New Jersey aprova lei que permite união entre gays

23/12/2006 15:53Richard Smith (Consultor) Caro Dr. Gerardo: Por que é que o senhor p...
Caro Dr. Gerardo: Por que é que o senhor prefere pinçar particularidades doque eu escrevo, deturpá-las e evita ir um pouco mais a fundo, mesmo não concordando ou até desprezando as minhas opiniões. Já disse-lhe: não ODEIO a ninguém, muito menos a pessoas homossexuais. Como prega a Igreja que o senhor - por ignorância talvez - despreza, os homossexuais são pessoas que possuem a mesma dignidade humana do que qualquer outra pessoa (o Papa, Madre Teresa de Calcutá, etc.). Como tal, merecem todo o carinho e a melhor acolhida possível dentro da Igreja. Existe um porém! Embora a Doutrina da Igreja reconheça que a homosexualidade possua causas diversas e, algumas, até desconhecidas e que influenciam o proceder da pessoa, reafirmam que o ato homossexual em sí, é intrinsecamente errado, desordenado e contrário à Lei Natural. Dessa forma, o homossexual em querendo a acolhida deve praticar a castidade, evitando a prática do sexo! Ora, mas que heresia! Isso contraria em absoluto a nossa sociedade hedonista, na qual o sexo, longe de ser a forma de procriação e de doação mútua do casal casado (casal heterossexual) ente si, virou mercadoria, objeto de poder, de auto-afirmação, de alavancamento de vendas, de promoção de produtos, etc. O senhor por acaso não acha que este "consumo" sexual é um tanto "exagerado"? Mais ainda, o espalhafato de certos personagens em manifestações "anti-preconceito" (?!) não são "meio" demais, não? Porque diferenciar uma pessoa apenas pela sua preferência (na verdade, "militância atlética") sexual? O senhor não acha ainda, que muitos e muitos homossexuais optam por ESFREGAR a sua sexualidade na cara alheia? O que é que nós temos com a preferência sexual de cada um? Eu garanto que muitas, mas muitas pessoas mesmo, tem um raciocínio algo parecido como o meu. É neste diapasão os meus comentários. Não tive a intenção de menosprezá-lo, espezinhá-lo ou qualquer coisa do gênero. Quanto às minha preferências político-sociais, posso garantir-lhe que não tenho nada de nazi-fascista, de TFP, de DOI-CODI, etc., etc., etc. Tratando-se de mero exagero de sua parte. Um feliz Natal.
23/12/2006 14:33Gerardo (Bacharel - Criminal)Bem, agora constatei que o dito "consultor", se...
Bem, agora constatei que o dito "consultor", se é que estudou Direito algum dia, deve ter parado no primeiro período. Ele pensa que o Estado pode tratar diferentemente. discriminando como no apartheid, pela negação de direitos fundamentais, uma parte da população, e pela inacreditável razão de não seguir os ditames de sua fé fanática, irracional e integrista. Cara, vai se tratar. Sério. Quem está tão distante assim da realidade do tempo em que vivie, deve sofrer de alguma disfunção clinicamente diagnosticável. Sobre a Segunda Guerra Mundial, ficou mesmo cristalinamente transparente quais as suas simpatias. E ficou patente também o seu ódio aos homossexuais. Mas numa coisa o senhor tem razão: se eu vivesse naqueles tempos, de que o senhor parece ter saudades, seria candidato forte a "acabar num campo de concentração com um triângulo rosa pregado no peito." É verdade. Por isso mesmo que eu luto para que os cidadãos e cidadãs homossexuais tenham exatamente os mesmos direitos que os seus pares heterossexuais, de acordo com o princípio da igualdade. E a luta vai bem, obrigado. Espanha, Holanda, Bélgica, Canadá, Dinamarca e o Estado americano de Massachusets, são lugares em que já existe o matrimônio gay, sem nenhuma distinção em relação ao heterossexual. Alemanha, Reino Unido, Suíça, França e os Estados da Califórnia, Vermont, Connecticut e agora New Jersey, adotam o regime de união civil, um pouco diferente do matrimônio, em alguns casos. Todo ano, nós colocamos milhões de pessoas nas ruas, e cada vez mais a população vai entendendo o óbvio: homossexuais são pessoas como você, o seu vizinho, o seu colega de trabalho. Em prol de sua causa, sr. "consultor", apenas meia dúzia de "skinheads" bêbados e iletrados, fazendo baderna em algumas cidades européias e um pouco em São Paulo. São esses os novos cruzados?
