta falsa ideologia de que o preso e, principalmente, o menor delinquente DEVE ser recuperado pelo Estado é uma hipocrisia que não tem tamanho e por diversos motivos: 1º. O Estado não é Deus e, ainda que fosse, nem Ele é capaz de recuperar uma alma que não quer ter recuperação; 2º. NÃO HÁ como se falar em recuperação se as políticas públicas em nada investem para obter tal resultado, de maneira que o ex-detento e o menor infrator saem às ruas em liberdade sem gozar de nenhum tipo de recolocação social ou tampouco ter obtido qualquer grau de instrução ou de ofício dentro de tais estabelecimentos prisionais (salvo, o velho e já conhecido curso de pós-graduação no crime). Também acho um absurdo um diploma como o E.C.A versar sobre assuntos criminais, sob o meu ponto de vista, quem deveria decidir entre a aplicabilidade de medida socio-educativa ou pena privativa de liberdade seria o júri ou o próprio magistrado que julgariam de acordo com o CASO EM CONTRETO, evitando as injustiças e absurdos que estamos presenciando neste exato momento, frise-se, um assassino frio e calculista (afinal de contas ele liderou o grupo que violentou, torturou e acabou com a vida da pobre garota)gozando dos mesmos benefícios dados a menores infratores que, em algum momento de suas vidas, muitas vezes levados pelas dificuldades, pelas péssimas condições familiares, "et coetera", comentem crimes menores, se arrependem e PODEM (não é sempre que ocorre) voltar a levar uma vida social digna e respeitável. JUSTIÇA !!!
28/07/2006 11:38Henrique Stodieck Neto (Delegado de Polícia Estadual)Espero que um destes comentaristas que me antec...
Espero que um destes comentaristas que me antecederam acolha em sua casa esta pobre "vítima" da sociedade. Pelo menos lhe dêem um emprego! Mentes tão dóceis só farão bem ao "Champinha".
28/07/2006 11:09Luiz Gustavo Marques (Advogado Sócio de Escritório - Civil)Por mais grave que seja a conduta do juvenil de...
Por mais grave que seja a conduta do juvenil deliqüente, por mais que ele não detenha condições de ser inserido com tranqüilidade e segurança na sociedade, temos que a lei deve ser cumprida, tal e qual estabelecida. Se o ECA prevê prazo máximo de 03 anos para adolescentes infratores, tal lapso deve ser cumprido, não sendo crível, a pretexto de uma suposta "interdição" de Champinha, pretender que se prolongue o cumprimento de medida sócio-educativa dele à revelia da lei. Aliás, sempre é mais fácil e cômodo para o Estado trancafiar pessoas que cometem delitos do que investir em sua recuperação.
28/07/2006 01:24Vladimir Aras (Procurador da República de 1ª. Instância)Prefiro ficar com a avaliação do psiquiatra for...
Prefiro ficar com a avaliação do psiquiatra forense Guido Palomba, que afirmou que esse menino não tem a mínima condição de convivência social. Efetivamente, o ECA tem de ser cumprido, mas há a possibilidade de interdição e internação em estabelecimento psiquiátrico. Cabe ao MP/SP tomar a iniciativa de propor tais medidas cíveis para a proteção da sociedade. Na rua, não dá. E no mais, temos de pensar em políticas públicas decentes para a nossa juventude. Temos de olhar o *antes* e o *depois*.
27/07/2006 21:55Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal) Tem que cumprir a Lei. Lei é sagrada.Coloquem ...
Tem que cumprir a Lei. Lei é sagrada.Coloquem o moço na rua. Entendi que pelas palavras de médico- legais, de especialista, o retardado mental do Chambinha sairá da Febem como um porco. As prisões desses garotos é um covil de porcos imundos. Por essas e outras, sou a favor da imputabilidade de menores de 18 anos. Melhor aceitar o conselho de um cronista e internar o Chambinha no mosteiro. Se esse cara aparecer aqui pelos lados de casa e olhar em direção a minha filha vai levar cassete !É melhor não vir aqui. Otavio Augusto Rossi Vieira, 39 advogado criminal em São Paulo.
27/07/2006 19:37Reginaldo (Advogado Autônomo)Espero que algum dia se aplique os artigos da L...
Espero que algum dia se aplique os artigos da Lei 8069/90 que determinam que os investimentos sejam dirigidos preferencialmente aos jovens. Tenho visto com muita tristeza, jovens cooptados pelo crime morrendo aos 16, 17 anos, quando não, vemos tragédias como esta, sem esquecer o Batoré, entre tantos outros monstros que nossa sociedade vem criando.
27/07/2006 16:47LuisBNeto (Advogado Autônomo - Civil)Será que fará diferença para a próxima vítima d...
