Advogado de Suzane rouba a cena no julgamento

24/07/2006 09:57Richard Smith (Consultor)Caro comentarista: Fiquei muito contente com...
Caro comentarista: Fiquei muito contente com a sua falta de "iluminação". Parabéns! De fato isso é graça de Deus mesmo. Rogo para que siga assim. De "Iluminados" esse pobre País está cheio, sem qualquer resultado positivo por causa disto. Uma vez se afirmou: "Na Idade Média os homens tinham Fé e eles construiram catedrais. Hoje em dia os homens somente tem opiniões e opiniões não conseguem construir nada". E de fato, o que vemos hoje em dia é isto. As pessoas tem cada dia menos convicções, mas apenas "opiniões" que variam de acordo com os ventos ou com a moda. Pior do que isso, são tremendamente influenciáveis, ou pelo menos, tem medo de expor o que verdadeiramente acreditam (convicções, ao invés de meras "opiniões") por medo de afrontar o "politicamente correto". E o que vemos ao final é uma tremenda relativização de valores. Temos, por exemplos: um presidente, o qual, diretamente beneficiados pelas ações de seus subordinados (MENSALÃO) diz que "não sabia de nada" e todos fazem de conta que acrditam; temos ainda uma pessoa que, bem aquinhoada pela vida, trama e executa a morte dos pais de forma covarde e fica-se discutindo se ela fumava maconha ou não, se teria perdido a virgindade ou não! Que barbaridade! Mas, esse "Politicamente correto" foi estabelecido por quem? Quem possui o cânone do que pode ou não pode ser discutido, ou pior, de quem pode ou não fazê-lo? Foi contra isso que me insurgi! Se não sou, definitivamente, nenhum luminar de cultura ou de sabedoria, tenho pelo menos a consciência de que ninguém é melhor (e nem pior) do que eu em dignidade humana. Pretender calar alguém, apenas porque a sua opinião destoa é DITADURA CULTURAL e como não reconheço a ninguém o direito de fazê-lo, achei importante a defesa do meu direito à opinião, no melhor tom possível às circunstâncias e sem a mínima intenção de ofender a quem quer que fosse. Neste sentido, apelei diversas vezes a que mostrassem a mim, as falhas ou erros de minha argumentação, a fim de que pudessemos encetar uma discussão proveitosa. Debalde. Espero sinceramente que Deus o ilumine (como de resto com a a todos nós) e agradeço seu abraço, retribuindo em dobro.
23/07/2006 00:48Comentarista (Outros)Caro Sr. Richard Smith (Consultor), Fico fel...
Caro Sr. Richard Smith (Consultor), Fico feliz em lhe informar que também me encontro na "segunda categoria." E também pela graça de Deus! Finalmente, continuo crendo que a discussão é o fermento da sabedoria. Um grande abraço.
22/07/2006 15:05Richard Smith (Consultor)Caro Sr. Comentarista: "Iluminados" e "profa...
Caro Sr. Comentarista: "Iluminados" e "profanos", que categorização interessante, da sua parte. Como pela graça de Deus me encontro na segunda categoria, penso que mais interessante fica. No mais, ainda aguardo os reparos, honestos e leais, à minha ignorância, ao invés de achincalhe gratuito, DESPREZO (ai, ai, ai...) ironia vazia, e outras coisas da mesma cêpa. Vamos debater?
21/07/2006 23:26Comentarista (Outros)Parece que tudo está se resumindo a um embate e...
Parece que tudo está se resumindo a um embate entre "iluminados" (ou que assim pensam ser) e "profanos" (assim considerados), o que é uma pena...
21/07/2006 13:06Richard Smith (Consultor)Meu caro Dr. Dinamarco: Quem bate e corre nã...