22/12/2006 20:52Richard Smith (Consultor) Quá, quá, quá, quá! Boa saída doutor. By...
Quá, quá, quá, quá! Boa saída doutor. Bye! Hum, uma moral querida por Deus e vigente por dois mil anos, de repente (afinal 100 para 2.000 é "de repente") não vale mais?! E pro obra de quem, de Oscar Wilde, de Gean Genet? Uau, que impressionante! E o que a separação Igreja-Estado tem a ver com isso? Cada um se junta com quem quiser e dá o que lhe aprouver. Agora querer o mesmo reconhecimento que o Estado confere ao verdadeiro casamento, é só um fricote egocentrico e um abuso. Porque você não tenta revogar a lei da gravidade por aclamação de um assembléia e resolve sair voando pela janela? E de onde os tais "direitos", de impor uma situação de fato, como se de "direito" fosse? Ah, quer dizer que você se recusaria! Boa, essa, eu queria ver você dizendo à Gestapo ou à SS que não iria lutar, por querer ver Hitler fora do poder! Quanto a ser atacado, sim, caro doutor. Em que pese o maníaco endemoniado chamado Hitler ter iniciado a guerra de agressão, em 1944 as cidades do Reich sofriam bombardeios diários, dia (americanos) e noite (ingleses e soviéticos). E sorte a sua não viver naqueles tempos, pois senão iria acabar num campo de concentração com um triângulo cor-de-rosa pregado no peito. Passar bem.
22/12/2006 20:16Gerardo (Bacharel - Criminal)Não dá para ficar perdendo tempo com quem usa a...
Não dá para ficar perdendo tempo com quem usa as palavras "pederastia" e "pecado". Ele deve ser da TFP, está fora de mundo e de época. Bem, a moral sexual "bimilenar" não serve mais por um simples motivo: o mundo mudou muito nos últimos dois milênios, e com uma velocidade muito maior nos últimos cem anos. E concluindo, para não jogar mais pérolas aos porcos, o dito consultor parece ignorar o princípio fundamental da separação entre a religião e o Estado. A moral religiosa dele, ele que siga, ninguém pode ser obrigado a seguir também. E o fato de não seguir a baboseira carola medieval não pode ser motivo para que se negue a ninguém direitos fundamentais, como o de unir-se, em matrimônio ou instituto juridicamente equivalente, a quem com ele (ou ela) quiser unir-se, independente do sexo biológico de cada um. Ah, se Hitler fosse o chefe de Estado em meu país, eu buscaria fazer com que ele perdesse a guerra, para livrar o país dele. Sintomático o "consultor" ter afirmado que o III Reich "foi atacado". Ridículo.
22/12/2006 12:46Richard Smith (Consultor) Noooossa, "ocê" ficou nervoso?! Será que...
Noooossa, "ocê" ficou nervoso?! Será que é porque tem "fobia" de "consultores"?! Acho que sim. Sinto muito, Dr. Gerardo, mas ainda que eu fosse uma bichésima altamente recalcada, ainda assim eu teria razão. O senhor é que não consegue alinhavar nada além de uns iracundos "chavões", pretendendo que a psiquiatria de 40 anos atrás era muito pior do que a de hoje em dia, ou que a moral bi-milenar não serve mais! Tudo isso para justificar a imoralidade, a dissolução social e o pecado da PEDERASTIA (gostou do termo agora?). Quanto trabalho! Já disse, caro doutor: na intimidade de quatro paredes, cada um faz o que quiser. Estamos num país absolutamente livre. Mas a vocês isso não basta. Extremamente incomodados com "consultores" reacionários e talvez enrustidos, como eu, vocês ficam "loucas"! E saem por aí disparando insultos. Tolice da sua parte. Embora na idiotice de duas delas, infelizmente para você, transpareça toda a sua ignorância "engajada" e a sua "papafobia": Primeiro, a psiquiatria nunca foi baseada na Doutrina Cristã (=católica). Ao contrário, posto que Freud sempre teve o repúdio da Igreja pelo seu generalísmo e indiferentismo ao pecado. Isso sem falarmos de Jung - cuja teoria dos arquétipos é eminentemente demoníaca - do maluco sexista Reich, etc. Segundo, a pertença à Hitlerjürgend (juventude hitlerista) era compulsória para todo estudante acima de sete anos. O jovem Joseph Ratzinger foi recrutado e engajado na artilharia antiaérea da Luftwaffe (força aérea) e isso já no final da guerra (o senhor não defenderia o seu país, se recrutado?). Quanto à sua outra afirmação, imagino que o meu Deus efetivamente não seja o seu, o que já dava para imaginar do seu primeiro comentário. A única coisa chata de tudo isto, é que é justamente Ele, efetivamente, que haverá de julgar a todos nós. Queira o senhor ou não. Finalmente, não creio que sejamos tão poucos assim como senhor desejaria. Mas, se formos, também, o que importa? Passar bem. Se o senhor fosse cristão, eu desejar-lhe-ia um Feliz Natal.
