Divulgado novo balanço sobre ataques criminosos em SP

15/07/2006 17:44GRILO FALANTE (Advogado Sócio de Escritório)Infelizmente, os 'soi disant' pacifistas, solid...
Infelizmente, os 'soi disant' pacifistas, solidaristas e que outro nome tenham, zelam, e muito, pela integridade dos bandidos assassinos. Estes são os heróis, a tropa de choque necessária para a revolução socialista. Já vimos isto, na Alemanha pré-nazista, na Itália pré-fascista. Os bandidos, são bandidos mesmo e é 'normal" que matem mais gente de bem, que cumpre seu dever, que paga os impostos que os alimentam nas prisões etc., gente que cumpre o seu dever na sociedade. É bom, para a revolução que, quando o candidato de oposição melhora nas pesquisas de opinião, os bandidos mandem matar mais meia dúzia, para desestabilizar o candidato. Aqui não se trata do assassinato vulgar (passional, por disturbio mental etc.), trata-se de asssinato "industrializado", mais do que premeditado, executado sem defesa possível para as vítimas, cruel, vil e animalesco (os animais que me perdõem). E a Sociedade deve assistir impassível a essa barbárie. Isto é estado de beligerância. Na guerra suspende-se a garantia de vida. Mas a nossa lei é frouxa, a Polícia fica de mãos amarradas e a imprensa cai de pau sempre que haja uma justa reação, até menos do que proporcional aos atos de barbárie cometidos pelos bandidos. "Este país" é o país dos bandidos. A eles tudo, a nós mortais que ousamos nos comportar bem, nada. É isto que os pacifistas e a imprensa engajada querem. Afinal, bandido dá notícia à imprensa. Pessoas normais, não...
15/07/2006 13:10Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)Militante é assim mesmo, impotente diante de al...
Militante é assim mesmo, impotente diante de alguma informação que não pode contestar, parte para subterfúgios. O povo não é bobo. E isso já começa a ser sentido nas pesquisas de intenção de voto. Imagine quando for iniciada a campanha na tv, rememorando todas as falcatruas perpretradas pela quadrilha mais diabólica da história da república (estou obviamente falando da quadrilha petralha).
14/07/2006 21:44Comentarista (Outros)E para completar... 1 - MÉDI...
E para completar... 1 - MÉDIAS BALANÇA COMERCIAL (bilhões de US$) - FHC (PSDB) (1995/2002): -2,442 - Lula (PT) (2003/2005): +34,420 (recorde) 2 - SUPERÁVIT COMERCIAL (bilhões de US$) - FHC (1995/2002): -8,7 (déficit) - Lula (2003/2005): +103,0 (superávit) 3 - RISCO-PAÍS PTS - FHC (Jan/2002): 1.445 - Lula (Jan/2006): 290 (recorde) 4 - JUROS - FHC (Jan/2002): 25,00% - Lula (Jan/2006): 18,00% 5 - INFLAÇÃO - FHC(2002): 12,5% - Lula(2005): 5,7% 6 - DÓLAR R$ - FHC (Jan/02): 3,53 - Lula (Jan/06): 2,30 7 - RANKING DO PIB MUNDIAL (PPP) (trilhões de US$) - FHC (2002): 1,340 -> 10º - Lula (2004): 1,492 -> 09º 8 - BOVESPA PTS - FHC (Jan/02): 11.268 - Lula (Jan/06): 35.223 (recorde) 9 - DÍVIDA EXTERNA (bilhões de US$) - FHC (2002): 210 - Lula (2005): 165 - E caindo mês a mês... 10 - DÍVIDA COM O FMI E COM O CLUBE DE PARIS EM DOLÁR - FHC (2002): Os caloteiros do PSDB e PFL sumiam com o dinheiro e não tinham coragem de falar o valor da dívida - Lula (2005): 0,00 11 - SALÁRIO MÍNIMO (US$) - FHC (2002): 56,50 - Lula (2005): 128,20 12 - DESEMPREGO - FHC (2002): 12,2% - Lula (2005): 9,6% 13 - TAXA ABAIXO DA LINHA DE PROBREZA - FHC (2002): Não tinham capacidade para controlar mais este índice, que segundo dados ultrapassavam os 35%. - Lula (2004): 25,1% +10 Questões que Não podem ser esquecidas: 1) Qual foi a taxa de inflação de 2002? E a de 2005? No governo do PSDB, com FHC no ano de 2002 foi de 12,5%. Já no governo do PT, com Lula a taxa caiu para 5,7% em 2005. 2) Qual o valor da dívida externa no final de 2002? E no final de 2005? 2002 = US$ 210 bilhões, um absurdo, pois crescia todos os meses. Agora em 2005 = US$ 165 bilhões - finalmente a dívida externa começa a cair... 3) Qual a inflação acumulada em 3 anos de governo Lula? 23% - É uma média baixíssima, que está estável, com tendências a baixar mais ainda. Não se via uma inflação tão baixa no Brasil á décadas. 4) Qual o percentual de reajuste do Salário Mínimo no governo Lula? 50% - Outros governos não passaram nem perto deste número, mostrando que o interesse não era no povo como um todo e sim apenas os ricos mereciam aumentos decentes... Ainda temos muito que melhorar, mas devagar iremos vencer mais essa batalha. 5) Qual era o valor em dólares do Salário Mínimo quando Lula tomou posse? Qual o valor hoje? Posse = US$ 56,50 Hoje = US$ 128,20 - Um aumento significativo, que é apenas o começo, pois Lula vai aumentar ainda mais o salário mínimo... 6) Qual era a relação dívida/PIB do Brasil no final de 2002? Qual é essa relação hoje? 2002 = 57,5% 2005 = 51% - Vai cair ainda mais até o fim de 2006... 7) Qual era a taxa Selic quando Lula tomou posse? E qual a taxa atualmente? Posse = 25% Hoje = 18% 8) Qual o valor das exportações brasileiras em 2002? E em 2005? 2002 = US$ 60 bilhões 2005 = US$ 118 bilhões (recorde) 9) Qual foi o superávit comercial do Brasil em 8 anos de governo FHC? E em 3 anos de governo Lula? Governo FHC / PSDB = déficit comercial de US$ 8,7 bilhões (não teve superávit nos 8 anos de FHC... Aqui foi uma "pegadinha" para os tucanos se sentirem piores ainda, pois não sabem mesmo administrar o país) Governo Lula / PT = superávit comercial de US$ 103 bilhões 10) Qual era a taxa de desemprego brasileira em novembro de 2002? E em novembro de 2005? Novembro / 2002 = 12,2% Novembro / 2005 = 9,6% - O número de desempregados continua á cair todos os meses, provando que o Brasil está crescendo e em breve se consolidará como líder dos emerge ntes e daqui alguns anos, se continuarmos assim, com Lula como presidente, o Brasil se tornará um país de 1º Mundo... Relatório do Fundo Monetário Internacional atestando que o Brasil sob o governo do Partido dos Trabalhadores é o melhor da História do Brasil: http://www.imf.org/external/np/sec/pn/2005/pn05166.htm
14/07/2006 21:34Comentarista (Outros)Já que a coisa se encaminhou para o proselitism...