Meu caro Dr. Dinamarco: Quem bate e corre não tem o direito de por fim à contenda. O senhor mencionou, no início, que eu havia intervido, indevidamente, em comentários a mim não dirigidos. Ora, mas como? O senhor faz comentários em um fórum público e se sente pessoalmente "desacatado", mais do que isso, "agredido"? Por que? E mesmo que assim tivesse sido, o senhor, mesmo diversas vezes concitado a tanto, não se dispôs a me auxiliar no limamento da minha cascuda ignorância com o seu notório saber. Nem siquer a rebater qualquer argumento. Isso não é muito próprio de que se quer ter como muito sábio, não é mesmo? Quanto aos seus desejos para o fim último da minha alma, agradeço muito e sinceramente retribuo. p.s. Na nossa língua portuguesa o adjetivo não concorda em grau com o substantivo por ele modificado. O ditado "Fulano concorda com Sicrano em gênero, número e caso", refere-se aos velhos tempos em que se estudava latim, língua essa na qual o adjetivo, além de GÊNERO e NÚMERO, também concordava em CASO (nominativo, vocativo, genitivo, dativo, ablativo ou acusativo) com o substantivo modificado, motivo pelo qual é correto apenas a forma "gênero, número e caso". Sendo inadmissível dizer: "Fulano concorda com Sicrano em gênero, número e grau". Certo Dr. Dinamarco?
21/07/2006 12:24A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)Sr. Richard : ratifico : é grau, mesmo, porque ...
Sr. Richard : ratifico : é grau, mesmo, porque diz respeito ao superlativo.(Sabe o que é isto ?). Quanto às suas ofensas ao Dr. Nacif, já que vindas de um desconhecedor que se meteu a comentar sobre o que não conhece, meu perdão por ter me insurgido pois, "bem aventurados os pobres em espírito...". A final, a decisão será de jurados, leigos em Direito, mas conhecedores, como ninguém, do que está no processo. Muito mais do que o senhor, certamente. Assim, diz o adágio : "falar é prata ; calar é ouro". Que Deus se apiede e acalente seu espírito. acdinamarco@adv.oabsp.org.br
21/07/2006 12:09A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)Prezadíssimo Félix : mais uma vez, parabéns !!!...
Prezadíssimo Félix : mais uma vez, parabéns !!! Parabéns, mesmo !!! acdinamarco@adv.oabsp.org.br
21/07/2006 12:07Richard Smith (Consultor) Da Enciclopédia Soibelman: "Limites natura...
Da Enciclopédia Soibelman: "Limites naturais da liberdade de pensamento. Não tem valor algum em matéria de pensamento científico em sentido amplo, o principio da liberdade de pensamento (V.). Só quem tem conhecimento, base, estudo, é que pode opinar com validade e consciência, pois do contrário teríamos a liberdade da ignorância. Daí porque não se viola o princípio ao recusar a um despreparado a possibilidade de ser ouvido em determinados ambientes culturais. O direito de manifestar o pensamento em matéria cultural-científica não é dado a todo mundo. A sanção contra o ignorante que se manifesta não é de natureza legal, pois nada o proíbe, mas de natureza social que se impõe sob a forma de desprezo." Enciclopédico Dr.Soibelman: Quão lastimável a posição do festejado Dr. Leib quanto à intervenção do "ignorante" em matéria "cultural-científica". Ignorante e incoerente ela mesma, senão vejamos: a) não se admitirá, por óbvio exemplo, a um leigo, que intervenha numa conferência médica pré-operatória, no Instituto do Coração. Hipótese na qual estariamos falando de ciência e de técnicas de conhecimento específico. b) Nos demais bens e valores culturais de interesse social, quem, tão soberbo, impediria a intervenção, desde que em termos civilizados, de quem quer seja? c) Quem determina o que é com valor ou sem valor? O senhor Dr. Félix? ou o Dr. Lieb? Quem os constituiu em "gurus", para julgar a uns e outros e para aqueles oferecer o seu DESPREZO?! Quem o senhor pensa que é? Sob o sofisma da "liberdade da ignorância" se pretende então impor a "ditadura da opinião única". E de quem? de "Iluminados" como o senhor, Dr. Soibelman? Num espaço aberto como