21/12/2006 20:26Gerardo (Bacharel - Criminal)Pobre "consultor". Ele se baseia na psiquiatria...
Pobre "consultor". Ele se baseia na psiquiatria de 40 anos atrás para justificar seu preconceito homófobo (você tem pavor sim, fobia, e creio que de seua próprios desejos recalcados).`Por sua vez, essa psiquiatria se baseia exatamente na "doutrina" da Igreja, cujo obscurantismo dispensa comentários. Vide a patética figura do sr. Joseph Ratzinger, ex-membro da Juventude Hitlerista e hoje chefe da Igreja. O senhor é memso ridículo, sr. Smith. Felizmente, gente que pensa como você é cada vez mais minoritária no mundo livre e democrático. Os seus preconceitos, assim como o seu "Deus", caminham a passos largos para a lata de lixo da História. New Jersey, Massachussets e Vermont são apenas o início. Amanhã o mundo reconhecerá plenamente os direitos dos homossexuais, queiram ou não os saudosistas da Idade Média.
20/12/2006 19:20Richard Smith (Consultor) Meu caro Dr. Gerardo: "Com que direito" eu...
Meu caro Dr. Gerardo: "Com que direito" eu afirmo que o homossexualismo é "intrinsecamente errado"? Simples, com aquele de livre manifestação garantido pela COnstiuição Federal. Com base no que? Ah, aí já é um pouco mais longo: com base na psiquiatria e na psicologia de antes da década de 70, quando foram vítimas do intenso lobby das entidades "engajadas", que forçaram a retirada do CID (Código Internacional de Doenças) do homossexualismo como "transtorno neurótico de personalidade"; da Doutrina da Igreja Católica que reputa a homossexualidade como "amor egoísta" (do EU na pessoa do OUTRO), como grave desordem moral, cmo pecado contra a natureza, posto que "usa" o sexo como meio desligado da função natural de procriação, e por aí vai... E o senhor, que ficou tão nervoso com as minhas palavras, em nome do que defende o chamado "amor que não ousa dizer o nome"? Quanto à sua afirmação de eu ser HOMOFÓBICO, um pequeno chilique de sua parte, posto que FOBIA, como também ensinam os manuais de psiquiatria e psicologia é um medo pânico, irrazoável de alguma coisa, eventou ou pessoa! Vê? É chato ficar repetindo jargões "furados", elaborados por aqueles que querem amedrontar, intimidar, mediante rótulos (quá, quá, quá!) pessoas que não comunguem de suas crenças e preferências. Os PeTralhas que pululam neste espaço são uzeiros e vezeiros neste tipo de coisa! Quanto ao "ÓDIO" que o senhor me acusa de sentir, posso afirmar-lhe que não, antes muito ao contrário! Pois disse o Apóstolo São Paulo: "Deus não faz acepção de pessoas." E como cristão, nem eu. Eu não mudo de calçada quando cruzo com uma "biba" na rua, por mais espalhafatosa que "ela" seja. E nem rejeito ser atendido por um vendedor homossexual. Odeio, isso sim, o erro e o pecado, embora ame o pecador. E o melhor jeito de se amar alguém, na minha opinião, é se ter carinho por essa pessoa, carinho suficiente para ter a coragem de colocar certas coisas essenciais, com franqueza. E não "passar a mão na cabeça", largando o Outro, no erro e no pecado. Quanto à "boiolagem", talvez o senhor tenha razão, é impróprio. O correto é PEDERASTIA. Passar bem.