Já que a coisa se encaminhou para o proselitismo político, voltemos à baila! 45 motivos para nunca mais votar no PSDB Por Novae 15/10/2002 às 17:26 45 escândalos de FHC para Regina Duarte perder o medo Olá, Regina Duarte, Respeitamos seu voto e sua opção "ideológica", só não concordamos quando você utiliza o mesmo discurso do "medo" que já atrasou o país tantas vezes e nos impediu de ter fé no futuro. Abaixo, já que você gosta do 45, publicamos 45 "atos e omissões do governo Serra" que tornou, nos últimos 8 anos, essa nação muito pequena, miúda, do tamanho da sua consciência política. Enfim, nos diga, após o FFHHCC, vamos ter medo de quê? PS: Você é, definitivamente, uma ótima atriz. Boa leitura! Redação da Novae 45 escândalos que marcaram o governo FHC Por João Paulo Cunha, deputado e líder do PT 1 - Conivência com a corrupção O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias. 2 - O escândalo do Sivam O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra. 3 - A farra do Proer O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. 4 - Caixa-dois de campanhas As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. 5 - Propina na privatização A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. 6 - A emenda da reeleição O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. 7 - Grampos telefônicos Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. 8 - TRT paulista A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso. 9 - Os ralos do DNER O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo. 10 - O "caladão" O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo. 11 - Desvalorização do real FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. 12 - O caso Marka/FonteCindam Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo. 13 - Base de Alcântara O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara. 14 - Biopirataria oficial Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria. 15 - O fiasco dos 500 anos As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000. 16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol. 17 - Drible na reforma tributária O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação. 18 - Rombo transamazônico na Sudam O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo. 19 - Os desvios na Sudene Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal. 20 - Calote no Fundef O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998. 21 - Abuso de MPs Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs. 22 - Acidentes na Petrobras Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados. 23 - Apoio a Fujimori O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem. 24 - Desmatamento na Amazônia Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior. 25 – Os computadores do FUST A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa. 26 - Arapongagem O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney. 27 - O esquema do FAT A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público. 28 - Mudanças na CLT A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social. 29 - Obras irregulares Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro. 30 - Explosão da dívida pública Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB. 31 - Avanço da dengue A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte. 32 – Verbas do BNDES Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa. 33 - Crescimento pífio do PIB Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro. 34 – Renúncias no Senado A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam. 35 - Racionamento de energia A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões. 36 - Assalto ao bolso do consumidor FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%. 37 – Explosão da violência O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros. 38 – A falácia da Reforma agrária O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo. 39 - Subserviência internacional A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos. 40 – Renda em queda e desemprego em alta Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos. 41 - Relações perigosas Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe. 42 – Violação aos direitos humanos Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões. 43 – Correção da tabela do IR Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos. 44 – Intervenção na Previ FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios. 45 – Barbeiragens do Banco Central O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.
14/07/2006 14:27JFreitas (Delegado de Polícia Federal)Os números são alarmantes, principalmente ao co...
Os números são alarmantes, principalmente ao considerarmos que se tratam de ações orquestradas com objetivos bastante evidentes. Tem razão o Senador Bonhausen quando afirma que existe um dedo do PT por trás disso tudo. Há já algum tempo que essa vinculação vem se tornando cada vez mais evidente. Não adianta o Presidente Lula negar.
14/07/2006 12:44Bem Amigos... (Funcionário público)GOVERNO DO ESTADO, ESCUTEM O CLAMOR DOS SERVIDO...
