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Corrida paulista

Disputa para presidência da OAB-SP promete ser acirrada

A disputa pela presidência da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil — responsável pelo terceiro maior colégio de advogados do mundo — promete ser uma das mais acirradas já vistas. O novo presidente será eleito no final do ano.

De acordo com nota da coluna de Cesar Giobbi, de O Estado de S.Paulo, além dos nomes já conhecidos para a disputa, como o de Luiz Flávio Borges D’Urso para a reeleição e dos advogados Rui Celso Fragoso e Roberto Ferreira, surgiu o do advogado Ricardo Tosto.

As próximas eleições dos conselhos regionais da OAB também prometem ser mais discretas e ter os gastos reduzidos. O Conselho Federal da Ordem aprovou no ano passado alterações do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94), para modificar a forma das eleições.

Algumas das principais alterações são as que especificam o que passa a constituir abuso de poder econômico, político e dos meios de comunicação e as punições para quem incorrer nessas práticas. O uso de outdoors e propaganda paga nos meios de comunicação, por exemplo, está vetado.

O artigo 133 do regulamento passa a registrar que “perderá o registro a chapa que praticar ato de abuso de poder econômico, político e dos meios de comunicação, ou for diretamente beneficiada”. De acordo com as novas regras, constitui abuso a propaganda transmitida por meio de emissora de televisão ou rádio, propaganda por meio de outdoors ou com emprego de carros de som ou assemelhados, entre outros meios de publicidade.

Revista Consultor Jurídico, 30 de janeiro de 2006, 16h01

Comentários de leitores

3 comentários

Depois de todo empenho e trabalho realizados pe...

André (Estagiário)

Depois de todo empenho e trabalho realizados pelo atual Presidente, os quais qualquer advogado ou estagiário devam ter constatado, não há que se falar em outro candidato para a próxima eleição.

Caro Dr. Raul, vejo com muito respeito sua opin...

Marcelo Augusto Pedromônico (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)

Caro Dr. Raul, vejo com muito respeito sua opinião acerca do assunto. Porém, sou bastante pessimista neste caso. A OAB já não é vista, mesmo pelo cidadão em geral, como outrora. A nós advogados, em nada beneficia, pelo contrário. A solenidade de entrega de carteiras aos novos advogados, e estive presente recentemente, como incentivador de um grande amigo, não possuem mais a mesma beleza, e o destaque fica para alguns magistrados ou promotores aposentados, que agora resolveram advogar, e são os mais bem recebidos pela casa. Os funcionários da OAB nos atendem como se estivessemos pedindo favores. A Escola Superior de Advocacia está, me parece, sucateada. Aos poucos, a atual gestão vai retirando algumas poucas vantagens que eram oferecidas aos advogados, especialmente os mais necessitados. Por outro lado, continuamos esperando atitudes mais vigorosas junto a administração pública, de modo a fazer prevalecer nossas prerrogativas, em todos os níveis e em todas as esferas. E para nos "matar", pagamos a maior anuidade do país, creio. Se somos o terceiro maior colégio de advogados do mundo, temos o direito de pagar um valor menor de anuidade do que este que aí está. Grande abraço ao Dr. Raul, advogado e pessoa que admiro.

Por mais respeitáveis que sejam os candidatos à...

Raul Haidar (Advogado Autônomo)

Por mais respeitáveis que sejam os candidatos à Presidência, uma definição em torno desta ou daquela chapa deverá depender de sabermos quem são os seus demais integrantes. O sistema de "chapas", que já deveria ter sido eliminado, viabiliza a eleição de pessoas que em nada podem contribuir para a nossa Profissão. Lendo-se as atas das reuniões mensais do Conselho, verificamos que muitos Conselheiros sequer comparecem com regularidade às sessões. Isso precisa mudar...

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