19/12/2006 21:38Gerardo (Bacharel - Criminal)Com que direito e com base qual fundamento algu...
Com que direito e com base qual fundamento alguém afirma ser a homossexualidade "intrínsecamente errada"? Ridículo! E desrespeitoso. Intrinsecamente errada e repugnante é a homofobia. Aliás o baixo nível do Sr. Richard Smith transparece quando usa o termo "boiolagem". Quem tem tanto ódio assim de uma minoria sexual é porque no fundo deve ser muito recalcado. Deve ter passado a vida reprimindo os seus desejos mais profundos. Mas não posso afirmar isso com certeza técnica, porque não sou psiquiatra ou psicanalista. De qualquer forma, recomendo que procure ajuda, para se curar da homofobia.
19/12/2006 14:30Richard Smith (Consultor) Cara Dra. Sylvia: Muito bom o seu trabal...
Cara Dra. Sylvia: Muito bom o seu trabalho. É como eu disse, nada contra que "casais" homossexuais, com inteligência e senso de previdência, busquem antecipadamente, a proteção e o resguardo dos seus direitos. Eu mesmo já vi, nas décadas de 80 e 90, quando se morria muito por causa das complicações advindas da AIDS, casos nos quais após alguns (nunca vi de "vários") anos de vida em comum, com a construção de um significativo patrimônio, vir a família do falecido e botar para fora o parceiro daquele, sem que este pudesse levar nada. Tratamento desrespeituoso e discriminatório, pois o falecido, muitas vezes um artista, tinha sido cruelmente segregado pela família, que agora o "punia" e ao parceiro, açambarcando todos os bens, pela falta de formal herdeiro. Por isso que os bens e direitos devem ser cuidadosamente especificados, em contrato. De igual forma, deve ser possível ao parceiro contratante, poder usufruir de convênios médicos e outros benefícios, além de pensão - desde que efetivadas as contribuições - porque teria sido a vontade do segurado a convivência comunal com aquele um. Simples direitos civis. Um abraço.
19/12/2006 12:08Sylvia Maria Mendonça do Amaral (Advogado Sócio de Escritório)Sou advogada especializada em Direito de Famíli...
Sou advogada especializada em Direito de Família e atendo vários casais homossexuais que buscam o reconhecimento de sua união e a elaboração de testamentos favorecendo um ao outro. São pessoas que mantêm relacionamentos estáveis há muitos anos e são pessoas mais velhas, com patrimônio formado que assumiram sua orientação sexual. Buscam a garantia de direitos constitucionais que lhes são negados, apesar de serem cidadãos como todos nós. Buscam o direito à igualdade, liberdade, privacidade e todos os outros conferidos aos heterossexuais. Não são "diferentes" dos heterossexuais, grupo ao qual faço parte. E, apesar de heterossexual, vejo com nitidez que deve ser feita justiça e ater-se aos exatos termos da lei, segui-la literalmente e simplesmente não reconhecer as evoluções sociais. Não podemos negar a existências de casais homossexuais e não enxergá-los é fomentar a discriminação e o preconceito. É para isso que estamos aqui?
18/12/2006 23:36Richard Smith (Consultor)Comentarista: Em primeiro lugar, se devemos ...
Comentarista: Em primeiro lugar, se devemos todos cuidar da nossa vida, o que faz você palpitando neste espaço? Em segundo lugar, se você é soberbo e cabotino, qual é o valor da sua opinião acerca do que seja "casamento" ou simples reconhecimento civil de contrato de parceira ou convivência, ainda mais em termos de "legitimidade"? Ninguém tem o condão de impedir alguém de dar para quem quiser ou de resolver passar a vida junto deste ou daquele. Isso é uma decisão privada e de fôro íntimo, embora, no caso dos homossexuais, intrinsecamente errada. Mas, cada um faz o que quer, ou acha querer. Mas que não é "casamento" e muito menos "legítimo", isso não é. Quanto aos "ciúmes" ou "inveja", cabotino, são de supor tanto quanto à sua pretensa (hum!) heterossexualidade. Com uma diferença: eu estou na crítica e você na defesa da boiolagem!
18/12/2006 23:25Richard Smith (Consultor) "Diarréia cerebral"? "burrice sem limites"? "...