este, como "recusar a possibilidade a um despreparado de ser ouvido"? Que singelo! Que democrático! Mas se o senhor quisesse pontificar sozinho, deveria opinar apenas no seu site, não do CONJUR, não é mesmo? Façamos então uma pequena remissão do assunto: No caso presente, de ampla repercussão, justamente pela hediondez manifesta do crime, uma patricinha bem-nascida, num comportamento absolutamente soez, por qualquer ângulo que se queira olhar, introduz pessoas estranhas no seu próprio lar, de madrugada, para assassinarem os seus próprios pais, que dormiam, inocentemente! O que pior do que isso? Aí começam a surgir "factóides" e teorias, as mais absurdas, na tentativa de amenizar ou desclassificar o inominável, principalmente através do "protetor" Sr. Denivaldo Barni e agora do "gênio" o Sr. Dr. Mauro Nacif, inclusive com sórdidas acusações contra as vítimas (homossexualismo, abuso sexual, etc.) que não mais podem se defender, numa tentativa - muito coerente aliás, com os dias atuais, de relativismo e de inversão completa de valores - de criminalizar as vítimas! Como se isso pudesse ser suficiente para justificar a conduta dos réus! Quer dizer que todo mundo que fumar maconha pode matar os pais? Todos os que apanham em casa podem fazê-lo? Tudo numa absurdez tamanha que ao extrato médio da sociedade somente pode abismar. E isto é, efetivamente, obra de astúcia de homens como o Dr. Nacif, o "Principe-das-Nulidades" (Ô apelido mais apropriado, não acha?). A repórter Priscyla somente fez reportar as condutas espalhafatosas do mesmo, sob a sua ótica, no que foi severamente censurada pelos srs. "operadores do direito" que se manifestam neste espaço e,principalmente pelo Sr. Dr. Soibelman, que pareçe que desceu do Olimpo apenas um pouquinho, para admoestá-la de forma tão propedêutica e caridosa: "Se eu quisesse escreveria com a forma mais rebuscada e ácida, NUM ESTILO BEM SUPERIOR A ESTE, mas preferi essa linguagem informal e simples, para dizer-lhe Priscyla que vc. pisou na bola mesmo..." Que triste Dr. Félix. Que ego mais distorcido! Em outra "pérola" da missiva: "Juízes e promotores não são porcaria nenhuma a mais do que advogados para ter-se a opinião dos mesmos como parâmetro de ALGUMA COISA". Que chique! Quer dizer que a única opinião que vale é a do "enciclopédico" e "indesprezável" Dr. Soibelman? Acho que urgiria então se avisar ao Exmo. Sr. Juíz do Juri e também aos srs. promotores e assistentes da acusação. E o seu veredito, Dr. Félix, virá quando? Em outro trecho ainda: "Peço desculpas, apenas, por não ter seguido o conselho de um antigo romano quando (sic) recomendou que nunca se deve dizer aos escravos que eles são escravos" Primeiro, escravos de quem mesmo? Diz a Escritura que somos escravos apenas do pecado. E a arrogância e a soberba são daqueles bem grandes e que são a origem de todos os outros mais... Segundo, desculpas a quem mesmo Dr. Soibelman? Quem pede desculpas o faz a alguém e por algum motivo. O senhor pede desculpas a quem mesmo? Ou é apenas mais uma pobre ironia vazia? Por derradeiro, Sr. Soibelman, quanto ao "direito" de mentir, veja: São Mateus Cap. 5, Vs. 37: "SEJA O SEU DIZER: SIM, SIM! NÃO, NÃO!.TUDO ALÉM DISSO PROVÉM DO MALIGNO". Ops. esqueci, o senhor, pelo sobrenome, deve ser judeu, assim sendo, veja: Levítico Cap. 19, Vs. 16: "NÃO ESPALHE BOATOS, NEM LEVANTE FALSO TESTEMUNHO CONTRA A VIDA DO TEU PRÓXIMO" (isso inclui o Sr. Manfred e D. Marisia, suponho). Ah, o senhor pode, eventualmente, ser ateu, então ponderemos o seguinte, com base apenas no Direito Natural: se a mentira, a deslealdade, o engodo, a má-fé fossem amplamente disseminados e aceitos pela Sociedade, como fazer para que esta mesma se estruturasse minimamente? Se todos mentissem, uns para os outros, como se preservar aquela boa-fé essencial à vida em comum, Dr. Soibelman? Apóstolo da mentira.
21/07/2006 03:25Robson (Advogado Sócio de Escritório)Caro colega Féliz, preambularmente assevero que...