GOVERNO DO ESTADO, ESCUTEM O CLAMOR DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA: INVESTIMENTO MACIÇO NO SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DA POLICIA ESTADUAL E DO SISTEMA PENITENCIÁRIO; REAPARELHAMENTO E RENOVAÇÃO NOS EQUIPAMENTOS DA POLICIA MILITAR, POLICIA CIVIL, POLICIA CIENTIFICA E SISTEMA PENITENCIÁRIO; REESTRUTURAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO, VALORIZAÇÃO E INVESTIMENTO NO SERVIDOR LIGADO A SEGURANÇA PUBLICA E PENITENCIÁRIO. POLICIAMENTO PREVENTIVO, REPRESSÃO E ELIMINAÇÃO AOS FOCOS DE TERRORISMO (e não "vandalismo" como dizem algumas "Mentes Brilhantes" e "defensores de criminosos e TERRORISTAS") MULTIRÃO EMERGENCIAL DE DEFENSORIA PUBLICA PARA AVALIAÇÃO DE PROCESSOS DE CRIMES DE POUCA SUMA IMPORTÂNCIA PARA ALIVIAR A SUPERLOTAÇÃO DE DIVERSAS CASA PENAIS. E AO GOVERNO FEDERAL.... CRIAÇÃO DE UM NOVO CODIGO PENAL, REVOGANDO O ANTIGO DATADO DE 1940, INCLUINDO CRIMES DE TERRORISMO, ATENTADOS, ENTRE OUTROS SEMELHANTES como CRIMES DE DESESTABILIZAÇÃO DA SEGURANÇA NACIONAL DO PAÍS(Exemplo: Invasão do MLST em Brasília e dos ataques CRIMINOSOS em São Paulo) PODENDO EM CASO COMPROVADO CONDENAÇÃO A PENA DE MORTE COMO EM GUERRA DECLARADA E PODER DE REPRESSÃO A FOCOS DE ATENTADOS. PRISÃO FEDERAL ESPECIAL PARA CRIMINOSOS TERRORISTAS COM MOLDES DE DISCIPLINA DO NOVO PRESÍDIO FEDERAL DE CATANDUVAS-PR INTERLIGAÇÃO COM SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA DE TODOS ESTADOS DO PAÍS CONCENTRADO EM BRASÍLIA PARA SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA DE PERTUBAÇÃO EM PRESIDIOS. REFORMA DO SISTEMA JUDICIÁRIO FEDERAL E ESTADUAL, COM APROVAÇÃO DE NOVOS CODIGOS. VALORIZAÇÃO DA POLICIA FEDERAL E CRIAÇÃO DE SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA ESPECIAL DE MONITORAMENTO DE PERTUBAÇÃO GRAVE DE SEGURANÇA PUBLICA.
14/07/2006 12:17Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)Senhores leitores, cada um é livre para pensar ...
Senhores leitores, cada um é livre para pensar o que quiser, mas acho que diante dos seguintes números, não há muito o que pensar. 1. Entre 2002 e 2005, os investimentos do Orçamento Geral da União em segurança pública, corrigidos pelo IGP-DI, caíram 44%. 2. A União cortou os repasses em 87% – de R$ 223,2 milhões recebidos em 2002 para R$ 29,6 milhões no ano passado. O investimento per capita federal no Estado, com base em quatro programas (Fundo Nacional de Segurança Pública, Fundo Penitenciário, ações da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal), que era de R$ 6,67, passou para 81 CENTAVOS DE REAL. 3. Na crise de maio, o governo Lula ofereceu o serviço da Inteligência Federal. O mesmo Siafi mostra a precariedade dos investimentos na área: os investimentos foram cortados em 66%. Dos anos 90 para cá, as quadrilhas criminosas cresceram em organização, capacidade econômica e infiltração nos Poderes constituídos, mas o programa intitulado “Combate à Criminalidade” teve o orçamento ceifado em 70% – R$ 12,2 milhões pagos, contra uma autorização de R$ 40,8 milhões. A segurança pública nas rodovias federais perdeu 90%. 4. São Paulo, com a maior população carcerária do país (140 mil presos), recebeu R$ 136,6 milhões do Fundo Penitenciário em 2001; no ano passado, miseráveis R$ 4,6 milhões. O Fundo Nacional de Segurança Pública despencou de R$ 134 milhões em 2002 para R$ 22,5 milhões. 5. São Paulo foi uma das poucas unidades da federação que, de 2001 para cá, aumentou em 70% o orçamento da segurança. Logo depois das rebeliões de 2001, o Estado executou um orçamento de investimentos de R$ 128 milhões, maior do que o autorizado: R$ 103 milhões. Em 2003 e 2004, houve uma baixa na execução – 30% e 60%, respectivamente –, mas, em 2005, aplicaram-se integralmente os R$ 145 milhões autorizados pela Assembléia. O policiamento preventivo, feito pela Polícia Militar, recebeu R$ 17 bilhões, mais da metade (58%) do total do orçamento de custeio e investimento executado entre 2001 e 2005: cerca de R$ 29 bilhões. 