"Diarréia cerebral"? "burrice sem limites"? "Pascácio"? Ai, ai, ai, ai! O homem ficou nervoso! É a mesma idiotice de sempre. À falta de argumentos, prefere o caro sr. José Carlos Portella Jr. partir para a avacalhação arrematando com a velha potoca: não dá para conversar racionalmente mesmo! Quá, quá, quá, quá! Os PeTelhos e PeTralhas fazem igualzinho! Primeiro ele disse que o Sr. Neli estava falando do contrato de parceria. Provado que não (o contexto da notícia), partiu para esculhambação. Quer juntar com outro homem caro sr. José Carlos, fique à vontade! Mas não venha falar de CASAMENTO, como bem e didaticamente ensinou o nosso amigo Ivan Dario, logo abaixo. Passar bem.
18/12/2006 23:10José Carlos Portella Jr (Advogado Autônomo - Criminal)Caro Sr. Richard, os teus últimos comentários s...
Caro Sr. Richard, os teus últimos comentários só validam o velho adágio: burrice não tem limites! De fato, a tua diarréia cerebral só deve convercer ao senhor mesmo, pois, afinal, o ignorante é aquele que se convece com a própria burrice. Observando as premissas equivocadas em que o senhor acredita sem pestanejar (como todo pascácio, que ainda se vangloria da própria estupidez), não há possibilidade de um debate racional.
18/12/2006 22:26Gerardo (Bacharel - Criminal)Parabéns ao Estado de New Jersey. Quanto ao...
Parabéns ao Estado de New Jersey. Quanto ao instituto do matrimônio no Brasil, existe uma afronta ao caput do artigo 5º, caput, da CRFB, na negação desse direito, ou de algo equivalente juridicamente, aos cidadãos e cidadãs homossexuais. Essa questão do matrimônio gay está para os dias de hoje como a questão do voto das mulheres no início do século XX. Primeiro foi instituído nos países mais avançados, depois chegou na periferia. Aqui no Brasil com a Constituição de 1934. E também é evidente a antinomia entre a definição de casamento como sendo entre homem e mulher e a vedação de discriminação de qualquer natureza. Antinomia que se existe deve ser resolvida em favor da última, por ser princípio fundamental, ou princípio axiológico orientador da CRFB. Outra hipótese seria interpretar que a definição de matrimônio seja apenas exemplificativa e não taxativa e restritiva.
18/12/2006 21:34Comentarista (Outros)Embora eu seja heterossexual, creio que o casam...
Embora eu seja heterossexual, creio que o casamento gay seja absolutamente legítimo... Ora, se o que vale é o livre arbitrio, não há nada que possa impedir tal união! No mais, fico com um conselho antigo (porém sempre atual): Cada um cuide da sua vida, pois quem muito se preocupa com a vida alheia dela tem ciúmes (ou inveja)! Pensem nisso...
18/12/2006 19:40Richard Smith (Consultor) Ótimo, amigo Ivan Dario, parabéns! E um ...
Ótimo, amigo Ivan Dario, parabéns! E um abraço.
18/12/2006 16:24Ivan Dario (Advogado Sócio de Escritório) A unidade familiar é, invariavelmente, cons...
A unidade familiar é, invariavelmente, constituída pela união entre homem e mulher, conforme preceitua a Carta Magna, artigo 226 e parágrafos. Note-se que o parágrafo 3º somente reconhece como união estável a união entre homem e mulher. Assim sendo, se para reconhecimento da união estável é imprescindível a diversidade sexual, "a minori ad maius" tal condição é "sine qua non" em um matrimônio. Portanto, a ilicitude deste tipo de relação não reside na falta de previsão legal, mas sim na previsão constitucional antagônica, representada pelo valor maior que a norma pretende proteger, facilmente revelado por simples exegese de cunho declaratório, traduzido como a ilicitude de reconhecimento Estatal de união entre seres do mesmo sexo como uma entidade familiar. Poderá surgir comentário antitético revelando-nos que a mesma Constituição erige-se como defensora da igualdade entre homens e mulheres quando expressa em seu artigo 5º, inciso I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. A refutação da antítese supracitada pode ser realizada de diversas formas, uma delas por meio de exegese histórica. É sabido a mulher era considerada como relativamente incapaz, necessitando de autorização marital até mesmo para exercer profissão, o que só foi modificado por meio da Lei nº 4.121/62, sendo sanado definitivamente com a vigência do artigo Constitucional em comento. Ou seja, a tutela constitucional pretende proteger a igualdade entre homem e mulher, cessando a pecha de incapacidade imputada ao sexo feminino. Não há que se confundir gênero sexual com ato sexual. Outro meio de refutação que nos revela a inexistência de conflito entre os dois artigos constitucionais, embora o simples fato de ambos serem esculpidos na mesma Carta Magna seja impeditivo de antinomia entre si, reside no fato de que um foram inseridos em Títulos e Capítulos distintos, um como direito e garantia fundamental, o 5º e outro como seguridade social, no que esta tange à família. Teria razão o legislador para separar entre mais de 200 artigos dois deles que versam acerca do mesmo tema? Óbvio que não. Ademais, qualquer lei que pretenda proibir e punir o preconceito já nasce inconstitucional, eis que tal o preconceito nada mais é do que manifestação de consciência, ou seja, intimidade, declarada pela constituição como inviolável, por meio de exegeses de toda a sorte dos artigos 5º, incisos IV, V, VI e X. Se a Constituição deve ser respeitada, que seja de maneira uníssona, sem concessão para exceções, eis que tais são demasiadamente perigosas.