Caro colega Féliz, preambularmente assevero que para uma pessoa dizer á outra que ela é escrava essa 1ª pessoa tem que ser um Senhor Feudal o que, sem a menor sombra de dúvidas, não é o vosso caso. Acerca de uma ´tese ´ sobre, a abolição do direito de mentir, para ser sincero, gasto o meu tempo com teses muito mais úteis e lucrativas e, nobre colega Felix, um exemplo da lucratividade de minhas teses ( que são alheias ás suas) é tão grande que me dou ao luxo de agora - 03:20 hs - poder ficar navegando na internet e no dia seguinte entrar no meu escritório apenas depois do almoço, porque tenho condições de pagar pessoas para trabalharem para mim e eu só delegar tarefas, o que não sei se é o seu caso. Acerca da mentira sigo á risca o princípio moral de que dizer a verdade é um dever e se fosse considerado incondicionada e isoladamente, tornaria impossível qualquer sociedade. Temos a prova disso nas conseqüências diretas desse princípio, chegando até mesmo a pretender que a mentira seria um crime. Colega, aconselho á você que leia o Leviatã que parte do princípio de que os homens são egoístas e que o mundo não satisfaz todas as suas necessidades. Eu defendo a tese de que no Estado Natural, sem a existência da sociedade civil, há necessariamente competição entre os homens pela riqueza, segurança e glória. A luta que se segue é a guerra de todos contra todos e na célebre formulação de Hobbes, em que por isso não pode haver comércio, indústria ou civilização, e em que a vida do homem é «solitária, pobre, suja, brutal e curta.» A luta ocorre porque cada homem persegue racionalmente os seus próprios interesses, sem que o resultado interesse a alguém. . . Para mim a humildade é a virtude que dá o sentimento exato da nossa fraqueza, modéstia, respeito, pobreza, reverência e submissão e acredito que se diz que a humildade é uma virtude humilde e quem se vangloria da sua, mostra simplesmente que lhe falta. Colega, a humildade não é depreciação de si mesmo, não é ignorância com relação ao que somos, mas ao contrário, se tem conhecimento exato do que não somos e se apresenta com humildade, sem que a vaidade se manifeste. Era o que me restava.
20/07/2006 16:51Richard Smith (Consultor)Caro Sr. Comentarista: Não entendo o que o s...
Caro Sr. Comentarista: Não entendo o que o senhor quer dizer com "exposição desnecessária". Se a minha opinião fosse igual à do senhor ou à do Sr. Dr. Dinamarco aí sim é que seria desnecessária, não acha? O fato simples de ser diferente da dos senhores, nem porisso é indigna de ser aposta neste espaço. Neste tempos em que vivemos, de relativismo e de inversão de valores parecem não mais existir "vacas sagradas" ou "tótens" inatingíveis. Dessa forma entendo que tenho o direito de partilhar as minhas opinões "desnecessárias" neste espaço. Quanto ao Dr. Dinamarco, acredito mesmo que ele, de tradicional família de jurisconsultos, seja dos mais dignos representantes do Direito neste País, mas nem porisso é dotado da inerrância reservada ao Santo Padre e mesmo assim somente em matéria de Fé e Doutrina. Sou uma pessoa leal e franca, não tendo medo de exposição "desnecessária" contanto que no contexto de uma discussão saudável. A unanimidade não é necessariamente das coisas mais inteligentes. E em assim sendo, ainda aguardo que me mostrem a "desnecessidade", a "falta de responsabilidade" e outros quejandos de minhas opiniões, coisas todas essas as quais preferiu se poupar o Dr. Dinamarco. Se o senhor acha que o Dr. Nacif bem faz em "roubar o espetáculo" o que fazer? Eu pessoalmente acho que cabe ao advogado proporcionar a melhor defesa possível ao seu constituinte, porém com LEALDADE. No caso presente, de uma matricida e parricida CONFESSA, é uma tarefa e tanto. Agora, torturar os fatos, criar "factóides" e ainda por cima procurar enxovalhar a memória das vítimas que foram assassinadas covardemente durante o sono, no confino do lar, para mim é o fim da picada! No mais, o juri, de reles não-iniciados nas sublimes "artes" jurídicas é que irá dar o veredito, não? E qual será este?! Será mesmo então que as minhas humildes opiniões andam demandando tanta pesquisa assim? Ou isto é apenas um pretexto para o não-aprofundamento das questões suscitadas? Retribuo, sinceramente, o abraço
20/07/2006 16:31Richard Smith (Consultor)Caro Dr. Dinamarco: Muito bem! Ao menos escl...