6. Em 2003, ao lançar o “Mapa da Violência de São Paulo”, a Unesco (organização das Nações Unidas para a educação e a cultura) provava, com números, que alguma coisa estava mudando: “É com grande satisfação que apresentamos o estudo de uma pesquisa que, pela primeira vez nos últimos anos, evidencia a queda sustentada nos índices de violência de um Estado brasileiro, especialmente porque o declínio dos índices paulistas é um fenômeno raro no Brasil. Na grande maioria dos outros Estados e das capitais, os índices continuam a crescer em ritmo preocupante”. Os números provam o que a Unesco percebeu: a) homicídios dolosos no Estado (no primeiro trimestre de 1996, houve 2.704 casos; no primeiro trimestre deste ano, 1.551); b) extorsão com seqüestro (no primeiro trimestre de 2002, houve 110 casos; no primeiro trimestre deste ano, 28); c) latrocínios (no primeiro trimestre de 2002, houve 145 casos; no primeiro trimestre deste ano, 88). Concluindo, o senhor Lulla, que agora posa de bom moço e diz que está disposto a ajudar a população de São Paulo mas que é impedido a fazê-lo pelo Governador paulista, não cumpriu sua respectiva obrigação, deixando a locomotiva do país sem dinheiro suficiente para investir em segurança. Agora, com a maior cara de pau, ousa apontar que o problema não se soluciona porque não querem aceitar a sua “ajuda”. É muito demagogo. OBS: os números apresentados estão no Blog do Reinaldo Azevedo (recomendo que leiam). Os senhores militantes vão dizer que se trata de um “facista”, “golpista”, “filhote da ditadura” etc. Portanto, já me antecipo e peço que ao invés de desqualificarem o autor, mecanismo que a esquerda adora, contestem os dados (se é que isso é possível, claro).
14/07/2006 09:17Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil) Gente, Deus nos deu inteligência para pensar,...
Gente, Deus nos deu inteligência para pensar, para discernir, enfim, para raciocinar e solucionar os problemas, sejam eles quais forem. Nesse caso dos presos, estamos na verdade atacando as conseqüências, apenas os resultados de uma política insana, mal direcionada, irresponsável mesmo, da questão penitenciária em nosso país. Não é hora de atacarmos Lula, Alckmin, etc. etc., nem de ficarmos criticando pontualmente, esquecendo-nos do que realmente está ocasionando isto tudo. É verdadeiro que há ingresso de celulares nos presídios? Admitamos que há. Há sim maus advogados (os quais aliás de há muito já deveriam ter perdido suas carteiras), felizmente poucos, que ultrapassam a linha do mero profissionalismo enveredando para a senda do crime? Sim, inegavelmente há. Todavia, o que interessa é o PORQUÊ disso tudo estar acontecendo, cabendo-nos, e aí sim, indagações sérias, questionamentos responsáveis sobre essa política penitenciária canhestra que vem sendo praticada em nosso solo pátrio, e a total ausência de mecanismos sociais para desviar principalmente o jovem dos caminhos do crime. Gasta-se tanto dinheiro em porcaria, e aplica-se ainda pouco nas causas sociais, e, quando se aplica alguma coisa é aquela demagogia politiqueria barata, "para inglés ver". Falta-nos, acioma de tudo, EDUCAÇÃO . Bem, não estou dizendo, com isto, que não devamos "acudir" as urgências agora ocorridas. Apenas, repito, devemos sim cuidar do presente, porém com olhos no futuro . Dijalma Lacerda.
14/07/2006 08:58Comentarista (Outros)Engraçado mesmo é comparar MG com SP, como se o...
