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Reforma processual

Lei que altera execução judicial deve agilizar processos

Comentários de leitores

6 comentários

Ôpa! Se a engrenagem dessas mudanças no CPC gir...

Reis Costa (Advogado Assalariado - Família)

Ôpa! Se a engrenagem dessas mudanças no CPC girar dá para pensar em voltar a advogar!

Olá Lilianne. São tantos os erros de português...

Marcos (Advogado Assalariado - Empresarial)

Olá Lilianne. São tantos os erros de português nesse artigo que me espanta seu comentário. Ignorante é a pessoa que acha aceitável, a um juiz, o cometimento esse verdeiro atentado à língua portuguesa... Quanto ao artigo em si, não o considero relevante tampouco informativo, pois seu conteúdo se limita a expor aquilo que está na lei aprovada, de forma bastante incompleta.

O grande nó nas execuções de títulos judiciais ...

Jose Antonio Schitini (Advogado Autônomo - Civil)

O grande nó nas execuções de títulos judiciais sempre foi e tem sido a elaboração dos cálculos da liquidação da sentença.- Num tempo ou outro, todos já se defrontaram nas execuções com contas com erros crassos de cálculo, que uma vez elaborados pelo contador judicial ou apresentados pelo credor, chegam até a ser homologados pelo juiz, e então a epopéia começa.-A aventura para tentar corrigir contas elaboradas de forma errada, ou por erro material ou por malícia, sempre está destinada ao fracasso.-O devedor por mais que pratique o jus esperneandi, suas pernas se agitam no vazio e inutilmente.- A aritmética se torna um enigma indecifrável, onde o dois nunca se acopla ao três para fornecer o cinco.-Os resultados são aleatórios e ninguém derruba a operação errada.- Nem Von Newman e sua teoria randômica explica.- E na sua ineficaz revolta o devedor começa uma pletora de atitudes processuais, e o giro do rabo da porca entra em parafuso. Manuseiam, agravos de instrumento e seus recursos, mandados de segurança e seus recursos, invocam peritos até de fundações respeitáveis para provar que dois mais dois são quatro.- Conclusão: o judiciário continua e vai continuar assoberbado pela falta de qualidade dos cálculos, mesmo que esses meios processuais desesperados estejam destinados ao fracasso; a máquina processual está sendo continuamente acionada. -Solução: melhorar a qualidade dos cálculos e fornecer um curso de aritmética de forma intensiva para todos, principalmente para os contadores judiciais.-Por outro lado as medidas ora anunciadas, talvez agilizem um pouco as execuções, mas não custa lembrar, que grande parte das execuções são de títulos extrajudiciais, e nesse caso a maior parte morre na citação. Ou se soluciona esse problema ou de nada vai adiantar essa agitação legislativa no vácuo que vão continuar inoperantes, em jogo de cena para a mídia.- Outro fator a ser ponderado é que seja assegurada a eficácia das decisões judiciais e isso não em teoria, mas de forma material e de fácil transformação em sonante, uma vez que como de conhecimento geral mais de 50% das execuções não viram nem miragem no árido deserto, apesar de todos sem exceção serem pisoteados pelos camelos.

O espírito da lei que altera a execuçao da sent...

Dalben (Advogado Autônomo)

O espírito da lei que altera a execuçao da sentença, sem dúvida é bom. No entanto, enquanto os Cartórios forenses trablaharem ao seu bel prazer, sem ter ninguém que lhes cobre eficácia, dúvido muito que surta o efeito desejado. Fato é que a Justiça padece de pessoas que se dediquem com maior prazer àquilo que faz. Portanto, sem "patrão" duvido muito do resultado. Já me manifestei aqui em outras ocaisões acerca desse assunto. Leis, decretos, portarias, memorando, etc.., por si só não fazem nada se movimentar. Papéis (ou processos) só se movimentam se tiverem pessoas dispostas a isso. E o que estamos vendo é um total descaso com as pretensões do jurisdicionado. Alguém tem que fiscalizar o serviço cartorário. Não é crível permanecer como se encontra atualmente. Reitero, por mais boa vontade que tenha o legislador, nada de prático ocorrerá se os funcionários dos Cartórios; juízes e outros tantos que estejam envolvidos com tão nobre tarefa permanecerem tão apáticos em suas funções. Todos deveriam prestar conta da produtividade. Hoje, está tudo abandonado.

Olá, Marcos. Me deixou bastante indignada com...

Lilianne (Funcionário público)

Olá, Marcos. Me deixou bastante indignada com teu pobre comentário, tamanha ignorância. E como pessoa "culta", deveria ter feito comentário quanto a matéria, que é de tamanha relevância, e bastante informativa.

Dr. Francisco, Vamos melhorar esse português,...

Marcos (Advogado Assalariado - Empresarial)

Dr. Francisco, Vamos melhorar esse português, o senhor é juiz, não pode se dar ao luxo de escrever assim...Olha a concordância!!!!!!!!!!!!!!!!!! É o nível do Judiciário brasileiro!!!!

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