Caro Dr. Dinamarco: Muito bem! Ao menos esclareceu a sua posição, vindo de encontro aliás ao que eu pensava. O Dr. Soibelman pretendeu ser "indulgente" com a periodista Srta. Priscyla, demonstrando com isso um viés arrogante, com o qual o senhor parece concordar em "gênero, número e grau" (na realidade é "gênero, número e CASO", Dr. Dinamarco). Se a referida repórter, pobre mortal e não-iniciada nas sublimes artes dos "operadores do direito", apenas manifestou a sua réles impressão acerca das atitudes "espetaculosas" do causídico em questão, não deve ser tratada com menosprezo por isso. Quanto às virtudes pessoais do Dr. Nacif, somente posso acreditar no que os outros nobre colegas seus declinaram valentemente neste espaço. Todavia, eu, que somente o tenho observado no transcorrer do caso em questão, aonde veio a cair, sim, de paraquedas, em atuação não-remunerada (pelo menos é isso que consta dos jornais) posso julgá-lo pelas suas atitudes. Se o senhor as considera "o fino da técnica processual" na defesa do Direito (e não apenas de sua cliente) é um problema de fôro íntimo seu. A minha opinião é de que o Sr. Dr. Nacif deve pertencer ao Hamas porque anteontem prometeu "uma bomba" para os sete minutos finais do julgamento. No mais Dr. Dinamarco, nunca tive a pretensão de ser melhor do que ninguém e tanto porisso, receber "tratamento diferenciado", mas apenas a de ser respeitado, como o senhor mesmo gostaria. Até porque dissensão não é ofensa, não vendo assim inclusive, como a exposição leal de um ou mais argumentos possa tê-lo ofendido, ainda a mais a ponto merecer a sua arrogante "falta de paciência", numa atitude que não o dignifica.
20/07/2006 14:10Comentarista (Outros)Caro Sr. Richard Smith (Consultor), Que o Co...
Caro Sr. Richard Smith (Consultor), Que o Conjur não é um site frequentado apenas por operadores do direito todos nós sabemos, mas quem comenta em seu fórum virtual tem que fazê-lo com responsabilidade, sob pena de se expor desnecessariamente. E é exatamente isto (exposição desnecessária) que o Sr. tem feito ao entrar em discussão acirrada com o Dr. A. C. Dinamarco, haja vista o profundo conhecimento jurídico-criminal deste último. Ora, todos que militam na área criminal têm conhecimento do exemplar profissionalismo do Dr. Nacif, que tem dado um verdadeiro exemplo de como deve se portar um advogado de defesa num Tribunal do Júri e - de quebra - roubado a cena do julgamento, independentemente de seu resultado (mesmo por que quem está sendo julgado é a sua cliente Suzane e não ele, profissional da advocacia). Por outro lado, é bom lembrar que argumentos sofistas não levam a nada e que a generalização é o pior dos erros que alguém pode cometer. Por essas e outras é que, antes de entrar em discussões jurídicas acirradas com profissionais do direito, o Sr. poderia pesquisar mais sobre o assunto ou simplesmente agir com mais cautela, pois a exposição desnecessária não é propriamente uma qualidade. Esta é, data vênia, a minha opinião. Um grande abraço.
20/07/2006 12:47A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)O Advogado Felix Soilbman, com quem concordo em...
O Advogado Felix Soilbman, com quem concordo em número, gênero e grau, ainda tem a paciência que eu perdi com determinados tipos de pessoas. Estas, gratuitamente, agridem quem nada lhes dirigiu e, ao depois, pretendem receber tratamento diferenciado. Ora, sr. Richard, faça-me o favor. Costumo escrever para quem sabe ler. acdinamarco@adv.oabsp.org.br
20/07/2006 11:21Richard Smith (Consultor)Caro Dr. Dinamarco: O senhor não se rabaixou...
Caro Dr. Dinamarco: O senhor não se rabaixou a comentar o meu comentário poruqe eu não sou da sua excelsa grei de "operadores do direito" ou foi por falta de argumento mesmo? Porque o senhor não fez como o gentil e modesto Dr. Soibelman para com a repórter Priscyla e explicou para mim, em palavras simples e acessíveis os erros e defeitos das minhas assertivas? Seria muito caridoso de sua parte. Até porque, certamente dado a minha limitação e incapacidade, continuei a não entender se o senhor, do alto do seu "everéstico" ego é a favor ou contra os comentários do Sr. Dr. Félix Soibelman. Teria a sua metralhadora giratória "engripado"?
20/07/2006 04:06cremonesi (Advogado Autônomo)Prezados colegas, senhoras e senhores que mani...
