Governo dá subsídio e trabalhador é quem paga o pato

18/12/2006 13:11Richard Smith (Consultor) Ô Junior, Maringá, qualé a sua? Deixa o ...
Ô Junior, Maringá, qualé a sua? Deixa o homem "trabalhar"! Um abraço.
18/12/2006 10:52Ruberval, de Apiacás, MT (Engenheiro)Lula deve ouvir seu churrasqueiro para, assim, ...
Lula deve ouvir seu churrasqueiro para, assim, equacionar o FGTS.
18/12/2006 10:48Richard Smith (Consultor) Bingo! Foi tocado num assunto de extrema i...
Bingo! Foi tocado num assunto de extrema importância! Nosso tão maravilhoso e belo, quanto triste País, já tem novamente, uma GERAÇÃO perdida. Faz 25 anos que o Brasil não cresce: nos dois governos de Fernando Henrique Cardoso, crescemos apenas 2,8 e 2,65% em média. No malfadado (des) governo "que aí" está, crítico e mistificador, que foi eleito para mudar tudo "que aí está", crescemos 2,6% em média (2,7% esse ano, segundo previsões). E qual a diferença entre Fernadno Henrique e o outro? Nada, senão o fato de que tivemos nos dois governos do primeiro, cinco crises internacionais gravíssimas ao contrário deste último que pegou a quadra de mais calmaria e prosperidade dos últimos quarenta anos. Só isso! Para quem costuma dar uma olhadinha no orçamento da União, sobressaem dois fatos bizarros: 1 - os cada vez mais comuns cortes de despesas atigem setores estratégicos de de primeira necessidade, preservando outros de menor importância ou até mesmo desinportantes (emendas de parlamentares, por exemplo); 2 - muitas vezes os valores previstos no orçamento são gastos apenas em 5 ou 10% indicando com isso, que o governo NÃO SABE GASTAR O DINHEIRO, por pura incompetência!!! Não gasto aquele valor, ele é revertido para o caixa geral da União para redistribuição. Isso ano após ano! No caso do FGTS, as afiramções do auotr do artogo são VERDADEIRAS e absloutamente pertinentes! Depois do golpe contra-revolucionário de 64, o governo Castello Branco empenhou-se na reeestruturação do País e na sua preparação para a transição entre um páis semi-industrializado para um outro, totalmente industrializado. Para tantop cercou-se de pessoas da maior competencia, brasileiros de verdade, entre eles, de forma insigne Roberto Campos e Bulhões. São desta época, entre muitas outras, a reforma bancária (tão desvirtuada posteriormente, a reforma previdenciária, a criação do BNDE e, a criação do FGTS, obra-prima da engenharia economico social. Anteriormente, havia a figura do "estável" que era aquele funcionário que tivesse completado 10 anos de trabalho na mesma empresa. Se fosse mandado embora após, deveria, entre outras coisas, receber uma indenização de um salário por ano trabalhado. (Lembro-me claramente em 1982/83, quando fazia auditoria externa na Matarazzo, de uma sala perto da contabilidade cheia de velhinhos, que ficavam lendo jornal o dia inteiro. Eram os encostados "passivistas", não-optantes do FGTS com 30 40 anos de trabalho e que possuiam uma "fortuna" a receber caso fossem mandados embora). A idéia então foi simples e brilhante: com 8% de depósito mensal (96% no ano)mais os juros, o trabalhador teria, anualmente, quase a mesma coisa que tinha no regime antigo e ainda tinha uma multa de 10% no caso de demissão imotivada. Essa soma de recursos, depositada num banco (BNH) serviria de capital para investimento na casa prórpia, eterna demanda de todo o brasileiro, impulsionando ainda a construção civil, grande geradora de empregos pouco ou semi-qualificados, a indústria de materiais de construção, a a arrecadação, enfim, a economia como um todo. Genial e brilhante! Mas, na década de 70, houve o desvirtuamento do Fundo, com o empréstimo de recursos para a construção de mansões, da Transamazonica, da Ponte Rio-Niterói, de estádios de futrebol, e pior, para "construtoras" suspeitas e falidas. Mais ainda, o descompasso entre os aumentos salariais sobre os quais eram calculadas as prestações e a inflação e o aumento brutal do FVCS que visaria compensar esse descompasso levaram à virtual falência do Fundo e das carteiras habitacionais dos bancos oficiais e de alguns privados também. Com isso o Governo tornou-se refém dos bancos, que passaram a opercionalizar a Carteira habitacional, sempre com recursos públicos, claro, e a cobrar IMPAGÁVEIS juros de até 18% ao ano! E agora essa! Mesmo numa situação de paradeira da economia e de emprego formal cada vez menor, a massa de salários da população trabalahdora com carteira assinada é gigantesca, sendo enorme portanto o valor das contribuições ao FGTS, malgrado também a sonegação! Então qual é o problema? Os de sempre, falta de competência na gestão do Fundo, corrupção e burocracia excessiva. E agora, a renúncia à parte do rendimento de um fundo que não lhe pertence, em favor dos Bancos (uma vez mais), para supostamente alavancar o financiamento! Governo traidor e incompetente! E nós, fazemos o que?
18/12/2006 10:00Roselane (Advogado Autônomo - Família)O presidente sempre foi um demagogo. Esse part...
O presidente sempre foi um demagogo. Esse partido, PT (Partido Traíra), sempre pregou uma coisa e no final acabou fazendo outra. Pregavam a transparência na política, no entanto, meteram a mão na massa. Criticavam as viagens presidenciais,porém, adquiriu um avião luxuoso. Dá as esmolas ao povo,porém, a classe média que banca. Esse sempre foi o sonho e a inveja do lulla e seus mentores, se tornarem igual ao FHC ou pior, e viverem desfrutando das delícias do poder público. OBS: de onde veio aquela montanha de dinheiro que estava com os militantes para compra do dossiê?

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