Portugal terá referendo sobre aborto em fevereiro

3/12/2006 19:05Richard Smith (Consultor) Caro Dr. Paulo Monteiro: Muito engraçada...
Caro Dr. Paulo Monteiro: Muito engraçada a sua defesa da adoção de expressões que somente visam mascarar a natureza efetiva das coisas. O senhor não acha que dessas expressões nós já estamos cheios? A começar pelos "verticalmente prejudicados" e os "deficientes em melanina"(termos "politicamente corretos" utilizados para denominar ANÕES e BRANCOS) até os "erros" dos "aloprados"? Quem hoje em dia tem a coragem ou o conhecimento para chamar "pão", de "pão" e "ladrão" (oh, quantos!), de "ladrão"?! "Interrupção voluntária" da gravidez, é igual a ABORTO, crime de homicídio hediondo e o mais aberrante que existe na natureza, posto que executado por, ou com o consentimento da própria mãe, contra o seu FILHO, absolutamente INDEFESO e INOCENTE e em contrariedade a todas as normas naturais de defesa da prole e de sobrevivência da espécie! Eufemizar isso, para mim é o fim da picada! Quanto à "despenalização", o que mais é senão a LIBERAÇÃO pela não-punibilidade da prática ("o que não é proibido é permitido")? Termo técnico, hein? Hum, sei! Passar bem.
3/12/2006 10:31Paulo Monteiro (Advogado Autônomo - Civil)Sr. Richard: esse é o termo técnico apropriado....
Sr. Richard: esse é o termo técnico apropriado. "Liberar o aborto" é diferente de "despenalizar a interrupção voluntária da gravidez".
3/12/2006 04:23cremonesi (Advogado Autônomo)Mais um País cujos governantes vão delegar ao p...
Mais um País cujos governantes vão delegar ao povo a decisão de BRINCAR DE SER DEUS. Parece mesmo piada de português.
2/12/2006 12:27Richard Smith (Consultor) "despenalização da interrupção voluntária d...
"despenalização da interrupção voluntária da gravidez"? O "duplipensar" já chegou e se instalou na Terrinha, ó pá! Porque não chamar as coisas pelo nome: "LIBERAR o ABORTO"?! Acho que urgiria "interromper a vida" de pessoas que propugnassem pela "interrupção da gravidez", isso em legítima defesa de terceiros, prevista no nosso Código Penal. Terceiros inocentes e INDEFESOS, diga-se de passagem!

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