Prezados colegas, senhoras e senhores que manifestaram suas opiniões: Quero registrar minha admiração e meu respeito pela forma civilizada e democrática com que a maioria se manifestou sobre uma singela crônica de improviso que ousei redigir aqui. Mesmo os que tiveram opiniões contrárias serão sempre merecedores de minha admiração e de meu respeito naturais. Jamais poderia imaginar que uma simples crônica pudesse despertar a ira de Tribunos consagrados, ao ponto de mencionarem meu nome (quanta honra) ao mesmo tempo em que, em suas elucubrações cerebrinas, despejam um coquetel de ironias e ataques pessoais. Imaginem que tem um que escreveu que "...talvez eu nem criminalista seja..." e "...provavelmente nunca conheci o Tribunal do Juri..." e mais, que "...talvez eu pretendesse ser o defensor da menina virgem que não é mais para "aparecer" no lugar do Advogado dela..." Acabo me lembrando de Dante Aliguieri neste momento em que, com certeza, se vivo estivesse, rasgaria a Divina Comédia. Aliás, parece que virou moda para alguns seguir a carreira artística na modalidade comédia... Sendo assim, e com o objetivo de não alimentar polêmicas estéreis, não mais responderei a ataques pessoais, principalmente quando originados de pessoas TÃO BEM INFORMADAS A MEU RESPEITO. É saudável e admirável ler os comentários SOBRE A MATÉRIA EM QUESTÃO, mesmo aqueles que versam opinião contrária a minha humilde crônica. Os ataques pessoais deixo por conta do bom senso de cada um...SOB PENA DE NULIDADE !!! Paulo Cremonesi Advogado paulocremonesi@gmail.com
19/07/2006 22:37Leonardo Almeida (Advogado Autônomo)Sr. A.C. Dinamarco, "professor universitário": ...
Sr. A.C. Dinamarco, "professor universitário": parece-me que o Sr. não compreendeu bem o meu posicionamento profissional (leia o dispositivo legal citado); ou se entendeu está tentando tergiversar com uma ironia que não merece resposta. Desculpe.
19/07/2006 21:27A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)Sr. Smith : lendo seu comentário, só tenho um c...
Sr. Smith : lendo seu comentário, só tenho um comentário : sem comentário. acdinamarco@adv.oabsp.org.br
19/07/2006 20:48Richard Smith (Consultor)Caro Dr. Dinamarco: Li os seus comentários e...
Caro Dr. Dinamarco: Li os seus comentários e não entendi. O senhor concorda com as críticas do Dr. Soibelman? Ou o senhor está fazendo uma flexão de ego semelhante à do Dr. Nacif, que pulou de paraquedas neste processo? Assim como a jornalista que escreveu o artigo não sou advogado, sendo assim um pouco mais aproximado do extrato médio representado pelo juri do que os srs. "operadores do direito" que expuseram aqui, neste espaço, as suas opiniões. Acho o Sr. Dr. Nacif um falastrão, uma pessoa que, como mesmo dito aqui, "quer reinventar a lei da gravidade". Todavia, a Sociedade vem acompanhando o desenrolar dste caso verdadeiramente bestializada, pois a Ré Suzanne, é uma sociopata matricida e parricida CONFESSA. Querer descacterizar a gravidade do crime cometido (matar pai e mãe, o que pior do que isso?) e ainda transformar a patricinha-Ré em vítima, enxovalahndoa honra de quem não mais pode se defender é o fim da picada! Por último Dr.: não se ria da Justiça Divina, porque dela ninguém escapa. E neste mesmo escôpo, que falta faz a pena de morte neste País!
19/07/2006 20:25A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)Dr. Paulo Cremonesi : não o conheço pessoalment...
Dr. Paulo Cremonesi : não o conheço pessoalmente. Certamente porque o Colega nem saiba onde ficam os Fóruns Criminais. Na verdade, deixa transparecer que gostaria, muito, de ser um Criminalista ; mas a vida proibiu-o, por qualquer motivo. Felizmente !!! acdinamarco@adv.oabsp.org.br
19/07/2006 20:18A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)Dr. Leonardo : qual sua especialidade na Advoca...
Dr. Leonardo : qual sua especialidade na Advocacia ? O Colega deixou-me bastante curioso !!! Espero que não seja o Direito Canônico !!! acdinamarco@adv.oabsp.org.br

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