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Doce lar

Pintor pede para ficar preso para se livrar de vício em drogas

Um pintor condenado por assalto, que havia conseguido o benefício de liberdade condicional, voltou à vara de execuções criminais de Belo Horizonte pedindo para ser preso novamente. Ele estava embriagado e justificou que continua cometendo o mesmo crime na região onde mora para comprar maconha e cocaína e assim manter seu vício.

O juiz Jeferson Maria acolheu o pedido e determinou a suspensão da liberdade condicional. O promotor do caso também entendeu que a medida era necessária, com base no próprio depoimento do condenado.

O pintor vai ficar preso na delegacia de Furtos e Roubos. O juiz também encaminhou o condenado para o Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário do Tribunal de Justiça para avaliação.

Processo 024 04 313 923-7

Revista Consultor Jurídico, 13 de janeiro de 2006, 12h43

Comentários de leitores

10 comentários

O Magistrado agiu com acerto, embora tardio, o ...

mangusto (Advogado Autônomo)

O Magistrado agiu com acerto, embora tardio, o que se lamenta, visto que o cidadão, novamente no cárcere, deveria ter sido objeto de programa de recuperação desde o início do cumprimento da pena a que foi condenado. É triste constatar que o condenado, ébrio e drogado, teve mais consciencia do que os responsáveis pelo Estado, com todo o aparato legal e fiscal de que dispõe. Este grande e maravilhoso país não merece isso!

Dada a circunstancia relativa ao caso no qual p...

HENRIQUE WANNER (Jornalista)

Dada a circunstancia relativa ao caso no qual por seu proprio depoimento o réu requereu a suspenção de sua liberdade, "data permisa venia" no periodo no qual o réu esteve preso, e dada a fatalidade do mesmo não ter tido acompanhamento diciplinar bem como auxiliando o mesmo a desentoxicação dentro do orgão público, o estado por sua vez nao cumpriu com seu papel, onde o mesmo deveria ser reitegrado a sociedade da forma mais correta e coerente tendo por principio um tratamento a ser oferecido pelo estado, no caso em tela o douto juizo feriu a CF/88, onde não reitegrou a sociedade uma pessoa em condições devendo este , por fraquesa retornado as drogas bem como a humilhação pelos seus proprios atos onde por sinal o mesmo teve de confesar para obter do lado jurisdicional um tratamento bem como novamente sua prisão..o Estado deve então ter ciência da CF/88 para que nao cometa os mesmos erros da forma onde se todos que hojes estiverem presos tem o direito de tratamento anti droga em penitenciarias bastando tão somente que o estado ofereça para que a pena imputada ao réu seja punitiva e socio educativa conforme regras de experiencia..se continuar assim deverá então mães no qual tem filhos soltos por força de medidas liminares bem como soltura atraves de tempo progressivo pedir para que seus filhos sejam reitegrados ao serviço penitenciario para que as mesmas não sofram de ver seus filhos saindo de um lugar horrivel para acabar com suas vidas..e ainda digo mais conforme a CF/88 bem como as leis o estado tem por obrigação não permitir o uso de drogas em penitenciarias..pois assim o serviço penitenciario brasileio que já deixa a desejar , humilha as leis e projetos feitos para mudar esse pais...

Dada a circunstancia relativa ao caso no qual p...

HENRIQUE WANNER (Jornalista)

Dada a circunstancia relativa ao caso no qual por seu proprio depoimento o réu requereu a suspenção de sua liberdade, "data permisa venia" no periodo no qual o réu esteve preso, e dada a fatalidade do mesmo não ter tido acompanhamento diciplinar bem como auxiliando o mesmo a desentoxicação dentro do orgão público, o estado por sua vez nao cumpriu com seu papel, onde o mesmo deveria ser reitegrado a sociedade da forma mais correta e coerente tendo por principio um tratamento a ser oferecido pelo estado, no caso em tela o douto juizo feriu a CF/88, onde não reitegrou a sociedade uma pessoa em condições devendo este , por fraquesa retornado as drogas bem como a humilhação pelos seus proprios atos onde por sinal o mesmo teve de confesar para obter do lado jurisdicional um tratamento bem como novamente sua prisão..o Estado deve então ter ciência da CF/88 para que nao cometa os mesmos erros da forma onde se todos que hojes estiverem presos tem o direito de tratamento anti droga em penitenciarias bastando tão somente que o estado ofereça para que a pena imputada ao réu seja punitiva e socio educativa conforme regras de experiencia..se continuar assim deverá então mães no qual tem filhos soltos por força de medidas liminares bem como soltura atraves de tempo progressivo pedir para que seus filhos sejam reitegrados ao serviço penitenciario para que as mesmas não sofram de ver seus filhos saindo de um lugar horrivel para acabar com suas vidas..e ainda digo mais conforme a CF/88 bem como as leis o estado tem por obrigação não permitir o uso de drogas em penitenciarias..pois assim o serviço penitenciario brasileio que já deixa a desejar , humilha as leis e projetos feitos para mudar esse pais...

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