Engraçado mesmo é comparar MG com SP, como se o Estado mineiro pudesse servir de exemplo para alguma coisa! Por outro lado, não é o Lulinha que precisa propriamente de "defensores", pois, tendo em vista a "oposição" que temos no país, isso seria uma verdadeira covardia. Em MG, por exemplo, o Lulinha tem um de seus maiores índices eleitorais (apontado por recentes pesquisas de opinião). Por fim, quanto à intervenção, não há que se interpretar muito, pois, como todos sabem, tal dispositivo legal ainda não foi utilizado após a promulgação da carta de 88. Logo, hão há jurisprudência, e sim entendimentos doutrinários vagos de quem, via de regra, jamais vai ser consultado quando da aplicação da lei. Afinal de contas, estamos no Brasil. Literalmente!
14/07/2006 08:25Bira (Industrial)Adivinhem quem foram os pombos correios? a) ce...
Adivinhem quem foram os pombos correios? a) celular b) advogado c) policial ou agente penitenciario d) membro da quadrilha ou familia e) a e b
14/07/2006 08:23Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil) Será que seria muito inoportuno nós começ...
Será que seria muito inoportuno nós começarmos a perquirir das verdadeiras razões que estão levando as siglas que se dizem representantes dos presos a tomarem essas medidas radicais todas? Sabe-se, e muito bem, que choca ter que admitir, mas os presos estão, hoje, em situação pior do que animais ! Assim, se alguém achar que está certo deixá-los em tal situação, também não poderá reclamar que eles estejam usando da única forma eficaz de manifestar o seu protesto, até porque nem ingresso de Advogados está sendo permitido em algumas unidades, não lhes sendo possível, assim, levar seus pedidos ao Judiciário. Fiquem bem tranqüilos que eu não estou avalizando e nem concordando com nada o que está acontecendo. Estou apenas elocubrando. Abraços. Dijalma Lacerda.
14/07/2006 01:48Anaconda (Advogado Autônomo - Criminal)Acho engraçado! O Estado de Minas Gerais é gove...
Acho engraçado! O Estado de Minas Gerais é governado pelo PSDB e não há baderna instituída. Por outro lado, o Lulinha não tem tanto poder como pensam seus defensores. Intervenção? Consulte a Constituição para ver se nesse caso é permitida. Mas saiba interpretá-la viu?
14/07/2006 01:05Comentarista (Outros)Caro Professor Armando do Prado, A grave sit...
Caro Professor Armando do Prado, A grave situação vivida em SP parece não ser fruto da incompetência de um só picolézinho de chuchu, mas sim de uma equipe que tem nome e sobrenome, ou seja: PSDB/PFL. E o sapiente povo paulista parece estar gostando do que está vivendo, pois coloca o Serra em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais para o governo de SP... Diante disso, a culpa parece mesmo ser do Lulinha, que deveria deixar de ser tão ingênuo e decretar intervenção federal em SP logo de uma vez, pois assim acabaria com essa baderna instituída após 12 anos de governo (?) dos tucanos/pefelistas. E o resto é sofisma e fermento dos fariseus de plantão. Esta é, data vênia, a minha opinião. Um grande abraço.
14/07/2006 01:04Anaconda (Advogado Autônomo - Criminal)Perdoe-me professor, mas acho que quem está per...
Perdoe-me professor, mas acho que quem está perdendo uma oportunidade de ficar calado é o senhor. Não se exponha em defesa de quem até hoje não se fez respeitar.
13/07/2006 23:10Armando do Prado (Professor)Num momento grave como este vivido por S. Paulo...
Num momento grave como este vivido por S. Paulo, vem o senador Bornhausen, aquele que disse que queria acabar com essa raça se referindo aos petistas e, novamente, perde oportunidade de ficar calado, fazendo acusações oportunistas, irresponsáveis, golpistas, rebaixando ainda mais o nível da discussão política em ano eleitoral. Esse senador, fiel servidor dos governos militares, continua autoritário, arrogante e, principalmente, espalhando calúnias.

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