18/12/2006 13:09Richard Smith (Consultor) Por favor, queiram desculpar-me, mas dado a...
Por favor, queiram desculpar-me, mas dado aos inúmeros erros de digitação, concordância e acentuação, torno a repetir o último "post": Ok. Sr. José Carlos Portella Jr. eu vou me calar apenas porque doem os seus ouvidos (olhos)! Ahán! Por favor, tome de uma poltrona bastante confortável e fique esperando! Se você tivesse lido com atenção o "post" do Sr. Neli, veria que ele não está falando de "contrato civil de parceria", mas sim, de "CASAMENTO" mesmo! (no contexto maior da matéria comentada!) Eu acho que, o que dois cidadãos fazem na intimidade de quatro paredes, apenas a eles interessa. Mais ainda, se ambos decidem viver juntos, com o aperfeiçoamento de uma sociedade de fato, com suas obrigações e direitos, e mais ainda, a construção de um patrimônio em comum, assunto deles (delas). Para tanto, a disposição em cartório de um contrato civil particular bem elaborado, supriria muito bem essas necessidades. Mas, o que as "senhoritas" desejam, no entanto, é outra coisa. Querem a aceitação plena de sua pecaminosa opção, por parte de todos os membros da Sociedade. Querem esfregar na cara de todos a sua opção (?) sexual. Para tanto, contam com leis "anti-homofóbicas e discriminatórias" que visam intimidar qualquer um que tenha opinião contrária a deles e à verdadeira louvação filo-homossexual de hoje dia! Além disso, querem fazer aprovar na marra e contra a vontade da maioria da população (não estamos numa democracia?) leis que equiparem o CASAMENTO, compromisso formal estabelecido em prol da Sociedade e querido e abençoado por Deus, com "macaqueações". Só que para cima de mim, não! Toda esta louvação da pederastia, dá no saco. Como disse certa vez um cardeal americano: "Da penúltima vez que estive em Londres, o homossexualismo era proibido. Da última, permitido. Só espero que da próxima vez, não seja obrigatório!" E o que tem os homossexuais de diferente? O sexo, ora! Uma função secundária da vida, tornada essencial e prioritária, verdadeiramente "atlética" aliás! O que se diria, de um camarada glutão e balofo, que passasse o dia inteiro somente falando de comida? Que, passando pela Marginal com amigos, pedisse para parar o carro, só para anotar o telefone "daquela churrascaria"; que tirasse cartõezinhos de restaurantes do bolso? Um chato, no mínimo! Perderia os amigos em dois tempos, não acha? No entanto, eu mesmo tive a oportunidade de conhecer "bibas", cujo único e cansativo assunto, eram as "monas" e os "bofes". As proezas e curiosidades sexuais. Ô porre! Para esses(as) não existe nenhum tipo de "repressão", nenhuma crítica, nada. Ah, tenha a paciência! Não, todos "passam a mão na cabeça" e dão risadinhas, não existindo ninguém sequer, com misericórdia e caridade para colocar, com carinho, que eles estão no erro e no pecado (com todas as letras!), dando-lhes a chance de fazer uma opção verdadeira e consciente. Para denunciar a verdadeira NEUROSE (= relativização do absoluto e absolutização do relativo, conforme os velho manuais de psicologia de antanho) que envolve a sua "opção" sexual. Pura covardia de uma Sociedade relativista e omissa! Simples assim. Passar bem.
