Por uma Justiça com menos papel e mais rapidez

15/12/2006 21:52allmirante (Advogado Autônomo)A pressa é inimiga da perfeição. Ou quanto mais...
A pressa é inimiga da perfeição. Ou quanto mais rápido, logo se chega na morte.
14/12/2006 12:18Armando do Prado (Professor)Caro Irineu, o problema é que se "ligar o venti...
Caro Irineu, o problema é que se "ligar o ventilador" é capaz de cair mais que caixas vazias, e aí...
14/12/2006 10:13Ampueiro Potiguar (Advogado Sócio de Escritório)Se o Sistema está travado, como diz nosso Coman...
Se o Sistema está travado, como diz nosso Comandante Lula,o estudo, o diagnóstico, a implantação têm que ser feita de forma global. Por que essa iniciativa isolada da Justiça Federal? Urge providências, sabemos. Antes que alguns causídicos impetrem Mandados de Segurança e outros que tais para não modernizarem "a coisa".
14/12/2006 09:23Kane (Outros)Pela forma como os debates estão sendo conduzi...
Pela forma como os debates estão sendo conduzidos me lembra do caso do faxineiro que salvou uma grande empresa de pasta de dentes. A direção da fábrica estava preocupada com o fato de que a máquina que fora importada para embalar e encaixar pasta de dentes (completamente automática), estava com uma falha e deixava passar algumas embalagens vazias (cheias de ar), as quais iam para o mercado e prejudicavam a marca. A direção da fábrica e os engenheiros de produção se reuniam e ficavam quebrando a cabeça para descobrir uma forma de evitar que embalagens vazias fossem embaladas pela máquina e enviadas ao mercado. Reuniões e mais reuniões eram feitas, todavia a cúpula não conseguia resolver o problema. Até que um faxineiro da fábrica, viu um dos engenheiros passando preocupado e lhe perguntou o que estava acontecendo. Após o engenheiro explicar o problema ao faxineiro, este, com toda simplicidade do mundo, sugeriu: - É só colocar um ventilador apontado para a esteira onde passam as embalagens. A que estiver vazia cai. O engenheiro, surpreso, levou a sugestão à direção da fábrica que, rapidamente, determinou a implementação da idéia até a solução definitiva do problema. É uma idéia simples, mas deu certo. Com o Judiciário não é diferente. Se quisermos melhorá-lo, é preciso aprender a pensar de forma simples, prática e funcional. Qualquer organização só funciona bem quando todos estiverem almejando um mesmo fim. Quem tem noção administrativa sabe que nenhum sistema funciona bem se houve dentro da organização dois sistemas concorrendo entre si. No caso um “artesanal” e outro informatizado. Já pensou se a Microsoft pensasse em utilizar os modernos computadores sem dispensar o ábaco ? E as empresas automobilísticas se não tivessem investido em tecnologia e mudanda de paradigmas? Assim se dá com o Judiciário. Se cada um quiser um “tipo” de procedimento para si próprio nada dará certo. Nem a medicina dispensa o uso da informática. O processo virtual é uma garrafa “pet” que veio substituir a pesada, cara e perigosa garrafa de vidro. Por isso, é preciso ousar sim e enfrentar os resistentes ao processo virtual. Tenho certeza que depois eles próprios se entenderão a grandeza da medida ao colher os frutos que virão. Vale a pena arriscar sim, e rápido!
14/12/2006 09:18Professor da Universidade Federal Fluminense (Professor Universitário - Internet e Tecnologia)Prezado Laerte, o Dr. Pierpaolo Botini é um gu...
Prezado Laerte, o Dr. Pierpaolo Botini é um guerreiro. Ele está preocupado com os "pontos-mortos" do processo. A informatização, sem dúvida, acelera o Judiciário. Reafirmo que não pode ser obrigatório o uso do procedimento eletrônico, mas ele é uma arma eficaz contra os denominados pontos mortos e, dentre estes, estão, sim, os prazos. Ocorre, contudo, que os prazos aos quais você se refere são prazos impróprios. Com a informatização, os prazos impróprios serão mais rapidamente cumpridos e temos exemplo disto em diversos países do mundo. Eu louvo o trabalho do Pierpaolo e devo dizer que ele é extremamente corajoso de assumir um cargo como o que assumiu, até mesmo pelas críticas, INJUSTAS, que sofre.
14/12/2006 08:15Laerte Dant Biazotti (Advogado Autônomo)As leis que existem já são o bastante para dar ...
As leis que existem já são o bastante para dar agilidade. Apenas façam cumprir os prazos processuais. O prazo não pode existir apenas para o advogado. O dia em que as partes, o Ministério Público e os juizes cumprirem os prazos, nenhum processo terá vida de 01 ano. Chega de desculpas, principalmente aquela mostrada por Pierpaolo Bottini.
14/12/2006 08:02Professor da Universidade Federal Fluminense (Professor Universitário - Internet e Tecnologia)Prezado colega Armando, posso entender como dú...
Prezado colega Armando, posso entender como dúvida o !?!? Eu explico: a Lei da Informatização Judicial é de natureza procedimental e há quem queira impingir a mesma a todos os processos, ou seja, tornar obrigatório o "processo" eletrônico. É contra a obrigatoriedade que devemos lutar contra, não contra a norma.
14/12/2006 00:21Armando do Prado (Professor)!?!?
!?!?
13/12/2006 18:19Professor da Universidade Federal Fluminense (Professor Universitário - Internet e Tecnologia)A idéia do procedimento (porque não é processo)...
A idéia do procedimento (porque não é processo) eletrônico é perfeita. Aconselho a leitura do que venho produzindo em www.processoeletronico.com.br e http://blog.processoeletronico.com.br O que não se pode é exigir e obrigar a adoção do procedimento eletrônico. A norma não obriga a adoção. Trata-se de faculdade e não podemos impingir o uso do procedimento eletrônico. Mas é certo que é para a nossa geração e que aniquilará diversos pontos mortos do processo. Mas, repito: não pode ser obrigatório.
13/12/2006 18:02Robespierre (Outros)...para qual geração? 2084? tá de brincadeira, ...
...para qual geração? 2084? tá de brincadeira, né?

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