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Liberdade almejada

Empresário acusado de crime financeiro pede HC ao Supremo

Mário Irala de Lima, um dos sócios do Grupo Tec Mac, que lidera várias empresas no setor de informática em Mato Grosso do Sul, entrou com pedido de Habeas Corpus no Supremo Tribunal Federal. Ele está preso desde o dia 6 de dezembro sob a acusação de crime contra o sistema financeiro, corrupção ativa, fraude a licitações, descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

No pedido de HC, a defesa de Lima alega falta de fundamentação idônea do decreto de prisão preventiva, já que foi considerado que o poder econômico do empresário poderia atrapalhar as investigações, que ele poderia continuar com atividades criminosas e influenciar os demais indiciados.

Os advogados do empresário sustentam ofensa ao princípio da isonomia porque os demais indiciados, acusados pelos mesmos crimes, foram soltos. “Pretende-se uma punição antecipada do paciente, com o total desvirtuamento do instituto da prisão preventiva.”

HC 87.731

Revista Consultor Jurídico, 10 de janeiro de 2006, 19h57

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