Será que fará diferença para a próxima vítima desse marginal a distinção entre "tendência natural" e "afinidade" para a delinqüência? Se é que existe alguma. Chega de hipocrisia! A sociedade não pode ser obrigada a ter indivíduos dessa qualidade em seu convívio.
27/07/2006 16:17hammer eduardo (Consultor) Provavelmente depois de "legalmente ...
Provavelmente depois de "legalmente solto" restará a nossa sofrida Sociedade adivinhar quando será a proxima barbaridade que esta fera de apelido infantil certamente vai cometer. O crime em que ele e as outras feras mataram dois seres humanos , ja seria motivo suficiente para mante-los encarcerados pelo resto de suas miseraveis vidas mas não , agora aparece este laudo fantastico que seria comico se a situação da Familia Friedenbach não fosse de tanta dor. Sugiro ao respeitavel medico que na constatação dessa linha de comportamento discutivel por parte do elemento em questão , que o proprio medico assine um termo de responsabilidade e acolha essa "ovelha desgarrada" em sua residencia para dele cuidar pelo resto dos seus dias na terra. Seria uma indiscutivel demonstração de abnegação e convicção com teses que ao menos ele acredita.
27/07/2006 16:16aleneves (Advogado Assalariado)Uma pessoa que foi capaz de LIDERAR ( ele foi o...
Uma pessoa que foi capaz de LIDERAR ( ele foi o líder como ficou bem claro pelo depoimento de todos os outros réus)uma sessão de tortura numa menina por 5 dias, apresentá-la aos amigos como namorada e matá-la com 15 facadas, pode ser considerado como uma pessoa " com retardo mental leve" ou com "personalidade camaleônica"? Algo deve estar errado! Um bandido deste, com alto grau de periculosidade que demonstrou possuir, não pode ser comparado aos coitados que possuem "retardo mental leve". Ademais, como o próprio psiquiatra informou ao defini-lo com uma personalidade de "camaleão", e dizendo que "se viver com bêbados vai virar bêbado, se viver com monges, vai virar monge", já atestou que o mesmo vai continuar um imprestável, tendo em vista que ao sair da FEBEM vai voltar a conviver com uma família inútil, que deve ser composta somente de bandido, já que o mesmo é um "camaleão" e deve imitar o comportamento dos mesmos...Então, dá para libertar uma criatura dessas, que continuará a conviver com as mesmas pessoas e influenciar o "camaleão"? Ou o psquiatra vai levá-lo pra morar em sua casa, para "treiná-lo" a viver em sociedade?
27/07/2006 16:12Armando do Prado (Professor)O Conjur precisa pesquisar melhor essa questão....
O Conjur precisa pesquisar melhor essa questão. O Dr. Breno não disse que o jovem "tem condições de deixar a Febem". Quem diz que ele tem que deixar o fábrica de delinqüentes é o E.C.A. Basta lê-lo, pois não há "brecha" para segurar infratores após os 3 anos de "tratamento". Os psiquiatras respondem o que o M.P. pergunta e, no caso, não foi perguntado se o moço pode "sair", mas qual é a sua condição. E a condição explicitada pelos psiquiatras é que o jovem tem "retardo leve", ou seja, se maior sofreria os rigores da prisão. A lei é clara, portanto, que se cumpra seu desatino. Agora, queremos mudar? Então, que se oriente os legisladores para dar condições ao M.P., aos médicos e aos juízes de execução para as medidas cabíveis. De qualquer maneira, diariamente centenas de jovens com crimes parecidos ou piores, são soltos. No caso, como ocorreu com Suzane, quer prevalecer à fórceps a vontade do tal do "clamor público". Ou vale para todos, ou não vale para ninguém.
27/07/2006 15:31Thyago Cruz (Estudante de Direito)Se o problema é o ambiente em que o rapaz vive,...
Se o problema é o ambiente em que o rapaz vive, espero que tal fator seja levado em consideração no momento de libertá-lo, afinal de contas, conforme assinala a própria entrevista, "a polícia diz que, por volta dos 10 anos de idade, ele matou um andarilho. A acusação não foi confirmada. Ele diz que quem matou foi o seu TIO e ele apenas assumiu a culpa". Logo, duas vertentes surgem em minha mente: 1ª. Será ele já está acostumado a sentir o cheiro de sangue desde garoto? 2ª. Ou os fatores viciosos de seu ambiente advém de sua própria FAMÍLIA. Espero que tais perguntas apareçam na mente daqueles que estão pensando em expor toda a sociedade à fúria "influenciável" de tal besta-fera. OBS: Aos que forem contra meu comentário, que se coloquem no lugar daqueles pobres pais que tiveram a vida destruída após sua "pequeno relíquia" ter sido torturada, violentada e assassinada por tal "camaleão". Só espero que este pequenino animal (no próprio sentido da palavra)não venha a chicotar sua língua numa caça implacável contra nenhum dos membros de suas famílias.

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