18/12/2006 13:00Richard Smith (Consultor) Ok. Sr. José Carlos Portella Jr. eu vou me ca...
Ok. Sr. José Carlos Portella Jr. eu vou me calar apenas porque doem os seus ouvidos (olhos)! Ahán! Por favor, tome de uma poltrona bastante confortável e fique esperando! Se você tivesse lido com atenção o "post" do Sr. Neli, veria que ele não está falando de "contrato civil de parceria", mas sim de "CASAMENTO" mesmo! (no contexto maior da matéria comentada!) Eu acho que o que dois cidadãos fazem na intimidade de quatro paredes, apenas a eles interessa. Mais ainda, se ambos decidem vivem justos, com o aperfeiçoamento de uma sociedade de fato, com suas obrigações e direitos, e mais, ainda a construção de um patrimônio em comum, assunto deles (delas). Para tanto, a disposição em cartório de um contrato civil particular bem elaborado, supriria muito bem essas necessidades. Mas, o que as "senhoritas" desejam, no entanto, é outra coisa. Querem a aceitação plena de sua pecaminosa opção, por parte de todos os membros da Sociedade. Querem esfregar na cara de todos a sua opção (?) sexual. Para tanto contam com leis "anti-homofóbicas e discriminatórias" que visam intimidar qualquer um que tenha opinião contrária á deles e á veradeira louvação filo-homossexual de hoje dia! Além disso, querem fazer aprovar, na marra, e contra a vontade da amioria da população (não estamos numa democracia) leis que equiparem o CASAMENTO, compromisso formal estabelecido em prol da Sociedae e querido e abençoado por Deus, com "macaqueações". Só que para cima de mim, não! Toda esta louvação da pederastia, dá no saco. Como disse certa vez um cardeal americano: "Da penúltima vez que estive em Londres, o homossexualismo era proibido. Da última, permitido. Só espero que da próxima vez, não seja obrigatório!" E o que tem os homossexuais de diferente? O sexo, ora! Uma função secundária da vida, tornada essencial e prioritária, vedadeiramente "atlética" aliás! O que se diria, de um camarada glutão e balofo, que passasse o dia inteiro somente falando de comida? Que, passando pela Marginal com amigos, pedisse para parar o carro, só para anotar o telefone "daquela churrascaria"; que tirasse cartõezinhos de restaurantes do bolso? Um chato, no mínimo! Perderia os amigos em dois tempos, não acha? No entanto, eu mesmo tive a oportunidade de conhecer "bibas", cujo único e cansativo assunto eram as "monas" e os "bofes". As proezas e curiosidades sexuais. Ô porre! Para esses(as) não existe nenhum tipo de "repressão", nenhuma crítica, nada. Ah, tenha a paciência! Não, todos "passam a mão na cabeça" e dão risadinhas não existindo ninguém sequer, com misericórdia e caridade, para colocar, com carinho, que eles estão no erro e no pecado (com totas as letras!), dando a chance de fazer uma opção verdadeira e consciente. Para denunciar a verdadeira NEUROSE (= relativização do absoluto e absolutização do relativo, conforme os velho manuais de psicologia de antanho) que envolve a sua "opção" sexual. Pura covardia de uma Sociedade relativista, omissa e covarde! Simples assim. Passar bem.
18/12/2006 11:36José Carlos Portella Jr (Advogado Autônomo - Criminal)Richard, é espantosa tua ignorância! Não está a...
Richard, é espantosa tua ignorância! Não está a se falar em casamento no sentido tradicional, mas em união civil entre pessoas do mesmo sexo. Ao Estado cabe garantir juridicamente, livre de qualquer influência religiosa, o direito do cidadão escolher como e com quem viver. No Brasil, terra de ignorantes como o senhor, viola-se a isonomia e o direito à intimidade ao se impedir que homossexuais possam legalmente constituir uma unidade familiar. Agora, invocar a suposta promiscuidade dos homossexuais para justificar tal situação violadora de direitos é canastrice da pior espécie. Por favor, cale-se porque o mundo sairá ganhando.

Comentários encerrados em 25/12/2006

A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.